Nos subúrbios de Eastview, ninguém morre. Isto é, até um garoto ser estrangulado até a morte por uma figura encapuzada no Colégio Eastview Para Jovens de Elite.
Tomas Minori é um dos nerds esquecidos da escola, e está preso em um relacionamento às escondidas com Mateus Armani, o jogador de basquete mais popular do colégio.
Depois de um de seus encontros noturnos, os dois se tornam as únicas testemunhas desse assassinato. Além disso, há um pequeno problema: o assassino sabe quem são, e ameaça expor sua relação para a escola e o bairro caso falem qualquer coisa sobre o acontecido.
Presos em uma perigosa rede de segredos e desconfianças, os dois garotos têm apenas uma opção: descobrir quem é o assassino de Eastview… antes que sua relação secreta se torne não tão secreta assim. Todo mundo tem segredos, certo? O importante é descobrir o quão fundo você iria para proteger os seus.
Garotos Mortos Não Contam Segredos é o primeiro volume da série de suspense escolar arrepiante que vai ficar presa na sua mente por dias, perfeita para os fãs de Um De Nós Está Mentindo e Pretty Little Liars.
Lembre-se: nunca confie em garotos populares… especialmente quando estão mortos.
A proposta da história é boa, mas a tentativa de americanizar nomes sendo que é relatado que a história se passa em São Paulo me incomodou um pouco, fora o "furo" de o Matty ter 16 anos e já dirigir. Também senti falta de descrições ao longo da história, nem os personagens principais são descritos fisicamente, sendo utilizada pra isso só a ilustração do início. A trama é boa e o suspense tem potencial para prender o leitor, mas não sei se darei uma chance para a continuação.
o livro até que tem uma proposta boa, mas algumas coisas me irritaram e me impediram de dar uma nota boa:
1) se o livro se passa em são paulo, qual a necessidade de tudo tão americanizado? eastview, jura? matty? tommy? alexis? alem do furo do matty ja dirigir sendo que tem 16 anos. 2) qual a necessidade de dividir em três partes uma história que podia facilmente se tornar um livro só? eu senti que li só uma amostra do livro, já que ele é basicamente uma introdução e nada realmente acontece. 3) qual o motivo do assassino chantagear os meninos sendo que eles não viram o rosto dele? o que ele ganha com isso? na minha opinião, ele só se expõe mais fazendo isso, o que é bem burro da parte dele. 4) "a maior instituição de renome do brasil" e você quer que eu acredite que não tem uma câmera na escola? um segurança? é bem obvio que isso foi pro plot funcionar direito, mas é uma coisa tão absurda que fica difícil de acreditar.
A história por enquanto tá muito boa e interessante, só não entendi o motivo de tudo no conto ser meio em ~inglês~ tipo o nome da cidade/escola é eastview, os nomes dos personagens principais: Matt e Tom kkkkk só parece mesmo ser um conto brasileiro quando mencionam São Paulo
É um conto muito introdutório e isso me incomodou um pouco, me senti lendo um prólogo um pouco longo demais, e inconclusivo demais. E também não gostei muito de ser TÃO estadunidense, mas se passando no Brasil. Mas, fora isso, como um suspense, me deixou curioso pra saber quem é o assassino.
Apesar de pequeno, o livro é eletrizante e instigante do início ao fim. Desde o primeiro capítulo o Mark já me pegou com o suspense e já me fez criar carinho pelo Tommy, sentimentos que apenas aumentam durante a leitura do livro.
A única coisa que me incomodou um pouco foi essa internacionalização dos nomes dos personagens, porque, pelo menos para mim, parece que me afasta um pouco da ideia dessa história se passar em São Paulo, mas nada que me tire o interesse pelo livro.
Gostei demais e recomendo bastante para aqueles que querem ler um suspense rápido e instigante. Mal posso esperar pela continuação.
