A invenção de um conto de fadas Quotes

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A invenção de um conto de fadas A invenção de um conto de fadas by Manuel Alves
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“Os países são muito pequenos para a vontade de viajar. Mesmo os grandes. Eu estive no mundo. Mas voltei sempre aqui. O nosso lugar é onde fazemos chá para os amigos.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“Como se fazem as pazes com a desilusão? O coração quer perdoar, mas a cabeça dói de raiva; recusa-se a dizer todas as palavras excepto não.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“As pessoas não se sentem merecedoras dos paraísos que encontram, e não resistem ao impulso de tornar as coisas mais feias, para sentirem que pertencem a esses lugares.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“Mesmo que o início diga que tudo será previsível, a incerteza permanece.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“Quantos casamentos desgastam a noção de querer o corpo do outro?”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“Rosário nunca pensara na felicidade apenas como uma consequência natural das coisas boas que se fazem. Tal como a maioria das pessoas, sempre viu a felicidade como um objectivo por si mesma. E, tal como essa maioria das pessoas, não tinha percebido que, quando encarada como um objectivo, a felicidade torna-se demasiado grande para caber nas coisas que se fazem e passa a assombrar todas as coisas que se querem. A obsessão afasta a felicidade do coração. Ignoram-se coisas boas, porque um coração obcecado acha-as insuficientes. E, infelizmente, um coração obcecado pode não ver a felicidade quando ela está mesmo ali ao lado. Ou à sua frente.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“Todos amamos algo ou alguém; as restantes incertezas são mentiras que pertencem aos outros.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“A pele é que sabe de que cor se veste, disse o vestido branco.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas
“Tudo está perdido. Em dias de fim do mundo existencial, gostamos de nos martirizar com esse pensamento desertor. Se tudo estivesse realmente perdido não nos restaria vontade para admitir. Também a objectividade já se teria ido. Também o interesse em admitir o que quer que fosse. Afinal, tudo é mesmo isso. Tudo.”
Manuel Alves, A invenção de um conto de fadas