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“Um aspecto muito visível do desaparecimento das velhas garantias é a nova fragilidade dos laços humanos. A fragilidade e transitoriedade dos laços pode ser um preço inevitável do direito de os indivíduos perseguirem seus objetivos individuais, mas não pode deixar de ser, simultaneamente, um obstáculo dos mais formidáveis para perseguir eficazmente esses objetivos -- e para a coragem necessária para persegui-los.”
― Liquid Modernity
― Liquid Modernity
“(...) cada homem é árbitro de suas próprias virtudes, mas homem algum deve prescrever o que é bom para outro homem; e eu: temporariamente; e ele: foi a palavra mais triste de todas, nada mais no mundo não é desespero até que seja tempo, nem mesmo o tempo, até que foi.”
― The Sound and the Fury
― The Sound and the Fury
“É um pouco assim: há linhas de ar em volta da sua cabeça, do seu olhar, zonas de detenção dos seus olhos, do seu olfato, do seu paladar, ou seja, você anda com seu limite por fora
e você não poderá ultrapassar esse limite quando pensar que já apreendeu plenamente qualquer coisa, a coisa que é igual a um iceberg, tem um pedacinho por fora e o mostra, com todo o resto do seu volume bem para lá do seu limite e foi assim que o Titanic afundou. Heste Holiveira sempre com os seus hexemplos. (SIC)”
― Hopscotch
e você não poderá ultrapassar esse limite quando pensar que já apreendeu plenamente qualquer coisa, a coisa que é igual a um iceberg, tem um pedacinho por fora e o mostra, com todo o resto do seu volume bem para lá do seu limite e foi assim que o Titanic afundou. Heste Holiveira sempre com os seus hexemplos. (SIC)”
― Hopscotch
“(...) Ah, sim! Todo o sofrimento pertencia ao tempo, da mesma forma que todos os receios e tormentos com que as pessoas se afligiam a si próprias. Todas e quaisquer dificuldades, tudo quanto houvesse de hostil no mundo, sumir-se-ia, cairia derrotado, logo que o homem triunfasse sobre o tempo, logrando arredá-lo pelo pensamento.”
― Siddhartha
― Siddhartha
“Platão, perplexo diante da beleza, inventou um mito: imagine que, antes de nascer, a alma habitava um mundo encantado onde moravam todas as coisas belas do universo. A alma as contemplou, sentiu-se feliz, e alma e beleza se abraçaram, para sempre. Mas aí, quando nascemos neste mundo, a alma esquece de tudo. E ela fica toda cheia de buracos -- como um queijo suíço! --, em cada buraco mora a presença de uma ausência. A alma é o lugar onde as ausências estão presentes. E essas belezas ausentes se fazem sentir como uma tristeza inexplicável, uma saudade pura, sem objeto, uma vontade de chorar. Isso acontece frequentemente na hora do pôr-do-sol. Borger cita Browning: "Quando nos sentimos mais seguros então acontece algo: um pôr-do-sol, e outra vez estamos perdidos". O pôr-do-sol é um emissário do mundo encantado.”
― A Maçã e Outros Sabores
― A Maçã e Outros Sabores
Daniela’s 2025 Year in Books
Take a look at Daniela’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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