O assassinato de um grande ator de teatro envolve os Karas em uma perigosa investigação. Ela os leva a um ex-oficial nazista, que foi um carrasco assassino de milhares de pessoas em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Um mistério de difícil solução, que surpreenderá qualquer leitor.
Pedro Bandeira é um escritor brasileiro de livros infanto-juvenis. É também o autor de literatura juvenil mais vendido no Brasil (vinte milhões de exemplares até 2006) e, como especialista em letramento e técnicas especiais de leitura, profere conferências para professores em todo o país. É autor de 77 livros publicados, entre eles títulos consagrados como a série Os Karas, A Marca de uma Lágrima, Agora Estou Sozinha..., A Hora da Verdade e Prova de Fogo. Recebeu vários prêmios, como o Prêmio APCA, da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, entre outros.
"Afinal, qual o destino delas se aquele mundo fanático de crimes não lhes tivesse aparecido? Não seria também outro mundo de crimes? Não seria também acabar morto pelas balas da polícia ou enterrado nas prisões?"
Palmas para o senhor Pedro Bandeira! Que tema indigesto e necessário, que diálogo importante!
No terceiro livro dos Karas tive uma imensa surpresa. Fiquei de cara ao descobrir que se tratava de neonazismo e amei a forma como o autor desenvolveu o tema. O livro me prendeu do início ao fim e não consegui parar de ler até descobrir quem era o assassino, que organização misteriosa era aquela - e que reviravolta! Apesar de ter descoberto um pouco antes da revelação, não perdeu o encanto de forma alguma.
Só consegui me imaginar lendo na infância, o quanto eu iria amar! Ainda bem que há sempre chance de correr atrás do tempo perdido.
Esse é um dos livros d'Os Karas que não li quando era criança, pulei esse e não sei por que.
Igual o segundo, esse também tem um tom muito didático, mas neste fiquei um pouco mais entretida com esta leitura. Acho que focou muito no vilão e no passado da vítima, eu queria mais dos Karas, queria vê-los mais em ação. Não sei como me sinto com relação ao plot twist final, a segunda revelação, acho que a história podia ter ficado sem essa.
Que eu me lembre, o próximo foi meu favorito quando criança. É minha próxima leitura, veremos.
Estou relendo toda essa coleção que tanto marcou minha adolescência. Por enqt estou gostando de todos, ótimo ritmo, temas atuais (e que permanecem atuais muitas décadas depois), leitura que prende.
Facilmente o melhor livro da série, gostei muito da historia e do misterio no geral, os personagens aqui continuam muito bons e bem escritos, com um vilão genuinamente ameaçador () a edição tambem é muito boa, gostei do estilo mais formal e do tamanho menor da fonte, alem da mistura de ilustração com escrita que funciona muito bem, é um livro bem pesado, que se trata de um assunto bem pesado, especialmente para um livro infantojuvenil, e que tambem tem um final incrivelmente pesado e extremamente surpreendente, que no geral eu gostei muito. Unico problema é algumas partes que podiam ser um pouco mais bem trabalhadas e que no geral ficaram um pouco rasas.
Excelente livro infantojuvenil, com uma boa premissa e historia que prende do começo ao fim, é um livro rapido de ler, a edição que eu peguei tem só 142 paginas, ou seja da pra ler em um dia só, mas mesmo eu recomendo bastante.
Não me agradou muito. Das aventuras dos Karas, para mim, essa foi a piorzinha. Solomon, professor de Teatro de Calú e ator famoso, é assinado em seu camarim pouco antes de entrar no palco. Ele não era só ator, era sobrevivente do holocausto. A aventura dessa vez, é narrada em cima do nazismo, um ex-oficial alemão e dois judeus sobreviventes, além do delegado Andrade e a turminha vão passar grandes apertos ao tentarem resolver o assassinato. Embora, seja interessante, faltou aquele "Q" que prende o leitor o deixa quase sem fôlego até a última página. Recomendo para seguir a sequência apenas.
Bem melhor que o segundo livro da série! Aqui o assunto discutido é primordial e, a meu ver, geralmente negligenciado nas escolas. Uma ótima discussão para (pré-)adolescentes e uma narrativa de mistério bem construída.
A história começa com o professor de teatro do Calu sendo assassinado logo antes de entrar em cena, no meio de uma peça. E aí os Karas entram em ação pra desvendar o crime. Até aqui parece um mistério comum, né? Mas quando a gente descobre o que tá por trás desse assassinato, o negócio fica muito mais sério do que parecia. O livro aborda um tema de peso enorme na história global: o nazismo e o que ele representa. E não é só passado, não — a ameaça de um renascimento desse ideal aparece de um jeito que coloca os personagens em risco real. Eles se jogam de cabeça pra tentar impedir que uma nova guerra se inicie, e dá pra sentir o peso disso em cada página. O Pedro Bandeira mostra até que ponto chega a insanidade humana diante das diferenças, e faz isso de um jeito que bate fundo, mesmo sendo um livro jovem
mesmo retratando de assuntos pesados, foi tranquilo de se ler e bem fácil para pessoas que não entendem bem sobre o assunto entenderem, é uma leitura fácil e os mistérios que acontecem só te fazem querer ler para saber o que acontece mais e mais
aaaaa eu amo muito meus fioteeeee :') continuo achando que o romance é desnecessário, mas fora isso, eu amo como o Pedro Bandeira aborda a problemática da trama.
Eu li esse livro com 8 anos e mesmo sem entender nada sobre nazismo, gostei muito da história, li denovo recentemente e me apaixonei por esse livro mais ainda!!!
Mais uma vez, Bandeira traz discussões relevantes para o público infantojuvenil. Mesmo ainda tendo aquela leveza dos momentos de amizade entre os Karas, a aventura da vez traz uma discussão bem mais séria: o neonazismo. Não estava esperando que uma temática como essa fosse ser abordada nessa série (não li a sinopse de nenhum dos livros), mas achei que o autor o fez de forma bem responsável, trazendo reflexões muito importantes para introduzir o tema aos adolescentes. Gostaria muito de ter sido apresentada a esses livros na escola, eles teriam me aberto portas para muitas reflexões.
Nossa, nostalgia incrível relembrar esse livro. Lembro que fiquei obcecada quando li. Minha professora de português, hoje minha madrinha, foi a responsável por me mostrar essa série.