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Os melhores contos de Edgar Allan Poe

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Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?

As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror.

Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.

296 pages, Kindle Edition

First published January 1, 1987

86 people are currently reading
337 people want to read

About the author

Edgar Allan Poe

9,941 books28.9k followers
The name Poe brings to mind images of murderers and madmen, premature burials, and mysterious women who return from the dead. His works have been in print since 1827 and include such literary classics as The Tell-Tale Heart, The Raven, and The Fall of the House of Usher. This versatile writer’s oeuvre includes short stories, poetry, a novel, a textbook, a book of scientific theory, and hundreds of essays and book reviews. He is widely acknowledged as the inventor of the modern detective story and an innovator in the science fiction genre, but he made his living as America’s first great literary critic and theoretician. Poe’s reputation today rests primarily on his tales of terror as well as on his haunting lyric poetry.

Just as the bizarre characters in Poe’s stories have captured the public imagination so too has Poe himself. He is seen as a morbid, mysterious figure lurking in the shadows of moonlit cemeteries or crumbling castles. This is the Poe of legend. But much of what we know about Poe is wrong, the product of a biography written by one of his enemies in an attempt to defame the author’s name.

The real Poe was born to traveling actors in Boston on January 19, 1809. Edgar was the second of three children. His other brother William Henry Leonard Poe would also become a poet before his early death, and Poe’s sister Rosalie Poe would grow up to teach penmanship at a Richmond girls’ school. Within three years of Poe’s birth both of his parents had died, and he was taken in by the wealthy tobacco merchant John Allan and his wife Frances Valentine Allan in Richmond, Virginia while Poe’s siblings went to live with other families. Mr. Allan would rear Poe to be a businessman and a Virginia gentleman, but Poe had dreams of being a writer in emulation of his childhood hero the British poet Lord Byron. Early poetic verses found written in a young Poe’s handwriting on the backs of Allan’s ledger sheets reveal how little interest Poe had in the tobacco business.

For more information, please see http://en.wikipedia.org/wiki/Edgar_al...

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3 (1%)
1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 22 of 22 reviews
Profile Image for Joana’s World.
649 reviews319 followers
March 5, 2018
Basta dizer que é um dos maiores autores de sempre. Para além disso, as ilustrações são maravilhosas.
Profile Image for Nuno Ferreira.
Author 19 books85 followers
October 16, 2017
Conhecido por escrever sobre o mórbido e sobre o enigmático, Edgar Allan Poe foi um dos primeiros escritores norte-americanos de contos, visto como o precursor da ficção policial e um dos mais controversos autores noir da sua época, sendo um dos fundadores do que é habitualmente conhecido como o cenário de fundo dos dramas policiais, o ambiente enublado e soturno. A Poe é também reconhecida a contribuição para a ficção científica, mas o seu percurso passa sobretudo pelo horror.

Nome de vulto da ficção fantástica na primeira metade do século XIX, Edgar foi o primeiro escritor americano a ganhar a vida apenas da escrita, o que lhe proporcionou um percurso espinhoso com vários amargos de boca. Morreu aos 40 anos, por razões ainda hoje desconhecidas, mas deixou um legado que influenciou milhares e milhares de escritores em todo o mundo.

Para dar a conhecer este nome e a sua riquíssima obra, amplamente difundida mas com tendência a cair no esquecimento, às novas gerações, a Edições Saída de Emergência lançou uma edição de luxo no nosso país com 28 dos seus contos mais emblemáticos, cuja edição bem cuidada está a cargo de Safaa Dib. Com 496 páginas e encadernação em capa dura, Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe chega até nós acompanhado pelos desenhos de 28 prodígios da ilustração nacional, que casam na perfeição com os temas tratados.

