Marcelo is a curious and inventive boy, who has a lot of questions about the meaning and origins of words. As he ventures to further discover these answers, he decides to create his own vocabulary, which leads to a series of unexpected events. Originally published in Brazil in 1976 and titled Marcelo, Martelo, Marmelo, this book is the cornerstone work by acclaimed children's author Ruth Rocha.
O que mais gosto desse livro são os pequenos exercícios ao final de cada um dos três contos, como não bastasse a identificação no decorrer da leitura, a criança é estimulada a exercitar a imaginação na escrita, o que torna tudo mais interessante para uma leitura ativa. Plus: Marcelo é o Retrato do Artista enquanto James Joyce criança.
Esse é um daqueles bons livros infantis, com histórias feitas para crianças pequenas, mas com temas que encantam e desafiam até os adultos. São três narrativas no volume: o curioso Marcelo na fase dos porquês se perguntando porque as coisas têm o nome que têm; as amigas Gabriela e Terezinha que acabam imitando uma à outra para serem aceitas pelo grupo; e Carlos Alberto, o dono da Bola, que aprende lições sobre egoísmo e a importância de compartilhar. É um clássico da literatura infantil brasileira, obrigatório para todos os que convivem ou trabalham com crianças de até 10 anos.
O Marcelo eu lembro de quando li na escola, brincando com as palavras igual eu sempre fiz. Gostei também de conhecer Gabriela e Teresinha (ensinando sororidade desde 1976, arrasou, dona Ruth!) e que bom que o Caloca aprendeu o que precisava. :) hahahaha
Por que é que cadeira se chama cadeira e não sentador?” — Marcelo, o protagonista de Ruth Rocha, é o tipo de criança que pensa como um filósofo e fala como um poeta. Neste clássico da literatura infantil, acompanhamos um menino que questiona a lógica das palavras e tenta renomear o mundo à sua maneira.
É uma história divertida, inteligente e cheia de ritmo, agora com ilustrações vivas e expressivas de Raquel Costa. Para crianças que estão a descobrir o poder das palavras — e para adultos que precisam de se lembrar que a linguagem é, antes de tudo, um jogo criativo.
Li a edição da coleção Pererê: um pequeno tesouro da Tinta-da-China que recupera clássicos da literatura infantil brasileira, agora em edições de capa dura, cartonadas e ilustradas por nomes contemporâneos.
A ideia é simples, mas poderosa: apresentar às novas gerações histórias que marcaram infância atrás de infância — e lembrar aos adultos que a boa literatura infantil nunca deixa de nos pertencer.
Mais do que livros para crianças, estes títulos são convites a pensar, rir, sentir e partilhar. São perfeitos para ler em voz alta, para guardar na estante ou para voltar sempre que for preciso reencontrar o essencial. Porque às vezes, para compreender o mundo, basta um livro pequeno, com poucas palavras e muito coração.
Um dos livros que me transformaram em leitora; sem muitas intenções, mamãe comprou um exemplar pra mim e pro meu irmão. Gostaria de dizer que o disputávamos na leitura, mas só eu o lia, Gustavo nunca gostou de ficção — continua não gostando, sendo os únicos livros que lê os referentes a concurso público. A estrela que não dei em minha avaliação é em relação ao seguinte: não se pode dizer a uma criança que a gente "brinca de índio", e nenhuma criança negra/parda achará bonita a representação de não-brancos no livro (não digam que exagero, tem muito disso nos livros infantis mais antigos: pardos, negros e indígenas sendo representados a partir dum estereótipo, ou sendo mal representados, com traços preguiçosos.) Planejo ter um filho daqui uns poucos anos e, desde então, já comecei meu cotejo de literatura infantil. Meu companheiro é pardo; tem chances de nosso filho o ser também. Não posso ser irresponsável sob nenhuma circunstância e etnia, mas nessa hipótese envolve a autoestima e autoconfiança do futuro rebento.
Merece toda a fama que tem e talvez um pouco mais.
Marcelo é um menininho que não está exatamente naquela fase do "por quê?" em que não apenas tenta entender, mas cria sua própria lógica. Sem zombar, sem violência, mas com muita compreensão e respeito tanto pela criança quanto pelo adulto, a autora explica como nessa curta história como isso funciona e o tipo de consequência que o mundo fantástico pode acarretar na vida real.
É tudo feito de uma forma simples, sem julgamentos fortes para que a criança de cinco ou seis anos possa entender porque os adultos se preocupam e para que os mesmos que acompanham a leitura vejam como é um processo natural do crescimento.
É essa singeleza e a beleza do texto que ainda encantam.
"E agora, naquela família, todo mundo se entende muito bem. O pai e a mãe do Marcelo não aprenderam a falar como ele, mas fazem força pra entender o que ele fala. E nem estão incomodados com o que a visitas pensam..."
Como seria maravilhoso se os pais tentassem entender o que os filhos estão tentando falar 😌 Outra leitura super nostálgica!
Se não leu ainda, não perca tempo. O Marcelo é uma criança questionadora, como toda criança, pena que esquecemos de continuar assim quando viramos adultos e acabamos aceitando o que o mundo quer nos impor.
Esse foi o primeiro livro que ganhei na vida, com a dedicatóra de uma professora muito querida da pré-escola, e se tornou o meu livro favorito da infância. É, sem dúvida, um clássico da literatura infantil!
Read it. Loved the collage illustrations. Though, I’m clearly too much of an adult stickler as I thought the dog house fire should have taught Marcelo to speak normally rather than his parents to speak nonsense!
This entire review has been hidden because of spoilers.
Originally book as published Brazil in 1976 and then translated into English. I chose the book because Martello is a family name and not very common so I was curious. Marcelo is a young boy who questions why things are named the way they are and thinks they are named wrong and renames them. Cute.
Vou deixar aqui registrado, porque acho que foi o primeiro livro que li efetivamente na vida, durante minha alfabetização. Tirarei a dúvida com minha mãe. Memória afetiva...
*One of the books from my childhood or teenage years—I'm not exactly sure when I read it, as I only remember bits and pieces—so I'm counting 2007 as the reading date.*
I loved this book. It is both playful and meaningful. It has distinctive and engaging artwork (by Ana Matsusaki). And while I can't compare the translation to the original Portuguese, the English (by Tal Goldfajn) is wonderfully lyrical and rhythmic. It is truly excellent!
5 stars! ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
This review is for the new English translation which was released in 2024. It hasn't appeared on GoodReads at the time of this review. See: Tapioca Stories.
I received this review copy through the LibraryThing.com GiveAway Program. The review is my own.
Livrinho composto de três historinhas que acredito estar mais indicado para crianças entre 3 a 7 anos. Marcelo, Marmelo, Martelo: o curioso Marcelo está na fatídica fase dos porques e a dúvida do momento é o nome que se dá às coisas. Por que Marcelo e não Martelo ou Marmelo? Por que cadeira e não sentador e por aí vai. Bem curioso. Gabriela e Terezinha: faz as crianças refletirem sobre as diferenças. O Dono da Bola: reflexão sobre o egoísmo e a importância de compartilhar (as crianças de hoje parecem só entender o verbo no facebook).