Shakespeare e a economia Quotes

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Shakespeare e a economia Shakespeare e a economia by Gustavo Franco
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“As conclusões gerais são igualmente válidas, tenha Shakespeare escrito suas obras ou tenham elas sido redigidas por Francis Bacon, Edward de Vere ou algum outro ghost writer a ser descoberto no futuro.”
Gustavo H. B. Franco, Shakespeare e a economia
“O fato é que enriqueceu como ator, autor e principalmente como empresário de um dos ramos especialmente dinâmicos da economia elisabetana, o entretenimento de massa. A organização”
Gustavo H. B. Franco, Shakespeare e a economia
“Parece haver bastante confusão entre os estudiosos desse assunto a respeito do valor das rendas de um sharer e o valor da ação, ou o quanto um interessado teria de pagar para se tornar sharer. Belo problema para um economista. O valor da ação certamente envolve um cálculo de valor presente do empreendimento e de riscos futuros, “uma espécie de avaliação como em bolsa de valores” e “determinada pelo mercado no momento”.31 O fato de as ações terem sido transacionadas em valores muito próximos do equivalente à renda de um único ano apenas podia indicar que a “taxa de desconto”, ou o risco da atividade, era muito alta; ninguém há de ter dúvida sobre isso.”
Gustavo H. B. Franco, Shakespeare e a economia
“termo da época para “investidores” era “aventureiros” [adventurers]: aqueles que investiam no teatro não eram “aventureiros” exatamente da mesma forma que os que apoiavam as Companhias do Levante e das Índias Ocidentais, mas assumiam riscos financeiros muito semelhantes. O teatro londrino dependia de especulação e venture capital [no original]. Dependia também do acesso à liquidez, um mercado de grandes proporções, uma base econômica ampla e acima de tudo a vontade de gastar.2”
Gustavo H. B. Franco, Shakespeare e a economia
“Shakespeare foi, sem lugar a dúvida, um gênio que fez fortuna a partir de seu sucesso junto ao público. Um público constituído pela prosperidade econômica, e pelo magnífico produto oferecido pelo teatro elisabetano, no contexto de um mercado de massa que permitiu a organização do teatro como um dos mais prósperos e inovadores negócios do amanhecer do capitalismo.”
Gustavo H. B. Franco, Shakespeare e a economia