As ilustrações estão a cargo dos seguintes artistas: Zé Burnay, Leonor Pacheco, Carlos Correia, João Sequeira, Ana Afonso, André Coelho, Luís Corte Real, Patrícia Cassis, Sónia Oliveira, Mosi, Ricardo Cabral, Daniela Viçoso, Uma Joana, Filipe Alves, Ricardo Venâncio, Patrícia Furtado, Luís Morcela, Susana Monteiro, Nuno Saraiva, Jorge Coelho, Osvaldo Medina, Sofia Neto, Miguel Mendonça, Luís Cavaco, Pedro Brito, Tiago Pimentel, Sofia Lobato, André Caetano. Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe foi apresentado no Cinema São Jorge a 7 de setembro, incluído no evento MOTELX 2017.

Não foi um livro que li de fio a pavio, até porque já conhecia vários dos contos apresentados, mas permitiu-me revisitar um autor de que é impossível ficar-se indiferente. Reli uma ou outra história que já conhecia, como Os Crimes da Rua Morgue, Berenice e O Poço e o Pêndulo, e adorei algumas que ainda não tinha lido, como é o caso de Eleonora, O Coração Delator ou A Queda da Casa de Usher, em especial esta última.

De assinalar uma certa harmonia editorial e até uma simbiose entre os temas tratados nos contos, assim como uma sequência de histórias protagonizadas pelo mesmo personagem, como acontece com Auguste Dupin, o peculiar “detetive” que surge em Os Crime da Rua Morgue, O Mistério de Marie Rogêt e A Carta Furada. Tal fluidez editorial não seria possível, porém, sem o maravilhoso trabalho realizado por Edgar Allan Poe.

A escrita é intimista e cativante, arranca-nos do nosso mundo e eleva-nos aos estados psíquicos mais selvagens, hipnotiza-nos e sacode-nos, de uma realidade à outra, com toques de humor, com momentos de suspense e de êxtase, mexendo nos medos mais primários, tocando os lugares menos prováveis da nossa mente, fazendo-nos sorrir da nossa própria ingenuidade. Ler Poe é regressar ao quente aconchego de um velho clássico, e sentirmo-nos em casa ao inquietar-nos.

Porque Edgar Allan Poe foi, acima de tudo, um autor que não se preocupou somente em ser original, em fundar um género, em criar algo novo. Poe preocupou-se em não deixar de surpreender, em inquietar o leitor e agitá-lo até aos seus próprios limites. De alguma forma, segue o padrão dos autores da sua época, do mundo da sua época, extrapolando-o na insanidade que, costuma-se dizer, só aos poetas é permitida. Poe trabalhou tanto o poema como a prosa, mas em ambas foi sublime.

Comparo facilmente a escrita de Poe à de H. P. Lovecraft, um dos seus “discípulos” mais famosos. Ambos escrevem na primeira pessoa, inquietam com a proximidade que estabelecem com o leitor e sobretudo com a forma com que trabalham os medos e os receios mais básicos deste. No entanto, enquanto Lovecraft criou uma mitologia e trabalhou com um terror mais fantasioso, Poe vai aos pormenores mundanos que mais nos aterrorizam. O crime, a morte, o próprio significado da vida.

Edgar Allan Poe não escreve somente sobre detetives e criminosos, escreve sobre mortos-vivos, vampiros, orangontangos e canibais. As suas histórias estão tão repletas de pormenores, sujos e viscerais, que acabamos por nos perguntar como conseguem ser tão simples e de tão fácil interpretação. Independentemente do tempo em que escreveu, a obra de Allan Poe é intemporal e um cânone para todo o autor de ficção policial e de horror.

Resta ainda deixar um louvor à Saída de Emergência, não só por “desenterrar” este ícone, mas por todo o cuidado de edição do livro. Trata-se de uma edição lindíssima em capa dura, uma verdadeira edição de colecionador com “belas” e arrepiantes ilustrações de nomes nacionais que, independentemente do desenvolvimento das suas carreiras, permanecerão eternizados nestas páginas. Todo o trabalho de promoção do livro merece também os meus elogios. Quem quiser ver a exposição dedicada a Edgar Allan Poe, não faltem dia 28 de outubro ao Festival Bang! no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa.

http://noticiasdezallar.wordpress.com
Profile Image for Ema.
829 reviews81 followers
December 30, 2022
Actualização 2022: reli alguns contos deste a última vez que conclui o volume (2019) e Edgar Allan Poe é sem dúvida um dos meus autores favoritos, por isso, cinco estrelas para o mestre.
Profile Image for João Filipe Abreu.
124 reviews1 follower
June 9, 2018

Colectânea de contos de Edgar Allan Poe, escritor referência do mundo de fantasia, horror e extraordinário. Excelente. Uma capacidade criativa surpreendente, contos cheios de deduções, de desconstruções e mórbidos.

