Ден след Вси Светии през 1327 година четири деца се измъкват от катедралния град Кингсбридж. Те са крадла, хулиган, малък гений и момиче, което иска да стане лекар. В гората стават свидетели на убийството на двама мъже... Животът им като възрастни ще е плетеница от амбиция, любов, алчност и жажда за отмъщение. Ще се сблъскат с успехи и глад, чума и война. Едно момче ще пътува по широкия свят, но накрая ще се завърне у дома, друго ще се превърне във влиятелен подкупен благородник. Едно момиче ще отправи предизвикателство към мощта на църквата, друго ще се впусне след невъзможна любов. И през цялото това време над тях ще тегне дългата сянка на необяснимото убийство, на което са станали свидетели през онзи съдбоносен ден от своето детство.
Ken Follett is one of the world’s most successful authors. Over 170 million copies of the 36 books he has written have been sold in over 80 countries and in 33 languages.
Born on June 5th, 1949 in Cardiff, Wales, the son of a tax inspector, Ken was educated at state schools and went on to graduate from University College, London, with an Honours degree in Philosophy – later to be made a Fellow of the College in 1995.
He started his career as a reporter, first with his hometown newspaper the South Wales Echo and then with the London Evening News. Subsequently, he worked for a small London publishing house, Everest Books, eventually becoming Deputy Managing Director.
Ken’s first major success came with the publication of Eye of the Needle in 1978. A World War II thriller set in England, this book earned him the 1979 Edgar Award for Best Novel from the Mystery Writers of America. It remains one of Ken’s most popular books.
In 1989, Ken’s epic novel about the building of a medieval cathedral, The Pillars of the Earth, was published. It reached number one on best-seller lists everywhere and was turned into a major television series produced by Ridley Scott, which aired in 2010. World Without End, the sequel to The Pillars of the Earth, proved equally popular when it was published in 2007.
Ken’s new book, The Evening and the Morning, will be published in September 2020. It is a prequel to The Pillars of the Earth and is set around the year 1,000, when Kingsbridge was an Anglo-Saxon settlement threatened by Viking invaders.
Ken has been active in numerous literacy charities and was president of Dyslexia Action for ten years. He was chair of the National Year of Reading, a joint initiative between government and businesses. He is also active in many Stevenage charities and is President of the Stevenage Community Trust and Patron of Home-Start Hertfordshire.
Ken, who loves music almost as much as he loves books, is an enthusiastic bass guitar player. He lives in Stevenage, Hertfordshire, with his wife Barbara, the former Labour Member of Parliament for Stevenage. Between them they have five children, six grandchildren and two Labradors.
Com a introdução da peste negra, a Saga da "Jardineira Árabe" já pouco ou nada sabe a Árabe! Embora a fórmula dos "Pilares da Terra" tenha sido preterida, a qualidade do enredo não foge à habitual mestria de Ken Follet, mantendo-se uma leitura empolgante!
Nota: A quem deixou escapar um "hã" boquiaberto perante a expressão "Jardineira Árabe" aconselho vivamente a leitura da minha review do Volume I desta mesma obra. Isto para que suceda uma rápida recuperação do estado labial precedente. ;)
"Um mundo sem fim" foi uma descoberta e uma grande surpresa! Este segunda volume está repleto de reviravoltas, traições, roubos e algumas mortes. É nesta parte que as personagens tem enfrentar uma nova ameaça: a peste. Caris foi obrigada a entrar no convento, e a sua inteligência pode leva-la a madre abadessa. Merithin partiu para Florença e tornou-se num grande mestre de obras. Gwenda tornou-se uma mãe de três belos filhos. E Ralph partiu para guerra como cavaleiro do rei, e as suas ambições podem permitir com que ele seja conde.
Lembro-me de ter visto a série e ter amado na altura. Mas este segundo volume acrescenta muito a vida das personagens. Sabemos o que acontece depois da peste... E não se encerra de modo aberto. Cada personagem tem o destino que merece!
Acho que já disse isto mais que uma vez mas... Ken Follett é incrível! Consegue sempre superar-se. Tal como Os Pilares da Terra, Um Mundo Sem Fim é uma leitura imperdível.
Muito bom! Suspense e reviravoltas até ao final, mas nada que não faça sentido. Já vinha "agarrada" do 1º volume e assim continuei durante mais estas quase 600 páginas.
É pena que a tradução e/ou a revisão tenham ficado mais desleixadas, inclusive com várias trocas de nomes que por momentos conseguem baralhar-nos...
