Numa madrugada gelada, uma fila de desempregados desesperados vai crescendo para conseguir lugar numa feira de emprego. Inesperadamente, um condutor solitário avança sobre a multidão num Mercedes roubado, atropelando os inocentes; depois recua e torna a avançar. Oito pessoas são mortas, quinze ficam feridas. O assassino foge. Meses mais tarde, noutro lugar da mesma cidade, um polícia reformado chamado Bill Hodges continua perturbado pelo crime que ficou por resolver. Quando recebe uma carta demente de alguém que se autodenomina «O Assassino do Mercedes» e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges desperta da sua reforma deprimente e decide a todo o custo evitar uma nova tragédia. Brady Hartsfield vive com a mãe alcoólica na casa onde nasceu. Adorou aquela sensação de morte ao volante do Mercedes, e quer sentir aquilo de novo. Só Bill Hodges, com os seus dois novos (e improváveis) aliados, pode deter o assassino antes que ataque de novo. E não têm tempo a perder, porque a próxima missão de Brady, se for bem-sucedida, irá chacinar milhares de pessoas. Sr. Mercedes é uma luta épica entre o bem e o mal, e a exploração da mente de um assassino obsessivo e louco é arrepiante e absolutamente insquecível.
Stephen Edwin King was born the second son of Donald and Nellie Ruth Pillsbury King. After his father left them when Stephen was two, he and his older brother, David, were raised by his mother. Parts of his childhood were spent in Fort Wayne, Indiana, where his father's family was at the time, and in Stratford, Connecticut. When Stephen was eleven, his mother brought her children back to Durham, Maine, for good. Her parents, Guy and Nellie Pillsbury, had become incapacitated with old age, and Ruth King was persuaded by her sisters to take over the physical care of them. Other family members provided a small house in Durham and financial support. After Stephen's grandparents passed away, Mrs. King found work in the kitchens of Pineland, a nearby residential facility for the mentally challenged.
Stephen attended the grammar school in Durham and Lisbon Falls High School, graduating in 1966. From his sophomore year at the University of Maine at Orono, he wrote a weekly column for the school newspaper, THE MAINE CAMPUS. He was also active in student politics, serving as a member of the Student Senate. He came to support the anti-war movement on the Orono campus, arriving at his stance from a conservative view that the war in Vietnam was unconstitutional. He graduated in 1970, with a B.A. in English and qualified to teach on the high school level. A draft board examination immediately post-graduation found him 4-F on grounds of high blood pressure, limited vision, flat feet, and punctured eardrums.
He met Tabitha Spruce in the stacks of the Fogler Library at the University, where they both worked as students; they married in January of 1971. As Stephen was unable to find placement as a teacher immediately, the Kings lived on his earnings as a laborer at an industrial laundry, and her student loan and savings, with an occasional boost from a short story sale to men's magazines.
Stephen made his first professional short story sale ("The Glass Floor") to Startling Mystery Stories in 1967. Throughout the early years of his marriage, he continued to sell stories to men's magazines. Many were gathered into the Night Shift collection or appeared in other anthologies.
In the fall of 1971, Stephen began teaching English at Hampden Academy, the public high school in Hampden, Maine. Writing in the evenings and on the weekends, he continued to produce short stories and to work on novels.
Pois é... não encontro uma imagem melhor para representar como foi a minha experiência de leitura com este livro. Começou por ser fenomenal! Uma leitura verdadeiramente compulsiva (comecei a lê-lo e tive de me forçar a parar na página 100!!), mas ao longo do resto do texto o meu interesse e prazer de leitura foram-se degradando até chegar ao fim já a ler apenas por ler, a forçar-me para o terminar. Vou tentar explicar o que aconteceu.
A história começa com um cruel e frio assassinato em massa: um sujeito ao volante de um Mercedes investe contra uma multidão. Um psicopata diferente daqueles que costumamos ter em livros deste género (ou pelo menos dos que tenho lido). Gostei desta "novidade". Interrogava-me...que tipo de pessoa é esta, que tipo de pessoa faz isto? E preparava-me para acompanhar a polícia na sua investigação até à descoberta da identidade do assassino (também o que habitualmente acontece). Para minha supresa (e felicidade) começamos a acompanhar não a polícia, mas...o assassino! Gostei tanto disso :). Temos então um livro que parece desviar-se dos padrões habituais em vários aspectos, e vindo de um autor tão consagrado como Stephen King, mentalizei-me e preparei-me para algo diferente, algo que nunca tivesse lido.
