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No entres tan deprisa en esa noche oscura by
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Sofia Dias
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vou parar de ler isto para o bem da minha saúde mental.
— Mar 16, 2026 04:36PM
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Sofia Dias
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sim, esta é a capa da minha versão. sim, é horrorosa. sim, só nos lembramos de ler os livros quando as pessoas batem a bota. sim, a família do homem vai ficar cheia de papel com as novas vendas. sim, viva ao benfica.
— Mar 11, 2026 07:18PM
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Luís
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- O hóspede
e ao respondermos
- Perdão?
apercebi-me que eram os freixos que ouvíamos de forma que fiz sinal ao meu marido para que não se ralasse, contei as malhas, encolhi os ombros e regressei ao tricot.
— Mar 18, 2025 01:51PM
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e ao respondermos
- Perdão?
apercebi-me que eram os freixos que ouvíamos de forma que fiz sinal ao meu marido para que não se ralasse, contei as malhas, encolhi os ombros e regressei ao tricot.
Luís
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- Às oito horas em casa
e os meus pais à espera, a sopa já fria dado que me assusta a noite na rua e os sons, mesmo remotos, demasiado vizinhos, as vivendas gigantescas, as árvores enormes e nisto o meu marido
— Mar 18, 2025 12:26PM
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e os meus pais à espera, a sopa já fria dado que me assusta a noite na rua e os sons, mesmo remotos, demasiado vizinhos, as vivendas gigantescas, as árvores enormes e nisto o meu marido
Luís
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- Não
e eu a fechar a porta devagarinho, a atravessar o corredor, a encontrar a minha cama sem acender a luz, eu a deitar-me ao teu lado e uma paz enorme nos goivos porque o vento amainou.
— Mar 17, 2025 02:30PM
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e eu a fechar a porta devagarinho, a atravessar o corredor, a encontrar a minha cama sem acender a luz, eu a deitar-me ao teu lado e uma paz enorme nos goivos porque o vento amainou.
Luís
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- És a minha outra filha
permaneci calado à medida que o comboio se ia embora e eu na plataforma da estação junto a um homem de boné, com uma alavanca de agulheiro e uma bandeira de acenar às carruagens que me apontava à saída
- Vamos fechar amigo
desenhando uma a uma no ar, com o cabo da bengala, as letras do teu nome.
— Mar 17, 2025 11:24AM
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permaneci calado à medida que o comboio se ia embora e eu na plataforma da estação junto a um homem de boné, com uma alavanca de agulheiro e uma bandeira de acenar às carruagens que me apontava à saída
- Vamos fechar amigo
desenhando uma a uma no ar, com o cabo da bengala, as letras do teu nome.
Luís
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o teu corpo
de bruços no chão, qualquer coisa na blusa como um canivete ou uma faca, um brilhozito de sangue em que ninguém repara e a nuvem bordejada de sol na vertical dos pinheiros, mirando-te da janela não uma hora, uns minutos, prometo-te que uns minutos de cacaracá até que a noite a dissolva.
— Mar 16, 2025 01:52PM
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de bruços no chão, qualquer coisa na blusa como um canivete ou uma faca, um brilhozito de sangue em que ninguém repara e a nuvem bordejada de sol na vertical dos pinheiros, mirando-te da janela não uma hora, uns minutos, prometo-te que uns minutos de cacaracá até que a noite a dissolva.
Luís
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a aperfeiçoar a franja, a compor o vestido, a empurrar a minha bochecha contra a bochecha dele e a sorrirmos os dois num quadrado de película que me apressei a esconder na gaveta das camisas.
— Mar 15, 2025 12:13PM
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Luís
is on page 223 of 543
coroas imperiais, margaridas, petúnias, os bibelots que comprámos para a cómoda baixa, a lâmpada que aumento e diminuo consoante o meu sono, os teus passos na cozinha embora desiguais, a nuca que descanso no resguardo de crochet e amanhã um beijo ressequido e a bota vazia, e amanhã
- Estás a ver estás a ver?
a esperança insensata de nos acharmos curados.)
— Mar 14, 2025 05:57PM
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- Estás a ver estás a ver?
a esperança insensata de nos acharmos curados.)
Luís
is on page 181 of 543
fitando um guardanapo invisível que ia tombar na toalha, uma cadeira direita que ia arredar-se sozinha e um isqueiro que iluminava entre portas a indiferença de um morto.
— Mar 14, 2025 09:49AM
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