Altamente recomendado a todos os que gostem duma boa história, contada com um ritmo impressionante e em que não há "pontas soltas", apesar da extensa galeria de personagens.
E eu, confesso, ...
SPOILER ALERT!
... gosto de finais felizes!
Very good! Suspense and volte-faces right until the end, but nothing too far-fetched. I'd become already grabbed by the story in book 1 and I continued to be for all these almost 600 pages more.
Highly recommended to those who love a good story, told in a hallucinating rhythm and with no loose ends, in spite of the large number of characters.
A leitura de Um Mundo Sem Fim foi viciante, da primeira à última página. Este segundo volume surpreendeu-me, principalmente pela falta de destaque de alguns personagens, e pelo protagonismo de outros. A receita revelou-se, uma vez mais, muito semelhante à usada por Ken Follett em Os Pilares da Terra. Ralph revelou-se uma mistura de William e Alfred do primeiro livro, Godwyn e Philemon adquiriram traços de Waleran, enquanto a própria sequência de ação não se mostrou muito diferente, com uma grande batalha descrita no segundo volume e o escorrer dos anos a trazer filhos aos protagonistas. Esta pode ser uma das poucas críticas a tecer.
Também a ação em torno de Gwenda não me agradou. A personagem levou uma vida de sacrifícios e de mentiras, só recompensada em alguns momentos. No seu todo, o percurso de Gwenda acabou por tornar-se previsível e cansativo.
A Peste Negra trouxe grande vivacidade à trama, com a morte de muitos personagens – ainda que os protagonistas tenham escapado quase incólumes à maleita. Merthin e Caris foram, para mim, o melhor do livro. Mais do que uma história de amor, os dois personagens mostraram-se vívidos e enérgicos, não cruzando os braços às adversidades, mas conseguindo encontrar soluções para todos os obstáculos. A visão à frente do seu tempo tornou a jovem numa heroína, mas ainda assim Ken Follett não criou uma personagem imune ao erro.
Caris é uma mulher prática e precisa, capaz de erguer a voz num mundo de homens e de incorrer no que seria descrito como pecado sem qualquer espécie de remorso. É uma pessoa que sabe distinguir o bem do mal através do que a sua consciência lhe dita e uma das personagens literárias femininas que mais prazer me deu em ler. Ao seu lado, Merthin foi o personagem com quem mais me identifiquei. De caráter nobre e uma visão tridimensional que lhe confere sucesso como construtor, Merthin vive dilemas morais e indecisões que o aproximam do leitor em todas as situações.
Ralph começou como um personagem leve e ganhou contornos de vilão odioso, tornando-se um dos mais irritantes da história – mérito do autor. Philemon ombreou consigo em maldade, mas não teve tanto protagonismo quanto, por exemplo, Godwyn, e talvez merecesse. A meu ver, faltaram cenas e diálogos entre Gwenda e Philemon ao longo do livro, uma vez que eram irmãos. Thomas foi uma promessa constante. Não passou disso, mesmo que as suas aparições tenham sido dos melhores momentos deste segundo volume. O desenterro do tesouro, em Saint-John-in-the-forest e o assalto dos homens de Ralph ao convento de Kingsbridge foram as melhores cenas do livro, na minha opinião.
É difícil argumentar qual dos dois volumes foi o melhor. Não posso dizer que estiveram ao mesmo nível, mas os dois tiveram pontos altos e baixos. Prefiro ver Um Mundo Sem Fim como o todo que é: por vezes, surpreendeu-me com a falta de ênfase em alguns personagens, por vezes surpreendeu-me com acontecimentos que nunca me passariam pela cabeça e com o final abrupto e precoce de personagens fulcrais. Se, no final, fica a ideia que o livro foi muito parecido com Os Pilares da Terra, sinto que os dois são bastante diferentes e que Follett melhorou a “receita” com este Um Mundo Sem Fim. Apesar de ser difícil superar a “magia” de Jack, Tom, Ellen e Aliena, os personagen Caris e Merthin irão ficar também na minha lista de favoritos.
Depois de ter lido "Os Pilares da Terra" e de ter gostado tanto, estava com algum receio de este não ser tão bom ou até de se tornar um pouco repetitivo. É verdade que alguns pontos da história possam ser parecidos, e que algumas personalidades se toquem um pouco entre si, mas isso não estragou em nada o prazer que esta leitura me proporcionou. Adorei completamente! Ken Follett tornou-se sem dúvida num dos meus autores preferidos.
