Mulher Quotes

Quotes tagged as "mulher" (showing 1-22 of 22)
Célia Correia Loureiro
“- Menti, pois é verdade – desabafou, sem no entanto se dar ares de vítima – um homem pode conquistar o mundo, começar uma guerra, defrontar outras nações, estabelecer-se em novos continentes. Mas uma mulher está destinada a ser a sua sombra e a gerar-lhe outras sombras e eu nem isso parecia talhada para fazer.”
Célia Correia Loureiro, A Filha do Barão

Carlos Messa
“Os homens têm experiência de séculos a mais que as mulheres em: malsentir, antever e precaver. Quando levadas ao mundo do trabalho "masculino", as mulheres aceleram seu desenvolvimento nessa mesma direção e, dessa forma, as crianças estão deixando de aprender a amar, ou, ao menos, se afeiçoar.”
Carlos Messa, O Poder dos Pais no desenvolvimento emocional e cognitivo dos filhos

Simone de Beauvoir
“Porque não contestam as mulheres a soberania do macho? Nenhum sujeito se coloca imediata e espontaneamente como não essencial; não é o Outro que, definindo-se como Outro, define o Um; ele é posto como Outro pelo Um definindo-se como Um. Mas para que o Outro não se transforme no Um é preciso que se sujeite a esse ponto de vista alheio. De onde vem essa submissão na mulher?”
Simone Beauvoir

Diego Guerra
Não existe faca mais afiada do que o coração de uma mulher.
Diego Guerra, O Teatro da Ira

Fernando Pessoa
“Credo, ideal, mulher ou profissão - tudo isso é a cela e as algemas.”
Fernando Pessoa, The Book of Disquiet

Francilangela Clarindo
“Fui concebida, nasci, cresci e um belo dia virei mulher no sentido lato da palavra, com desejos,sonhos e querendo um pouco de romance numa vida monótona. Este foi meu erro... Ou posso considerar experiência... Ou mesmo acerto? Bem, não sei!”
Francilangela Clarindo

Giovanni Papini
“O facto de o pranto abundar nos olhos das mulheres e das crianças - umas e outras egocêntricas, fracas e de alma rudimentar - não bastou para colocar de sobreaviso os admiradores da incontinência lacrimal.
O homem, verdadeiramente homem, o autêntico vir virtuoso, o sábio honesto, nunca choram ou se porventura a vasilha lacrimal dá indícios de querer transbordar, envergonham-se e escondem-se. Quem sabe realmente sofrer não sabe chorar. Quanto mais profunda a dor, menos se manifesta com as lágrimas.”
Giovanni Papini, Relatório sobre os Homens

Arthur Schopenhauer
“O desejo sexual, sobretudo quando se concentra na paixão, fixando-se numa determinada mulher é a quintessência de todas as fraudes desse nobre mundo; isso porque promete indizivelmente, infinitamente e extraordinariamente muito e cumpre miseravelmente pouco.”
Arthur Schopenhauer, L'arte di insultare

Karl Kraus
“Uma mulher é, às vezes, uma alternativa satisfatória à masturbação. Claro que ela exige muito mais imaginação de nossa parte.”
Karl Kraus

“A mulher não tem forças para acompanhar o homem além dos limites normais traçados à espécie. E o gênio é o herói infeliz, que leva para a esfera dos arcanjos, onde deve conviver, os desejos e os instintos humanos, que os arcanjos, seus irmãos, não conhecem. Do alto, fica, pois, a acenar à sua companheira, mas ela não o compreende e não pode amá-lo. Sente por ele a revolta da própria inferioridade. E eis por que são infelizes no amor todos os gênios e todos os heróis.”
Plínio Salgado
tags: mulher

Márcia Abath
“sensível farol meu peito retinas”
Márcia Abath, SOBRE NÓDOAS E MIOSÓTIS

Kristin Hannah
“Ser jovem não nem nada a ver com amor. Uma mulher pode ser uma menina e ainda assim conhecer o próprio coração.”
Kristin Hannah, Winter Garden

Márcia Abath
“nem todo poema
é puro ouro

alguns
ouro de tolo”
Márcia Abath

Márcia Abath
“na poética da cama
o poema é sacana”
Márcia Abath

Guy de Maupassant
“Quantas vezes passamos ao lado de uma felicidade possível, sem darmos por ela, visto que não há quem possa penetrar no mistério dos pensamentos, nos abandonos secretos da vontade, nos apelos mudos da carne, em todo o desconhecido de uma alma de mulher cuja boca permanece silenciosa e o olhar impenetrável e claro?”
Guy de Maupassant

Mary Jo Putney
“Para um homem, a mulher é como uma pintura ou uma estátua clássica. Ele escolhe uma e leva para casa, esperando que combine com a mobília existente lá.”
Mary Jo Putney, Um beijo do destino

“Todo mundo tem um pouco de Sol e Lua. Todo mundo tem um pouco de homem, mulher e animal. Escuridões e luzes. Todo mundo é parte conectada de um sistema cósmico. Parte terra e mar, vento e fogo, com um pouco de sal e pó nadando entre eles. Temos um universo dentro de nós mesmos que imita o universo lá fora. Nenhum de nós está apenas preto ou branco, ou nunca errado e sempre certo. Ninguém. Ninguém existe sem polaridades. Todo mundo tem forças boas e más trabalhando com eles, contra eles e dentro deles.”
Suzy Kassem, Rise Up and Salute the Sun: The Writings of Suzy Kassem

