Nascido em Porto Alegre e filho do também escritor Érico Verissimo, Luis Fernando Verissimo (Luís Veríssimo, na ortografia legal) é famoso por suas crônicas cheias de ironia humorística. Além de escritor, ele também é jornalista, publicitário, cartunista e tradutor. Entre suas paixões, estão a família, o time de paixão, Internacional de Porto Alegre, e o jazz sendo praticamente inseparável de seu saxofone. Seus amigos o definem como "uma pessoa que fala escrevendo". Em público, ele é tímido e de forma alguma aparenta ser o autor de seus irreverentes textos. É considerado o escritor que mais vende livros no Brasil.
As cronicas são muito voltadas para o cinema, e o cinema antigo (muito antigo). A maioria dos comentários eu nem sequer entendo, pois conheço poucas das pessoas e personagens citadas no livro. Chegou uma hora que perdi o interesse e não fazia mais sentido continuar lendo o livro. Em um dos comentários, ele diz que "filme bom, só de 1953 para trás" (posição 146). Em outro, ele diz que antigamente se tinha na ponta da língua os três diretores preferidos, mas hoje é gente demais (posição 147). Este comentário para mim não faz sentido, uma vez que em minha opinião o importante é o filme ser bom, e não o diretor. Nem todos os filmes de um mesmo diretor que dirigiu um filme bom serão bons!
"Banquete com os deuses" compila os peculiares insights de Veríssimo sobre o mundo da arte, passando pelo cinema, jazz e literatura. O choque de gerações é um tanto evidente, tendo em vista os ícones do autor já idoso, mas em geral o livro traz leituras gostosas e bem humoradas.