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Leitura do capítulo "How to recognize a poem when you see one" ("Como reconhecer um poema quando você vê um"). Nesse texto o autor abre com outra anedota, de que deixou uma lista de autores escrita no quadro entre uma turma e outra de dois cursos diferentes; a primeira deveria pesquisar os autores e a segunda foi avisada, quando entrou, que aquilo era um poema e procedeu a analisá-la como tal. Monty Python.
Aug 07, 2020 03:39AM
Is There a Text in This Class? The Authority of Interpretive Communities

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Leitura do último capítulo, "Demonstration vs. persuasion: two models of critical activity" ("Demonstração vs. persuasão: dois modelos de atividade crítica"). Fish finaliza explanando as implicações epistemológicas de sua tese e argumentando que seu modelo de crítica literária é persuasivo e não demonstrativo. Ele também dá, finalmente, a conclusão do diálogo da anedota que dá título ao livro.
Aug 08, 2020 08:22AM
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Leitura do capítulo "What makes an interpretation acceptable?" ("O que faz uma interpretação ser aceitável?"). As comunidades interpretativas compõem os padrões do aceitável em termos daquilo que é institucionalmente corrente e coerente com as "regras do jogo". Leituras absurdas não são aceitáveis enquanto não existam condições (aceitáveis) de possibilidade de seu surgimento dentro das regras do jogo.
Aug 08, 2020 07:07AM
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Leitura do capítulo que dá título ao livro, "Is there a text in this class?" ("Há um texto nessa aula?"), e abre a segunda parte do livro "Interpretive authority in the classroom and in literary criticism" ("Autoridade interpretativa na sala de aula e na crítica literária"). O autor usa a anedota do título do livro para explicar e defender toda sua teoria, uma vez mais. Há um certo humor na coisa toda.
Aug 06, 2020 05:46AM
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Leitura do capítulo final na primeira parte do livro, "Reply to John Reichert" ("Resposta a John Reichert"), publicado na revista Critical Inquiry em 1979. A réplica se refere ao capítulo anterior e discute as suposições de Reichert e suas discordâncias com Fish. É péssimo entender os outros e não ser entendido. Com o perdão do trocadilho, Fish era um peixe fora d'água no campo da crítica literária.
Aug 06, 2020 02:59AM
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Leitura do capítulo "Normal circumstances, (...) and other special cases" ("Circunstâncias normais, (...) e outros casos especiais"), pronunciado como seminário na Universidade Columbia e depois publicado na revista Critical Inquiry em 1979. Fish demonstra que o sentido (incluindo aquilo que consideramos normal ou literal) é uma função das circunstâncias, isto é, das expectativas e suposições do leitor ou ouvinte.
Aug 05, 2020 04:58AM
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Leitura do capítulo "What is stylistics and why are they saying such terrible things about it? Part II" ("O que é estilística e por que estão dizendo coisas tão terríveis sobre ela? Parte II"), publicado em 1980 na revista boundary 2. Uma reedição do desmonte da crítica formalista, com a adição dos avanços teóricos feitos pelo autor desde o primeiro "What is stylistics" em 1973.
Aug 04, 2020 08:42AM
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Leitura do capítulo "How to do things with Austin and Searle: speech-act theory and literary criticism" ("Como fazer coisas com Austin e Searle": teoria do ato de fala e crítica literária"). Comentando a peça "Coriolano", de Shakespeare, e suas interpretações, o autor dá uma guinada na teoria dos atos de fala, introduzindo a questão da produção comunitária de significados. Texto longo, mas o fim recompensa a viagem.
Aug 03, 2020 04:20AM
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Bruno Godinho is on page 196 of 394
Leitura do capítulo "Structuralist homiletics" ("Homilética estruturalista"), publicado em 1973 para um seminário e republicado em 1976 na revista Modern Language Notes. O autor argumenta que o estruturalismo encontra paralelos no pensamento teológico do século XVII e tenta prová-lo analisando um sermão de Lancelot Andrewes. Provavelmente o texto mais difícil até o momento (o barulho de obra ao fundo não ajudou).
Jul 24, 2020 06:36AM
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Leitura do capítulo "Interpreting Interpreting the Variorum" ("Interpretando Interpretando os Variorum"), publicado em Critical Inquiry em 1978 como resposta a duas críticas. Todo capítulo do livro tem um parágrafo introdutório, entre colchetes, que não faz parte do texto original e contém um comentário do autor sobre o texto do capítulo. Nessa introdução, o autor lamenta sua própria arrogância.
Jul 23, 2020 05:36AM
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Leitura do capítulo "Interpreting the Variorum" ("Interpretando os Variorum"), publicado em Critical Inquiry em 1976. Finalmente aparece o conceito de "comunidade interpretativa". As comunidades compartilham "estratégias interpretativas" que, por sua vez, informam as maneiras de escrever textos. A intenção do autor vai ao encontro de ou de encontra a uma estratégia e, dependendo do caso, surge um texto diferente.
Jul 23, 2020 04:08AM
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