Home Is Where We Start from Quotes
Home Is Where We Start from
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D.W. Winnicott392 ratings, 3.95 average rating, 29 reviews
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Home Is Where We Start from Quotes
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“The most aggressive and therefore the most dangerous words in the languages of the world are to be found in the assertion I AM.”
― Home Is Where We Start from
― Home Is Where We Start from
“if we have these personal problems, we must live with them and see how time brings some kind of personal evolution rather than a solution.”
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
“The life of a healthy individual is characterized by fears, conflicting feelings, doubts, frustrations, as much as by the positive features. The main thing is that the man or woman feels he or she is living his or her own life, taking responsibility for action or inaction, and able to take credit for success and blame for failure. In one language it can be said that the individual has emerged from dependence to independence, or to autonomy.”
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
“At the beginning these two things, the real and the imaginative life, are one and the same thing, because the infant at the beginning does not perceive objectively, but lives in a subjective state, being the creator of all. Gradually, in health the infant becomes able to perceive a world that is a not-me world, and to attain this state the infant must be cared for well enough at the time of absolute dependence.”
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
“In schizoid illness, object-relating goes wrong; the patient relates to a subjective world or fails to relate to any object outside the self. Omnipotence is asserted by means of delusions. The patient is withdrawn, out of contact, bemused, isolated, unreal, deaf, inaccessible, invulnerable, and so on. In health a great deal of life has to do with various kinds of object-relating, and with a ‘to-and-fro’ process between relating to external objects and relating to internal ones. In full fruition this is a matter of interpersonal relationships, but the residues of creative relating are not lost, and this makes every aspect of object-relating exciting.”
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
“an environment that holds the baby well enough, the baby is able to make personal development according to the inherited tendencies. The result is a continuity of existence that becomes a sense of existing, a sense of self, and eventually results in autonomy.”
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
“Relating to objects can be looked at in the same way as psychosomatic coexistence and the wider issue of integration. Object-relating is something that the maturational process drives the baby to achieve, but cannot happen securely unless the world is presented to the baby well enough. The adapting mother presents the world in such a way that the baby starts with a ration of the experience of omnipotence, this being the proper foundation for his or her later coming to terms with the Reality Principle.”
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
― Home Is Where We Start From: Essays by a Psychoanalyst
“A inveja do sexo oposto explica grande parte da frustração de pessoas que vivem vidas fortemente dependentes dos instintos – ou seja, da maioria das pessoas entre a puberdade e os cinquenta anos. O alívio para esse tipo de frustração provém da vida cultural, em que a vinculação com o sexo é mínima.
Alguns casamentos se rompem no fim do período da paixão porque a identificação cruzada se enfraquece e então a inveja masculina do fato de a mulher ser mulher é correspondida pela inveja feminina de o homem ser homem. E esses dois seres que se amavam começam a atirar pratos um no outro. Em matéria de arremesso de pratos, o homem e a mulher são iguais. Uma nova parceria há de se seguir, em que a identificação cruzada se reestabelece, e durante certo tempo não se gasta dinheiro com a louça da casa.
É difícil para as crianças suportar isso nos pais, mas não há como evitá-lo. As forças podem ser tão intensas que só mesmo uma vítima entre os filhos faz com que os pais substituam o arremesso de pratos por uma relação sexual, ou se separem para poupar a louça.
É fácil perceber que um homem que é sempre-tão-doce pode levar a parceira a desejar, com força, um homem muito macho – mesmo que seja um macho horrível, um macho cruel e grosseiro de quem ninguém gosta ou poderia gostar –, ou pode fazer com que ela recaia na própria masculinidade, exagerando os ingredientes de seu feminismo latente. Mesmo assim, homens maternais podem ser muito úteis. São boas mães substitutas, o que é um alívio quando a mãe tem muitos filhos, ou quando adoece, ou quando quer voltar a trabalhar. Também ocorre que muitas mulheres querem que o marido seja maternal com elas. Quem não sofreu deprivação no que diz respeito à maternagem? E não é possível explorar plenamente amizades femininas sem o temor de complicações homossexuais.
Tudo isso mostra como a monogamia é difícil na prática. Ou será que ela é impossível, um preceito cristão que talvez ignore demais a realidade? Mesmo assim, as pessoas se perguntam se conseguiram manter uma relação íntima ao longo da vida, pois sabem que têm muito a ganhar com a acumulação de experiências compartilhadas. No entanto, se observarmos casais em dificuldades, verificaremos como pessoas com uma vida psíquica pessoal relativamente inexpressiva estão em desvantagem, porque têm uma elaboração fantasiosa da realidade relativamente restrita e um envolvimento cultural pouco desenvolvido. A vida cultural ajuda quando o homem ou a mulher se desapaixonam e seguem para a segunda fase do jogo do casamento.”
