Gorete
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“Como é bom a gente ter tido infância para poder
lembrar-se dela.
E trazer uma saudade muito esquisita escondida no
coração.
Como é bom a gente ter deixado a pequena terra em
que nasceu
E ter fugido para uma cidade maior, para conhecer
outras vidas.
Com é bom chegar a este ponto de olhar em torno
E se sentir maior e mais orgulhoso porque já conhece
outras vidas...
Como é bom se lembrar da viagem, dos primeiros dias
na cidade,
Da primeira vez que olhou o mar, da impressão de
atordoamento.
Como é bom olhar para aquelas bandas e depois
comparar.
Ver que está tão diferente, e que já sabe tantas
novidades...
Como é bom ter vindo de tão longe, estar agora
caminhando
Pensando e respirando no meio de pessoas desconhecidas
Como é bom achar o mundo esquisito por isso,
muito esquisito mesmo
E depois sorrir levemente para ele com os seus
mistérios...
Que coisa maravilhosa, exclamar. Que mundo
maravilhoso, exclamar.
Como tudo é tão belo e tão cheio de encantos!
Olhar para todos os lados, olhar para as coisas mais
pequenas,
E descobrir em todas uma razão de beleza.”
―
lembrar-se dela.
E trazer uma saudade muito esquisita escondida no
coração.
Como é bom a gente ter deixado a pequena terra em
que nasceu
E ter fugido para uma cidade maior, para conhecer
outras vidas.
Com é bom chegar a este ponto de olhar em torno
E se sentir maior e mais orgulhoso porque já conhece
outras vidas...
Como é bom se lembrar da viagem, dos primeiros dias
na cidade,
Da primeira vez que olhou o mar, da impressão de
atordoamento.
Como é bom olhar para aquelas bandas e depois
comparar.
Ver que está tão diferente, e que já sabe tantas
novidades...
Como é bom ter vindo de tão longe, estar agora
caminhando
Pensando e respirando no meio de pessoas desconhecidas
Como é bom achar o mundo esquisito por isso,
muito esquisito mesmo
E depois sorrir levemente para ele com os seus
mistérios...
Que coisa maravilhosa, exclamar. Que mundo
maravilhoso, exclamar.
Como tudo é tão belo e tão cheio de encantos!
Olhar para todos os lados, olhar para as coisas mais
pequenas,
E descobrir em todas uma razão de beleza.”
―
“A morte dos outros anula uma parte das nossas liberdades, de não haver eco do amor que lhes temos, da impossibilidade de aço que se nos coloca de chegar até eles. Ninguém colmata a falta que o meu pai me faz, como ninguém preencherá o vazio de alguém que já não pisa o mesmo chão que nós. A crença é uma boa forma de lidar com a morte, mas a falta de garantias de que a vida depois da morte é como preconizam traz sempre um lastro de dor. De saudade. E da memória do que de mais belo a vida teve.”
―
―
“— Minha avó dizia que sofrer por amor é digno e necessário, mas que sofrer por amar é cruel e desumano.”
― O ano em que morri em Nova York: Um romance sobre amar a si próprio
― O ano em que morri em Nova York: Um romance sobre amar a si próprio
“- Estórias de antigamente é assim que já foram há muito tempo?
-Sim filho
-Então antigamente é u, tempo, Avó?
-Antigamente é um lugar
-Um lugar assim longe?
-U lugar assim dentro”
― AvóDezanove e o Segredo do Soviético
-Sim filho
-Então antigamente é u, tempo, Avó?
-Antigamente é um lugar
-Um lugar assim longe?
-U lugar assim dentro”
― AvóDezanove e o Segredo do Soviético
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To reciprocate the appreciation of different artists and discuss their lives and works.
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Established July 2007. Readers of Jane, gather here to discuss anything from Frank Churchill's secrets to Lady Catherine's whims. What finally "persua ...more
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Take a look at Gorete’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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