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Preço dos Livros (em Portugal)
obrigado filipa, eu acho que nem há uma semana ando por cá, e por isso, há muita coisa que desconheço.ainda assim, as alíneas não eram bem para se levar à letra, eram exemplificativas, não taxativas; a minha intenção era que se discutisse o tema e se falasse dos preços, nomeadamente, noutros países, mas tudo bem :) ou seja, não se sintam, obviamente, limitados pela poll.
Particularmente acho que os preços cá em Portugal não incitam muito à compra de livros... Há editoras que abusam um bocadinho...
Uma questão muito pertinente... Cada vez que vou pagar um livro (ou mais) dói-me a alma. Algo que nos serve tanto, que não se limita a entreter-nos, que nos ajuda na nossa formação Social, Cultural etc... e que é a meu ver tão essencial para o Homem, não devia ser tão inacessivel.Classifico os preços praticados em Portugal como Caros, sem dúvida, olhando para os outros paises em que por vezes temos uma diferença que remete quase ao dobro... É indecente.
Catarina wrote: "olhando para os outros paises em que por vezes temos uma diferença que remete quase ao dobro... É indecente. "Sem dúvida. Os preços praticados por cá não incentivam ninguém a ler, felizmente há bibliotecas!!
É como disseste Catarina, algo que nos dá prazer e que além disso contribui para o nosso desenvolvimento cultural e intelectual não deveria ser tão inacessível.
Eu também penso que as editoras portuguesas abusam bastante nos preços dos livros. Neste momento é melhor comprar os livros em inglês do que em português. Em Janeiro comprei o livro Wuthering Heights da Emily Brontë por 2,45€ a levarem-mo a casa, enquanto que em português não o tinha por menos de 15€. É óbvio que os livros traduzidos em Portugal (e noutros que não tenham como língua oficial o Inglês) sejam mais caros devido aos custos da tradução dos livros, e no caso de Portugal ter um mercado mais pequeno que outros países como a Espanha ou Inglaterra, mas acho que mesmo assim os preços são demasiado altos. Penso que as editoras são como à maioria dos empresários portugueses: investem hoje e querem lucros para ontem.
Olá a todos. O sistema inglês é completamente distinto do nosso. É estadual. De preço fixo. E os preços e os formatos, na minha opinião são acertados. 7€ um livro normal acabado de sair. Acho o preço certo. Similar ao de um filme de cinema, e que é um investimento muito mais duradouro.Aqui o tratamento do livro (papel capa (tantas vezes dura) formato) procuram justificar o aumento de preço (para além do da tradução) e até tornam os livros chatos de transportar (reparei aqui, que alguns têm os livros de ler em casa e outros tão em liberdade condicional e podem ir ao exterior). Eu preferia pagar 7 euros e ter uns livros visualmente menos apetecíveis, como existiu em tempos, e agora está quase moribundo... Os da Europa América formato de bolso. (ex. frequente O Desassossego do Fernando Pessoa).
Para mim, o preço dos livros de bolso faz-me alguma confusão. Por exmplo, o livro Breve História de Quase Tudo - Uma Viagem pela Ciência, Divertida, Prática e muito Bem Documentada do Bill Bryson custa aproximadamente 21€ enquanto que o livro de bolso custa 10€.
Será que o papel está assim tão caro para haver esta diferença de preços??
Para ser justa compreendo que num mercado potencial de 10 milhões, mercado real de 1 milhão talvez, as despesas FIXAS sejam um factor muito mais importante que num mercado de 300 ou 60 milhoes (e considerem o Brasil 200+ milhões e livros mt caros IMHO). Nos países com população grande os livros são mais baratos. é óbvio que sim. O preço a pagar pelos direitos, pela tradução, pela edição, pelo tempo do pessoal da editora é o mesmo quer se publique 1000 ou 10000 ou 100000 exemplares. O preço de imprimir provavelmente ficará mais barato quanto mais se imprimir. Os unicos custos directamente correlacionados com o tamanho da impressão serão o quê? transportes (pode haver factor de escala?). Papel definitivamente, e tintas. Mas faz mais que sentido que tudo o resto não depensa do número que se imprime. Suponho que direitos/tradução/edição/capanova custa um par de milhares de euro (não faço ideia s esteja correcto. suporia mais) e a edição um milhar de livros , é logo 2 euros a mais por volume. Isto se os volumes forem todos vendidos, se calcularem só venderem metade é 4 euros a mais por livro.Já comprei livros em diversas línguas em diversos países. Livros do Saramago em Itália são muito mais baratos que em Portugal. Livros alemães são normalmente mt mais baratos tb. Quanto maior o mercado, mais conseguem diluir is custos de produção.