― Home Is Where We Start from
Alguns casamentos se rompem no fim do período da paixão porque a identificação cruzada se enfraquece e então a inveja masculina do fato de a mulher ser mulher é correspondida pela inveja feminina de o homem ser homem. E esses dois seres que se amavam começam a atirar pratos um no outro. Em matéria de arremesso de pratos, o homem e a mulher são iguais. Uma nova parceria há de se seguir, em que a identificação cruzada se reestabelece, e durante certo tempo não se gasta dinheiro com a louça da casa.
É difícil para as crianças suportar isso nos pais, mas não há como evitá-lo. As forças podem ser tão intensas que só mesmo uma vítima entre os filhos faz com que os pais substituam o arremesso de pratos por uma relação sexual, ou se separem para poupar a louça.
É fácil perceber que um homem que é sempre-tão-doce pode levar a parceira a desejar, com força, um homem muito macho – mesmo que seja um macho horrível, um macho cruel e grosseiro de quem ninguém gosta ou poderia gostar –, ou pode fazer com que ela recaia na própria masculinidade, exagerando os ingredientes de seu feminismo latente. Mesmo assim, homens maternais podem ser muito úteis. São boas mães substitutas, o que é um alívio quando a mãe tem muitos filhos, ou quando adoece, ou quando quer voltar a trabalhar. Também ocorre que muitas mulheres querem que o marido seja maternal com elas. Quem não sofreu deprivação no que diz respeito à maternagem? E não é possível explorar plenamente amizades femininas sem o temor de complicações homossexuais.
Tudo isso mostra como a monogamia é difícil na prática. Ou será que ela é impossível, um preceito cristão que talvez ignore demais a realidade? Mesmo assim, as pessoas se perguntam se conseguiram manter uma relação íntima ao longo da vida, pois sabem que têm muito a ganhar com a acumulação de experiências compartilhadas. No entanto, se observarmos casais em dificuldades, verificaremos como pessoas com uma vida psíquica pessoal relativamente inexpressiva estão em desvantagem, porque têm uma elaboração fantasiosa da realidade relativamente restrita e um envolvimento cultural pouco desenvolvido. A vida cultural ajuda quando o homem ou a mulher se desapaixonam e seguem para a segunda fase do jogo do casamento.”
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“Pode-se dizer que existem dois caminhos para a verdade: o poético e o científico. Os dados de pesquisa relacionam-se com a abordagem científica. A pesquisa científica, que pode ser um trabalho imaginativo e criativo, está atrelada ao objetivo restrito e ao resultado do experimento, bem como às predições envolvidas em sua elaboração.
O vínculo entre a verdade poética e a verdade científica é encontrado, com certeza, nas pessoas – em mim e em você. O poeta que há em mim alcança a verdade num lampejo, e o cientista que há em mim busca uma faceta da verdade; à medida que o cientista alcança o objetivo imediato, um novo objetivo se apresenta a ele.
A verdade poética tem algumas vantagens. Para o indivíduo, ela oferece satisfações profundas, e na nova expressão de uma velha verdade existe a possibilidade de uma nova experiência criativa, em termos de beleza. É muito difícil, no entanto, usar a verdade poética. Trata-se de uma questão de sentimentos, e nem todos sentem o mesmo em relação a determinado problema. Com a verdade científica, cujo objetivo é limitado, esperamos fazer com que pessoas que usam a cabeça e podem ser influenciadas por considerações intelectuais cheguem a um acordo em certas áreas de atuação. Na poesia, algo verdadeiro se cristaliza; para planejar nossa vida, precisamos da ciência. Só que esta se equivoca no problema da natureza humana e tende a perder de vista o ser humano como um todo.”
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O vínculo entre a verdade poética e a verdade científica é encontrado, com certeza, nas pessoas – em mim e em você. O poeta que há em mim alcança a verdade num lampejo, e o cientista que há em mim busca uma faceta da verdade; à medida que o cientista alcança o objetivo imediato, um novo objetivo se apresenta a ele.
A verdade poética tem algumas vantagens. Para o indivíduo, ela oferece satisfações profundas, e na nova expressão de uma velha verdade existe a possibilidade de uma nova experiência criativa, em termos de beleza. É muito difícil, no entanto, usar a verdade poética. Trata-se de uma questão de sentimentos, e nem todos sentem o mesmo em relação a determinado problema. Com a verdade científica, cujo objetivo é limitado, esperamos fazer com que pessoas que usam a cabeça e podem ser influenciadas por considerações intelectuais cheguem a um acordo em certas áreas de atuação. Na poesia, algo verdadeiro se cristaliza; para planejar nossa vida, precisamos da ciência. Só que esta se equivoca no problema da natureza humana e tende a perder de vista o ser humano como um todo.”
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