Status Updates From Is There a Text in This Cla...
Is There a Text in This Class? The Authority of Interpretive Communities by
Status Updates Showing 1-30 of 113
Maria Copeland
is on page 112 of 394
if I had a nickel for consecutive summers spent thinking about anti-foundationalism and reader-response theory, I’d have two nickels, which isn’t a lot but etc etc
— Aug 02, 2024 10:09AM
Add a comment
Miles Robson
is on page 17 of 394
So I reread the introduction today and I can’t say I, like *get it* get it, but I definitely get it more than I did two years ago. so that’s nice.
— Jul 10, 2024 10:16AM
Add a comment
Keaton
is on page 3 of 394
the replacing of one question—what does this mean?—by another—what does this do?—
— Aug 30, 2021 06:00PM
Add a comment
Keaton
is on page 2 of 394
its [the text's] (apparently) spatial form belied the temporal dimensions in which its meanings were actualized
— Aug 30, 2021 05:59PM
Add a comment
Bruno Godinho
is finished
Leitura do último capítulo, "Demonstration vs. persuasion: two models of critical activity" ("Demonstração vs. persuasão: dois modelos de atividade crítica"). Fish finaliza explanando as implicações epistemológicas de sua tese e argumentando que seu modelo de crítica literária é persuasivo e não demonstrativo. Ele também dá, finalmente, a conclusão do diálogo da anedota que dá título ao livro.
— Aug 08, 2020 08:22AM
Add a comment
Bruno Godinho
is on page 355 of 394
Leitura do capítulo "What makes an interpretation acceptable?" ("O que faz uma interpretação ser aceitável?"). As comunidades interpretativas compõem os padrões do aceitável em termos daquilo que é institucionalmente corrente e coerente com as "regras do jogo". Leituras absurdas não são aceitáveis enquanto não existam condições (aceitáveis) de possibilidade de seu surgimento dentro das regras do jogo.
— Aug 08, 2020 07:07AM
Add a comment
Bruno Godinho
is on page 337 of 394
Leitura do capítulo "How to recognize a poem when you see one" ("Como reconhecer um poema quando você vê um"). Nesse texto o autor abre com outra anedota, de que deixou uma lista de autores escrita no quadro entre uma turma e outra de dois cursos diferentes; a primeira deveria pesquisar os autores e a segunda foi avisada, quando entrou, que aquilo era um poema e procedeu a analisá-la como tal. Monty Python.
— Aug 07, 2020 03:39AM
Add a comment
Bruno Godinho
is on page 321 of 394
Leitura do capítulo que dá título ao livro, "Is there a text in this class?" ("Há um texto nessa aula?"), e abre a segunda parte do livro "Interpretive authority in the classroom and in literary criticism" ("Autoridade interpretativa na sala de aula e na crítica literária"). O autor usa a anedota do título do livro para explicar e defender toda sua teoria, uma vez mais. Há um certo humor na coisa toda.
— Aug 06, 2020 05:46AM
Add a comment
Bruno Godinho
is on page 299 of 394
Leitura do capítulo final na primeira parte do livro, "Reply to John Reichert" ("Resposta a John Reichert"), publicado na revista Critical Inquiry em 1979. A réplica se refere ao capítulo anterior e discute as suposições de Reichert e suas discordâncias com Fish. É péssimo entender os outros e não ser entendido. Com o perdão do trocadilho, Fish era um peixe fora d'água no campo da crítica literária.
— Aug 06, 2020 02:59AM
Add a comment
Bruno Godinho
is on page 292 of 394
Leitura do capítulo "Normal circumstances, (...) and other special cases" ("Circunstâncias normais, (...) e outros casos especiais"), pronunciado como seminário na Universidade Columbia e depois publicado na revista Critical Inquiry em 1979. Fish demonstra que o sentido (incluindo aquilo que consideramos normal ou literal) é uma função das circunstâncias, isto é, das expectativas e suposições do leitor ou ouvinte.
— Aug 05, 2020 04:58AM
Add a comment
Bruno Godinho
is on page 267 of 394
Leitura do capítulo "What is stylistics and why are they saying such terrible things about it? Part II" ("O que é estilística e por que estão dizendo coisas tão terríveis sobre ela? Parte II"), publicado em 1980 na revista boundary 2. Uma reedição do desmonte da crítica formalista, com a adição dos avanços teóricos feitos pelo autor desde o primeiro "What is stylistics" em 1973.
— Aug 04, 2020 08:42AM
Add a comment