Foi notória a evolução da história do primeiro para o segundo volume, que aliás, já se fazia sentir na reta final do primeiro livro e aos poucos a ligação aos Pilares da Terra foi-se diluindo.
As personagens ganharam asas e seguiram os seus próprios trilhos, às vezes com sucesso outras nem tanto, trabalharam e festejaram as vitórias - quando não tiveram que engolir a frustração perante a adversidade - perderam amigos e familiares, perderam por vezes o rumo mas reencontraram o caminho e lutaram por aquilo em que acreditavam. Outros limitaram-se a fazer vigarice e triunfaram na mesma. No final dos seus livros o autor gosta de aplicar o merecido castigo aos maus e compensar os bons, mas até lá fá-los trilhar caminhos espinhosos - às personagens e aos leitores que vibram e sofrem com eles. Gosto de Ken Follet porque além de ter uma imaginação, diria quase ilimitada, para criar histórias e personagens ricas e complexas enquadra-as em cenários verídicos que descreve com o mesmo empenho. Neste caso foi a guerra Inglaterra / França e a calamidade da peste negra. Fá-lo de forma bem documentada e não poupa nos pormenores, criando histórias dentro de outra história. Desenvolve as personagens e o enredo detalhadamente e quando se chega ao final do livro percebe-se que não deixou pontas soltas, tudo e todos tiveram a sua evolução e o seu desfecho, até os menos visíveis. Lá mais para o final do livro cheguei a recear que fosse desvendar o percurso de todos os descendentes até aos dias de hoje:) Quanto ao grande segredo só revelado estrategicamente no final ...a montanha pariu um rato. Tanto mistério, morte e perseguição por algo que era previsível desde o inicio. Teve o seu contributo num dos momento finais e mais nada. Foi dos poucos pontos negativos, assim como a repetição exaustiva de algumas expressões, pecado que dificilmente se perdoa a um autor deste gabarito. Isso e a péssima tradução - frases onde faltavam palavras, palavras onde faltavam letras...para quem domina bem o inglês mais vale optar pelo original.
Втората част на "Свят без край" се чете една идея по-бавничко, отколкото първата. На мен определено ми хареса света, който е изградил Фолет, и поради тази причина давам оценка 5 (за цялостното усещане на 4-те книги - от "Устоите..." до тази), макар че по-реалистично би било оценката за тази книга да е 4,5. Динамиката малко пада в сравнение с първата част и автора зацикля в някои повтарящи се ситуации. Това са дребните ми забележки. Като се изключат те, книгата много си заслужава! Препоръчвам я на всички фенове на "Устоите на Земята".
2.ª Parte bem mais interessante. Bom retrato da Idade Média No entanto lá para o final do livro uma pessoa começa a ficar farta do mesmo tipo de joguinhos, mentiras e vinganças.
O primeiro volume de Um mundo sem fim terminou com um episódio trágico e um pouco angustiante. Godwin com a ajuda de Philemon criaram um embuste a Caris, acusando-a de praticar rituais de bruxaria. Desta forma conseguiriam tirá-la do seu caminho, impedindo-a de conseguir o foral de burgo para Kingsbridge e de se tornar candidata, provavelmente vencedora, ao cargo de regedora da guilda, conforme fora seu pai.
Com a preciosa ajuda da Madre Cecília, Caris conseguiu livrar-se da pena de morte, embora não se tenha conseguido livrar de uma pena. Teve de entrar para o convento como freira noviça. Merthin, com quem iria casar no dia seguinte, desiludido e desconsolado, decidiu ir morar para Florença...
Os anos seguintes foram de aflição não só para Kingsbridge ou para a Inglaterra, mas para a toda a Europa. Deflagrou a peste negra e em Kingsbridge mais de metade da população acabou por morrer. Caris mostra uma vez mais a sua capacidade de encontrar algo positivo onde os outros apenas vêem desgraça e acaba mesmo por descobrir a sua verdadeira vocação. Tratar de enfermos.
A capacidade de Ken Follett nos fazer apaixonar pelas suas personagens já não é uma novidade. Neste volume é particularmente interessante acompanhar o desenvolvimento das personagens Caris, Merthin e Gwenda. A vontade de ler mais e mais nunca nos abandona tal é a intensidade da ação. Caris como já disse descobre a sua vocação e empenha-se na construção de um hospital cheio de ideias inovadoras. Merthin mantém o seu desejo de construir o edifício mais alto de Inglaterra. Gwenda contínua a sua luta pela independência profissional da sua família, tão dependente do mau feitio de Ralph.