Os meus favoritos são os policiais; Os crimes da Rua Morgue e A carta Roubada. O conto do Gato Preto é uma lição, O escaravelho de ouro é excelente pela dedução do processo que está presente na descoberta do tesouro.

Edição em capa dura, com ilustrações de artistas nacionais, um livro de colecção. O Edgar Allan Poe foi um génio do gótico.
Profile Image for R.
201 reviews
August 12, 2018
Much has already been said about Poe's work and influence in contemporary works.
This is a compilation of his best known short tales (no poems are includes, such as The Raven). Although much of its works might look somewhat cliche and frail when compared to later works, it's very clear how when these were written on the XIX century they were truly innovavite.
We see what would later become the basis for the Horror genre (such as with Lovecraft) or the detective stories (such as Sherlock Holmes).
A must read without any doubts.
Profile Image for André Santos.
12 reviews
November 27, 2023
O nome do livro é explicativo.

Os contos que mais gostei foram:

- Berenice - a obsessão constante do personagem leva-o a arrancar os dentes do cadáver da amada, após profanar a sua campa.
- Os que envolvem o Detective Dupin (Os Crimes da Rua Morgue, O Mistério de Marie Rogêt e A Carta Furtada), que são considerados os precursores dos livros policiais, inspirando outros Detectives, como Hercule Poirot ou Sherlock Holmes.
- William Wilson - Que representa a luta interior entre o bem e o mal que habita em todos nós, representado por um doppleganger que vai sabotando as aldrabices de William
- o Diabo do Campanário - o pequeno demónio que vai aterrorizar a pontual vila de Vondervotteimittiss
- O Poço e o Pêndulo - O terror psicológico sofrido por um prisioneiro de guerra encarcerado
- O Coração Delator e Demónio da Perversidade- O sentimento culpa a corroer o responsável por um assassinato, que acaba por confessar o seu crime, quando o mesmo já tinha passado impune.
- Escaravelho de Ouro - Um expedição para encontrar um velho tesouro pirata na ilha de Sullivan
- Montanhas Escabrosas - Um caso de reencarnação de um homem passados alguns anos, sendo que o mesmo revive memórias de uma guerra ocorrida na Índia há uns anos.
- Pequena Discussão com uma Múmia - Uma múmia que se encontrava viva, desperta passados 5000 anos após o seu túmulo ter sido aberto e debate várias questões com os burgueses que a acordaram.
- O Sistema do Dr. Alcatrão e do Professor Pena - Manicómio onde os doentes inverteram os papéis com os médicos, apoderando-se do local e fazendo-se passar por "normais".
- Hop Frog - A vingança de um anão, que eram mantido como bobo da corte, contra o rei e a nobreza.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Inês Ramires.
123 reviews
August 8, 2019
The edition was wonderful, with the drawings and everything but Poe's writing was not for me. I had a difficult time keep reading it because i would wonder and lose interest mid sentence. Some stories were very cool and some were ok and others were meh. Overall not too bad, but not a favourite.
Profile Image for Isadora.
18 reviews
October 31, 2021
2019 - O Escaravelho de ouro e outras histórias:
** O Escaravelho de Ouro (1846): Bem bacana, mas tem referências racistas, mas não dá para saber se o autor era racista ou se somente o personagem foi criado assim.
** O enterro prematuro (1844): Eu ri demais com esse conto (eu sei que é errado, mas eu ri kkkk perdão!)
** A máscara da morte vermelha (1842): Muito bom!! Épico demais! Os detalhes de tudo no geral são maravilhosos! Jantem os ricos!! Muahahaha!
** O poço e o pêndulo (1850): A sensação final que tive foi sinistra, pois refleti a situação do personagem principal que foi enterrado vivo.

