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O Livro dos Vilões: Novos Contos de Fadas
Organizado da mesma forma que O livro das princesas – também com o esquema de dois populares autores nacionais, e dois nomes famosos do exterior – O livro dos vilões reúne estes autores para uma coletânea de contos sobre vilões icônicos dos contos de fadas. As irmãs de Cinderela? Malévola? Madrastas e lobos? Carina Rissi, Cecily Von Ziegesar, Diana Peterfreund e Fábio Yabu estão aqui com a mensagem: este não é um livro tão bonzinho quanto o seu antecessor.
. Cecily Von Ziegesar é a popular autora das séries It Girl e Gossip Girl, esta última que inspirou o seriado na televisão.
· Diana Peterfreund é autora das séries Sociedade Secreta e Caçadora de Unicórnios.
· Carina Rissi é autora dos populares Procura-se um marido e Perdida, publicados pela editora Verus, que já venderam mais de 40 mil exemplares no Brasil.
· Fábio Yabu já publicou, pela Galera, seu livro A última princesa.
. Cecily Von Ziegesar é a popular autora das séries It Girl e Gossip Girl, esta última que inspirou o seriado na televisão.
· Diana Peterfreund é autora das séries Sociedade Secreta e Caçadora de Unicórnios.
· Carina Rissi é autora dos populares Procura-se um marido e Perdida, publicados pela editora Verus, que já venderam mais de 40 mil exemplares no Brasil.
· Fábio Yabu já publicou, pela Galera, seu livro A última princesa.
320 pages, Paperback
First published July 1, 2014
About the author
Cecily von Ziegesar
112 books3,073 followersCecily von Ziegesar is the #1 New York Times bestselling author of the Gossip Girl novels, upon which the hit television show is based.
Cecily von Ziegesar was born in New York City. Her childhood dream was to grow up to be a ballerina; she began lessons at age 3 and auditioned for the School of American Ballet at age 8, but was rejected.
As a teenager, von Ziegesar commuted to Manhattan at 6 a.m. to attend the Nightingale-Bamford School. After graduating from Nightingale, von Ziegesar attended Colby College before spending a year in Budapest working for a local radio station.
Von Ziegesar returned to the United States to study creative writing at the University of Arizona, but dropped out shortly thereafter.
Back in New York, while working at book-packaging firm Alloy Entertainment, von Ziegesar became inspired to create the Gossip Girl series, which follows the lives of privileged teenagers in New York. The series climbed to the top of The New York Times best-sellers list in 2002. A spin-off series, The It Girl, made the list in 2005.
The Constance Billard School for Girls in Gossip Girl is based upon an exaggerated version of von Ziegesar's alma mater, Nightingale. She also culled events from the book from the lives of her extremely wealthy friends, as well as her own life as a perpetual gossip.
She lives in Brooklyn, New York with her family.
Cecily von Ziegesar was born in New York City. Her childhood dream was to grow up to be a ballerina; she began lessons at age 3 and auditioned for the School of American Ballet at age 8, but was rejected.
As a teenager, von Ziegesar commuted to Manhattan at 6 a.m. to attend the Nightingale-Bamford School. After graduating from Nightingale, von Ziegesar attended Colby College before spending a year in Budapest working for a local radio station.
Von Ziegesar returned to the United States to study creative writing at the University of Arizona, but dropped out shortly thereafter.
Back in New York, while working at book-packaging firm Alloy Entertainment, von Ziegesar became inspired to create the Gossip Girl series, which follows the lives of privileged teenagers in New York. The series climbed to the top of The New York Times best-sellers list in 2002. A spin-off series, The It Girl, made the list in 2005.
The Constance Billard School for Girls in Gossip Girl is based upon an exaggerated version of von Ziegesar's alma mater, Nightingale. She also culled events from the book from the lives of her extremely wealthy friends, as well as her own life as a perpetual gossip.
She lives in Brooklyn, New York with her family.
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Community Reviews
Displaying 1 - 19 of 19 reviews
January 7, 2015
O conto do Fábio Yabu é excelente, me surpreendi muito. O da Diana Peterfreund e o da Carina Rissi são bons, mas eu diria que são um pouco óbvios demais, já o da Cecily von Ziegseiláoque é péssimo, gente, é o conto de abertura e isso deveria ser reavaliado porque o leitor já começa desencorajado. Falta nexo, originalidade e as transições de cena são muito bruscas, nem vale a pena ler! Uma pena porque é uma das autoras que são peso ao livro.