Isto é um factor que não pode ser ignorado. No entanto penso que as editoras portuguesas também se esticam quando acham que podem. Não faz sentido nenhum que O Monte dos Vendavais ( que há anos até havia em edições de bolso da E_A e hardcover da Civilização) agora custe no mínimo 14.85 € (muito sinceramente e peço desculpa da mal-criação, vão-se lixar).
Editam-se muitos livros em Portugal mas os nossos livros são caros e estou de acordo com o Mic acho que fazem falta mais edições de bolso, por causa do preço e também para os podermos trazer connosco diariamente sem nos arrasarem as costas, eu sou daquelas que tenho sempre um livro na carteira e os livros que só leio em casa, porque muitos livros não são práticos de transportar.
Já falaram aqui em livros de bolso, mas analisando a chancela 11x17 da Bertrand, acho um exagero aqueles preços.Para pagar aquilo por um livro supostamente de bolso, prefiro comprar a edição original.
Já notei que alguns livros, a diferença de preços nem chega a 4€.
Bolas, isso nem compensa o investimento. Ainda vamos atrasados e mesmo que a iniciativa seja boa, ainda não é tudo porque pelos preços que eles praticam poder-se-ia dizer que são livros de bolso de luxo.
Está certo que a qualidade do papel é boa e etc. mas isso não é o conceito do livro de bolso económico. E enquanto as nossas editoras não se aperceberem disso, o mercado português de livros de bolso não vai aumentar, quanto mais expandir-se para uma grande variedade de autores.
Quanto aos preços praticados em Portugal no mercado literário, também acho que os livros são caros. Embora haja algumas editoras que não abusam tanto nos preços. As que vêm agora à memória é a Porto Editora e talvez a ASA e a Quinta Essência e mais algumas chancelas da Leya.No entanto, cada vez mais as editoras tentam elevar os preços dos livros. Já falaram aqui de alguns factores. Eu acredito veemente que as editoras tentam justificar os preços absurdos com a tradução, claro, e com a estética do livro.
É uma vergonha, infelizmente ver que alguns trabalhos não justificam os preços.
Falando por mim, eu não me importo de dar 16€ por um livro que eu queira mesmo ter em Português. Mas importo-me sim de dar dinheiro por um livro que está mal traduzido ou que vejo que é um trabalho mal feito. É uma completa vergonha, ver que alguns tradutores não sabem o que estão a traduzir, infringem as mais variadas regras - básicas - de tradução e outros pormenores que simplesmente me dão a volta ao estômago.
Importo-me sim de dar dinheiro a coisas que inspiram o mau trabalho e a má qualidade.
Concordo plenamente contigo Filipa!Custa-me dar o dinheiro para depois deparar-me com graves deficiências ortográficas e muitas vezes gramaticais!
O mais grave é que muitas editoras, que são precisamente confrontadas com o assunto, deixam passar o mesmo voltando a repetir o erro se necessário!
Concordo com a Filipa. Tenho o livro de bolso "Orgulho e Preconceito" da Europa-América e duvido muito que o livro tenha sido revisto pois é rara a página em que não se encontra ou letras em falta, palavras unidas ou mal escritas.
Exactamente, e além de erros ortográficos ou gramaticais, já chegaram ao ponto de na versão portuguesa, traduzirem o nome de Inglês para Português, como se isso não se aprendêsse no 5º ano em Inglês!
Catarina wrote: "Exactamente, e além de erros ortográficos ou gramaticais, já chegaram ao ponto de na versão portuguesa, traduzirem o nome de Inglês para Português, como se isso não se aprendêsse no 5º ano em Inglês!"Isso faz-me uma alergia terrivel.
