Depois de ler o segundo livro de Mario Vargas Llosa, não compreendo como tantas pessoas possuem certos preconceitos contra o autor. Livro extremamente bem escrito e que conta duas histórias paralelas no Peru. A narrativa dele me faz lembrar um pouco Nelson Rodrigues, com os casos curiosos da simplicidade da vida. De um lado temos Felicito Yanaqué, casado com filhos e bem sucedido profissionalmente. Já no início ele sofre uma série de chantagens através de cartas misteriosas. Este homem que parece ser o modelo de sucesso, no entanto, é uma pessoa infeliz, possui um casamento de aparências, problemas familiares e de relacionamento. De outro lado temos o apreciador de artes Rigoberto, casado com D. Lucrécia, planejam a viagem da vida deles para conhecer diversas obras de arte europeias. Mas um pedido de seu amigo e dono da empresa onde ele trabalha alteram os planos e os coloca em um jogo de interesses familiares.
Talvez o que mais me encanta na narrativa de Vargas Llosa é partir de uma história simples, que poderia ser de cada um de nós. A maneira como ele trata os relacionamentos amorosos que muitas vezes existe por puro prazer choca muita gente, mas não adianta sermos preconceituosos, quando o autor nada mais faz do que retratar como a maioria de nós somos. Realmente ele saberia contar a história de qualquer um de nós. Bravo!!
Deixe seus preconceitos de lado e abra a sua mente para Mario Vargas Llosa!
De um lado temos Felicito Yanaqué, casado com filhos e bem sucedido profissionalmente. Já no início ele sofre uma série de chantagens através de cartas misteriosas. Este homem que parece ser o modelo de sucesso, no entanto, é uma pessoa infeliz, possui um casamento de aparências, problemas familiares e de relacionamento. De outro lado temos o apreciador de artes Rigoberto, casado com D. Lucrécia, planejam a viagem da vida deles para conhecer diversas obras de arte europeias. Mas um pedido de seu amigo e dono da empresa onde ele trabalha alteram os planos e os coloca em um jogo de interesses familiares.
Talvez o que mais me encanta na narrativa de Vargas Llosa é partir de uma história simples, que poderia ser de cada um de nós. A maneira como ele trata os relacionamentos amorosos que muitas vezes existe por puro prazer choca muita gente, mas não adianta sermos preconceituosos, quando o autor nada mais faz do que retratar como a maioria de nós somos. Realmente ele saberia contar a história de qualquer um de nós. Bravo!!
Deixe seus preconceitos de lado e abra a sua mente para Mario Vargas Llosa!