2020 - O Corvo e outros contos:
** O Corvo (1845): Eu chorei algumas lágrimas com essa poesia/conto, pois consegui sentir, pelo menos uma fração, do que o autor quis passar.
** O coração delator (1843): Gostei bastante de como fui transportada para o ambiente dá história, mas fiquei decepcionada como o protagonista se entrega no final (estaria eu torcendo pelo assassino?! Que horror!! Haha).
** O Barril de Amontillado (1846): Começou de forma interessante, o meio ficou um pouco confuso e o final me deixou chocada... Como assim ele prendeu o cara na parede??? Por que ele queria vinho? WTF?
** A verdade sobre o caso do senhor Valdemar (1845): Eu sentia cada vez mais a sensação "bizarro" toda vez que o senhor Valdemar "ressuscitava".
** Os Assasinatos da Rua Morgue (1841): Não lembro muito da história (provavelmente terei de reler). De qualquer forma, eu me lembro do cenário da história e adorei, pois é um cenário típico de Poe, um pouco cinza, triste e misterioso.

2021 - O gato preto e outras histórias extraordinárias:
**O Gato Preto (1843): Fiquei extremamente frustrada com a atitude do personagem principal, pois após uma queda drástica de autoestima, o senhor resolve matar o seu gato "Plutão" de forma horrenda. Depois deste episódio drástico, ele adota outro gato com um desenho em volta do pescoço idêntica com a da morte de "Plutão" e mata esse outro gato, pelo motivo explicado acima. E para completar, o mesmo feladaput4 mata a esposa e tenta encobrir seu crime, escondendo o corpo da moça na parede, mas ele não esperava que ela sobrevivesse e conseguisse sair da parede no exato momento em que os policias estivessem interrogando o assassino. Criei imenso desprezo pelo personagem!
** Ligeia (1838): Achei completamente desnecessário a ressureição da ex-esposa no corpo da atual (se é que podemos falar assim de Lady Rowena, porque... Ela não estava lá tão cheia de vida kkkk perdão!), mas entendo que Poe quis representar a perda de sua esposa, pois o jeito que ele descreve Ligeia é tão devoto e apaixonado. Eu mesma queria que me descrevessem assim um dia...
** A queda da Casa de Usher (1839): Adorei a história e fiquei desacreditada e decepcionada quando Usher confessou que enterrou a irmã ainda viva. Como uma pessoa pode fazer tal coisa? Por que Poe tinha essa pequena fixação sobre o enterrar pessoas vivas?
** Pequena conversa com a múmia (1839): Eu achei esse conto fofo!! Não foi bizarro, nem aterrorizante, mas sim "Spooky", porque é literalmente uma conversa com uma múmia. Essa conversa me fez repensar vários aspectos sobre a antiguidade. Foi uma boa forma de terminar o meu box de contos de Edgar Allan Poe. <3 Valeu muito a pena!
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for candela celeiro.
52 reviews
August 9, 2025
encantoumeeeee. estou moi emocionada porque amo cando os libros me sorprenden. foi super entretido e cada historia estaba taaaan exquisitamente xustificada. é unha loucura. mi amigo edgar é como a persoa mais culta que vin na miña vida. facía referencia a teorías de filososfos relativamente descoñecidos de había mil anos (literalmente) nun silly little conto (?); por pór un exemplo. e esas referencias eran absolutamente perfectas porque facían que as cousas evidentemente falsas das que falaba nas súas historias (mortos falantes, casas enfeitizadas, xuramentos con deus, fantasmas...) non soasen tan fantasiosas e incluso, aferrándose a teoría de todo o que explicaba a principio de cada conto, tiveran muito sentido!!
outra cousa que me encantou e que case ningunha historia ponlle nome ao protagonista e as que si (william wilson) aclaran que ese non é o seu nome real. asimesmo case non se fala de datas (18...) nin, de novo, de nomes (F...). isto dá unha sensación como de que todas as historias están narradas pola mesma persoa en distintas etapas da súa vida (se les tódolos contos seguidos) e é super chuli. ademais, case todas as historias falan dun amigo, coñecido, etc. do narrador; este non coincide co protagonista, agravando a sensación que acabo de mencionar. obviamente isto tamén ocorre polo feito de que todas as historias son unicamente de homes (as mulleres só aparecen para ser vítimas ou obxetos de desexo) e, ademais, de homes moi acomodados economicamente. nin un só traballador ocupa ás páxinas deste libro. isto, máis que como un rasgo negativo véxoo como un reflexo perfecto de quen podía escribir e quen podía ler no século XVIII e, somehow, a día de hoxe. así, remato a reseña cun friendly reminder do importantísimo que é loitar contra a privatización de todo tipo de arte: ide a bibliotecas, exposición e museos gratuitas e reivindicade o cine (series included) como peza cultural e non forma de negocio!!!
Profile Image for Anabela Rodrigues .
20 reviews
December 17, 2023
Edgar Allan era um visionário e um mestre da escrita. Incompreendido, mas as suas obras revelam o valor e a sua arte de alocar as palavras para representar o medo, o horror e a doença.
Berenice - "A infelicidade na terra tem muitas formas. Dominando o amplo e curvo horizonte, os seus matizes são variados; e igualmente distintos, ainda que numa gradação toda particular. Dominando o amplo horizonte como o arco-íris! Porque fui eu derivar da beleza algo tão atroz? Da promessa de paz, tal símile de tristeza? Mas se, na Ética o mal é uma consequência do bem, então, de facto, a tristeza tem origem alegria. Assim como a a memória da felicidade passada é a angústia de hoje, ou os tormentos atuais sao fruto dos êxtases que outrora existiram. ''
Profile Image for João Miranda.
262 reviews10 followers
December 10, 2020
Não posso deixar de comparar com a edição de Lovecraft. Edição com traços muito semelhantes (nova vénia à Saída de Emergência) mas gostei mais dos contos de Poe.