Após este acontecimento, a história continua a ser contada a partir de dois enredos, que como é obvio se irão a certo ponto entrecruzar: a história do assassino (Brady Hartsfield) e a história do detective (Bill Hodges). O problema é que no desenrolar da história e a partir das primeiras 100 páginas, uma história que julgava ser diferente, acaba por cair numa série quase interminável de lugares comuns e "já vistos"....
O que começou por ser extremamente interessante e diferente, acabou, infelizmente para mim, por se transformar em algo totalmente banal e previsível. O detective reformado, é apenas mais um igual a tantos outros personagens deste tipo, que se encontram "aos molhos" neste género de livros. O psicopata, que por tantos motivos poderia ser um personagem fenomenal, acaba por ser dos psicopatas menos interessantes que encontrei ao longo da minha vida de leitora. Muito inconstante, pouco coerente e com uma inteligência mediana, transforma-se gradualmente numa figura quase ridícula e desinteressante.
Muito comercial e vendável, este livro poderá encher as medidas da maioria dos leitores que adoram thrillers. Eu também adoro, mas a "esta altura do campeonato" da minha vida de leitora, preciso de não "ler mais do mesmo" e infelizmente o livro transformou-se gradualmente nisso, em apenas "mais um" igual a tantos outros. Penso que poderá resultar muito bem em filme ou em série (parece que já existe uma série, mas não me parece que a vá ver), pois ao lermos o livro, "vemos" também as cenas acontecerem, por já as termos visto tantas vezes na tv (noutros filmes e noutras séries). **Alerta de spoiler** Já no fim e quando eu estava em esforço, pensava assim...isto só falta mesmo uma cena tipo perseguição de carros...e eis que o meu desejo foi concedido...ai ai... para mal dos meus pecados.
Enfim. Não é um mau livro como já disse, mas é banal. O início é muito bom e por isso merece a classificação 3,5. Posso dizer que gostei razoavelmente, principalmente pelo início, mas não é livro que recomende ou que diga: têm mesmo de ler isto... Trata-se de um bom livro para levar para a praia.
nota: no início quando soube que se tratava de uma trilogia fiquei muito feliz por haver continuação, mas neste momento não me interessa mesmo nada a continuação desta história.
nota 2: tenho quase a certeza que este não será um dos livros que Stephen King mais se orgulhará de ter escrito. Mas que lhe há-de ter rendido bastantes dólares, disso não tenho dúvidas.
Retired detective Bill Hodges is tormented by one of his unsolved cases: the Mercedes killer. One day he receives a letter written by Mr. Mercedes. Now he has a reason to fight. Brady Hartsfield lives in his mother's house and has two jobs: one at Eletronix Discounts and other as Mr. Tasty. His life was normal if he wasn't a killer. Soon Bill starts an investigation on his own to catch Mr Mercedes, and hater he allies himself with two unlikely partners - Jerome and Holly.
Basically, every synopsis of this book says everything about it which is disappointing.
For the first time - I believe -, I read a Stephen King's work with a cliché and that's the most negative point of Mr Mercedes. Brady Hartsfield is that cliché. It's not the fact that he's a cold-minded, psychotic, crazy and controller murderer who lives in his mother's house, but that his mother is an alcoholic which makes his life harder.
Brady's character is very poor but all the other character are great! One of King's heroes' aspects is that they're unlikely. Many times they're either kids or elder people. Here, the heroes are Bill, Jerome, a 17 yo guy, and Holly, a mind-disturbed woman. These 3 characters have all King's characteristics - they're real - and I loved the way King explored their relation.
The story itself is not too exciting. Fortunately there is mystery and some suspense in the end, but there is no real danger, surprises or twists which makes me sad and disappointed.
The main problem of this book is not the fact that we know who the killer is, but who the killer is. Let me explain. Let's imagine Brady had a normal life with a good family - he had a wife and a daughter/son he loved and cared about -, but he was still a psycho - he had done the Mercedes massacre and had loved it. Imagine that his family wouldn't know he had done it and that he hadn't shown any signs of it until recently - he had started acting strangely. Wouldn't it be a bit more interesting?