A Europa América está na lista de livros com falta de revisão. Mas o apogeu (claro q é uma edição da treta) são os livros da sábado!! É cada gralha que até dá para a risota.
...tive de ir buscar esta. Kingsley Amis - Jim o Sortudo - Pág.19 (ai vai) "Não vai vir ninguém" . Mas este livro está carregado.
Eu acho que as editoras aproveitaram o euro para subirem os preços. Eu lembro-me que antes da entrada do euro poucos eram os livros que passavam dos 2000 escudos, ou seja os 10€. Agora são poucos os que custam menos de 10€.
Mic wrote: "...tive de ir buscar esta. Kingsley Amis - Jim o Sortudo - Pág.19 (ai vai) "Não vai vir ninguém" . Mas este livro está carregado."Concordo que as edições da Sabado são um poço sem fundo de erros mas esse que sublinhaste não me parece um erro de todo. (a menos que esteja a ver noutro contexto).
Supostamente será a tradução de "no one will come" (digo eu) e pode ser "não virá ninguem" ou "não vai vir ninguem". Esta ultima não é muito literaria mas é a que ouvirias na rua alguem dizer.
Para servir de advogado do Diabo, concordo com o/a Kumekei. Não se deve julgar um livro ou tradução por se o diálogo é em linguagem requintada ou não, mas sobre se o diálogo é credível e em linguagem apropriada à personalidade da personagem que a utiliza. Linguagem demasiado rebuscada em diálogos pode prejudicar a credibilidade do diálogo (ou apenas, parecer demasiado pretensioso) .Acerca de traduzirem nomes de pessoas, sorri. Não me lembro de ter aprendido nada na escola acerca dessa regra, mas concordo plenamente. Mas lembrem-se que no passado era diferente, muito diferente. Penso que a editora Lello ainda edita aqueles livros daquela pequena edição, de autores como "Carlos Dickens". Especialmente em livros para crianças (Enid Blyton, a Condessa de Ségur) os nomes próprios eram traduzidos. As regras mudam com o tempo...
Concordo com a/o Hirondelle. Temos de ter em conta o contexto geral para podermos realmente perceber, assim como também teríamos de conhecer a personagem.Contudo também me faz muita confusão a tradução dos nomes pois foi como a Catarina disse, eu também aprendi que é algo que não se traduz.
Quando vejo um nome traduzido ou muitas gralhas ortográficas torna-se um "sacrifício" continuar a ler o livro =/
c- indecentemente caros. Muito caros mesmo. O que vale são as edições de bolso, como já referiram. Outro dia comprei uma edição de bolso do livro "A Insustentável Leveza do Ser" por 7,50 euros na fnac do chiado, tendo visto também por lá outra edição do mesmo toda "bonitinha" por 20 e tal euros.
Calos Dickens é um atentado, Hirondelle. As traduções dos nomes põem-me fora de mim. Eu sei que por todo o mundo se traduz o nome de Liev Tolstói (Leo, Leon, Leão...) mas porquê? É que custa-me ter uma cópia do Anna Karenina escrito por LEÃO TOLSTOI. Porque raio se há de traduzir os nomes dos autores (e das personagens)?
Eu também comecei a comprar os livros em imglês a não ser quando encontro uma boa promoção em que o preço dos livros fique próximo dos em inglês
Ricardo wrote: "Eu também comecei a comprar os livros em imglês a não ser quando encontro uma boa promoção em que o preço dos livros fique próximo dos em inglês"Eu também adoptei a mesma metodologia. Consigo comprar o dobro dos livros com o mesmo orçamento.
Filipa wrote: "Ricardo wrote: "Eu também comecei a comprar os livros em imglês a não ser quando encontro uma boa promoção em que o preço dos livros fique próximo dos em inglês"Eu também adoptei a mesma metodolo..."
E eu a pensar que era o único :P
Eu acho que os livros são exageradamente caros em Portugal e ao contrario dos outros países em que passado algum tempo do seu lançamento os preços descem aqui não. Um livro custa 18€ quando sai e dali a 3/4 anos continua a custar os mesmos 18€. Parece que as editoras preferem ter os livros nos seus armazém a venderem um pouco mais baratos.Existem algumas editoras que são realmente abusadoras nos preços, livros com 200 paginas a 20€????
