Claudia Durastanti

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Claudia Durastanti


Born
in Brooklyn, The United States
June 08, 1984

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Claudia Durastanti è una scrittrice e traduttrice italiana. Si laurea in antropologia culturale all'Università La Sapienza di Roma, per poi proseguire gli studi alla De Montfort University di Leicester e tornando a La Sapienza per un master in editoria e giornalismo.

Ha lavorato come consulente editoriale per il Salone del libro di Torino e ha cofondato il Festival Italian of Literature in London.

Ha esordito nel 2010 con il romanzo Un giorno verrò a lanciare sassi alla tua finestra vincendo il Premio Mondello Giovani, il Premio Castiglioncello Opera Prima ed arrivando in finale al Premio John Fante.

Traduttrice presso Marsilio e minimum fax, ha in seguito pubblicato i romanzi A Chloe, per le ragioni sbagliate nel 2013 e tre anni dopo Cleopatr
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“Lá pelo fim do ensino médio, eu havia começado a experimentar uma forma histérica de solidão, desaparecendo da vida pública e me segregando em casa por dias inteiros. Eu me esforçava para ser uma coisa tão solitária, como se nunca tivesse existido uma coisa mais solitária. Tinha me tornado uma amiga violenta, uma filha insuportável, e se não tivesse ido embora para fazer faculdade, teria me tornado uma carta oficial de tarô, uma personagem reduzida à literalidade de sua existência, exatamente como minha mãe.”
Claudia Durastanti, La straniera

“A história de uma família parece mais com um mapa topográfico do que com um romance, e uma biografia é a soma de todas as eras geológicas que você atravessou. Escrever-se a si mesma significa lembrar que você nasceu com raiva e que foi um despejo de lava denso e contínuo, antes que sua crosta endurecesse e rachasse para deixar aflorar uma espécie de amor, ou que a força inútil do perdão viesse polir e achatar qualquer formação de um vale em você. Reler-se a si mesma significa inventar aquilo pelo que você passou, detectar cada estrato de que está composta: os cristais de júbilo ou de solidão no fundo, as consequências de uma lembrança que evaporou, tudo o que foi escavado e depois inundado, apenas para se dar conta de que não é verdade que o tempo cura — há uma fratura que jamais será preenchida. A única coisa que o tempo faz é carregar consigo o pó e ervas daninhas, de modo que aquela fissura seja coberta até se transformar numa paisagem distinta, distante, quase de fábula, na qual se fala um idioma que não se conhece mais, tão verossímil quanto o élfico. Paisagens sobre as ruinas da sua família, e você se dá conta de que algumas palavras foram apagadas, mas outras salvas, algumas desapareceram, enquanto outras farão sempre parte da sua reverberação, e então finalmente se chega à margem do seu pai e da sua mãe, depois de anos acreditando que morrer ou enlouquecer fosse o único jeito de estar à altura deles. É lá então que você entende que tudo no seu sangue é uma chamada e você é somente eco de uma mitologia pregressa.”
Claudia Durastanti, La straniera

“A autobiografia, e a da minha mãe não é uma exceção, é a bastarda entre os gêneros literários, porque baixa o limiar: está nas mãos dos refugiados, mulheres, deficientes, sobreviventes do Holocausto, sobreviventes de qualquer coisa.”
Claudia Durastanti, La straniera

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