O livro é péssimo. A história não é cativante e a única coisa que te mantém lendo é o fato de ter 66 páginas, porque você tem vontade de terminar aquilo que começou. Apesar disso, são 66 páginas em que nada acontece. O livro acaba do nada em uma situação que deveria ter acontecido ainda no começo da história. Isso se dá pelo fato de haverem continuações, mas o livro não é fechado, é como se simplesmente tivesse acabado um capítulo. É muito mal escrito, parece uma fanfic de adolescente. As frases custam a ter mais do que seis palavras e a maioria é descrevendo a ação que o personagem principal está realizando (olho pra frente, desço as escadas, etc). Acho que o pior é que teoricamente o livro se passa em São Paulo, em um lugar chamado EastView, que ainda não entendi se é um bairro, uma cidade na região metropolitana, ou sei lá, mas não existe nenhum elemento que faça você achar que está em São Paulo, ou mesmo no Brasil, por começar pelo próprio nome do lugar, que é em inglês. Os persongens principais se chamam Tommy e Matt (apelidos extremamente comuns no Brasil não?), ambos tem 16 anos, mas um deles volta da escola dirigindo (???). Existe um canal separando EastView de São Paulo (???). Ai tem tanta coisa pra reclamar que vou parar por aqui mesmo. Não vou continuar a série.
Como autor independente nacional, me sinto um pouco estranho escrevendo uma crítica negativa para esse conto, mas acho necessário expressar minha opinião. O conto tem um plot bastante interessante e envolvente, e trata de assuntos importantes como adoção e relacionamentos homoafetivos em um ambiente escolar. Porém, a "norte-americanização" nessa história me incomodou demais. Por se passar em uma escola brasileira, com personagens brasileiros, acredito pecar ao utilizar apenas nomes que costumamos ver em conteúdos estadunidenses, que é o caso dos personagens Tommy e Matty no colégio Eastview. Instituição essa, que conta com os clássicos armários nos corredores e os ginásios e salas clássicos das escolas norte-americanas. Em minha opinião, isso denota uma falta de inspiração brasileira para uma história que se passa em território nacional. Nesse caso, seria mais fácil inserir esses locais e personagens em um país mais condizente com a narrativa. Sendo assim, não consegui me importar nem um pouco com todos os acontecimentos, pois fiquei realmente muito incomodado com essa forma de narrativa.
Entrega tudo e mais um pouco! Me deixou louca de ansiosa pela continuação e ainda bem que tenho ela em mãos se não eu surtava.
Só tenho de ressalva que o autor utilizou o fato de ter uma arte oficial da aparecia dos personagens no livro para não fazer descrições dos mesmos. O que é um furo enorme se ele quer que a história tenha alguma representatividade racial quando só dá para saber que o Matt é negro por ela. Por exemplo, minha amiga com cegueira não saberia da informação porque ia se basear apenas exclusivamente no que está escrito no livro, e em nenhum momento dele é exposto essa informação.
A história é boa, o suspense e o sentimento de "o que vem ai?" realmente te prende. A grande questão que me incomodou demais é o fato de que o autor tenta americanizar absolutamente tudo na história. A escola/distrito se chamar Eastview (e no próximo livro ser mencionado uma Westview), o matt dirigir tendo 16/17 anos. Se fosse pra deixar assim, que fizesse a história se passando nos EUA. No fim das contas, a lambeção de bola da cultura estadunidense prejudicou a coesão da história. Sem falar no tommy cheirar café, sério? Kk ok então.
Esse livro é legal se você fingir que: 1-A história se passa nos estados unidos (pq não faz nenhum sentido ser no brasil) 2-A escola particular ficar aberta durante a noite sem ninguém por lá 3- Não existem câmeras de segurança
Me prendeu bastante mas achei um pouco “superficial” por não ter uma descrição melhor dos personagens, ambientes e etc… Mas em um todo achei bom! Já estou indo ler a continuação!
Adorei!!! Amo livro de misterio e assassinato que nem os de AgathaChristie e amei o suspense nesse. Quem é o assassino? Pq matou a vitima? Xadrez tem aguma coisa a ver com isso? E como Tom vai se livrar dele e da chantagem? Correndo pra ler o livro 2.
Tem um enredo ate bom, é bem livro cliche mesmo, mas o fato dos nomes dos personagens serem em inglês e o nome da escola ser eastview com tudo isso se passando em São Paulo realmente nao é algo que agrada...
É muito bom ver personagens LGBTQIA+ em papel de protagonismo em Thrillers e suspenses como GMNCS.
Algumas coisas me incomodaram, e as vezes eu deixo passar sem me importar muito, mas os personagens brasileiros do estado de SP, com nomes como Matty, Scooper, Tommy e a escola chamada EastView, isso me incomodou um tiquinho (não atrapalha a leitura), mas sabe?
