Sentidos Quotes

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Orhan Pamuk
“El color es el tacto del ojo, la música de los sordos, una palabra en la oscuridad.”
Orhan Pamuk, My Name is Red

Sándor Márai
“- Lo que juramos ya no existe -dice el invitado muy serio, levantando su copa- Todos han muerto, todos han partido, todos han traicionado lo que juramos. Hubo un mundo por el cual valio la pena vivir y morir. Aquel mundo murio. Yo no tengo nada que vercon el nuevo. Eso es todo lo que puedo decir.”
Sándor Márai

Haruki Murakami
“A percepção não passa da soma dos nossos mal-entendidos.”
Haruki Murakami, Sputnik Sweetheart

Fernando Namora
“- Estamos num mundo de mortos, Vasco. Mortos a que se deu corda e fingem de vivos até que a corda pare. Mas esvaziados,secos, decompostos por dentro. Que ao menos a carne viva. Será por isso que tantos procuram a festa dos sentidos?”
Fernando Namora, Os Clandestinos

Fernando Pessoa
“A única realidade para mim são as minhas sensações. Eu sou uma sensação minha. Portanto nem da minha própria existência estou certo. Posso está-lo apenas daquelas sensações a que eu chamo minhas.
A verdade? - É uma coisa exterior? Não posso ter a certeza dela, porque não é uma sensação minha, e eu só destas tenho certeza. Uma sensação minha? De quê?
Procurar o sonho é pois procurar a verdade, visto que a única verdade para mim sou eu próprio. Isolar-me tanto quanto possível dos outros é respeitar a verdade.”
Fernando Pessoa, The Book of Disquiet

Michel Onfray
“Os homens não podem dispor de uma capacidade para o prazer para que ela seja depreciada, proibida e reprimida.”
Michel Onfray, L'art de jouir

Eu apreendo a verdade toda esquartejada pela figuração dos sentidos.
“Eu apreendo a verdade toda esquartejada pela figuração dos sentidos.”
Filipe Russo, Asfixia

Manuel Alves
“Esfregou as duas faces do medalhão entre o polegar e o indicador. Textura macia, porosidade suave que aqueceu ao toque como pele viva. Aproximou-o do nariz e cheirou. O aroma quente de coração acabado de arrancar do peito. Abriu a boca e susteve a respiração como criança diante de uma colher de sopa cheia de óleo de fígado de bacalhau. Trincou o rebordo quase mole e saboreou os átomos nascidos da morte de estrelas. Uma boca cheia de coração podre temperado com vermes. O contacto directo era um paradoxo de sensações, a insanidade de desejar algo que provocava repulsa intolerável. Não tinha de voltar a tocar o metal, e muito menos de o cheirar e provar, mas a tentação do fascínio exercido pela Cativa continuava vinculada ao medalhão.”
Manuel Alves, A Cativa

Ludwig Feuerbach
“É verdadeiro o que se manifesta aos sentidos.”
Ludwig Feuerbach, The Essence of Religion

Ludwig Feuerbach
“Obedece aos sentidos! Onde começam os sentidos cessam a religião e a filosofia, mas em compensação a verdade simples e nua te é dada.”
Ludwig Feuerbach, Manifestes philosophiques

Alberto Jiménez Ure
“—Nada es a mis sentidos que no haya sido primero a los tuyos. Yo no califico a nadie, cada cual de si mismo su naturaleza lo que le place exhibe...”
Alberto Jiménez Ure, Escorias

James Carroll
“Apesar dos monumentos intelectuais criados pelos pais da Igreja, de Tertuliano a Agostinho, um colapso da busca intelectual e da investigação científica foi uma consequência em última instância da adoção cristã de uma visão do mundo dualista, pois não havia razão para levar a sério a experiência dos sentidos. Ao contrário, os sentidos se tornaram o inimigo e, onde antes o corpo sexual era celebrado como a própria imagem de Deus - "E então Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus ele o criou; e os criou homem e mulher." -, o corpo sexual então se tornou uma "ocasião de pecado" a ser dominada. Entre os cristãos a ideia de alma ficou inteiramente separada da ideia bíblica de espírito, que, como literalmente significa "respiração", é intrinsecamente físico. Na verdade, agora o corpo, mesmo com sua respiração, era definido como fonte de todo o mal. A piedade cristã passou a ser penitencial - a autoflagelação do ódio ao corpo se tornou a forma mais alta de devoção - e mesmo o trabalho da mente, como a leitura e o estudo, porque são dependentes dos sentidos, foi definido como distração mundana. Uma cultura baseada em tais premissas estava condenada a murchar, e a cultura da Europa Ocidental sofreu exatamente isso.”
James Carroll, Constantine's Sword: The Church and the Jews, A History