As Osho points out in the foreward to this book, historically, the creative person has been all but forced to rebel against the society.
But nowadays, the situation has dramatically changed. In today's world, the ability to respond creatively to new challenges is demanded of everybody, from corporate CEOs to "soccer moms." Those whose toolbox for dealing with life includes only what they have learned in the past from their parents and their teachers are at a distinct disadvantage both in their relationships and in their careers. Making a switch from imitative and rule-bound behavior to creative innovation and flexibility requires a profound change in our attitudes about ourselves and our capabilities.
Creativity is a handbook for those who understand the need to bring more creativity, playfulness, and flexibility to their lives. It's a manual for thinking "outside the box"-and learning to live there as well.
Rajneesh (born Chandra Mohan Jain, 11 December 1931 – 19 January 1990) and latter rebranded as Osho was leader of the Rajneesh movement. During his lifetime he was viewed as a controversial new religious movement leader and mystic.
In the 1960s he traveled throughout India as a public speaker and was a vocal critic of socialism, Mahatma Gandhi, and Hindu religious orthodoxy.
Rajneesh emphasized the importance of meditation, mindfulness, love, celebration, courage, creativity and humor—qualities that he viewed as being suppressed by adherence to static belief systems, religious tradition and socialization.
In advocating a more open attitude to human sexuality he caused controversy in India during the late 1960s and became known as "the sex guru".
In 1970, Rajneesh spent time in Mumbai initiating followers known as "neo-sannyasins". During this period he expanded his spiritual teachings and commented extensively in discourses on the writings of religious traditions, mystics, and philosophers from around the world. In 1974 Rajneesh relocated to Pune, where an ashram was established and a variety of therapies, incorporating methods first developed by the Human Potential Movement, were offered to a growing Western following. By the late 1970s, the tension between the ruling Janata Party government of Morarji Desai and the movement led to a curbing of the ashram's development and a back taxes claim estimated at $5 million.
In 1981, the Rajneesh movement's efforts refocused on activities in the United States and Rajneesh relocated to a facility known as Rajneeshpuram in Wasco County, Oregon. Almost immediately the movement ran into conflict with county residents and the state government, and a succession of legal battles concerning the ashram's construction and continued development curtailed its success.
In 1985, in the wake of a series of serious crimes by his followers, including a mass food poisoning attack with Salmonella bacteria and an aborted assassination plot to murder U.S. Attorney Charles H. Turner, Rajneesh alleged that his personal secretary Ma Anand Sheela and her close supporters had been responsible. He was later deported from the United States in accordance with an Alford plea bargain.[
After his deportation, 21 countries denied him entry. He ultimately returned to India and a revived Pune ashram, where he died in 1990. Rajneesh's ashram, now known as OSHO International Meditation Resort and all associated intellectual property, is managed by the Zurich registered Osho International Foundation (formerly Rajneesh International Foundation). Rajneesh's teachings have had a notable impact on Western New Age thought, and their popularity has increased markedly since his death.
Na contracapa diz "Este livro é um verdadeiro manual para aqueles que querem aprender a ser mais criativos, lúdicos e flexíveis em todos os aspetos das suas vidas". E eu tenho alguma dificuldade em encarar o livro "Criatividade - Libertar as forças interiores" de OSHO dessa forma, pois o autor não gosta habitualmente de oferecer verdades eternas aos seus leitores, preferindo ao invés deixar-nos a pensar pela nossa própria cabeça e, além disso, entendo que por essa mesma razão tenhamos aqui mais um ensaio, uma espécie de hino à criatividade se preferirmos, do que propriamente um manual.
Adorei ler este livro. Gostei até muito mais do que estava inicialmente a prever. Revi-me em muito do que li. Duas das passagens mais bonitas que li acerca do criador (no sentido daquele que tem criatividade) e que me dizem tanto são as seguintes: 1."(...)Um criador diverte-se. Não sabe qual o caminho correto para fazer uma coisa, por isso continua a procurar e a buscar vezes sem conta em direções diferentes. Muitas vezes movimenta-se na direção errada, mas, para onde quer que ele se mova, aprende. Fica cada vez mais rico. Faz algo que nunca ninguém fez antes. Se ele tivesse seguido o caminho correto, não teria sido capaz de o fazer. (...)"
2."(...) O criador não pode ser eficiente, tem de continuar em experimentações. O criador não pode assentar em lado nenhum. O criador é um vagabundo que leva a tenda sobre os ombros. Sim, pode fazer uma visita para pernoitar, mas de manhã parte de novo. É por este motivo que lhe chamo vagabundo. Ele nunca é um chefe de familia. Não consegue assentar, pois isso para ele é como a morte. Está sempre pronto a correr um risco. O risco é o seu caso de amor. (...)".
E teria muitas mais partes para destacar neste livro. Porém, para quem se interessar pelo estilo e pelo tema, o melhor é mesmo lê-lo. É muito bonito e entra para a categoria dos meus preferidos de Osho.
Palavras que me facultaram momentos de pura emoção, por me relembrarem que eu jamais estarei no caminho errado, contando que sinta estar a fazer o correto. Numa altura em que mal consigo criar o que quer que seja, dentro do que me é usual, deixou-me alegre ver escrito que ser-se criativo não tem limites e não se restringe a uma só área. Só ato de respirar faz parte da criatividade, portanto, o que quer que eu faça, desde com amor... Que rica aparição na minha vida!
3.5/5 estrelas Um livro bastante filosófico e que aborda muito deus Para quem não tem muita afeição com religião não é o melhor livro Contudo, traz algumas ideias interessantes sobre criatividade e como desconstruir ideias prévias sobre esta
Uma perspetiva muito interessante sobre o tema. Em muitas partes acertou e explicou momentos da minha vida em que me senti pouco criativa. Muitos exemplos explicativos que nos ajudam a entender a perspetiva do autor. Muito interessante, tanto a forma de escrita como a abordagem à Criatividade.
Sempre um bom livro quando se trata de OSHO. O objectivo é quase sempre o mesmo, mas qualquer dos livros que li é um bom livro, faz sempre bem lê-los para que nos recordemos do importante da vida, pois estamos sujeitos a muitas (demasiadas) interferências que nos desviam do que é realmente importante.
OSHO é uma personagem, no mínimo interessante. Atenção, digo interessante porque tem cantos e recantos que se escondem ao espectador pouco curioso.
Ler livros sempre me despertou ou fez renascer ideias que fui consolidando, ao longo da vida. Mas como em tudo, é preciso um pouco de crítica em todas as situações que se nos surgem. E por isso assisti a um documentário sobre Osho. Essa série, Wild Wild Country (disponível, algures no tempo, na Netflix), tem 6 episódios, sobre um pequeno movimento religioso (ou como muitos o apelidaram, culto), que se moveram para Oregon, nos anos 80.
Daí que, se este livro for "consumido" como uma peça de arte, conseguindo desprender-nos dos conceitos mais literais do livro, acredito que possa ser uma mais-valia. No entanto, o documentário tingiu-me as lentes, não conseguindo, de todo, desprender-me do grãozinho da auto-crítica.