Despite all of this, I loved the ending! I truly did. I don't mean that picnic, but what came after. I'm totally excited to read Finders Keepers and End of Watch.
Mr Mercedes is a non-conventional King, but still a page-turner thriller with awesome characters that you should read because the next two book may be way better.
Em 2011 Stephen King (n. 1947) publicou 22/11/63 - 5*, um dos melhores romances que li nos últimos anos e o Sr. Mercedes sendo um thriller, permanecia em lista de espera para uma leitura no período de férias de 2017. Bill Hodges, é um polícia recentemente reformado, divorciado e solitário, que ocupa o seu tempo sentado numa poltrona La-Z-Boy a ver televisão e a acariciar o revólver do seu pai Smith & Wesson M&P, calibre 38. Numa vida profissional dominada pelo sucesso na resolução de casos criminais, o detective Bill Hodges também tem alguns que nunca conseguiu resolver, destacando-se O Assassino do Mercedes; um crime ocorrido numa manhã gelada em que um condutor solitário avança sobre uma multidão de homens e mulheres que aguardavam numa fila de desempregados na procura de um emprego, conduzindo um Mercedes- Benz SL500. Inesperadamente, Bill Hodges recebe uma carta do suposto Assassino do Mercedes. Um metáfora: um carro de luxo que esmaga e mata pessoas – desempregados desesperados - que são vítimas da recessão económica e da desigualdade social. Stephen King desenvolve a narrativa de uma forma interligada e paralela, entre o detective reformado e o assassino psicopata, com recurso às cartas que vão sendo enviadas pelo criminoso; explorando admiravelmente a sua psique e os demónios que povoam o dia-a-dia de um homem profundamente perturbado, traumatizado por acontecimentos violentos ocorridos na sua infância, pela pobreza e pelo vício, mas, sobretudo, por uma alienação mental que vai sendo ampliada tragicamente. As personagens secundárias, são memoráveis, concedendo Stephen King, na parte final do livro primazia a uma delas, Holly Gibney, uma mulher que acaba por desempenhar um papel fundamental na investigação. ”Sr. Mercedes” é um excepcional thriller, surpreendente e imprevisível, com um enredo e uma narrativa imparável, mistério e suspense que mantém o leitor firmemente enredado na trama e nas subtramas, associando inúmeras referências a um género literário – o detective masculino branco; num thriller onde o assassino e o detective cometem erros e as coincidências acabam por desempenhar um papel fundamental - maior do que o destino (se é que o destino existe!). Sr. Mercedes” é o primeiro livro de uma trilogia denominada de Bill Hodges - aguardando que sejam editados brevemente o segundo e o terceiro volume. ”Sr. Mercedes” é um policial que se lê de um fôlego…
Numa madrugada gelada, vários desempregados aguardam numa enorme fila para uma feira de emprego. Um condutor num Mercedes avança pela multidão a matar. Um dos personagens principais desta série, Bill Hodges acaba por se reformar da polícia sem nunca conseguir resolver este crime.
Quem é que agiu de forma desvairada nesta noite fatídica? Tinha algum motivo? Ou estamos perante um assassino louco e obsessivo? Ou antes perante um génio do crime?
Nem tudo é o que parece, e neste caso em concreto as aparências ditaram muita coisa. Com várias personagens.
Acho que o livro começa muito bem, prende e promete, mas depois perde-se um pouco sem ser verdadeiramente surpreendente. Dentro do género Stephen King, não sendo naturalmente nenhuma expert, acho que é um policial que qualquer um pode gostar, é bastante ‘comercial’. No entanto, não deixa de ter algumas descrições bastante cruas, acontecimentos mirabolantes que vão alterando o desenrolar da história e com três companheiros improváveis a tentar resolver um crime.
A minha primeira experiência com Stephen King não foi propriamente memorável. Desde então, ficou a vontade de voltar ao autor num outro registo, mas os anos passaram e a vontade foi sendo adiada, até que a editora Bertrand me propôs ler Sr. Mercedes, no âmbito da promoção da série televisiva que está a passar no canal AMC.
