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The Sea of Fertility #1
Spring Snow
Alternate cover edition of ISBN 9780099282990
Tokyo, 1912. The closed world of the ancient aristocracy is being breached for the first time by outsiders - rich provincial familes, a new and powerful political and social elite. Kiyoaki has been raised among the elegant Ayakura family - members of the waning aristocracy - but he is not one of them. Coming of age, he is caught up in the tensions between old and new, and his feelings for the exquisite, spirited Satoko, observed from the sidelines by his devoted friend Honda. When Satoko is engaged to a royal prince, Kiyoaki realises the magnitude of his passion.
Tokyo, 1912. The closed world of the ancient aristocracy is being breached for the first time by outsiders - rich provincial familes, a new and powerful political and social elite. Kiyoaki has been raised among the elegant Ayakura family - members of the waning aristocracy - but he is not one of them. Coming of age, he is caught up in the tensions between old and new, and his feelings for the exquisite, spirited Satoko, observed from the sidelines by his devoted friend Honda. When Satoko is engaged to a royal prince, Kiyoaki realises the magnitude of his passion.
389 pages, Paperback
First published January 1, 1967
About the author
Yukio Mishima
467 books10.1k followersYukio Mishima (三島 由紀夫) was born in Tokyo in 1925. He graduated from Tokyo Imperial University’s School of Jurisprudence in 1947. His first published book, The Forest in Full Bloom, appeared in 1944 and he established himself as a major author with Confessions of a Mask (1949). From then until his death he continued to publish novels, short stories, and plays each year. His crowning achievement, the Sea of Fertility tetralogy—which contains the novels Spring Snow (1969), Runaway Horses (1969), The Temple of Dawn (1970), and The Decay of the Angel (1971)—is considered one of the definitive works of twentieth-century Japanese fiction. In 1970, at the age of forty-five and the day after completing the last novel in the Fertility series, Mishima committed seppuku (ritual suicide)—a spectacular death that attracted worldwide attention.
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Community Reviews
Displaying 1 - 21 of 21 reviews
January 25, 2019
Se à primeira vista o tema principal deste livro parece ser o amor, o que sobressaiu mais para mim, foi uma enorme crítica social ao Japão que, na época retratada (início do séc. XX) se equilibrava de forma instável entre a tradição e a modernidade.
O despertar para a realidade de Quioáqui, que inicialmente nos surge como um rapaz rico e mimado, e a sua evolução ao longo do livro, através da relação com Satoco, parecem ser o principal fio condutor do livro, mas a meu ver, o mais notável é mesmo a grande amizade (amor?) que lhe é devotada pelo colega de colégio Honda, e todas as manobras de bastidores desenroladas pelas respetivas famílias.
Em resumo, um livro muito bonito e lírico, embora com partes estranhas e bizarras, mas afinal, como diz o Peter Carey, o Japão é um lugar estranho.
O despertar para a realidade de Quioáqui, que inicialmente nos surge como um rapaz rico e mimado, e a sua evolução ao longo do livro, através da relação com Satoco, parecem ser o principal fio condutor do livro, mas a meu ver, o mais notável é mesmo a grande amizade (amor?) que lhe é devotada pelo colega de colégio Honda, e todas as manobras de bastidores desenroladas pelas respetivas famílias.
Em resumo, um livro muito bonito e lírico, embora com partes estranhas e bizarras, mas afinal, como diz o Peter Carey, o Japão é um lugar estranho.
September 7, 2025
“Neve de Primavera” é o primeiro volume da tetralogia O Mar da Fertilidade de Yukio Mishima. Eu estava bué nervoso quando comecei a ler este livro porque, tal como frisei na minha review de Confissões de uma Máscara, a primeira obra de Mishima e de carácter autobiográfico, que adorei, pressenti que esta leitura poderia ser problemática.
