Ally > Ally's Quotes

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  • #1
    J.K. Rowling
    “Na sua opinião, o maior erro de noventa e nove por cento das pessoas é ter vergonha de serem quem são, é mentir a esse respeito, fingindo ser alguém diferente. A honestidade era a sua marca, a sua arma, a sua defesa. Quando somos honestos, as pessoas se assustam, ficam chocadas.”
    J.K ROWLING

  • #2
    J.K. Rowling
    “- Quê? Que foi?
    - Estou tentando saber como foi o seu dia. ? Uma merda. Ontem também. E amanhã vai ser a mesma coisa.
    - A que horas você chegou?
    - Na de sempre.

    Às vezes, mesmo depois de todos esses anos, Gaia não escondia que ficava chateada por ter de abrir a porta com a própria chave, por não ter Kay ali à sua espera como as mães dos livros de histórias.
    - Quer me contar por que o seu dia foi uma merda?
    - Porque você me arrastou para morar nesse fim de mundo.”
    J.K. Rowling

  • #3
    J.K. Rowling
    “Embora Colin pudesse imaginar que ia se sentir assim, a dor não era menor por ser previsível, exatamente como o fato de ser atropelado por um trem não seria menos devastador para alguém que tivesse visto a composição se aproximando pelos trilhos. Ele simplesmente sofria duas vezes: com a expectativa e com a concretização.”
    J.K. Rowling, Economic Issues and the Atlantic Community

  • #4
    J.K. Rowling
    “No fundo desejava uma vida que havia tinha vislumbrado, mas jamais experimentara. No entanto, essa mesma vida desejada o assustava. Escolher é algo perigoso: quando escolhemos, temos que abrir mão de todas as outras possibilidades.”
    J.K. Rowling

  • #5
    Jennifer Lynn Barnes
    “- Pode levar o tempo que precisar. Entenda o que está sentindo. Entenda se Dean faz você sentir o mesmo que eu faço, se ele vai deixar você se aproximar e se você quer que ele deixe, porque, da próxima vez que meus lábios tocarem nos seus, da próxima vez que você estiver agarrando meu cabelo... a única pessoa em quem você vai estar pensando sou eu.”
    Jennifer Lynn Barnes, The Naturals

  • #6
    Catriona Ward
    “Seja como for, o truque da vida é o seguinte: se não gostar do que está acontecendo, volte a dormir até passar.”
    Catriona Ward

  • #7
    Catriona Ward
    “Não se pode dizer o que as pessoas são pelo que elas fazem. Pode-se fazer uma coisa ruim mesmo sem ser uma pessoa má. Pessoas más podem fazer coisas boas por acaso. Nunca se sabe, é isso que eu penso.”
    Catriona Ward

  • #8
    Catriona Ward
    “Ela olha a escuridão, e a escuridão a olha de volta.”
    Catriona Ward

  • #9
    Catriona Ward
    “Didi lê O Morro dos Ventos Uivantes. Está a poucas páginas do final. Ao terminar, abre o livro de novo em uma página qualquer e continua a ler. Didi sempre lê o mesmo livro. Ela gosta de ler, mas não se sabe o que os livros podem lhe causar, e ela não pode se dar ao luxo de ser pega de surpresa. Pelo menos, os personagens em O Morro dos Venros Uivantes sabem que a vida é uma escolha terrível, que deve ser feita todos os dias.”
    Catriona Ward

  • #10
    Catriona Ward
    “- Temos um monstro dentro de cada um de nós - ele diz. - Se deixar o seu sair, Ted, ele não vai devorar você.”
    Catriona Ward

  • #11
    Catriona Ward
    “O lado de fora é apavorante. Não há paredes. Continua, sem ter fim. Até onde vai o mundo?

    "Ele é redondo, portanto, acho que continua até voltar a você novamente", ela responde.”
    Catriona Ward

  • #12
    Herman Melville
    “Mas, quando um homem suspeita que algo está errado, às vezes acontece de, se já estiver envolvido no assunto, ele ocultar suas suspeitas até de si mesmo. Foi o que aconteceu comigo. Eu não disse nada e tentei não pensar em nada.”
    Herman Melville, Moby Dick

  • #13
    Herman Melville
    “Seus movimentos deixavam claro que estava exausta. Quando os botes a cercaram, toda a parte superior do corpo da baleia, que de ordinário fica submersa, estava à mostra. Não houve piedade alguma. Apesar de sua idade, apesar da única nadadeira, a baleia devia morrer assassinada para que seu óleo pudesse iluminar alegres casamentos e outras festas dos homens, para dar luz às solenes igrejas onde se prega que os seres não devem fazer mal uns aos outros.”
    Herman Melville, Moby Dick