Sr. Mercedes inicia-se com um atropelamento a várias pessoas que aguardavam numa fila para uma feira de emprego; o assassino conduzia um Mercedes roubado e conseguiu fugir sem deixar rasto, ficando por isso conhecido por “Sr. Mercedes”. Vários meses depois desse acontecimento, um dos detetives encarregados da investigação do caso, Bill Hodges, já está reformado, mas continua a remoer no facto de não terem conseguido apanhar o culpado; para além disso, está a aceitar muito mal a inatividade da reforma, tendo mesmo contemplado a hipótese de acabar com a própria vida. Até que o Sr. Mercedes decide escrever uma carta ao ex-detetive, uma espécide de provocação por não ter conseguido apanhá-lo e, ao mesmo tempo, um atestado de incompetência a Hodges.
É então que Bill decide continuar a investigação por conta própria, tendo essa decisão consequências inesperadas, tanto pela positiva como pela negativa. O jogo do gato e do rato entre Bill e Brady, o assassino, é um dos pontos altos deste livro e foi uma das coisas que tornou a minha leitura mais viciante. Desde praticamente o início que sabemos a identidade do assassino, por isso Sr. Mercedes não é um livro que viva do suspense dessa descoberta; em vez disso, vai dando ao leitor a possibilidade de conhecer a mente perturbada de Brady e a sua completa amoralidade. Para além da incrível dinâmica entre os protagonistas, tenho de destacar a construção da personagens de ambos: Bill é uma espécie de anti-herói, de quem inevitavelmente gostamos, ainda que lhe reconheçamos alguma incapacidade de, por vezes, tomar as melhores decisões; Brady não tem escrúpulos, mas isso nunca parece gratuito pela forma elaborada como Stephen King constrói esta personagem.
No final de contas, Sr. Mercedes foi uma excelente leitura. Absorveu-me e envolveu-me por completo, nunca foi previsível e deixou-me sempre curiosa pelo que se seguiria. E o que mais se pode querer de um livro? Agora é seguir rapidamente para o segundo volume da trilogia e não demorar muito tempo a ver a série, que também consta ser bastante boa.
Sr Mercedes é o primeiro livro da trilogia Bill Hodges e é provavelmente um dos melhores livros que já li do grande Stephen King.
Não consigo comparar a sua escrita a nenhum outro escritor. Escreve de forma tão peculiar e especial, nunca li nada igual. O autor consegue transformar a enorme quantidade de pormenores em algo fundamental e que enriquece o livro, e não em algo massador, como acontece por vezes.
Tal como sucede em todos os outros livros que já li do autor, surgem imensas personagens nesta obra em específico. Três delas marcaram-me imenso e, por mais estranho que pareça, adorei-as! Digo que pode parecer estranho porque uma delas é Brady Hartsfield, uma das personagens mais macabras que já conheci na vida. As suas convicções e motivações são absolutamente assustadores. Uma mente completamente perturbada mas tão, tão fascinante. Brady tornou-se uma das minhas personagens preferidas de sempre. As outras duas são Bill Hodges e Holly Gibney. Não vou falar pormenorizadamente sobre eles, vou apenas dizer que são absolutamente incríveis e que é impossível não simpatizar com eles e criar uma empatia enorme.
Em certos momentos sentia que não acontecia nada de novo há demasiado tempo e de repente a história dava uma volta de 180 graus que deixava tudo de pernas para o ar. Esta imprevisibilidade é assustadoramente fantástica.
O único senão desta leitura foi o facto de já saber de antemão todos os grandes acontecimentos que iam surgir, por isso o fator surpresa não existiu na maior parte das vezes. É por isto que cada vez mais tento evitar todo o tipo de spoilers. Ainda assim, considero que esta história está extremamente bem escrita e conseguida.
“Segundo as minhas pesquisas, durante o seu tempo como detetive resolveu literalmente centenas de casos, muitos dos quais «bastante mediáticos» (para usar uma expressão dos jornalistas, a quem o jogador de basebol Ted Williams chamava Cavaleiros do Teclado). Prendeu Assassinos e Bandos de Assaltantes e Incendiários e Violadores. Num artigo (publicado mais ou menos na altura da sua festa de reforma), o seu parceiro de longa data (Det. de 1.º Grau Peter Huntley) descreveu-o como «alguém que segue as regras, mas dotado de extraordinária intuição». Um belo elogio! Se isto for verdade, e acho que é, por esta altura já deve ter percebido que sou um dos que não conseguiu apanhar. Sou, de facto, o homem a quem a imprensa decidiu chamar: a) O Joker b) O Palhaço ou c) O Assassino do Mercedes Prefiro este último!”