Como já me pronunciei anteriormente, sinto um misto de sentimentos muito contraditórios em relação aos escritores japoneses do sexo masculino. Mishima, apesar da sua prosa distinta e bela, é o caso de excelência de um autor cuja vida e personalidade são muito mais complexas e interessantes do que a sua obra. Não vos vou fazer um retrato autobiográfico extensivo, mas em linhas gerais, Mishima foi criado num ambiente familiar profundamente conservador durante a Era Shōwa, que seguiu a onda de forte influência ocidental iniciada na Era Taishō. Assistir à perda cultural japonesa resultou numa radicalização profunda dos seus ideais políticos, que vociferou intensivamente até ao seu suicídio (seppuku) após uma tentativa falhada de golpe de Estado. Ainda que nunca assumida de forma aberta, a homossexualidade de Mishima marcou profundamente a sua obra, onde a repressão sexual que exercia sobre si próprio é palpável. Temos, portanto, a receita para um indivíduo profundamente atormentado.
Ora, eu li apenas duas obras do autor, mas pelo que já pesquisei, Mishima procurou explorar os seus ideais em toda a sua produção literária, algo já evidente nas duas que li. Sou da opinião de que é impossível separar a obra do artista e, neste caso, é claro. O personagem principal, Kiyoaki, é, perdoem-me, dos maiores merdinhas que já li. Tem apenas uma coisa a seu favor: a sua estonteante beleza (máscula, vale frisar, não é como a dos fúteis dos maricas ocidentais), o que aparentemente o redime de ser um filho, amigo, estudante e pretendente execrável. É o clássico eat the rich. O livro é vendido como um romance, mas jamais adivinharia. O interesse amoroso do nosso merdinhas é Satoko, cujo único traço de personalidade é ser lindíssima (para cada panela há um tacho), e o nosso protagonista decide maltratá-la sem dó até perceber que a vai perder e depois inferniza a vida a toda a gente para a prender a si.
Aqui faço uma pausa para dizer que é notável como Mishima amava o corpo humano no sentido erótico, tanto masculino como feminino, mas enquanto indivíduos, odiava as mulheres de uma forma que chega a ser angustiante de ler. Absolutamente nenhuma tem agência e todas são apresentadas como tolinhas. Já me pronunciei sobre Murakami e as críticas que lhe faço são semelhantes às que aponto a Mishima, mas longe de mim ser o europeu pretensioso que julga as normas culturais dos outros. Ainda assim, acredito que isto estará, muito provavelmente, enraizado no facto de que as mulheres podiam amar livremente os homens da forma que ele não podia, o que é genuinamente trágico. Não deixa de ser irónico, no entanto, que a esfera dos incels, onde a sua obra é mais apreciada, não se dê ao trabalho de fazer esta associação, limitando-se a retirar a xenofobia e as gym tips…
Não querendo revelar mais, porque cada um deve formar a sua própria opinião, este é o meu segundo e último livro do autor. Reitero que Mishima era, sem dúvida, um excelente escritor, mas não tenho qualquer interesse em continuar a ler a sua obra.
Como já me pronunciei anteriormente, sinto um misto de sentimentos muito contraditórios em relação aos escritores japoneses do sexo masculino. Mishima, apesar da sua prosa distinta e bela, é o caso de excelência de um autor cuja vida e personalidade são muito mais complexas e interessantes do que a sua obra. Não vos vou fazer um retrato autobiográfico extensivo, mas em linhas gerais, Mishima foi criado num ambiente familiar profundamente conservador durante a Era Shōwa, que seguiu a onda de forte influência ocidental iniciada na Era Taishō. Assistir à perda cultural japonesa resultou numa radicalização profunda dos seus ideais políticos, que vociferou intensivamente até ao seu suicídio (seppuku) após uma tentativa falhada de golpe de Estado. Ainda que nunca assumida de forma aberta, a homossexualidade de Mishima marcou profundamente a sua obra, onde a repressão sexual que exercia sobre si próprio é palpável. Temos, portanto, a receita para um indivíduo profundamente atormentado.