As lutas pelo poder são uma constante, com avanços e revezes tão característicos da narrativa de Follett. O seu compasso é muito próprio e é este fator que, aliado à sua capacidade de descrição, na minha opinião tornam as suas obras tão especiais. Facilmente nos imaginamos a passear pelas ruas de Kingsbridge a conviver com qualquer um dos personagens. A qualidade descritiva é tal que seria engraçado pedir a um grupo de pessoas para identificar numa fotografia Ralph ou qualquer outro dos quatro principais personagens. Acredito que os resultados não iriam divergir muito.
Quando faltam cerca de 20 páginas para o término deste livro, o leitor tem a sensação de que muito há ainda por resolver, no entanto como que por magia tudo se resolve. Terá sido depressa demais, ou será que sou eu que ainda não acabei e já estou a ansiar por mais?
Sem revelar o fim, dizer apenas que o livro termina conforme começou, em torno do segredo relacionado com Thomas, o qual se revelou de grande utilidade para o futuro de Kingsbridge.
Depois de ler Os pilares da terra e ter adorado, ler O mundo sem fim revelou ser mais do mesmo, uma obra TOP!
Assim que terminamos o primeiro livro temos logo vontade de pegar na sua continuação, e foi praticamente isso que fiz, tendo apenas lido um livro de aventura juvenil no meio, para "aliviar" um pouco. Este segundo livro, acaba por ser mais interessante, com um ritmo não tão lento e onde notamos o afastamento das parecenças em relação aos Pilares da Terra. É certo que continuamos com uma narrativa mais descritiva e logo na parte inicial temos uma descrição de uma esfolamento, que não é muito aconselhável a pessoas mais sensíveis. Para além das personagens que já conhecemos anteriormente, temos algo que marca este volume - a Peste Negra - e que acaba quase por ser como uma nova personagem na história. Temos um enredo rico com aventuras, mistérios, acção, amor e muita, mas muita sacanice. As nossas personagens vão enfrentar tanto sofrimento e tantas adversidades que, algumas vezes, temi o pior. Gostei bastante da forma como Ken Follett construiu este romance histórico, com personagens muito interessantes e interligando-as com a história de Inglaterra. No entanto, algo que me desiludiu um pouco, foi a personagem do Irmão Thomas e do seu segredo. Tanto mistério e pfff! Outro ponto que me causou alguma "comichão" e que achei desnecessário foi a repetição de ideias e de acontecimentos, como se este livro fizesse parte de uma longa saga e não um stand-alone (isto porque, apesar de em Portugal, ter sido editado em dois volumes, na versão original é apenas um único livro). Algo que me agradou foi o facto de o autor ter explorado o modo como a sociedade e a Igreja viam as mulheres, que eram sempre discriminadas e desconsideradas, mesmo quando tinha opiniões muito mais sensatas, como é o caso da higiene durante o período da Peste Negra. Apesar do seu tamanho, e destes pontos menos positivos, foi um livro que me manteve agarrada, sempre na expectativa de conhecer o futuro das personagens.
Динамична, с ярки образи. И може би лишена от тази протяжност на историческата нишка, която не ми допадна в Устоите. Е, признавам си, че си спестих някои от интригите, прочитайки ги отгоре-отгоре, без да се потапям в атмосферата и планирането им... За себе си откривам, че не обичам книги, обхващащи целия живот на героя. Не мога да определя защо - може би ми се струва, че опростяват съдбата на човека до своето си повествование, лишавайки я от търсенията, етапите, през които всеки човек израства....
Esta segunda parte é claramente melhor do que a primeira. A história passou a ter uma estrutura e dinâmica própria e já bastante diferente de "Os Pilares da Terra".
No global, achei o livro um pouco inferior ao "Pilares da Terra", mas este segundo volume está óptimo. Excelente ritmo, muita coisa a acontecer e uma história bem contada.
Não me arrebatou totalmente mas também não me desiludiu! Já lá vão alguns anos e obviamente que já não me lembro a 100% de tudo o que acontece em 'Os Pilares da Terra', mas atrevo-me a dizer que gostei mais desta sequela do que do seu predecessor!
