Joaquim Manuel de Macedo começou esse livro de uma forma que nunca vi ser implementada - além das sinceras desculpas por possíveis absurdos ditos há quase 200 anos atrás, principalmente em tal período histórico, remontar uma bela atemporalidade - em qualquer obra: falou de "A Moreninha" como pessoa e, principalmente, como filha sua. Já que isto me fascinou tanto logo nas primeiras páginas, darei-me a licença poética de fazer o mesmo diferencial nesta review:
Moreninha, você está longe de ser um dos melhores livros que já li, mas é impossível dizer que não me apaixonei por você, afinal, alguém seria capaz de não se apaixonar por "A Moreninha"? Não se fez breve, mas não se fez densa. Você em poucas 100 páginas esteve lá em momentos difíceis e finalizou em leves, obrigada por isso. Apesar dos defeitos, os quais tenho escusa de seu criador para repreender, pois, podemos deixar-nos ser repreendidos por quem nos ama, segundo o mesmo, e eu te amei; que sejamos todos mais um pouco como você: nos fazer sorrir nas adversidades, mas, acima de tudo, termos um "breve verde" da esperança eternamente em nossos corações. Então, lhe sou grata por ser travessa e fazer rir-se, e sobretudo, ser leve.