Adriana Scarpin
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Adriana Scarpin

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A Negação da Morte
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A Criação Literár...
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Voragem
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Galáxias by Haroldo de Campos
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Poesia Espanhola - Das Origens à Guerra Civil by Fábio Aristimunho Vargas
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La oración del ateo - Miguel de Unamuno

Oye mi ruego Tú, Dios que no existes,
y en tu nada recoge estas mis quejas,
Tú que a los pobres hombres nunca dejas
sin consuelo de engaño. No resistes

a nuestro ruego y nuestro anhelo vistes.
Cuando Tú de mi me
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Cinemaginário by Ricardo Corona
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do meteorito
eu fico
com o risco
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Dicionário de Termos Literários by Massaud Moisés
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Livro indispensável a todos estudiosos de literatura. De cabeceira.
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Fortuna Crítica de Hilda Hilst by Cristiano Diniz
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Super útil para quem pesquisa Hilda.
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LulaLivre * LulaLivro by Ademir Assunção
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O que mais impressiona neste livro não é a qualidade dos poetas, contistas, cronistas e chargistas que é altíssima, mas o tipo de reação que o Lula causa na esquerda de total fascínio por ele e uma verdadeira comoção para a sua liberdade. É lindo de ...more
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Eu e Não Outra. A Vida Intensa de Hilda Hilst by Laura Folgueira
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Creio que a melhor qualidade desse livro é ser reverente, simplesmente porque a Hilda é tão gênio que não merece menos do que ser reverenciada, mesmo ela sendo uma notória narcisista clássica no sentido psicanalítico do termo, ela também foi maldita ...more
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Hai-Kais by Millôr Fernandes
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Livrinho divertidíssimo do Millôr, com grande talento para condensação imagética de palavras, aproveita o sentido visual típico dos hai-kais para inserir pequenas ilustrações que tornam a experiência de lê-los ainda mais cativante.

"Na poça da rua
o vi
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Movimento em falso by Simone Teodoro
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Balada para Vita Sackville-West

I

Sigo
pela calçada suja
da madrugada

Tão confortável
como se fosse um rapaz

Calças largas
camuflam
as coxas

Mãos nos bolsos
Cabelos curtos

Tão confortável
como se fosse um rapaz

Homem nenhum
tem ganas
de devorar-me

Levo uns rabiscos
n
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Da Prosa by Hilda Hilst
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Antes dessas reedições da Companhia das Letras e demais editoras que ficaram com os direitos que foram da editora Globo eu já havia lido a obra completa de Hilst e a entronado na santíssima trindade da literatura brasileira, ao lado de Machado de Ass ...more
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Marco Antonio Coutinho Jorge
“É exatamente por isso que Lacan rejeita a prática baseada na contratransferencia, noção, aliás, raramente utilizada por Freud. Essa noção de contyratransferencia ilustra a verdadeira "armadilha" (Lacan) de uma análise fundamentada na resistência, na medida em que estamos diante de uma técnica que, quanto mais propicia a soma dos preconceitos do analista, mais ignora uma das funções da palavra: a revelação do inconsciente. A utilização da contratransferência na prática tem como conseqüência a objetificação do analisando e, por conseguinte, a desvalorização de sua fala como sujeito. A emoção suscitada no analista pelo seu analisando passa, espantosamente, a ser considerada a bússola da interpretação e, desse modo, a pessoa do analista, com seus sentimentos e visão de mundo, passa a reger todo o processo analítico.”
Marco Antonio Coutinho Jorge, Lacan, o grande freudiano

“Excesso de imaginação, nunca é demais lembrar, que Freud soube tão bem definir, em carta a um amigo, ao testemunhar sua convicção cada vez maior de que todo ato sexual era "um processo que acontecia entre quatro individuos". Acreditando-se que ele tivesse em mente um casal entregue às próprias fantasias, nesse caso voltadas à bissexualidade, sua afirmação guarda afinidades profundas com o estatuto das imagens que desdobram a cena sexual, dependendo unicamente da faculdade de fabulação. E como a estilização da carne permite derivas sem fim do impulso mental da multiplicação de imagens, não seria descabido porpor uma continuidade lógicaao argumento freudiano para então concluir que toda literatura obscena implica uma orgia.”
Eliane Robert Moraes, Antologia da Poesia Erótica Brasileira