April 7, 2015
O primeiro conto , foi bem ruim , achei muito confuso e mal escrito , realmente pensei em desistir do livro , mas os 3 últimos contos são FANTÁSTICO, acabou que o primeiro conto não influenciou na minha avaliação acabei amando o livro e recomendo (principalmente o último conto o do Fabio Yabu é o melhor incrível
April 13, 2020
Eu gostei bastante. O primeiro conto é meio ruinzinho, mas todos os outros são bem legais. Eles me trouxeram uma surpresa agradável, principalmente o último, que eu achei incrível.
September 17, 2026
O OUTRO LADO DA MESMA HISTÓRIA
Em o livro dos vilões, temos quatro contos escritos por quatro autores diferentes, cada qual com seu estilo próprio e modo de escrever e evidenciar as coisas. Claro que como é um aglomerado de estilos que foram reunidos para compor um só livro, conseguimos perceber essas diferenças e sentir enquanto estamos lendo, se apegando ou não aos personagens e à escrita do autor.
Temos o primeiro conto, que é inspirado na Cinderela e suas meia irmãs, que são viciadas em sapatos e em expor tudo no Instagram. Como foi de opinião unânime aqui pelas resenhas, eu concordo que esse foi o mais raso e chatinho, sem grandes reviravoltas ou motivos plausíveis o suficiente para as coisas acontecerem do jeito que aconteceram. Parece que a autora estava sem grandes ideias ou motivações e deixou tudo muito apressado e ocorrendo de maneira desesperada, sem pé nem cabeça. A trama principal é que as meia irmãs da Cindy (Cinderela) querem achar o par de sapatos perfeito para ir ao baile mais aguardado da escola, mas só encontram esse sapato no tamanho dos pés da Cindy.
Depois, a Cindy conhece um gerente gay da loja, que fará as vezes de "fada madrinha", e ajudará ela a ir para o baile também.
Sobre o segundo conto, aqui vai a resenha que fiz sobre esse livro na versão dele individual: A verdade é que como todo livro escrito pela Carina Rissi, esse não poderia ser exceção: divertido, leve, criativo e fluído. Claro, não chega nem perto das outras obras dela, que são mais aprofundadas e desenvolvidas, mas sinto que a intenção da autora nesse livro em especifico era nos entregar uma história divertida e para passar o tempo ou usar como transição de livros mais elaborados para outro.
Eu me diverti bastante lendo esse livro, e como diz o ditado, é o tipo de história que você lê em uma sentada, por ser curto e leve. Me lembro que quando li, eu entendia sim as falhas e os pontos negativos na Malvina, mas a Carina foi muito convincente em nos fazer entender o lado dela e apoiar, criando empatia e simpatia por ela.
A Bianca é tão sonsa, manipuladora e sem sal, que eu detestei ela e me pegava desejando que ela se ferrasse e tivesse um fim satisfatório no ponto de vista de quem pegou ranço dela, mas infelizmente ela termina o livro se dando bem, enquanto a Malvina tem um final que deixa a sensação de injustiça e um gosto amargo na boca de quem perdeu o posto e o status que lutou tanto para conquistar.
Sério, sem paciência nenhuma para a chata da Bianca! Sei que ela é a "mocinha", sei que essa história esteja recontando o conto de fadas da Branca de Neve de forma contemporânea, mas só apoiamos a Branca de Neve no original mesmo, porque aqui não dá rs.
Enquanto isso, a Malvina é bem divertida e seu humor ácido nos prende na história, conforme ela conversa de maneira direta com os leitores, como se fosse uma entrevista íntima.
Esse não é o tipo de livro pra quem procura algo sólido e elaborado para ler. Como muitas pessoas disseram e eu concordo, é apenas uma leitura rápida para trazer um pouco de leveza para a mente antes de embarcar com tudo na próxima leitura.
No terceiro conto, vamos acompanhar um reconto da história da Malévola, que aqui se chama Malena.
Malena vem de uma família com linhagem de bruxas, que atualmente fazem poções e entre outras coisas para as pessoas da região, mas que implora para a mãe que quer ter uma vida normal e frequentar a escola, criar relacionamentos e tudo mais, como qualquer garota da sua idade faria.
Ela então começa a frequentar a escola, fazer amigos (entrando para o grupo das garotas mais populares do colégio) e se apaixonando pelo cara que todas querem e que também é o mais popular da escola.