Gostaria que nossos autores nacionais abraçassem mais nossa cultura, nossa realidade. Nós nos chamamos José, Carla, João, Beatriz, Maria, e tá tudo bem, temos cidades chamadas de Pindamonhangaba, Manaus, Belo Horizonte e também tá tudo bem.
Enfim, a história é 4,0/5 e já estou ansioso para ler a sequência.
Fiquei em um conflito interno ao escolher qual classificação dar para esse conto. Percebi que muitas pessoas que também leram reclamaram sobre o nome dos personagens e da escola ser meio norte-americanizado para algo que se passa no Brasil, e durante a leitura percebi que é verdade. É como se o conto foi escrito para se passar em outro lugar, mas acabou sendo em São Paulo, inclusive uma coisa interessante é que o Matt pode dirigir e ele tem apenas 16 anos (assim como ocorre nos Estados Unidos). Isso não me incomodou tanto, mas é uma boa observção, além disso o conto tinha alguns errinhos também. Tirando isso, gostei, é envolvente e rápido com uma escrita fluida.
Recentemente, o Mark anunciou que Garotos Mortos iria sair em volume físico, então eu resolvi ler o primeiro... conto?... (sim, mais uma vez tô resenhando minhas leituras atrasado. Nada de novo sob o sol) E o que aconteceu foi... nada? Eu não estava esperando nada demais, mas mesmo assim achei a história bem meia-boca. Achei que a escrita, apesar de boa e visivelmente trabalhada, ainda estava um pouco imatura, então suponho que tenha vindo melhorando ao longo dessa série e demais livros do autor. Os personagens também foram um impeditivo pra mim ao me conectar, não que eles não sejam realistas e tudo o mais, mas como a gente não foi apresentado direito ao restante do núcleo da cidade, ou ao local, ou ao passado de cada um, senti que suas atitudes foram meio ao relento, despropositadas. Creio que esses problemas (e outros menorezinhos) se resumam nesse último problema: Não houve unidade nesse livro inicial. O final foi abrupto, não houve um arco claro de personagem e o enredo ainda está a Deus dará. Não foi um primeiro conto de uma série, apenas uma amostra grátis de um livro.
Ainda quero continuar a série, porque acredito no potencial dela, e, ainda que eu não goste, pretendo dar mais chances pra outras histórias do Mark. Como eu disse, o plot é interessante, a escrita não é de todo ruim e os personagens são bem desenvolvidos, mesmo que sem tempo pra demonstrar isso direito. Então leia, sim. Se você for um leitor menos chato que eu, ou simplesmente for alguém mais próximo do perfil do público-alvo, deve apreciar mais que eu.
É uma leitura de meia hora, então passa rápido, mas preciso falar uns pontos que não curti. A começar pelo nome da escola, Eastview?? Em São Paulo?? Ainda na linha de nomes, Matt, Tommy, Alexis, Fleet? Quem são essas pessoas????? E o Matt pilotando moto com 16 anos? Se não fosse essa tentativa forçada de deixar o livro com cara de livro gringo seria muito bom. Fiquei com saudades de um Bruno, um Guilherme, Matheus, etc etc. Sobre o assassino. Ele matou uma pessoa, fez parecer suicídio e aí tá chantageando os caras falando de tirar eles do armário????? Kkkkkkkkkk ok then No mais, irei ler o livro 2.