Eu pessoalmente ainda não leio em Inglês mas estou cada dia mais próximo de o fazer. Se não tivesse tantas dificuldades em Inglês já há muito tempo que o fazia.
Com o nível de vida em Portugal e o preço dos livros sempre a subir qualquer dia ninguém lê em Português, dizem que os portugueses não lêem, eu penso que lêem mas cada vez mais optam por soluções alternativas á compra em Português.
Mete caros nisso! Os preços dos livros em Portugal são absolutamente proibitivos! E já agora, porque queixas sem soluções não valem muito a pena:Já há algum tempo que passei a ler em inglês (porque prefiro sempre ler o original a traduções, mesmo que boas...um destes dias tenho esperança de começar a ler em Francês também), costumo mandar vir pelo bookdepository, é barato, rápido e não pago portes (mas se os correios perderem o livro é um bocado complicado de o reaver...). Cá em Portugal, um amigo meu há uns tempos aconselhou-me a Livraria Rodrigues na Baixa como sendo boa e barata, mas ainda lá não fui (http://www.livrariarodrigues.com/). Alguém daqui conhece?
No entretanto algumas edições mais raras de encontrar comecei a ler em e-book, cansa mais os olhos mas em termos de preço compensa muito (inclusivé porque muitos clássicos já há à borla).
Boa tardeOs preços são caros. Sem falar de livros técnicos (cujos preços não são caros mas exorbitantes) os livros destinados ao publico geral são geralmente mais caros do que seria o esperado. É importante debater esta questão porque quando um indivíduo entra numa livraria com o objectivo de comprar um livro, devido aos preços praticados, se sente menos incitadio a arriscar novas leituras, acabando por comprar aquilo que conheço ou que pelo menos lhe foi dado a conhecer por publicidade ou críticas em publicações. deste modo é difícil que novos autores penetrem nas nossas casas. Eu, para fugir um pouco a este ciclo, costumo correr quase todas as feiras do livro, livro manuseado, alfarrabistas, etc, e tenho comprado excelentes obras a custo, esse sim, quase nulo.
Isa_correia wrote: "...Eu pessoalmente ainda não leio em Inglês mas estou cada dia mais próximo de o fazer. Se não tivesse tantas dificuldades em Inglês já há muito tempo que o fazia..."Se começares, acredita que as dificuldades desaparecem em menos de nada. ;)
Hoje em dia, cada vez mais leio em Inglês, porque como já muitos disseram, os preços dos livros em Portugal são absolutamente proibitivo. Não há carteira que aguente. Pelo preço de um livro aqui, eu sou capaz de comprar dois ou três em Inglês (também uso o bookdepository).Tenho pena de não 'ajudar' as editoras portuguesas, mas elas abusam.
Olá.Realmente concordo que os livros em Portugal estão cada vez mais caros. Já pensei em comprar edições em Inglês mas desde que comecei a comprar livros a um alfarrabista do Porto, nunca mais pensei nessa hipótese.
Os livros parecem novos, sem qualquer estrago e pago muito menos.
Comprei, noutro dia, um livro por 4,50€ enquanto que na Fnac custa 10€ e tal.
Claro, também compro livros na Fnac porque, infelizmente, o Alfarrabista não tem tudo, mas basta procurar no site do alfarrabista para ficar a saber o que ele tem ou não e aproveitar os preços! ;)
Boa noite. Também eu considero os preços dos livros, na generalidade, um abuso. Mas fiquei agradevelmente surpreendido ao saber, através de um diário nacional, que existe agora em Lisboa uma livraria tipo #low-cost". De facto, ainda na semana passada quando fui comparar os preços praticados por essa livraria e por outras (também online), deparei-me com diferenças de preços na ordem dos 10€ ou mais! Não sei se é permitido aqui divulgar o nome dessa livraria, mas se não for considerado abusivo pelos administradores desta página, posso partilhar convosco o nome e endereço. O único lado negativo que aponto é que para já, não dispõem de catálogo online, e creio que também não enviem os livros até nossas casas (só mesmo passando pela livraria).Cumprimentos.
