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Empresário judeu bem-sucedido, Seymour Levov casa-se com uma católica em 1949, prefere contratar negros em sua fábrica e dá uma educação liberal à filha. Suas ilusões acabam destruindo o lar que ele imaginava perfeito, à moda dos ideais americanos.
No estilo impetuoso e desbocado de Philip Roth, Pastoral americana narra os esforços de Seymour Levov para manter de pé um paraíso feito de enganos. Filho de imigrantes judeus que deram duro para subir na vida, Seymour tenta em vão comunicar um legado moral à terceira geração da família Levov. Esmagado entre duas épocas que não se entendem e desejam destruir-se mutuamente, Seymour se apega até o fim a crenças que se mostram cada vez mais irreais. A força de sua obstinação em defesa de uma causa perdida lhe confere um caráter ao mesmo tempo de heroísmo e desatino.
Para contar a história, Philip Roth ressuscita seu famoso alter ego, o romancista Nathan Zuckerman, herói e narrador dos romances Casei com um comunista e A marca humana. Na voz de Zuckerman, Seymour Levov assume a dimensão patética de um Adão obediente que um dia, sem entender por que, se vê expulso do paraíso.
623 pages, Kindle Edition
First published May 12, 1997









"Around us nothing was lifeless. Sacrifice and constraint were over.The Depression had disappeared. Everything was in motion. The lid was off. Americans were to start over again, en masse, everyone in it together. If that wasn't sufficiently inspiring-the miraculous con-elusion of this towering event, the clock of history reset and a whole people's aims limited no longer by the past-there was the neighborhood, the communal determination that we, the children, should escape poverty, ignorance, disease, social injury and intimidation-escape, above all, insignificance!"

"Rimane il fatto che, in ogni modo, capire bene la gente non è vivere. Vivere è capirla male, capirla male e male e poi male e, dopo un attento riesame, ancora male. Ecco come sappiamo di essere vivi: sbagliando. Forse la cosa migliore sarebbe dimenticare di aver ragione o torto sulla gente e godersi semplicemente la vita. Ma se ci riuscite... Beh, siete fortunati."