Uma coisa é certa... Stephen King é um grande contador de histórias!!!
Este livro está muito interessante apesar de me ter custado a ler a primeira metade. Achei que estava tudo demasiado lento e sem muito interesse. Por vezes leitura tornou-se aborrecida mas felizmente acabou por melhorar. No entanto, acho o livro algo longo e a história podia ter sido contada mais "resumidamente" no início.
Gostei do enredo em si e de como as coisas foram evoluindo ao longo dos diversos capítulos. Houve reviravoltas interessantes e gostei especialmente de conhecer a personagem Holly. Agora consigo entender a leitura destes livros primeiro (relativamente ao livro Holly) de maneira a conhece-la como deve de ser.
Relativamente a este Sr. Mercedes... que irritação constante!!! "É pois...minha aleijadinha de merda." 🔫😤
O final e mais concretamente os últimos 20% do livro foram bastante entusiasmantes e com muito suspense. Gostei muito.
Acabei por ficar com bastante curiosidade em ler os próximos livros e saber o que aí vem.
Não sei o que dizer sobre este livro. Meu primeiro livro de Stephen King que não é um livro de Terror. E, deixem me dizer, que King é um autor muito versátil, que consegue escrever sobre qualquer coisa. Sem esquecer as coisas nojentas e muito sangue, como é seu hábito, este livro é cheio de reviravoltas inusitadas e inesperadas. A construção de personagens é perfeita, como sempre. Algumas críticas, dizem que o livro é muito longo e que a história poderia ser escrita em menos páginas. No entanto, discordo, a história é muito completa e o background dos personagens ajuda na sua construção. Nada menos do que perfeito.
Eu e mais três amigas decidimos fazer uma leitura conjunta da trilogia Bill Hodges. O primeiro capítulo é este Sr. Mercedes e é um início viciante! Somos levados a uma história de levantar os cabelos! Sabemos de início quem é o assassino, auto-denominado Sr. Mercedes. Brady Hartsfield é o nosso assassino, e acompanhamos todo o percurso de como ele planeou o assassinato, da vingança, etc. Brady é uma pessoa completamente psicótica, mas sempre simpático e sorridente para todas as pessoas. É uma pessoa racista, super inteligente, com tendências suicídas e com o seu poder de persuasão, consegue levar a que outras pessoas pensem e pratiquem o suicídio. Vive com a mãe, alcoólica e que abusa dele de várias maneiras. Brady quer reconhecimento pelos seus actos e acha que merece ser recordado para sempre pelos mesmos. Bill Hodges, é uma das personagens favoritas dos fãs de King! Polícia reformado, vê a sua vida parada... Também ele com tendências suicidas... Até que recebe uma carta do Assassino do Mercedes e a sua vida dá uma reviravolta incrível! Envolve-se na descoberta do assassino e é aqui que entra Jerome. Jovem estudante, vizinho e amigo de Bill; e Holly Gibney, sobrinha de uma das vítimas do assassino, também ela com graves problemas psicológicos, mas no futuro também ela se torna uma personagem favorita e fulcral na literatura de King. Não direi que seja uma leitura obrigatória, mas se quiserem entrar no mundo de King e conhecerem duas das personagens mais míticas do escritor, então é por aqui que devem começar! E acreditem que não se vão arrepender!
Stephen King não será considerado o rei do terror, dentro do universo literário, por acaso. Uma vez que não aprecio este género, nunca tinha lido nada do autor. Mas motivada pelo projecto da Vera Brandão: “Um Ano com Stephen King” e depois de ter ouvido e lido várias opiniões sobre este “Sr. Mercedes”, fiquei com muita vontade de o ler. Em boa hora o fiz. Que leitura intensa! Que personagens mais complexas (confesso que nunca me tinha cruzado com uma personagem tão perturbada e com uma mente tão doentia como a mãe de Brady).