Tb gostava de saber qual a livraria?? Estou à 3 anos a morar em PT e contam-se pelos dedos da mão os livros que comprei cá. Trouxe 450 kg de livros de 6 anos a viver no LUX.
tb estava curiosa de conhecer.Os únicos alfarrabistas (de livros normais, digamos) de Lisboa com site na internet que permitam buscas são estes
http://www.arquimedeslivros.net - mesmo ao pé do largo do Carmo, embora na minha experiência, pelo menos há uns anos o horário de abertura era errático.
Um grande alfarrabista português de que gosto muito e preços normalmente aceitáveis (há alfarrabistas de livros "normais" com preços ridículos) é ao fundo da calçada do combro, ao pé do centro cultural brasileiro, a Avelar Machado
http://www.alfarrabistaavelarmachado....
Há anos que não faço a ronda dos alfarrabistas, por falta de tempo (e tb por ter completado algumas coisas que eram as que queria mesmo mesmo completar) se há novidades, por favor partilhem a informação.
Mariana wrote: "Já pensei em comprar edições em Inglês mas desde que comecei a comprar livros a um alfarrabista do Porto, nunca mais pensei nessa hipótese.Os livros parecem novos, sem qualquer estrago e pago muito menos.."
Olá,
Enquanto vendedora de livros, gostaria apenas que pensassem de onde vieram os livros tão bonitinhos (que até parecem novos) dos sites da net e alfarrabistas, é que muitas vezes eles são roubados e passam das lojas para o alfarrabista sem passar pela caixa, volta e meia até encontro livros ainda com a etiqueta da loja na capa..
Costumava comprar muitos assim, mas agora só compro quando vejo que realmente é um artigo em segunda mão e não um artigo duvidoso, comprar um artigo possivelmente roubado.. talvez seja por trabalhar numa livraria mas já não sou capaz..
Agora também digo que o preço dos livros combinado com o magro orçamento me afasta muito dos livros em português (nada nesta vida justifica 24.50€ por um livro de José Rodrigues dos Santos!), leio em inglês (bookdepository) e em ebook! Não digam ao meu patrão! :)
VivaUma boa hipótese é acompanhar os sites das editoras que muitas vezes fazem algumas promoções que não são de descurar e habitualmente vendem os livros com algum desconto. Eu, por razões profissionais, vivo afastada da civilização durante largos períodos e fui descobrindo algumas com excelentes oportunidades. Destaco aqui a Saída de Emergência que têm sempre um mínimo de 10% de desconto sobre os livros e que na compra de 2 oferece sempre um 3ª à escolha de uma lista.
Olá*Não estava ciente deste tópico mas já agora partilho uma situação*
Andava à procura de uma colecção de livros em vários sites. "Memórias de Idhún" por uma autora espanhola. Encontrei os primeiros três livros em capa dura no círculo dos leitores com cerca de 5 a 7 euros de diferença do preço apresentado na fnac/wook, etc. E as edições das outras lojas eram de capa mole.
Provavelmente deve ser um exclusivo de círculo de leitores, nao sei se a situação se repete mas fica aqui a resposta ao tópico*
Também acho que os livros estao cada vez mais caros e adoro as feiras do livro onde conseguimos arranjar umas pechinchas -w-
Bom diaEu compro o mais barato que encontrar. Não ligo à qualidade do papel e similares.
Aproveito as edições baratas que saem em revistas e jornais, compro muitos livros em inglês e compro esporadicamente compro edições mais caras porque não tenho alternativa...
E sim, os livros são caros em Portugal.
Cumprimentos,
Atalanta
Emanuel wrote: "Boa noite. Também eu considero os preços dos livros, na generalidade, um abuso. Mas fiquei agradevelmente surpreendido ao saber, através de um diário nacional, que existe agora em Lisboa uma livrar..."Podes dizer onde é essa livraria?
Olá. Gostava de aproveitar este espaço para partilhar uma opinião que me parece ainda mais incompreensível que o preço elevado dos livros de papel.
Comecei a pesquisar os Ebooks. E com custos de produção quase nulos, o preço dos livros, tem sensivelmente um desconto de 10% em relação ao livro tradicional. Como é possível?
Mais um triste exemplo da ganância cultural lusitana. Totalmente incompreensível, depois não espanta que demore a singrar os ebooks. E, por este caminho, adivinha-se ainda mais difícil.
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