Por causa da sua família e sua linhagem, ela sofre muitas represálias e ataques de ódio, com as pessoas descobrindo onde ela mora, maltratando ela e destilando muito preconceito, além de que ela quebra a cara com o menino que se apaixonou e com as amigas que achou que tinha feito.
Esse conto também aborda temas mais sérios e pesados, como estupro, aborto, gravidez e etc. Não achei que ele fosse seguir por esse caminho, apesar de ser um reconto pela visão dos vilões e da Era moderna, mas sim, esses assuntos foram incluídos, e não foi ruim.
O quarto e último conto nos apresenta o lobo mau, da chapéuzinho vermelho e dos três porquinhos, em que o narrador da história é o principal vilão.
Esse conto com certeza foi o que mais surpreendeu e doeu, pois é muito mais profundo e envolvente, tratando os sentimentos do lobo e como ele se sente sozinho, magoado e injustiçado o tempo todo.
Para resumir, o lobo não quer ser mau, mas cada vez que alguém do mundo real (sim, o nosso mundo) conta a história da chapéuzinho vermelho, ele é obrigado a viver tudo de novo, repassando os momentos da história e sentindo sempre a mesma dor (mental e física), visto que sempre o caçador abre a barriga dele, enche de pedras e costura 😭😭😭 Ele literalmente precisa passar por isso todos os dias e sentir tudo, até mesmo a cicatrização, que na verdade nem dá tempo de cicatrizar direito até o pesadelo recomeçar.
Então ele consegue vir para o nosso mundo com a ajuda de um anão e depois de enfrentar o narrador, e vai parar debaixo da cama de uma garotinha de 5 anos de idade. Lá, pela primeira vez ele se sente livre e faz amizade com essa menina, começando a entender o mundo de maneira mais clara e ampla e percorrendo esse caminho de cura aos poucos também. Ele se torna um lobo muito querido e conhecido no nosso mundo real, aparecendo constantemente nas mídias.
Em o livro dos vilões, temos quatro contos escritos por quatro autores diferentes, cada qual com seu estilo próprio e modo de escrever e evidenciar as coisas. Claro que como é um aglomerado de estilos que foram reunidos para compor um só livro, conseguimos perceber essas diferenças e sentir enquanto estamos lendo, se apegando ou não aos personagens e à escrita do autor.
Temos o primeiro conto, que é inspirado na Cinderela e suas meia irmãs, que são viciadas em sapatos e em expor tudo no Instagram. Como foi de opinião unânime aqui pelas resenhas, eu concordo que esse foi o mais raso e chatinho, sem grandes reviravoltas ou motivos plausíveis o suficiente para as coisas acontecerem do jeito que aconteceram. Parece que a autora estava sem grandes ideias ou motivações e deixou tudo muito apressado e ocorrendo de maneira desesperada, sem pé nem cabeça. A trama principal é que as meia irmãs da Cindy (Cinderela) querem achar o par de sapatos perfeito para ir ao baile mais aguardado da escola, mas só encontram esse sapato no tamanho dos pés da Cindy.
Depois, a Cindy conhece um gerente gay da loja, que fará as vezes de "fada madrinha", e ajudará ela a ir para o baile também.
Sobre o segundo conto, aqui vai a resenha que fiz sobre esse livro na versão dele individual: A verdade é que como todo livro escrito pela Carina Rissi, esse não poderia ser exceção: divertido, leve, criativo e fluído. Claro, não chega nem perto das outras obras dela, que são mais aprofundadas e desenvolvidas, mas sinto que a intenção da autora nesse livro em especifico era nos entregar uma história divertida e para passar o tempo ou usar como transição de livros mais elaborados para outro.
Eu me diverti bastante lendo esse livro, e como diz o ditado, é o tipo de história que você lê em uma sentada, por ser curto e leve. Me lembro que quando li, eu entendia sim as falhas e os pontos negativos na Malvina, mas a Carina foi muito convincente em nos fazer entender o lado dela e apoiar, criando empatia e simpatia por ela.
A Bianca é tão sonsa, manipuladora e sem sal, que eu detestei ela e me pegava desejando que ela se ferrasse e tivesse um fim satisfatório no ponto de vista de quem pegou ranço dela, mas infelizmente ela termina o livro se dando bem, enquanto a Malvina tem um final que deixa a sensação de injustiça e um gosto amargo na boca de quem perdeu o posto e o status que lutou tanto para conquistar.
Sério, sem paciência nenhuma para a chata da Bianca! Sei que ela é a "mocinha", sei que essa história esteja recontando o conto de fadas da Branca de Neve de forma contemporânea, mas só apoiamos a Branca de Neve no original mesmo, porque aqui não dá rs.
