“Despeço-me da terra com que te fruí. Para que ao menos em efigie se possa contemplar a época do deleite fogo e do curso sem transbordo. Despeço-me do alto do meu erguer visual e obscuro. Há muito tempo que não nasço. Há muito tempo que não sou. Há muito tempo que não morro.”
―
Cecília Barreira,
Lua Lenta
“Despeço-me da terra com que te fruí. Para que ao menos em efigie se possa contemplar a época do deleite fogo e do curso sem transbordo. Despeço-me do alto do meu erguer visual e obscuro. Há muito tempo que não nasço. Há muito tempo que não sou. Há muito tempo que não morro.”
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Cecília Barreira,
Lua Lenta