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It's cool and interesting, the writing is good and there isn't a lot of pages so I read everything in fifteen minutes! the only thing I didn't liked is how the names are too american, it's a book in portuguese so I was expecting brazilian/portuguese names (even tho it's kinda hypocritical writing the review in english lol)
O texto narra a história de Matty e Tommy, dois garotos apaixonados que não saíram do armário por medo. Um dia, ao transarem na escola após ela já estar fechada (mas na verdade ela não fecha - já eram 20:00h, e não tem inspetor e nem nada para inspecionar) eles se deparam com um crime: um homem encapuzado mata um aluno na sala de aula e Matty grava. O assassino segue eles, mas os meninos conseguem fugir e decidem não informar a polícia. Tommy recebe uma mensagem no celular falando que sabe do caso dos meninos e troca o segredo da morte pelo segredo deles serem gays (?) Tommy é adotado e não sei ainda o porque dessa informação no conto, pois até o momento não se fez necessária. No fim, os policiais (um deles é o pai adotivo de Tommy), suspeitam que não foi suicídio e sim assassinato e decidem investigar, fazendo um pacto de sangue com os outros policiais de não levarem a história para fora de Eastview. Mais uma vez peguei um livro pela capa e título. Amo temáticas de suspense e eu achei que esse me prenderia, afinal, envolve mortes e a gente busca respostas na leitura. A premissa do livro é boa e teria tudo para ser um livrão, se bem desenvolvida. A história se passa em São Paulo, e aqui já comecei a me incomodar, pois não há nada na história que me faça sentir no Brasil. Desde o nome da escola Eastview, até por não reconhecer mesmo a ambientação. Tudo é muito americanizado - nomes dos personagens, o furo no enredo em colocar um adolescente de 16 anos dirigindo, um dos personagens principais ser um atleta de basquete... nós não temos essa cultura. Não me convenceu essa ambientação nacional que não tem nada do Brasil. Outros pontos que me incomodaram: uma escola de luxo não ter câmeras e segurança. Ficar aberta 24h por dia sem risco de invasão ou roubos, por estar em área nobre. Também o fato do furo do personagem ter bloqueado o número de telefone do assassino e em outro ponto receber mais uma mensagem do mesmo. Se o número é privado, não tem como bloquear. E por fim a moeda de troca para encobrir um crime ser o segredo que os personagens são gays. E por fim, se os meninos não viram o rosto do assassino, qual o motivo da chantagem? Extremamente sem nexo. Não sei se há a necessidade de ter dividido o livro em 4 partes, postando como se fossem histórias complementares. Um livro só bem alinhado, seria menos broxante. Não sei se lerei as continuações, mesmo sendo livros curtos.
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Mark Miller escreve muito bem. É impossível começar essa resenha com outro comentário. Ele não possui o tipo de escrita filósofa-poética que geralmente me encanta, porém isso não anula a fluidez e a leveza com que ele constrói essa narrativa rápida. Apesar disso, Garotos Mortos Não Contam Segredos me deixou com um sentimento confuso demais para ser nomeado. As principais resenhas aqui nessa plataforma apontam furos e falta de coesão na narrativa, o que eu discordo parcialmente. Não acho que o fato do Matt dirigir com dezesseis anos seja um furo, afinal filhos de pais ricos tendem a receber liberdades que destoam da realidade das pessoas normais. Enfim. Como um bom fã de Slasher adolescente, o conto conseguiu me divertir por suas 60 e poucas páginas, entretanto, justamente por ser fã do gênero, não consigo deixar de lado a falta de sustento dessa primeira parte. Entendo que Mark quis trazer a representatividade nacional para o terror, porém todos os detalhes inseridos nesse universo acabam distanciando o cenário do Brasil. Fica difícil suspender a descrença quanto a alguns fatores, que fariam mais sentido caso ele tivesse apontado outro país como cenário para os eventos desenrolados ou simplesmente não apontado um lugar específico, dando ao leitor a liberdade de ambientar geograficamente o Eastverso. Também não entendi, logisticamente falando, a decisão de fragmentar essa primeira parte, que é bem introdutória, do segundo livro. Ainda pretendo ler o resto da saga, então comentarei mais sobre isso ao longo das próximas resenhas.
"Garotos Mortos Não Contam Segredos" é o mais novo universo literário criado por Mark Miller, o já conhecido e amado autor de "Além da Fronteira", titulo o qual ainda não li.
Nesse livro somos apresentados a Tommy e Matt, alunos da escola de Eastview em São Paulo. Amantes, eles estão na escola em um de seus encontros corriqueiros quando presenciam a morte de um aluno. A partir disso eles começam a sofrer ameaças do assassino e, em segundo plano, precisam conciliar a escola e suas vidas.
Acredito que os livros que comporão "Garotos Mortos" serão tão intrigantes e enérgicos como esse primeiro livro. Com a narrativa sempre frenética e extasiante, "Garotos Mortos Não Contam Segredos" peca apenas por ser absurdamente curto, quebrando o ritmo de leitura e fazendo o leitor esperar pelos próximos volumes serem lançados ou então recorrer a voltar novamente a loja para adquirir o volume seguinte, um pouco como acontece na trilogia "Never Never" da Colleen Hoover.
Por fim, se estiverem com dúvidas em ler, ou não, esse livro, deixo claro que vale muito a pena. A escrita do Mark é sobrenaturalmente imersiva e cativante, não deixando a desejar em nenhuma parte. Além disso, o clima do livro é daqueles seriados de suspense teen da netflix como "Elite" e "Pretty Little Liers".