Enquanto isso, a Malvina é bem divertida e seu humor ácido nos prende na história, conforme ela conversa de maneira direta com os leitores, como se fosse uma entrevista íntima.
Esse não é o tipo de livro pra quem procura algo sólido e elaborado para ler. Como muitas pessoas disseram e eu concordo, é apenas uma leitura rápida para trazer um pouco de leveza para a mente antes de embarcar com tudo na próxima leitura.
No terceiro conto, vamos acompanhar um reconto da história da Malévola, que aqui se chama Malena.
Malena vem de uma família com linhagem de bruxas, que atualmente fazem poções e entre outras coisas para as pessoas da região, mas que implora para a mãe que quer ter uma vida normal e frequentar a escola, criar relacionamentos e tudo mais, como qualquer garota da sua idade faria.
Ela então começa a frequentar a escola, fazer amigos (entrando para o grupo das garotas mais populares do colégio) e se apaixonando pelo cara que todas querem e que também é o mais popular da escola.
Por causa da sua família e sua linhagem, ela sofre muitas represálias e ataques de ódio, com as pessoas descobrindo onde ela mora, maltratando ela e destilando muito preconceito, além de que ela quebra a cara com o menino que se apaixonou e com as amigas que achou que tinha feito.
Esse conto também aborda temas mais sérios e pesados, como estupro, aborto, gravidez e etc. Não achei que ele fosse seguir por esse caminho, apesar de ser um reconto pela visão dos vilões e da Era moderna, mas sim, esses assuntos foram incluídos, e não foi ruim.
O quarto e último conto nos apresenta o lobo mau, da chapéuzinho vermelho e dos três porquinhos, em que o narrador da história é o principal vilão.
Esse conto com certeza foi o que mais surpreendeu e doeu, pois é muito mais profundo e envolvente, tratando os sentimentos do lobo e como ele se sente sozinho, magoado e injustiçado o tempo todo.
Para resumir, o lobo não quer ser mau, mas cada vez que alguém do mundo real (sim, o nosso mundo) conta a história da chapéuzinho vermelho, ele é obrigado a viver tudo de novo, repassando os momentos da história e sentindo sempre a mesma dor (mental e física), visto que sempre o caçador abre a barriga dele, enche de pedras e costura 😭😭😭 Ele literalmente precisa passar por isso todos os dias e sentir tudo, até mesmo a cicatrização, que na verdade nem dá tempo de cicatrizar direito até o pesadelo recomeçar.
Então ele consegue vir para o nosso mundo com a ajuda de um anão e depois de enfrentar o narrador, e vai parar debaixo da cama de uma garotinha de 5 anos de idade. Lá, pela primeira vez ele se sente livre e faz amizade com essa menina, começando a entender o mundo de maneira mais clara e ampla e percorrendo esse caminho de cura aos poucos também. Ele se torna um lobo muito querido e conhecido no nosso mundo real, aparecendo constantemente nas mídias.
April 8, 2016
Eu adorei O Livro das Princesas e fiquei animada quando foi anunciado este livro, mas ele foi decepcionante. Não gostei dos contos, não sei se foi a escolha dos autores ou a forma como foi desenvolvido. Mas enfim.
April 21, 2017
"#StepSisters- Sobre sapatos e selfies", da Cecily von Ziegesar- 3 estrelas;
"Menina Veneno", da Carina Rissi- 4 estrelas;
"Quanto Mais Afiado o Espinho", da Diana Peterfreund- 3 estrelas;
"A Menina e o Lobo", do Fabio Yabu- 5 estrelas (o melhor conto do livro).
"Menina Veneno", da Carina Rissi- 4 estrelas;
"Quanto Mais Afiado o Espinho", da Diana Peterfreund- 3 estrelas;
"A Menina e o Lobo", do Fabio Yabu- 5 estrelas (o melhor conto do livro).
November 19, 2020
StepSisters: Sobre Sapatos e Selfies - Cecily von Ziegesar: ⭐️
Menina Veneno - Carina Rissi: ⭐️⭐️
Quanto Mais Afiado O Espinho - Diana Petterfreund: ⭐️
A Menina E O Lobo - Fábio Yabu: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Menina Veneno - Carina Rissi: ⭐️⭐️
Quanto Mais Afiado O Espinho - Diana Petterfreund: ⭐️
A Menina E O Lobo - Fábio Yabu: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
September 17, 2023
1- O primeiro conto é muito paia
2- O segundo é muito bom.
