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Accelerando

The Singularity. It is the era of the posthuman. Artificial intelligences have surpassed the limits of human intellect. Biotechnological beings have rendered people all but extinct. Molecular nanotechnology runs rampant, replicating and reprogramming at will. Contact with extraterrestrial life grows more imminent with each new day.

Struggling to survive and thrive in this accelerated world are three generations of the Macx clan: Manfred, an entrepreneur dealing in intelligence amplification technology whose mind is divided between his physical environment and the Internet; his daughter, Amber, on the run from her domineering mother, seeking her fortune in the outer system as an indentured astronaut; and Sirhan, Amber's son, who finds his destiny linked to the fate of all of humanity.

For something is systemically dismantling the nine planets of the solar system. Something beyond human comprehension. Something that has no use for biological life in any form.

415 pages, Mass Market Paperback

First published July 5, 2005

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About the author

Charles Stross

162 books5,918 followers
Charles David George "Charlie" Stross is a writer based in Edinburgh, Scotland. His works range from science fiction and Lovecraftian horror to fantasy.

Stross is sometimes regarded as being part of a new generation of British science fiction writers who specialise in hard science fiction and space opera. His contemporaries include Alastair Reynolds, Ken MacLeod, Liz Williams and Richard Morgan.

SF Encyclopedia: http://www.sf-encyclopedia.com/entry/...

Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_...

Tor: http://us.macmillan.com/author/charle...

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Displaying 1 - 2 of 2 reviews
Profile Image for Fernando Hisi.
728 reviews9 followers
August 13, 2021
Fazia tempo que eu não lia um sci-fi mais focado em idéias, não é "hard sci-fi", porque nem perde muito tempo elaborando e explicando, ele te pega pela mão e corre e é isso, aproveite a viagem. É no mesmo eixo x do Three Body Problem do Liu Ciuxin, mas do outro lado oposto do eixo y.

Gosto muito dele ser dividido nas partes e assim como Humilhados e Ofendidos, do Dostoyevski, ter sido publicado com intervalos. Dá um intervalo interessante entre os blocos, os arcos narrativos...

Acho que se tem algum "problema" seria mais no final ali, que ele começa a deixar claro demais que a história em si está presa num universo matryoshka e fica meio repetitivo.

Aineko é, acho, minha nova personagem gato favorito; o Behemot, do Mestre e a Margarida é o segundo; na verdade acho que só lembro desses dois...
Profile Image for Artur Coelho.
2,670 reviews79 followers
January 22, 2011
Há livros que nos atingem como um murro com o seu futurismo desbragado Este é um deles. Cada página lê-se como um inventário de conceitos trans e pós-humanistas, com uma grande dose de utopismo digital à mistura. Estruturalmente, Accelerando lê-se como uma versão cibernética do Schismatrix de Bruce Sterling, onde o transhumanismo bioengenhado é substituído por um pós-humanismo tecnológico.

É uma obra ambiciosa. O arco é longo, iniciando-se num futuro próximo e terminando num futuro onde o tempo cronológico deixa de fazer sentido. Segue as aventuras e desventuras da dinastia Mancx, iniciada por um futurista bleeding edge que vive na crista da onda tecnológica, iniciador de ondas de choque técnicas a qualquer momento do seu dia, criativo que liberta todas as intuições e criações no domínio público. A transcendência cristaliza-se na personalidade da filha, destilada de um centro de reprodução artificial e que acaba por partir à descoberta dos limites do universo, através da exploração de um artefacto alienígena encontrado nas fronteiras do sistema solar que é um router que dá acesso às auto-estradas galácticas da informação. Por detrás da cortina está uma inteligência artificial que se encarna como um gato, que no final do livro surge como uma entidade que ao longo dos tempos manipulou os personagens obrigando a humanidade a dar um longo salto evolutivo.

Quanto a conceitos futuristas... temos um pouco de tudo. Lagostas digitais inteligentes, que ganham consciência como consequência de explorações da digitalização da mente, interconectividade total entre o ser e o mundo digital, ambientes virtuais habitados por cópias conscientes de pessoas, a economia como ser sentiente autónomo, visões de uma humanidade que se digitaliza e transforma o sistema solar num vasto computador, divisão de um ser humano em múltiplas cópias igualmente conscientes, civilizações galácticas que vivem num perpétuo estado digital... entre outros voos de futurismo profundo.

Deste livro retiro duas expressões que caracterizam muito bem estados contemporâneos: the burn of the new, usado pelo autor para descrever a sede de novidade para lá da crista da onda, e cognitive dissonance, significando momentos de incompreensão devido à falta de estruturas cognitivas capazes de abranger as novidades trazidas pelas mudanças.
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