Ora, eu li apenas duas obras do autor, mas pelo que já pesquisei, Mishima procurou explorar os seus ideais em toda a sua produção literária, algo já evidente nas duas que li. Sou da opinião de que é impossível separar a obra do artista e, neste caso, é claro. O personagem principal, Kiyoaki, é, perdoem-me, dos maiores merdinhas que já li. Tem apenas uma coisa a seu favor: a sua estonteante beleza (máscula, vale frisar, não é como a dos fúteis dos maricas ocidentais), o que aparentemente o redime de ser um filho, amigo, estudante e pretendente execrável. É o clássico eat the rich. O livro é vendido como um romance, mas jamais adivinharia. O interesse amoroso do nosso merdinhas é Satoko, cujo único traço de personalidade é ser lindíssima (para cada panela há um tacho), e o nosso protagonista decide maltratá-la sem dó até perceber que a vai perder e depois inferniza a vida a toda a gente para a prender a si.
Aqui faço uma pausa para dizer que é notável como Mishima amava o corpo humano no sentido erótico, tanto masculino como feminino, mas enquanto indivíduos, odiava as mulheres de uma forma que chega a ser angustiante de ler. Absolutamente nenhuma tem agência e todas são apresentadas como tolinhas. Já me pronunciei sobre Murakami e as críticas que lhe faço são semelhantes às que aponto a Mishima, mas longe de mim ser o europeu pretensioso que julga as normas culturais dos outros. Ainda assim, acredito que isto estará, muito provavelmente, enraizado no facto de que as mulheres podiam amar livremente os homens da forma que ele não podia, o que é genuinamente trágico. Não deixa de ser irónico, no entanto, que a esfera dos incels, onde a sua obra é mais apreciada, não se dê ao trabalho de fazer esta associação, limitando-se a retirar a xenofobia e as gym tips…
Não querendo revelar mais, porque cada um deve formar a sua própria opinião, este é o meu segundo e último livro do autor. Reitero que Mishima era, sem dúvida, um excelente escritor, mas não tenho qualquer interesse em continuar a ler a sua obra.
August 13, 2025
4 estrelas pela prosa belíssima de Mishima e pelo final de tirar o fôlego.
April 27, 2011
Não é um livro fácil e a edição com letrinhas minúsculas não ajudou. O fim, apesar de esperado, valeu pelo livro, pelas longas e intermináveis descrições e pela minha recorrente incompreensão desta realidade tão diferente da ocidental. Tudo nestes livros japoneses é intenso e ao mesmo tempo frágil e delicado. Lembra-me sempre poesia.
March 19, 2024
A Neve de Primavera situa-se na Era Meiji. Nessa mesma época, existe a abertura da cultura japonesa para que a mesma receba alguns costumes ocidentais. Isso, por si só, causa agitação no conservadorismo inerente à sociedade.
Kiyoaki é o filho herdeiro da família Matsugae. A nobreza proveniente das suas origens causam-lhe algum desconforto.
Durante a sua infância, o mesmo é enviado para uma outra família vizinha e, aí, é criado juntamente com Satoko.
Em plena adolescência, a dualidade cultural invadem a sua paz. É confrontado com um mundo de mudança, com paixões e com as confusões que a tenra idade traz. Na escola, tem em Honda um amigo fiel que fará parte de muitos momentos.
Uma narrativa cativante que demonstra o talento inequívoco de Mishima. O crescendo da história, os sentimentos mesclados na ficção, a objetividade, são alguns dos aspetos presentes.
O primeiro livro da tetralogia Mar da Fertilidade.
Kiyoaki é o filho herdeiro da família Matsugae. A nobreza proveniente das suas origens causam-lhe algum desconforto.
Durante a sua infância, o mesmo é enviado para uma outra família vizinha e, aí, é criado juntamente com Satoko.
Em plena adolescência, a dualidade cultural invadem a sua paz. É confrontado com um mundo de mudança, com paixões e com as confusões que a tenra idade traz. Na escola, tem em Honda um amigo fiel que fará parte de muitos momentos.
Uma narrativa cativante que demonstra o talento inequívoco de Mishima. O crescendo da história, os sentimentos mesclados na ficção, a objetividade, são alguns dos aspetos presentes.
O primeiro livro da tetralogia Mar da Fertilidade.