3- O terceiro é nhe.
4- MARAVILHOSO.
2- O segundo é muito bom.
3- O terceiro é nhe.
4- MARAVILHOSO.
November 18, 2020
Vilões não são sempre vilões
Amiguinhos leitores, contém spoiler.
Gosto da ideia de ler contos de autores diferentes reunidos. Gosto mais da ideia do tema central da obra serem os vilões que tanto aprendemos a não gostar - mas que acabamos gostando ao longo da vida (Ou será que foi só comigo?).
Conto 1: #Stepsisters
"Cinderella, Cinderella, noite e dia Cinderella..." Essa música é familiar. Sapatinhos de cristal também. Cecily Von Ziegesar ambientou a história da Cinderella na Nova York dos dias de hoje. Bem Gossip Girl, bem maldosas. Aquelas gêmeas chatas e insuportáveis que exploram a irmã mais nova, fazendo-a ficar na fila para terem um par de Loubotins na promoção (primeiro ponto: Nova York, século XXI, será que a Cindy não percebeu que poderia denunciar as irmãs, a madrasta e o pai por negligência e maus tratos? Tudo bem, deixei passar). Vamos para o Baile (segundo ponto: acho que a Blair Waldorf estava nesse baile, não acham?), as irmãs vão para o baile, aparece o HOT GUY que todas almejam e adivinhe só? Ele gosta da Cindy, que foi disfarçada. Até aí, nada de diferente né? Eis que ela precisa ir embora com sua Fada Padrinha e decide dar uma carona para o "Príncipe Encantado". Eis quando suas meia irmãs decidem perseguir eles dois (Porque ninguém tem nada melhor para fazer). No auge da perseguição, acontece algo muito surrealista e as irmãs ficam meio zonzas, sob um efeito alucinógeno. E é essa parte que eu queria que chegasse. Cindy não é uma boazinha nem a pau. Ela sacaneia tanto as irmãs enquanto elas estão "alucinadas". Resumindo: Ninguém é Santo. O que faltam são oportunidades.
Conto 2: Menina Veneno
Esse conto eu gostei e não gostei, mesmo falando da primeira das vilãs, a diva master: Rainha Má (Ou a da Branca de Neve, se você não souber quem é). Confesso que essa mulher me dava calafrios quando eu era pequena e ela se transformava em bruxa. Depois de crescer, aprendi a gostar dela e vi que a Branca de Neve é MUITO CHATA.
Adorei o estilo de narração da Carina Rissi, muito irônico e sarcástico, como uma boa vilã narraria. Nada melhor do que uma rainha que idolatra sua beleza do que o mundo das Top Models. Gostei muito de ter ambientado o conto nesse mundo e mais ainda de ter ambientado no Brasil (Uma estrelinha dourada para a Rissi). Não sie como resumir sem dar muitos spoilers, mas podemos chegar à conclusão que, dessa vez, a vilã se dá mal! Contudo, quero destacar que, a Bianca (ou Branca de Neve) não é tão fofa e sai cantando por aí como na animação!
Conto 3: Quanto mais afiado o espinho
O que falar desse conto que eu li tão rápido e já considero tanto? Ele simplesmente fala da MINHA DIVA DO MAL Malévola e de magia natural.
Voltando a mim mesma, devo dizer que o ponto principal desse conto foi o preconceito (Ouso até dizer um preconceito religioso, uma vez se encararmos a Magia Natural/Wicca como religião), o medo do desconhecido e a hipocrisia. Claro que ela não relata desse jeito, mas é a mais pura verdade. Esse é o conto que eu sugiro a todos lerem primeiro.
Conto 4: A menina e o lobo
O início desse conto foi bem chato. Bem monótono. Quase larguei o livro. Mas ele vai ficando interessante. E a mensagem por detrás dele é bem legal. Pena que não sei o que escrever sobre ele. Enfim, leiam.
Sobre o livro em si: Foi uma experiência interessante para mim, uma vez que só conhecia do estilo de escrita da Cecily Von Ziegesar. Achei uns contos corridos, outros com detalhes desnecessários.
Amiguinhos leitores, contém spoiler.
Gosto da ideia de ler contos de autores diferentes reunidos. Gosto mais da ideia do tema central da obra serem os vilões que tanto aprendemos a não gostar - mas que acabamos gostando ao longo da vida (Ou será que foi só comigo?).