Não é perfeito nem é livro que recomende a toda a gente, mas a mim proporcionou-me várias horas fantásticas de leitura. Agora vamos ver se não deixo passar mais de 5 anos até avançar para o terceiro volume :D
Gosto tanto da série Kingsbridge do Ken Follett! Estas sagas familiares com fundo histórico são extremamente interessantes. Neste segundo volume de "Um Mundo Sem fim" conhecemos o destino de Merthin e Caris e de todas as outras personagens que nos são apresentadas no primeiro volume. Achei especialmente interessante a forma que Caris teve de debelar a peste, a sua inteligência e sentido prático. Muito bom!
Neste segundo volume d’Um Mundo sem Fim continuamos a acompanhar a vida de Gwenda, Caris, Ralph e Merthin, as quatro crianças que conhecemos no primeiro volume. O volume inicia-se com o princípio da peste negra que tanta gente ceifou na idade média. Percebemos, conforme vamos avançando na leitura, como é que a peste matou tanta gente, porque é que se espalhou com tanta facilidade e, acima de tudo, sentimos a impotência que foi lutar contra uma doença bastante mortal que muitos acreditavam ser um castigo de Deus. Assistimos ainda à mudança de mentalidades, quer da Igreja quer dos populares, quer aceitando melhor a intervenção das mulheres – que, até essa altura, eram descriminadas e quase que ignoradas pela sociedade em geral – quer em termos de higiene. A peste vai matar algumas das personagens que nos acompanharam no primeiro livro e algumas das novas que são introduzidas neste volume. Leva alguns dos “bons” mas também dos “maus” provando, mais uma vez, que a morte, seja ela induzida da forma que for, é democrática e não escolhe quem quer levar. Quando lemos a última página e fechamos o livro, fica uma sensação de vazio. Aliás como na maior parte dos livros deste autor, cada livro sabe-nos a pouco, apesar das histórias ficarem terminadas e não haver pontas soltas.
Ken Follest pensou afincadamente sobre as histórias que queria partilhar. Pensou tanto que a história nunca pára... mesmo quando achamos que o problema central está resolvido. No final do livro os problemas continuam a multiplicar-se e não há meio de ficar tudo tranquilo. Parece que estamos a ver um policial passado na Idade Média, com umas três horas de duração: já estamos mais enervados que curiosos e só queremos saber o fim. No entanto, a história é boa, as descrições não são exaustivas, as personagens estão bem construídas e há muito enredo, encontros e desencontros que nos deixam definitivamente colados à história até ao fim.
Com algumas referências ao Jack, à Aliena e ao Philip. Não me agarrou tanto como os Pilares, mas puxou-me para a época de tal forma que me fazia lembrar da história cada vez que ouvia alguém espirrar. Estão lá as personagens fortes, os "maus" que não morrem no fim, os visionários e os conservadores, as intrigas, as injustiças, as acusações, o amor, a inteligência, a persistência que já estavam na Kingsbridge. Um elemento adicional neste: a Peste. Uma vez mais repetiu-se a sensação anterior: um fim compulsivo. Talvez por 1100 páginas naquelas vidas me fazem querer sempre mais um bocadinho.
A trama é fascinante e muito inteligente. Porém destaco aqui a perspectiva de descrição da Peste Negra. Lemos e estudamos a respeito dela: suas causas, consequências econômicas, etc. Mas a descrição de seus efeitos no comportamento cotidiano da sociedade da época feita por Ken Follet é impressionante e nos leva a muitas reflexões.
Absolutamente genial e incomparável com qualquer livro do Ken Follett que tenha lido antes.
Elevadas expectativas para os "Pilares da Terra", que é tido como sendo o romance histórico/mediaval de referência deste autor, e se passa também em Kingsbridge.
Para quem leu os Pilares da Terra vê aqui uma "cópia" e depois de ganharmos carinho a certas personagens "custa" certas situações mais uma vez um pouco repetitivo mas mais uma grande história, tocando num dos maiores problemas da altura.
Não tão bom comos o seu antecessor "Os Pilares da Terra", mas continua a ser um óptimo livro, com um enredo deveras interessante e com personagens únicas e desenlaces que nos surpreendem. Quase não o consegui pousar, embora muitas vezes ficasse frustradíssima com alguns acontecimentos.. Recomendo!
Claramente um muito bom livro, gostei de longe mais desta segunda parte, mais intensificada pela peste. A primeira parte é demasiado semelhante aos Pilares da Terra.
Просто я прочетох. Исках да знам как в крайна сметка ще завърши историята. Краят не беше нито интригуващ, нито вълнуващ. Просто края на една дълга история. Както, между другото, често е и в живота.