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Um manifesto que vai fazer você pensar duas vezes antes de postar
Hoje as redes sociais são praticamente um segundo documento de identidade: não participar de determinada plataforma muitas vezes é sinônimo de total isolamento. Mas você já pensou como seria se deletasse os seus perfis na rede e levasse uma vida diferente?
Jaron Lanier, considerado o pai da realidade virtual e uma das maiores referências (e críticos) do Vale do Silício, não tem conta em nenhuma rede social e deixa bem claro por quê: “Evito as redes sociais pela mesma razão que evito as drogas.”
Segundo ele, as bases da internet foram fundamentadas em um modelo de negócio regido pelas propagandas. Os anúncios, nossos velhos conhecidos das mídias tradicionais, ganharam uma nova dimensão à medida que a internet se desenvolvia. O que antes era apenas a exposição de um produto agora é uma engrenagem intrincada de algoritmos que modificam o comportamento de milhões de pessoas diariamente. E o pior: sem que ninguém perceba.
Essa dinâmica nas redes traz inúmeros efeitos degradantes: as redes acabam com o livre-arbítrio, estimulam emoções negativas, distorcem a percepção da verdade, precarizam profissões... A lista não tem fim, mas Lanier esquematizou boa parte dela em dez argumentos poderosos e convincentes para que você largue as redes sociais.
É uma tarefa complicada, e o autor sabe disso. Ele acredita, no entanto, que essa é a única forma para que um dia tenhamos redes sociais verdadeiramente dignas e aproveitemos o potencial maravilhoso do que a internet nos proporciona.
192 pages, Kindle Edition
First published May 29, 2018
“One of the secrets of present-day Silicon Valley is that some people seem to be better than others at getting machine learning schemes to work, and no one understands why. The most mechanistic method of manipulating human behavior turns out to be a surprisingly intuitive art. Those who are good at massaging the latest algorithms become stars and earn spectacular salaries.”One of the things Lanier despises most about social media as it has developed is that we are watched constantly and can’t experiment without constant judgment. How can we be authentic, knowing we are being watched, even corralled? Without being authentic, how can we be happy?
“is a machine, a statistical machine that lives in the computing clouds….Even at their best, BUMMER algorithms can only calculate the chances that a person will act in a particular way. But what might be only a chance for each person approaches being a certainty on the average for large numbers of people. The overall population can be affected with greater predictability than can any single person. Since BUMMER’s influence is statistical, the menace is a little like climate change. You can’t say climate change is responsible for a particular storm, flood, or drought, but you can say it changes the odds they’ll happen.”Drop mike.
«Tú, y solo tú, tienes la responsabilidad positiva de inventar y mostrar maneras de vivir sin la basura que está destruyendo la sociedad.»
«El daño a la sociedad se produce porque la adicción enloquece. El adicto pierde progresivamente el contacto con el mundo y las personas reales. Cuando mucha gente se vuelve adicta a mecanismos manipuladores, el mundo se desquicia y se vuelve oscuro.»
«Las redes sociales añaden otra dimensión de estímulos: la presión social.»
«Si resulta que ciertos tipos de publicaciones nos entristecen y un algoritmo está intentando que estemos tristes, aparecerán más publicaciones de esa clase. Nadie tendrá por qué saber nunca la razón de que esas publicaciones en particular tuvieran ese efecto sobre nosotros, y probablemente nosotros ni siquiera nos demos cuenta de que tal o cual publicación nos entristecieron ligeramente o de que estábamos siendo manipulados. El efecto es sutil, pero acumulativo.»
