Prazer Quotes

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Filipe Russo
“Como agir sem pressupor? Sem arriscar um experimento à queima-roupa? Pra que viver sem expectativas? Sem a esperança de um prazer desinibido? Aspiro inspirações, inspiro aspirações e vivo elucidações líricas até expirar de vez o sopro de vida para longe, longe do meu peito. Quem sabe até tuas mãos.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Fogoso gozo fogo.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

“Quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.”
Martha Medeiros, Doidas e Santas

Filipe Russo
“Explore o fascínio e descubra o prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

O meu desejo tempera a matéria bruta com o mais delicado prazer.
“O meu desejo tempera a matéria bruta com o mais delicado prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“– Me sofra.
– Com todo prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Me dissolvo na tua presença por puro prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Escrevo por tantas as razões quanto as de porque vivo, as invento o tempo todo
“Escrevo por tantas as razões quanto as de porque vivo, as invento o tempo todo só para me deliciar.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

John Cleland
“Os homens, de modo geral, não sabem o quanto destroem seu próprio prazer quando esquecem o respeito e o carinho devidos a nosso sexo, mesmo aquelas que vivem apenas para agradar-lhes.”
John Cleland, Fanny Hill, or Memoirs of a Woman of Pleasure

Filipe Russo
“Me deixe tragar o teu prazer.
Me deixe borrifar o meu prazer em você.
Venha despejar o teu prazer em mim.
Venha devorar o meu prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Ao invés de estar com a razão eu quero estar com o prazer, mas apenas o primeiro potencializa o segundo.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“– Eu te amo.
– Meus pêsames.
– Me sofra.
– Com todo prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“O amor me amordaça antes que eu possa dizer que não quero essa alegria fulminante. E não tendo dito as palavras capazes de negar o encantamento eu permaneço submisso sob o feitiço. Forçado a um prazer que em razão à sobriedade eu não me permitiria.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

John Cleland
“Aqui, minha senhora, devo talvez desculpar-me pela descrição minuciosa de coisas que persistem com tanta força em minha memória, pela impressão que causaram; mas, além de esse fato ter provocado uma revolução em minha vida, a verdade histórica exige que eu não vos esconda que um prazer tão exaltante não pode ser ingratamente esquecido ou suprimido sob o pretexto de que eu o tenha encontrado num ser de condição inferior; pelo contrário, é aí que encontramos mais pureza, maior ausência de sofisticação, e não em meio aos refinamentos falsos e ridículos graças aos quais os grandes aceitam ser grosseiramente enganados por seu orgulho. Os grandes! Existem, entre os que eles chamam de vulgares, pessoas mais ignorantes e que cultivem menos a arte de viver do que eles próprios? Ao contrário, os simples ignoram sempre as coisas estranhas à natureza do prazer; seu objetivo principal é gozar a beleza onde se possa encontrar esse dom inestimável, sem distinção de berço ou posição.”
John Cleland, Fanny Hill, or Memoirs of a Woman of Pleasure

Michel Onfray
“Os homens não podem dispor de uma capacidade para o prazer para que ela seja depreciada, proibida e reprimida.”
Michel Onfray, L'art de jouir

John Cleland
“O vencedor logo estaria à mercê, pois, com a luta cada vez mais ardente, chegava para ele o instante de pagar sua dívida ao prazer.”
John Cleland, Fanny Hill, or Memoirs of a Woman of Pleasure

John Cleland
“O amor, presidindo a ação, insinuava o prazer e o gozo. E confesso, de bom grado, que me persuadi sem dificuldade de que, sem amor, o prazer, por maior e mais perfeito que seja, fica vulgar, sejamos rei ou vagabundo.”
John Cleland, Fanny Hill, or Memoirs of a Woman of Pleasure