“Num bar à beira-mar, com ondas a desfazerem-se em espuma nas estacas e o luar testemunha de encontros na areia, ele conheceu uma mulher.
Elas viviam todas a mesma Vida. Vidas que gritavam naquele universo de bebidas e venda do corpo. A luz era baça para dar ambiente. E elas eram pintadas, muito pintadas. Algumas escondiam olhos azuis no fundo de olheiras negras. Mas aceitavam tudo com naturalidade. Era tudo lógico. Tudo era apenas para ganharem o pão.
Nas mesas homens de idade avançada desfaziam-se em sorrisos e ficavam por momentos mergulhados na ilusão do rejuvenescimento. Porque elas eram pródigas em carinhos. Eles tinham dinheiro. E quando alguém descobria a verdade ou se lembrava da verdade, havia nos seus sorrisos ríctus de tristeza que abafavam mergulhando-os nos copos espumantes.
Foi ali que encontrou a mulher que o desejou. Ele queria dela o desejo desinteressado. Queria que o luar e o mar fossem as únicas testemunhas dos seus encontros. Ela gostava dele. Mas precisava de dinheiro para viver. O emprego dela era aquele. Os outros estavam vedados para ela. Custava-lhe aceitá-la como era. Sonhara sempre a mulher muito diferente. Nunca lançada ferozmente na conquista do pão. E de uma maneira trágica.
Queria a posse desinteressada, beijada pela espuma do mar, na areia amarela.
E tudo acabou quando ela lhe confessou que estava grávida dum outro homem. A solução era só uma. Não podia ficar sem trabalhar alguns meses para depois ter a despesa dum filho. E foi tão simples, tão natural, tão sem culpa na sua confissão, que ele fugiu e nunca mais voltou ao bar da beira-mar.”
Luandino Vieira

Sônia Coutinho
“O gatilho da arma assassina, pensa, foi apertado por muitas maos. E o alvo daqueles tres tiros nao era exatamente Sofia, sua pessoa física, mas o que ela representava, seu desafio.
Damas que se casaram na igreja e pela lei, vestidas de branco, damas que fizeram a vida inteira o que suas mães lhes haviam aconselhado a fazer, damas que agüentaram para sempre seus maridos, que viajaram pouco, que não freqüentaram a universidade porque tinham sido preparadas apenas para o casamento, damas maquiladas ainda à moda dos anos 50, essas damas crisparam os dedos em torno daquele gatilho, dispararam três vezes em direção a Sofia e, em seguida, aproximaram-se sorridentes do cadáver, como se de nada soubessem, perguntando o que havia acontecido.
Famílias inteiras reunidas estenderam as mãos, dobraram os dedos e, com risos/esgares, disseram, antes de apertarem três vezes o gatilho: ‘Celebramos nossos natais com árvores e presentes, como deve ser. E comemos nosso bolo com gratidão e humildade, pacientemente reinamos no cotidiano. Se a empregada falta, as mulheres vão com boa vontade para a cozinha. Nossos filhos são preparados para serem bons católicos e os pais trazem o dinheiro para sustentar a casa. Mantemos a decência, sabemos dos nossos limites, onde alcança nossa cabeça, onde podem pisar nossos pés’. E soaram três tiros.
Já as mães-que-criaram-seus-filhos declararam, a uma só voz: ‘Nós nunca faríamos o que ela fez, ir embora assim, deixando as duas filhas’ — e juntaram os dedos, apertaram três vezes o gatilho.
Havia, ainda, as mãos estendidas dos homens que não foram para a cama com Sofia, mesmo dispostos a pagar. E aqueles que, recusados, vingaram-se, proibindo que suas mulheres andassem com ela, declarando: ‘É uma puta.’
Havia a mão de sua mãe, que tentou inutilmente modificá-la e a do irmão que deixou de falar com ela. “Tinha mesmo de terminar assim”, alguém comentou, baixinho, e quem ouviu concordou, manifestando assentimento com repetidos sinais de cabeça. E as mãos, unidas, movimentaram-se, três tiros violaram o silêncio da noite.“
Sonia Coutinho, “Atire em Sofia”, 1989, p. 114”
Sonia Coutinho

Ryane Leao
“sigo apaixonada
pela mulher
que batalhei pra ser”
Ryane Leao, Tudo nela brilha e queima

Michael Robotham
“Os antigos Gregos costumavam dizer que a Sorte era uma mulher muito bonita de cabelo encaracolado que caminhava na rua entre as pessoas. Talvez o seu nome fosse Karma. É uma amante inconstante, uma mulher prudente, uma rameira e uma adepta do Manchester United. Costumava ser minha.”
Michael Robotham, Suspect

“Viver de acordo com os princípios bíblicos hoje requer que as mulheres sejam ousadas o suficiente para permanecer firmes contra filosofias e fortalezas que buscam destruir a Palavra de Deus e sua autoridade.”
‎Carolyn McCulley, Radical Womanhood: Feminine Faith in a Feminist World