The ornate, casket-like packaging and neogothic graphic design of this immortal trilogy is eerily enticing on its own. But just lift the lid, slide the first tape from its ghostly sleeve, and you'll soon embrace the hypnotic realm of the undead.
Book 1, Interview with the Vampire, opens with the seductive purr of F. Murray Abraham (Amadeus) stating, "I was a 25-year-old man when I became a vampire, and the year was 1791." And so our ultimate antihero, Louis, begins the elaborate retelling of his long, tortured life as a vampire. Winding through the ages, from New Orleans to Paris, we follow Louis and his undying mentor, Lestat, as they feed on humans, whet their carnal appetites, and uncover an underworld of vampire brethren.
Interview with the Vampire, read by F.Murray Abraham Running time: 3 hours on 2 Audio Cassettes
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Book 2, The Vampire Lestat, brings us up to date, with Lestat waking from his earthen slumber to join the ranks of rock superstardom before sitting down to share the tale of his own haunting initiation into the vampire world. Michael York (Cabaret) puts his wonderfully fluid, cosmopolitan voice to good use, adding a dash of sly humor to this fast-paced, satisfying blend of sex and blood and rock and roll.
The Vampire Lestat, read by Michael York Running time: 3 hours on 2 Audio Cassettes
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Book 3, The Queen of the Damned, takes us back, all the way back to ancient Egypt, exposing the origins of the vampire way. Narrating in eerily serene and gracious tones, Kate Nelligan (The Prince of Tides) leads us gently down this bloody path of immortal desires. David Purdham gives the voice of Lestat a wistful quality, tinged with an evil relish that exposes the master vampire's sanguine tastes.
Queen of the Damned, read by Kate Nelligan and David Purdham Running time: 3 hours on 2 Audio Cassettes
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Anne Rice has continued her Vampire Chronicles beyond these three novels, but that shouldn't make this collection any less tempting to either the undead initiate or certified vampire junkie. --George Laney
Anne Rice (born Howard Allen Frances O'Brien) was a best-selling American author of gothic, supernatural, historical, erotica, and later religious themed books. Best known for The Vampire Chronicles, her prevailing thematic focus is on love, death, immortality, existentialism, and the human condition. She was married to poet Stan Rice for 41 years until his death in 2002. Her books have sold nearly 100 million copies, making her one of the most widely read authors in modern history.
Anne Rice passed on December 11, 2021 due to complications from a stroke. She was eighty years old at the time of her death.
She uses the pseudonym Anne Rampling for adult-themed fiction (i.e., erotica) and A.N. Roquelaure for fiction featuring sexually explicit sado-masochism.
Li 1/3, no caso Interview with the Vampire. A última vez que eu li esse livro foi na adolescência e realmente lembrava mais do filme do que o livro. Achei que a história é realmente todo o relacionamento do Louis e do Lestat com ar de romance gótico que tudo que vai acontecer é da forma mais dramática possível e também da pior forma possível. E eu simplesmente amei, nossa e essa história é ainda mais melodramática e gay do que eu lembrava. Enfim, agora quero ler Vampiro Lestat, que ódio não planejava reler tudo mas o fogo no kindle unlimited está instaurado. Porque a gente ouviu o lado do Louis mas precisamos conhecer o lado da lenda, do ícone do rock, Lestat!
“Entrevista com o vampiro” é um clássico da literatura vampiresca. Louis, Lestat e Claudia são personagens marcantes que te conquistam em poucas páginas e te envolvem em seus conflitos internos. Louis é o mais filósofo dos três, e considerando que é ele quem narra esse livro, isso impacta no tom da narrativa que muitas vezes se desvia para discursos filosóficos sobre imortalidade, fé, existencialismo, o bem e o mal etc. Claudia é complexa por ser uma imortal que chega a ter séculos de vida presa dentro do corpo de uma garotinha. Sempre subestimada e tratada como criança, enquanto por dentro é uma mulher frustrada com as próprias limitações. Já Lestat é a figura mais emblemática, cruel e mesquinho, pensa apenas em si, mas também tem uma certa afeição que beira a obsessão ou possessão pelos outros dois membros de sua pequena ‘família’. O modo como Lestat ‘cria’ Claudia é o que eu chamaria de ‘golpe da barriga’ e sempre caio na risada quando lembro dessa cena e o quanto essa descrição se encaixa, por mais bizarro que seja. “Entrevista com o vampiro” não é um livro tão engraçado quanto essa descrição pode levar a acreditar, mas se isso for o suficiente para te deixar curioso e pegar o livro para ler então acho que fiz bem em compartilhar essa minha visão bem particular dessa obra.
Eu não sabia que precisava do Lestat rock star até ter! O começo do livro explorando o despertar de um vampiro tão icônico em uma nova era é muito interessante e te deixa querendo ver mais desse Lestat que se sente em casa na década de 1980. Depois dessa introdução ao estado atual do protagonista e narrador no entanto, boa parte do livro foca na vida do Lestat no século XVIII desde de sua juventude mortal, sua morte e transformação em vampiro até o ponto em que ele se muda para Nova Orleans. Nesse meio tempo vemos pelos olhos do próprio Lestat como sua personalidade e atitudes rebeldes impactaram não apenas as pessoas a sua volta, mas o cenário do vampirismo em Paris, tendo grande influência na criação do “Teatro dos vampiros”. Para quem gosta de ver a monarquia decadente pré revolução francesa, a Paris nem tão glamurosa assim daquela época e quer saber mais sobre o Armand e como ele se tornou o líder do teatro, esse livro é um prato cheio. Ou mesmo se só estiver curioso quanto a ‘vida’ do Lestat antes de Nova Orleans e do Louis. Já para aqueles que querem ver mais do Louis e da relação complicada e controversa entre ele e o Lestat, ou quer ver esse Lestat mais moderno que anda de moto e canta rock, você vai ter que ser bem paciente por que só voltamos para os dias atuais bem no finalzinho. Mas já deixo avisado que o cliff hanger desse livro vai te fazer querer ler ‘A rainha dos condenados’ na mesma hora.
Eu amei The Queen of the damned! É um livro bem dinâmico apesar de todos os acontecimentos se passarem em um intervalo bem curto de tempo. A narrativa feita com vários pontos de vista te deixa frustrado por querer ler mais do ponto de vista anterior, mas empolgado com o novo. Todos os pontos de vistas são interessantes cada um a seu próprio modo. Além disso descobrimos muito mais sobre a origem dos vampiros e vemos muito mais não só do Lestat, mas também do Louis, da Gabrielle, do Armand, do Marius e vários outros personagens cativantes. No final do livro você acaba ficando com um gostinho de quero mais. Não me surpreende que depois dessa primeira trilogia a autora tenha escrito vários outros livros no mesmo universo.