Conto 1: #Stepsisters
"Cinderella, Cinderella, noite e dia Cinderella..." Essa música é familiar. Sapatinhos de cristal também. Cecily Von Ziegesar ambientou a história da Cinderella na Nova York dos dias de hoje. Bem Gossip Girl, bem maldosas. Aquelas gêmeas chatas e insuportáveis que exploram a irmã mais nova, fazendo-a ficar na fila para terem um par de Loubotins na promoção (primeiro ponto: Nova York, século XXI, será que a Cindy não percebeu que poderia denunciar as irmãs, a madrasta e o pai por negligência e maus tratos? Tudo bem, deixei passar). Vamos para o Baile (segundo ponto: acho que a Blair Waldorf estava nesse baile, não acham?), as irmãs vão para o baile, aparece o HOT GUY que todas almejam e adivinhe só? Ele gosta da Cindy, que foi disfarçada. Até aí, nada de diferente né? Eis que ela precisa ir embora com sua Fada Padrinha e decide dar uma carona para o "Príncipe Encantado". Eis quando suas meia irmãs decidem perseguir eles dois (Porque ninguém tem nada melhor para fazer). No auge da perseguição, acontece algo muito surrealista e as irmãs ficam meio zonzas, sob um efeito alucinógeno. E é essa parte que eu queria que chegasse. Cindy não é uma boazinha nem a pau. Ela sacaneia tanto as irmãs enquanto elas estão "alucinadas". Resumindo: Ninguém é Santo. O que faltam são oportunidades.
Conto 2: Menina Veneno
Esse conto eu gostei e não gostei, mesmo falando da primeira das vilãs, a diva master: Rainha Má (Ou a da Branca de Neve, se você não souber quem é). Confesso que essa mulher me dava calafrios quando eu era pequena e ela se transformava em bruxa. Depois de crescer, aprendi a gostar dela e vi que a Branca de Neve é MUITO CHATA.
Adorei o estilo de narração da Carina Rissi, muito irônico e sarcástico, como uma boa vilã narraria. Nada melhor do que uma rainha que idolatra sua beleza do que o mundo das Top Models. Gostei muito de ter ambientado o conto nesse mundo e mais ainda de ter ambientado no Brasil (Uma estrelinha dourada para a Rissi). Não sie como resumir sem dar muitos spoilers, mas podemos chegar à conclusão que, dessa vez, a vilã se dá mal! Contudo, quero destacar que, a Bianca (ou Branca de Neve) não é tão fofa e sai cantando por aí como na animação!
Conto 3: Quanto mais afiado o espinho
O que falar desse conto que eu li tão rápido e já considero tanto? Ele simplesmente fala da MINHA DIVA DO MAL Malévola e de magia natural.
Voltando a mim mesma, devo dizer que o ponto principal desse conto foi o preconceito (Ouso até dizer um preconceito religioso, uma vez se encararmos a Magia Natural/Wicca como religião), o medo do desconhecido e a hipocrisia. Claro que ela não relata desse jeito, mas é a mais pura verdade. Esse é o conto que eu sugiro a todos lerem primeiro.
Conto 4: A menina e o lobo
O início desse conto foi bem chato. Bem monótono. Quase larguei o livro. Mas ele vai ficando interessante. E a mensagem por detrás dele é bem legal. Pena que não sei o que escrever sobre ele. Enfim, leiam.
Sobre o livro em si: Foi uma experiência interessante para mim, uma vez que só conhecia do estilo de escrita da Cecily Von Ziegesar. Achei uns contos corridos, outros com detalhes desnecessários.
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December 25, 2016
Sinto muito, mas eu fui incapaz de terminar este aqui. Eu tentei com todas as minhas forças, no entanto.... Não rolou e duvido que algum dia eu pense nesse livro e diga uau ! Que mensagem maravilhosa! como eu não entendi na época?
Não isso não vai acontecer. Talvez ele tenha feito um bom papel mostrando que ninguém é bom no fim, todos têm o seu lado mau, mesmo os conhecidos por 'bonzinhos'. CONTUDO! Isso foi demonstrado da pior forma possível, com escrita tediosa e com personagens COMPLETAMENTE sem graça!
Eu li somente os dois primeiros contos.
O primeiro me fez querer vomitar em todas as pesonagens. O segundo foi um pouco menos drástico, mas bom não foi não.
O primeiro é sobre a famosa Cinderela. UAU. O nome da personagem principal é Cindy e ela gosta de sapatos. Calça 34/35 e é tratada como se tivesse um pé de criança - PERA AÍ ! EU CALÇO 33/34 ( mais para 34 ) e sinto muito, mas 34/35 não é NADA minúsculo nem exagerado.
