Julio Prava > Julio's Quotes

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  • #1
    “We buy things we don't need with money we don't have to impress people we don't like.”
    Dave Ramsey, The Total Money Makeover: A Proven Plan for Financial Fitness

  • #2
    Gary L. Francione
    “We do not need to eat animals, wear animals, or use animals for entertainment purposes, and our only defense of these uses is our pleasure, amusement, and convenience.”
    Gary L. Francione

  • #3
    David Pearce
    “For better or worse, humans or our descendants will be responsible for life on Earth for the indefinite future. Despite the initially daunting technical challenges, the biggest obstacle to compassionate stewardship of the world's free-living nonhuman animal population is not technical or even financial but ideological.”
    David Pearce

  • #4
    Jacy Reese Anthis
    “Many years from now, our descendants will look back on the use of animals for food—particularly the intense animal suffering in factory farms—as a moral atrocity.”
    Jacy Reese

  • #5
    Magnus Vinding
    “It may be difficult for us to recognize that much of our epistemic brokenness is a direct product of our social and coalitional nature itself. After all, we tend to prize our social peers and coalitions, so it might be especially inconvenient to admit that they are often the greatest source of our epistemic brokenness — e.g. due to the seductive drive to signal our loyalties to them and to use beliefs as mediators of bonding, which often comes at a high cost to our epistemic integrity.”
    Magnus Vinding, Reasoned Politics

  • #6
    “[...]as tradições especistas resultam em uma gigantesca quantidade de sofrimento e de mortes, muitíssimo maior do que em todas as tradições que já vitimaram humanos em conjunto.”
    Luciano Carlos Cunha, Uma breve introdução à ética animal: desde as questões clássicas até o que vem sendo discutido atualmente

  • #7
    “[...] o reforço oculto do especismo está presente em qualquer discurso que subentenda que os danos para os animais não são razões suficientes para rejeitarmos as práticas especistas. A percepção do público geral é: "se mesmo os ativistas pensam que o sofrimento e as mortes dos animais não são suficientes para que a exploração deva ser abolida, então provavelmente não há nada de errado com prejudicar os animais".”
    Luciano Carlos Cunha, Uma breve introdução à ética animal: desde as questões clássicas até o que vem sendo discutido atualmente

  • #8
    “Uma visão predominante no movimento de defesa animal é a de que deveríamos deixar de prejudicar os animais não humanos com nossas práticas, mas que, em relação aos danos que sofrem em decorrência de processos naturais (como fome, sede, doenças, desastres naturais, etc.), deveríamos "deixar a natureza seguir o seu curso", e não interferir em suas vidas. Em contrapartida, os movimentos que lutam em defesa de humanos não defendem que o respeito pelos humanos deveria ser algo limitado somente a deixar de prejudicá-los com nossas práticas.”
    Luciano Carlos Cunha, Uma breve introdução à ética animal: desde as questões clássicas até o que vem sendo discutido atualmente

  • #9
    “[...] o que é relevante para saber quem considerar quem é saber quem é passível de ser prejudicado e/ou beneficiado. Uma condição necessária e suficiente para alguém ser passível de ser prejudicado e/ou beneficiado é haver a possibilidade de reconhecer certos estados como negativos e/ou outros como positivos. Para isso, é necessário que o ser em questão seja capaz de experimentar certos estados como negativos e/ou outros como positivos. Assim, os proponentes do argumento da relevância defendem que a característica relevante para a consideração moral é a senciência, pois ser senciente significa ser capaz de experimentar determinados estados como positivos e/ou outros estados como negativos, o que implica não ser indiferente ao que lhe acontece e, portanto, ser capaz de ser prejudicado e/ou beneficiado. A senciência distingue os que são alguém e os que são algo, isto é, distingue os organismos que possuem uma perspectiva de primeira pessoa e os que não possuem.”
    Luciano Carlos Cunha, Uma breve introdução à ética animal: desde as questões clássicas até o que vem sendo discutido atualmente

  • #10
    “A questão da consideração moral só existe porque existem seres que podem ser passíveis de serem prejudicados e/ou beneficiados. Dar consideração moral a alguém é buscar que esse alguém seja beneficiado e evitar que seja prejudicado. Se determinada entidade é incapaz de ser prejudicada e/ou beneficiada (por ser indiferente ao que lhe acontece), para que não faz sentido se preocupar diretamente com ela.”
    Luciano Carlos Cunha



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