  • #14
    Herman Melville
    “- O que é essa coisa inescrutável e sobrenatural; que senhor oculto, cruel imperador sem remorsos é esse que me comanda contra todos os afetos e anseios naturais, e ordena que eu continue a atolar-me, que me pressiona para fazer, imprudente, aquilo que, em meu próprio coração, eu não me atreveria a ousar? É Ahab, Ahab? Sou eu, Deus, ou quem, que levanta esse braço? Mas se o grande Sol não se move por si mesmo, e nem uma única estrela pode girar a não ser por alguma força invisível, então como pode bater este pequeno coração, pensar este pequeno cérebro, a menos que Deus o faça bater, e o faça pensar, e não eu? Nós giramos e giramos neste mundo, homem, e o destino é a alavanca. E o tempo todo esse céu sorridente, esse mar profundo! A quem condenar quando o próprio juiz é arrastado para o tribunal?”
    Herman Melville, Moby Dick

  • #15
    “- Não conhece o topo do mundo ainda, Bonnie, mas eu vou te colocar lá.”
    Cinthia Basso, Roube meu império

  • #16
    Fiódor Dostoyevski
    “O crime nada mais é do que um protesto contra a anormalidade das condições sociais.”
    Fiódor Dostoyevski, Crime and Punishment

  • #17
    Fiódor Dostoyevski
    “Se a sociedade se constrói de forma normal e justa, então o crime não existe, pois não há motivos para protestar.”
    Fiódor Dostoyevski, Crime and Punishment

  • #18
    Fiódor Dostoyevski
    “O sofrimento e a dor são sempre essenciais para ampliar a consciência e aprofundar os sentimentos.”
    Fiódor Dostoyevski, Crime and Punishment

  • #19
    Fiódor Dostoyevski
    “O ser humano tem tudo ao alcance das mãos e não faz nada porque tem medo... Curioso... Do que será que as pessoas têm mais medo? De dar um novo passo, de dizer algo novo... Enfim.... Tenho falado demais. É por isso que não faço nada, de tanto ficar falando! Fico em casa o dia todo, pensando na vida. E para onde estou indo, afinal? Será que já estou pronto? Será que já consigo fazer aquilo?”
    Fiódor Dostoyevski, Crime and Punishment
    tags: pág-5

  • #20
    Fiódor Dostoyevski
    “De todos os capítulos, o décimo oitavo foi o meu preferido até então, pois achei muito interessante a reflexão que Raskólnikov faz: existe justificativas plausíveis para cometer um crime? Ou será que a Lei deveria ser aplicada a todos, independente de qualquer que tenha sido a motivação e as circunstâncias? Será que os fins realmente justificam os meios em alguns casos?”
    Fiódor Dostoyevski, Crime and Punishment

  • #21
    Fiódor Dostoyevski
    “presente era uma inquietação constante, o futuro, um martírio que jamais teria fim. E daí que dali a oito anos ele teria apenas 32 e poderia começar uma vida nova! Viver para quê? Que perspectivas tinha? Viver só para existir? Ele estava mil vezes mais disposto a entregar sua existência por uma ideia, uma esperança, até mesmo uma fantasia. A existência somente era pouco, ele queria mais.”
    Fiódor Dostoyevski, Crime and Punishment

  • #22
    “Quando se trata do passado, todo mundo escreve ficção.”
    Stephen King, The Shining

  • #23
    Oscar Wilde
    “Be yourself; everyone else is already taken.”
    Oscar Wilde

  • #24
    Robert Bloch
    “We all go a little mad sometimes.”
    Robert Bloch, Psycho

  • #25
    Robert Bloch
    “Nós não somos tão lúcidos quanto fingimos ser.”
    Robert Bloch, Psycho

  • #26
    Peter  Swanson
    “— Por que você me ama?
    — Não sei dizer — respondi. — Eu apenas amo.
    — Você deve ter uma razão.
    — Se eu tivesse razões para amar você, então, teria razões para não amá-la.”
    Peter Swanson, Eight Perfect Murders

  • #27
    Henry David Thoreau
    “I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived. I did not wish to live what was not life, living is so dear; nor did I wish to practice resignation, unless it was quite necessary. I wanted to live deep and suck out all the marrow of life, to live so sturdily and Spartan-like as to put to rout all that was not life, to cut a broad swath and shave close, to drive life into a corner, and reduce it to its lowest terms, and, if it proved to be mean, why then to get the whole and genuine meanness of it, and publish its meanness to the world; or if it were sublime, to know it by experience, and be able to give a true account of it in my next excursion.”
    Henry David Thoreau



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