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Até Amanhã
Encontrei aqui um velho conhecido, o poema Urgentemente. Mas descobri outros pequenos tesouros também, desde o início do livro com Coração Habitado, continuando com Serenata, Canção Desesperada e Ecos de Verão.
— Jun 27, 2016 05:03PM
Encontrei aqui um velho conhecido, o poema Urgentemente. Mas descobri outros pequenos tesouros também, desde o início do livro com Coração Habitado, continuando com Serenata, Canção Desesperada e Ecos de Verão.
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As Palavras Interditas
Uma grande evolução em relação aos livros anteriores. Os poemas têm menos estrutura, o verso é muitas vezes livre. Ainda com muitos motivos naturalistas, mas em vez de referências a ambientes rurais, surgem aqui muitas alusões do mar. Os poemas são longos demais para transcrever aqui, mas a destacar: Retrato com Sombra, Elegia e Destruição e Post Scriptum.
— Jun 26, 2016 04:10PM
Uma grande evolução em relação aos livros anteriores. Os poemas têm menos estrutura, o verso é muitas vezes livre. Ainda com muitos motivos naturalistas, mas em vez de referências a ambientes rurais, surgem aqui muitas alusões do mar. Os poemas são longos demais para transcrever aqui, mas a destacar: Retrato com Sombra, Elegia e Destruição e Post Scriptum.
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Os Amantes sem Dinheiro
O melhor poema deste livro - o último, por sinal - é demasiado longo para um update. Chama-se Adeus e vale a pena perder o tempo de encontrá-lo pelo google. De resto, deixo aqui uma pequena pérola:
AS MÃOS
Que tristeza tao inútil essas mãos
que nem sequer são flores
que se dêem:
abertas são apenas abandono,
fechadas são pálpebras imensas
carregadas de sono.
— May 29, 2016 03:43PM
O melhor poema deste livro - o último, por sinal - é demasiado longo para um update. Chama-se Adeus e vale a pena perder o tempo de encontrá-lo pelo google. De resto, deixo aqui uma pequena pérola:
AS MÃOS
Que tristeza tao inútil essas mãos
que nem sequer são flores
que se dêem:
abertas são apenas abandono,
fechadas são pálpebras imensas
carregadas de sono.
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As Mãos e os Frutos
Maravilhoso! Díficil de escolher favoritos, mas deixo uma selecção de alguns mais curtos:
IV
Somos como as árvores
só quando o desejo é morto.
Só então nos lembramos
que dezembro traz em si a primavera.
Só então, belos e despidos,
ficamos longamente à sua espera.
XVII. POEMA PARA O MEU AMOR DOENTE
Hoje roubei todas as rosas dos jardins
e cheguei ao pé de ti de mãos vazias.
— May 08, 2016 04:29PM
Maravilhoso! Díficil de escolher favoritos, mas deixo uma selecção de alguns mais curtos:
IV
Somos como as árvores
só quando o desejo é morto.
Só então nos lembramos
que dezembro traz em si a primavera.
Só então, belos e despidos,
ficamos longamente à sua espera.
XVII. POEMA PARA O MEU AMOR DOENTE
Hoje roubei todas as rosas dos jardins
e cheguei ao pé de ti de mãos vazias.
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Primeiros Poemas
Uma selecção de 10 poemas dos renegados 2 primeiros livros de poesia de Eugénio de Andrade. Fica aqui o meu favorito destes 10:
QUASE NADA
O amor
é uma ave a tremer
nas mãos de uma criança.
Serve-se de palavras
por ignorar
que as manhãs mais limpas
não têm voz.
— Apr 10, 2016 04:35PM
Uma selecção de 10 poemas dos renegados 2 primeiros livros de poesia de Eugénio de Andrade. Fica aqui o meu favorito destes 10:
QUASE NADA
O amor
é uma ave a tremer
nas mãos de uma criança.
Serve-se de palavras
por ignorar
que as manhãs mais limpas
não têm voz.