Sou fã do King, mas a maioria relacionado com os filmes e séries adaptadas dos seus livros. Este Mr Mercedes é mais um exemplo da sua mestria, mesmo fugindo aos seus habituais elementos sobrenaturais. É uma história clássica e serial killer e crimes por resolver. As personagens são riquíssimas, desde o protagonista Bill ao antagonista. O que mais gostei foi a narrativa paralela, do ponto de vista do herói e vilão, sem margem para suspense, o King não tem problemas em spoilar o que se vai seguir a seguir. Mas com reviravoltas emocionantes, algumas que vamos prever e metemos as mãos na boca a saber o que aí vem… já estou a ler o seguinte Finders Keepers e promete…
“Mr. Mercedes” foi minha primeira experiência com Stephen King e não me decepcionei nada. A escrita fluida do autor faz com que a leitura seja ágil e prazerosa, envolvendo o leitor em sua narrativa. A forma como King narra, mesmo em 3ª pessoa, com linguagem diferenciada entre as personagens ajuda muito na construção psicológica.
Livro 1 da trilogia Bill Hodges. Penso ser um bom livro para quem se quer aventurar a ler este autor pela primeira vez. Apaixonante!
Brady Hartsfield é um falhado, vive na cave da mãe, rodeado das suas invenções eletrónicas. Uma noite, ao volante de um Mercedes roubado, conduz em direção a uma fila de pessoas desempregadas. Atropela mortalmente , propositadamente, pessoas inocentes. A polícia não consegue desvendar o crime. Até que Brady, que se julga muito mais esperto do que a polícia, ansiando jogar o jogo " gato e rato" envia uma carta a dizer que não o apanharam e que planeia um ataque muito maior... Mas terá pela frente o grande Bill Hodges, polícia reformado que não vai parar até apanhar este louco maquiavélico.
Meu Deus! Que livro foi este?!?!?! Senti a adrenalina na guelra e o ambiente do livro a aparecer visualmente como no cinema ao ponto quase de ser palpável! incrível a conjugação da ação de sons, descrições, movimento das personagens, e pontos de vista! Sensação cinematográfica! ❤️
Bom, acho que foi um bom thriller do Stephen King e provalvelmente irei ler o livro 2 da trilogia, Achados e Perdido para ver como desenrola a história.
I haven't read many books of Stephen King but I've seen movies and series that got me used to crazy nonesense, supernatural happenings and really messed up people. This felt very different to me and I would never guess this was written by him. We follow a retired investigator who becomes obcessed by a case that was never solved under his watch. The same goes for the bad guy, always looking back to what happened on the day that gave him his nickname "Mr. Mercedes". He was my favorite character (not chocking at all, Ialways like the bad guys) intelligent, so disturbed and with sociopath behaviors. I want to read the other volumes because of him but they're not in my priority list. I was super hooked by the events of the first chapters, then the passe got slower and slower and I ended up stuggling to finish it. There were really good moments in the story, which helped push my rating to the 4 stars, but it took time to get to those.
Não sei por onde começar com este livro. Foi o primeiro que li do Stephen e não me cativou assim tanto 😣 vinha com as expectativas altíssimas para este livro mas não as superou de todo...
Não foi mau, mas não foi todo de bom! Gostei do sentido de humor presente, da personagem principal, mas mesmo assim não foi suficiente. Aliás foram estes fatores acima que a meu ver salvaram o livro. Outro aspecto interessante foi termos a perspectiva/mentalidade do "mau da fita" logo desde muito cedo. Quanto à ação e o desenrolar da história penso que tinha muito mais para dar e outras formas de aumentar o interesse dos leitores.
4.5★ It took me a little while to get into the story, but I ended up reading most of it in a day. This might be one of my favourites from Stephen King (I haven't read that many, to be fair). I look forward to read the rest the trilogy!
Gostei da evolução das personagens e da história. Gosto que as personagens estejam bastante perto do real, apesar de eu saber que estou a ler um livro. Todas as personagens deste livro tinham bastante de real. Estou interessado em ler a continuação da trilogia.
So Bill Hodges is a lot like Ralph Anderson in The Outsider, which I read last year, and it kind of seemed that I was seeing the same character, but with a different name. However, it's still an exciting, action-packed book.
O primeiro livro de uma trilogia entrega exatamente tudo que se espera de Stephen King! O mais interessante é que desde o início nós sabemos quem é o “maufeitor” e nem por isso o suspense acaba! Me prendeu do início ao fim!!!