Filipe Russo
“Toda beleza prenuncia ainda mais beleza, todo prazer prenuncia ainda mais prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Edgar Allan Poe
“Todas as coisas são boas ou más por comparação. A mais simples análise demonstrará que o prazer não é mais que o contraste da dor. O prazer positivo é uma ideia pura. Para se ser feliz até certo ponto é necessário ter-se sofrido até esse mesmo ponto. Não sofrer nunca, equivaleria a nunca ter sido feliz.”
Edgar Allan Poe

Rosa Lobato de Faria
“Finalmente o prazer. Farrapos de fantasias eróticas de toda uma vida, numa espiral onde rodopiavam emoções, sensações, esquecimento próprio, loucura, aceitação do animal em mim, do grito, da fome, da liberdade de ser e saber que se é. Apesar. Mau grado. Não obstante. Que se lixe.”
Rosa Lobato de Faria, A Alma Trocada

John Stuart Mill
“Mesmo no que se faz por prazer o conformismo é a primeira coisa em que se pensa; as pessoas desejam em grupo; exercem a escolha apenas entre coisas comummente feitas; fogem da peculiaridade de gosto e da excentricidade de conduta como de crimes; até que, à força de não seguirem a própria natureza, não têm mais natureza a seguir; as suas capacidades humanas mirram e morrem; tornam-se incapazes de desejos fortes e de prazeres naturais; e não apresentam, em regra, opiniões e sentimentos brotados do íntimo, propriamente seus. É essa, entretanto, a condição desejável da natureza humana?”
John Stuart Mill, On Liberty

O que faço eu faço por prazer, não mania; ou assim espero.
“O que faço eu faço por prazer, não mania; ou assim espero.”
Filipe Russo, Asfixia

Não aposte sua felicidade por um prazer; eu nunca fiz, nunca fiz e mesmo assim
“Não aposte sua felicidade por um prazer; eu nunca fiz, nunca fiz e mesmo assim jazo aqui, sóbria e triste.”
Filipe Russo, Asfixia

Fernando Pessoa
“Não o prazer, não a glória, não o poder: a liberdade, unicamente a liberdade.”
Fernando Pessoa, Livro do Desassossego, Vol. I

Maria Teresa Horta
“Gozo I

Linho dos ombros
ao tacto
já tecido

Túnica branda
cingida sobre as
espáduas

Os rins despidos
no fato já subido:
as tuas mãos abrindo a madrugada

Linho dos seios
na roca dos sentidos
a seda lenta sedenta na garganta

a lã da boca
cardada
no gemido

e nos joelhos a sede
que os abranda

Linho das ancas
bordado
de torpor

a boca espessa
o fuso da garganta”
Maria Teresa Horta, Poesia Reunida

Maria Teresa Horta
“Gozo V

Vigilante a crueldade
no meu ventre

A fenda atenta
e voraz
que devora o que é
dormente

a febre que a boca
empresta
a vela que empurra o vento

a vara que fende
a carne

a crueldade que entende
o grito sobre o orgasmo
que me prende e me desprende”
Maria Teresa Horta, Poesia Reunida

Ben Oliveira
“Queremos livros que façam nossos corações baterem com mais força... que nos aliviem do angustiante peso do cotidiano.”
Ben Oliveira

Paulo Varela Gomes
“Os prazeres privados e de certo modo solitários para os quais criara uma arquitectura dependiam a tal ponto do dispositivo arquitectónico que se podia dizer que a máquina se tornara mais importante do que aquilo que produzia, ou, como sucede nas religiões iconófilas, as imagens fixavam mais fortemente a fantasia e a fé dos crentes do que os valores imateriais que deveriam representar, uma analogia cuja ascendência filosófica, de Feuerbach e Marx, Joaquim Heliodoro ignorava tão completamente quanto o desenvolvimento que fora imprimido à ideia por Freud e pelos seus seguidores, ao discutirem o conceito de objecto-fetiche, primeiro como substituição de um objecto ausente, depois como fixação num objecto presente mas dotado de um significado libidinal pela sua utilização. Joaquim Heliodoro sabia muito pouco destas coisas, mas, enquanto poeta, não queria que o desvelamento dos seus fetiches o fizesse despertar.”
Paulo Varela Gomes, Hotel