Com excepção de dois ou três contos, os textos mais curtos assentam melhor no tipo de escrita. Para guardar muito bem e reler ao longo dos anos.
Profile Image for Nelson Guedes.
5 reviews
December 22, 2020
Parabéns à editora Saída de Emergência por editar os melhores contos de Poe numa edição de luxo e magnificamente ilustrada por artistas nacionais.
Os melhores contos reunidos num livro que inclui uma pequena introdução sobre a vida de Edgar Allan Poe. Aconselho vivamente este livro!
Profile Image for Sara Baptista.
65 reviews12 followers
January 18, 2021
Desde já, parabéns à equipa da editora e dos ilustradores. Este livro é uma edição muito bonita para ter na estante. Mas a escrita de Edgar Allan Poe não é para mim, embora tenha gostado de três a quatro histórias.
Profile Image for Filipe Peixoto.
19 reviews7 followers
January 19, 2020
Bons contos e ilustrações no ponto 👌
Gostei muito da maioria dos contos de Edgar Allan Poe, recomendo.
Profile Image for Lena Lopes.
98 reviews2 followers
May 2, 2020
"- Malvados! - guinchei. - Parem de disfarçar! Eu admito que o fiz! Levantem as tábuas! Aqui, aqui! É o bater do coração hediondo dele!"
Profile Image for Clare.
8 reviews
January 4, 2022
Gosto das histórias dele, por mais que seja meio cansativo de ler são interessantes e te fazem questionar muita coisa
Profile Image for Celso Rennó Lima.
248 reviews4 followers
February 8, 2026
Seus contos são cheios de questões com a vida e a morte. Nos fazem refletir sobre nossa existência e futuro. Às vezes atemorizantes, as vezes cheios de amor, mas sempre muitas questões a refletir.
Profile Image for Fausto Branco.
12 reviews2 followers
March 31, 2025
A Edição é impecável, linda. Os gráficos são excelentes.
Gosto dos contos do Dupin e um ou outro conto, de resto não tem nada de mistério ou macabro.
Displaying 1 - 22 of 22 reviews

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