Um cara da loja decide ajudar ela, porque ele é gay e decidiu dar uma de fada madrinha. Genial não? NÃO! Isso é ridículo.
A enrolação entre Cindy e seu suposto príncipe azul também! Entediante e cansativa. O fim? Nem se comenta...
Segundo conto! Graças a Deus ! Já estava pensando em matar alguém depois de ter comentado tanto sobre o primeiro...
Baseado na Branca de Neve temos um plano de fundo da Fofadrasta. Uma infeliz na realidade. Ela tem um complexo por ter crescido em um lar de adoção ( não sei se posso julga-la) , mas o fato é que tudo gira em torno disso e seu problema - que sem sombra de dúvidas exige um psicólogo- com beleza.
De forma geral esse não é tão ruim, mas é cansativo e desnecessário.
Acabei desistindo antes mesmo de ler o título do terceiro conto, não queria desperdiçar meu tempo com mais um desses contos e imagino que não tomei uma decisão impensada.
Não isso não vai acontecer. Talvez ele tenha feito um bom papel mostrando que ninguém é bom no fim, todos têm o seu lado mau, mesmo os conhecidos por 'bonzinhos'. CONTUDO! Isso foi demonstrado da pior forma possível, com escrita tediosa e com personagens COMPLETAMENTE sem graça!
Eu li somente os dois primeiros contos.
O primeiro me fez querer vomitar em todas as pesonagens. O segundo foi um pouco menos drástico, mas bom não foi não.
O primeiro é sobre a famosa Cinderela. UAU. O nome da personagem principal é Cindy e ela gosta de sapatos. Calça 34/35 e é tratada como se tivesse um pé de criança - PERA AÍ ! EU CALÇO 33/34 ( mais para 34 ) e sinto muito, mas 34/35 não é NADA minúsculo nem exagerado.
Um cara da loja decide ajudar ela, porque ele é gay e decidiu dar uma de fada madrinha. Genial não? NÃO! Isso é ridículo.
A enrolação entre Cindy e seu suposto príncipe azul também! Entediante e cansativa. O fim? Nem se comenta...
Segundo conto! Graças a Deus ! Já estava pensando em matar alguém depois de ter comentado tanto sobre o primeiro...
Baseado na Branca de Neve temos um plano de fundo da Fofadrasta. Uma infeliz na realidade. Ela tem um complexo por ter crescido em um lar de adoção ( não sei se posso julga-la) , mas o fato é que tudo gira em torno disso e seu problema - que sem sombra de dúvidas exige um psicólogo- com beleza.
De forma geral esse não é tão ruim, mas é cansativo e desnecessário.
Acabei desistindo antes mesmo de ler o título do terceiro conto, não queria desperdiçar meu tempo com mais um desses contos e imagino que não tomei uma decisão impensada.
December 30, 2015
Vídeo de 1 minuto: https://youtu.be/s4YAIGvAQ64
Vídeo mais completo: https://youtu.be/pzaJUPYX1Hk
Blog: http://leitoranaholanda.com.br/2016/0...
O Livro dos Vilões é um livro com quatro contos escritos por quatro autores diferentes. São eles:
- #stepsisters – Sobre sapatos e selfies da Cecily von Ziegesar (releitura de Cinderela)
- Menina Veneno da Carina Rissi (releitura de Branca de Neve)
- Quanto mais afiado o espinho da Diana Peterfreund (releitura de Bela Adormecida)
- A Menina e o Lobo do Fábio Yabu (releitura de Chapeuzinho Vermelho)
E quando eu falo releitura, nesse caso, quero dizer em um sentido bem amplo da palavra, pois as histórias não são tão guiadas pelos contos de fadas.
Nesses contos, as personagens vivem em um mundo moderno e muitas vezes não possuem nem características semelhantes com as conhecidas das histórias originais. Demorou para eu perceber, por exemplo, que Quanto mais afiado o espinho falava de Bela Adormecida ou, mais precisamente, da Malévola, pois nem os nomes são mantidos.
No geral, não gostei tanto do livro, talvez pela minha expectativa. Esperava algo mais próximo aos conhecidos contos de fadas, algo que mantivesse mais elementos conhecidos e não “viajasse” tanto na narrativa.
