Não foi isso que eu quis dizer! Quotes

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Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa (Portuguese Edition) Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa by Carol Jesper
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“problema não está no texto, mas no que a interpretação que o outro nos atribuiu revela sobre como nos vê.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Mesmo que nos sintamos bons leitores, sempre devemos questionar se nossas convicções podem estar ofuscando nossa percepção. Ninguém está isento do risco de ler de maneira enviesada. Não há outro caminho senão olharmos para nossas opiniões com certa suspeita.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Santo Agostinho dizia que algumas pessoas se apegam à própria opinião não por ser verdadeira, mas por ser delas.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“uma das condições necessárias a pensar certo é não estarmos demasiado certos de nossas certezas. PAULO FREIRE, Pedagogia da autonomia”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Onde sobra emoção é comum que falte interpretação de texto.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Talvez isso ajude a mostrar que não é porque uma hipótese parece coerente que a conclusão estará correta. O fato de algo fazer sentido não significa que seja verdadeiro.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Uma orientação mais sensata seria nos entregarmos ao esforço de ler para entender, ler para ponderar, ler para considerar o que foi escrito, e não para contradizer, vencer, acreditar, discordar ou concordar.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Guiados por um objetivo muito limitado, os olhos do leitor podem ser seletivos e se apegar apenas àquilo que sirva ao seu propósito, descartando o que não for do seu interesse.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“nosso objetivo ao ler um texto interfere profundamente no modo de ler.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Bons leitores se fazem perguntas o tempo todo, seja se monitorando silenciosamente enquanto investigam a própria compreensão, seja conversando com outros leitores para confrontar diferentes impressões.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Mia Couto: “Afinal, em meio da vida sempre se faz a inexistente conta: temos mais ontens ou mais amanhãs?”.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“um bom leitor precisa saber ler o que não está escrito, mas também precisa saber não ler para além de certos limites.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“O bom entendedor precisa suportar a consciência de não saber tudo. Também se entende por meio da aceitação de que nem tudo tem explicação.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa
“Lemos o mundo conforme quem somos. São as vivências que temos e as informações a que tivemos acesso que influenciam nosso modo de construir sentidos. Cada um só consegue filtrar ou traduzir a realidade a partir da própria lente e contaminando-a com a própria bagagem.”
Carol Jesper, Não foi isso que eu quis dizer!: O lado curioso (e preocupante) do texto e da fala na era da interpretação duvidosa