“É importante recordar que Freud, ao considerar a pulsão de morte ineliminável — já que há um quantum de energia pulsional de vida e de morte que não pode ser eliminado — se perguntava: qual seria o destino da pulsão de morte num final de análise? Na sua prática psicanalítica, constatou que a pulsão de morte era melhor apaziguada quando se mantinha bem fusionada à libido, quer dizer, quando a pulsão de morte e a libido se uniam, isso resultava no erotismo, o que reduzia a ferocidade da pulsão de morte, já que seu furor era empregado para sustentar as ganas do desejo sexual. Considerando seriamente essa formulação de Freud, acrescento uma formulação à qual eu mesma só pude chegar depois do meu final de análise: para sustentar qualquer posição vigorosa de desejo, se usa a ferocidade da pulsão de morte, se usa a ferocidade que não está dirigida contra o outro nem contra si mesmo, porém a favor de uma posição decidida de sustentação de desejo. Para que fins? Para os fins da pulsão de vida.”
Lêda Guimarães, Goces de la mujer

Wilhelm Reich
“A classe média começou a movimentar-se e apareceu como força social, sob a forma do fascismo. Assim, não se trata das intenções reacionárias de Hitler e de Göring, mas sim os interesses sociais das camadas da classe média. A classe média tem, em virtude da estrutura do seu caráter, uma força social extraordinária que em muito ultrapassa a sua importância econômica. É a classe que retém e conserva, com todas as
suas contradições, nada mais nada menos do que vários milênios de regime patriarcal.
A própria existência de um movimento fascista constitui uma expressão social indubitável do imperialismo nacionalista. Mas é o movimento de massas da classe média que possibilita a transformação desse movimento fascista num movimento de massas e a sua subida ao poder que vem cumprir a sua função imperialista. Somente levando em consideração estas oposições e contradições, cada uma de per si, é que se pode compreender o fenômeno do fascismo.
A posição social da classe média é determinada: a) pela sua posição no processo de produção capitalista; b) pela sua posição no aparelho de Estado autoritário, e c) pela sua situação familiar especial, que é consequência direta da sua posição no processo de produção, constituindo a chave para a compreensão da sua ideologia. A situação econômica dos pequenos agricultores, dos burocratas e dos empresários de classe média não é exatamente a mesma, do ponto de vista econômico, mas caracteriza-se por uma situação familiar idêntica, nos seus aspectos essenciais.
O rápido desenvolvimento da economia capitalista no século XIX, a mecanização contínua e rápida da produção, a reunião dos diversos ramos da produção em consórcio e trustes monopolistas, constituem a base do progressivo empobrecimento dos comerciantes da classe média baixa. Não conseguindo concorrer com a grande indústria, de funcionamento mais barato e mais racional, as pequenas empresas estão irremediavelmente perdidas.
"A classe média nada tem a esperar deste sistema, a não ser a aniquilação. Esta é a questão: ou todos nos afundamos na grande tristeza cinzenta do proletarianismo onde todos teremos o mesmo — isto é, nada — ou então a energia e a aplicação poderão colocar o indivíduo na situação de adquirir propriedade por meio do trabalho árduo. Classe média ou proletariado! Esta é a questão." Estas advertências foram feitas pelos nacionalistas alemães antes das eleições para a presidência, em 1932. Os nacionalsocialistas não foram tão estúpidos, tiveram o cuidado de não criar um hiato muito grande entre a classe média e os trabalhadores da indústria, na sua propaganda, e esta tática lhes proporcionou um êxito maior.”
Wilhelm Reich, The Mass Psychology of Fascism

Anne Wiazemsky
“O filósofo Gilles Deleuze era há muito tempo o melhor amigo de Bambam. Ele morava e dava aulas em Lyon, mas ia com frequência a Paris. Naquela sexta-feira, 10 de maio, pegaria o trem de volta para casa ás onze da noite, depois de um jantar para o qual Godard e eu tínhamos sido convidados.
Nós o víramos algumas vezes, sempre na casa de Rosier e Bambam. Godard e ele tinham uma relação estranha. Pareciam se observar como dois gatos desconfiados, embora soubéssemos que se admiravam e que um falava bem do outro. Reunidos, porém, o diálogo entre eles era truncado. Para mim, Godard justificava a reserva em relação a Gilles Deleuze criticando seu lado abertamente "dândi". Este último tinha a singularidade de usar as unhas compridas de mais, e nunca deixava de lembrar, a quem se surpreendesse com isso, que fazia como Púchkin e que se podia ver nisso uma espécie de homenagem. Godard não compreendia a relação entre o poeta russo que adorávamos tanto e o que ele comparava a "garras repugnantes". Naquela noite, contudo, estavam aplaudindo juntos a abertura, em Paris, das negociações de paz entre americanos e vietnamitas, bem como os acontecimentos do dia e os que pareciam anunciar para a noite.”
Anne Wiazemsky, Un an après
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