Os contos que gostei mais foram o da Carina Rissi, onde a madrasta da Branca de Neve é uma modelo famosa e vaidosa, que explica porque ficou com raiva de sua enteada que não é tão boa e inocente quanto no clássico; e do conto do Fabio Yabu onde os personagens das histórias revivem seus clássicos eternamente e ficamos até com dó do Lobo. Além disso, nesse conto, o Narrador tem um papel muito interessante, sendo como um Deus para os personagens!
Vídeo mais completo: https://youtu.be/pzaJUPYX1Hk
Blog: http://leitoranaholanda.com.br/2016/0...
O Livro dos Vilões é um livro com quatro contos escritos por quatro autores diferentes. São eles:
- #stepsisters – Sobre sapatos e selfies da Cecily von Ziegesar (releitura de Cinderela)
- Menina Veneno da Carina Rissi (releitura de Branca de Neve)
- Quanto mais afiado o espinho da Diana Peterfreund (releitura de Bela Adormecida)
- A Menina e o Lobo do Fábio Yabu (releitura de Chapeuzinho Vermelho)
E quando eu falo releitura, nesse caso, quero dizer em um sentido bem amplo da palavra, pois as histórias não são tão guiadas pelos contos de fadas.
Nesses contos, as personagens vivem em um mundo moderno e muitas vezes não possuem nem características semelhantes com as conhecidas das histórias originais. Demorou para eu perceber, por exemplo, que Quanto mais afiado o espinho falava de Bela Adormecida ou, mais precisamente, da Malévola, pois nem os nomes são mantidos.
No geral, não gostei tanto do livro, talvez pela minha expectativa. Esperava algo mais próximo aos conhecidos contos de fadas, algo que mantivesse mais elementos conhecidos e não “viajasse” tanto na narrativa.
Os contos que gostei mais foram o da Carina Rissi, onde a madrasta da Branca de Neve é uma modelo famosa e vaidosa, que explica porque ficou com raiva de sua enteada que não é tão boa e inocente quanto no clássico; e do conto do Fabio Yabu onde os personagens das histórias revivem seus clássicos eternamente e ficamos até com dó do Lobo. Além disso, nesse conto, o Narrador tem um papel muito interessante, sendo como um Deus para os personagens!
August 2, 2016
O primeiro conto escrito pela Cecily Von Ziegesar sobre as irmãs da Cinderela acaba caindo no clichê de adolescentes mimadas e ricas que não possuem caráter. Este, com certeza, não foi um bom início para o livro. (1 estrela)
O segundo conto escrito pela Carina Rissi, em contrapartida, foi uma bela surpresa. A autora conseguiu criar a personagem da rainha má da Branca de Neve de uma forma humana e real, introduzindo elementos clássicos da história de uma forma bem sutil. (5 estrelas)
O terceiro conto escrito pela Diana Peterfreund, fala sobre a Malévola. Também é um conto bem sem graça, tratando de temas como bullying e hipocrisia. (2 estrelas)
O quarto conto é outra surpresa, escrito por Fábio Yabu. Ele explora quem é o narrador das histórias infantis e com várias metáforas consegue construir uma história encantadora e reflexiva. (5 estrelas)
Só tenho a dizer que os autores nacionais arrasaram!
O segundo conto escrito pela Carina Rissi, em contrapartida, foi uma bela surpresa. A autora conseguiu criar a personagem da rainha má da Branca de Neve de uma forma humana e real, introduzindo elementos clássicos da história de uma forma bem sutil. (5 estrelas)
O terceiro conto escrito pela Diana Peterfreund, fala sobre a Malévola. Também é um conto bem sem graça, tratando de temas como bullying e hipocrisia. (2 estrelas)
O quarto conto é outra surpresa, escrito por Fábio Yabu. Ele explora quem é o narrador das histórias infantis e com várias metáforas consegue construir uma história encantadora e reflexiva. (5 estrelas)
Só tenho a dizer que os autores nacionais arrasaram!
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January 28, 2015
Gostei até que bastante. O primeiro conto é meio esquisito, o da Carina Rissi é divertido e eu adorei/simpatizei muito com a heroína/vilã da Peterfreund. O conto do Yabu é bastante bonito, convincente e encantador. Realmente só questiono terem colocado o conto mais fraco primeiro ¯\_(ツ)_/¯
October 19, 2014
Assim como o das princesas, dois contos muito bacanas e dois contos que eu seria mais feliz se não tivesse lido.
February 18, 2015
Divertido e até inesperado embora seja uma leitura bem juvenil.
May 23, 2016
muitos contos do amor ❤
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