Há quem compre os livros pela capa, no meu caso foi mais pelo título. E requisitar, porque quando se tem três leitores em casa, dois dos quais devoram páginas como se lhes pagassem para isso, ter um cartão (ou três) da biblioteca é considerado bem essencial.
Curiosamente, eu sou daquelas que nem ouve programas de rádio, como foge de livros escritos pelos locutores como o diabo da cruz. Nada contra, simplesmente nunca senti vontade dos ler.
Assim sendo, a minha expectativa para este livro era muito simplesmente, com um título desses, é bom que seja um espanto!
E foi, na sua grande parte. Arrancou-me algumas gargalhadas às 11 da noite. Noutros capítulos nem tanto, mas isso deve-se mais a situações da vida real, do que própriamente do livro. É um eu problema, digamos.
Cumpre a função. Entretem, e até serve de abre olhos para alguns aspectos. Eu nunca fui muito na onda dos livros de auto-ajuda, e fiquei bastante satisfeita por ver que não era a única.
Se vou ler mais livros da autora? Talvez, se a disposição assim o ditar.