Autobiografia Não Autorizada Quotes

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Autobiografia Não Autorizada (Autobiografia, #1) Autobiografia Não Autorizada by Dulce Maria Cardoso
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“Carregamos pela vida fora o amor que recebemos na infância. Como uma armadura indestrutível.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“(talvez não tenham importância os princípios das histórias e sejamos mais felizes estando sempre a esquecê-los)”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“Entre reprovação e indiferença, vergonha e vaidade, o silêncio é a gentil arma com que, em família, ora nos protegemos, ora atacamos.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“Precisei de anos para perceber que estar desatenta é estar também desarmada, e que isso é mau. Precisei de décadas para perceber que estar desatenta é estar também desarmada, e que isso é bom.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“Quando a verdade rasga, a mentira também serve para coser. Ou para cicatrizar.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“tenho a certeza de que aquilo que me liga ao Luís e ele a mim é um gigante invisível que nos distorceu as leis da amizade e do amor. Uma distorção indescritivelmente prazerosa. Como aquela que acontece quando uma poltrona é moldada, dia após dia, pelo peso de um corpo, transformando-se no seu ninho.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“Hoje estou convencida de que não fugimos de um sítio, mas para um sítio. Para a quimera que nos estende a mão. É sempre para a quimera que fugimos. Senão deixamo-nos estar. Enquanto desconhecemos o que não temos, o que temos nunca nos é insuportável. Ainda que estejamos mal e que nos maltratem. Recusarmos a promessa do que sabemos possível e desejamos, isso sim, é insuportável. Então, é preciso ter coragem e fugir, fugir, fugir. Fugir para… Que o verbo se relacione mais frequentemente com o sítio de onde fugimos do que com aquele para onde fugimos deve-se à confrade de mantermos secreta a quimera. Tem de ser essa a razão.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“Nessa altura, eu era quase só o meu corpo, e o meu corpo era tão eterno como o vaivém das estações, nessa altura, a morte, a minha e a dos que eu amava, não passava de uma peça mal desenhada que eu nem tentava encaixar no parco entendimento da vida.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“Se um ano fosse um dia, setembro seria o seu fim de tarde.”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada
“(talvez só só morra mesmo quando todos desistem de nós)”
Dulce Maria Cardoso, Autobiografia Não Autorizada