March 26, 2024
Apesar de ser o primeiro livro de uma tetralogia, poderia muito bem ser uma obra solitária e manteria o seu valor. Invoca temas já apresentados noutras obras do autor como a busca pelo belo e pelo impossível em O Templo Dourado e o confronto entre o ocidentalismo e a tradição em O Marinheiro Que Perdeu As Graças Ao Mar, juntando tudo isto numa narrativa cativante. Acrescenta também temas religiosos, especialmente budistas. Um ótimo começo que criou sérias expectativas para o resto da série
August 17, 2019
Livro extraordinário, de rara beleza e sensibilidade. Lembra um jardim japonês. Um dos romances mais belos que já li.
January 3, 2022
Simplesmente O MAIOR
June 21, 2019
Um grande escritor. Uma prosa muito rica.
August 29, 2022
Acabei de ler o primeiro volume da tetralogia " O Mar da Fertilidade", a qual fechou a obra de Yukio Mishima, que entregou as suas páginas finais do quarto e último volume, ao seu editor no próprio dia do seu suícidio.
Este primeiro livro chamado "Neve de Primavera" é uma obra prima e um dos melhores que Mishima escreveu.
Tendo lido há pouco tempo o segundo volume ("Cavalo Selvagem"), fiquei a compreendê-o melhor depois de ler este, pois embora os livros possam ser lidos autónomamente há personagens que são referenciadas no segundo volume e que aqui nos ficam mais bem explicadas.
É um livro tão belo como triste - um romance de amor entre dois jovens - um rapaz e uma rapariga, ambos belíssimos e educados desde crianças, juntos e que sempre sentiram uma forte atracção mútua, mas os seus feitios e a conjuntura das suas vidas, ambos oriundos de famílias nobres, mas distintas, levou a que só tarde demais assumissem o seu verdadeiro amor.
Depois há todo o envolvimento da atmosfera japonesa da época - a seguir à guerra russo-japonesa, o conceito divino da figura imperial e todo o misticismo da religião que lhe dão um cunho quase onírico.
Fico deveras interessado em ler os dois últimos volumes da tetrologia, mas tenho dificuldade de os encontrar.
Este primeiro livro chamado "Neve de Primavera" é uma obra prima e um dos melhores que Mishima escreveu.
Tendo lido há pouco tempo o segundo volume ("Cavalo Selvagem"), fiquei a compreendê-o melhor depois de ler este, pois embora os livros possam ser lidos autónomamente há personagens que são referenciadas no segundo volume e que aqui nos ficam mais bem explicadas.
É um livro tão belo como triste - um romance de amor entre dois jovens - um rapaz e uma rapariga, ambos belíssimos e educados desde crianças, juntos e que sempre sentiram uma forte atracção mútua, mas os seus feitios e a conjuntura das suas vidas, ambos oriundos de famílias nobres, mas distintas, levou a que só tarde demais assumissem o seu verdadeiro amor.
Depois há todo o envolvimento da atmosfera japonesa da época - a seguir à guerra russo-japonesa, o conceito divino da figura imperial e todo o misticismo da religião que lhe dão um cunho quase onírico.
Fico deveras interessado em ler os dois últimos volumes da tetrologia, mas tenho dificuldade de os encontrar.
November 4, 2021
Uma conjugação perfeita entre o mágico e o real, não através de fantasia nem de ilusões, mas sim das descrições presentes ao longo de cada capítulo. Nunca li análises psicológicas de personagens tão suaves e delicadas como neste livro, combinando assim com a descrição de um Japão em que a linha que separa costumes ocidentais e orientais se começa a dissipar cada vez mais.
Adorei o quanto se consegue visualizar o sol, a noite, a neve principalmente, em relação com o desenrolar dos acontecimentos, cada elemento tem um papel importante em definir o tom de cada cena.
As personagens são reais, tem defeitos que os tornam únicos e cruciais na história, e o mergulhar nos pensamentos, sentimentos, motivações, ansiedades, desgostos, em todo um psicológico que não precisa de explicação, não precisa de fazer sentido, porque é o mais puro do subconsciente humano.
Adorei o quanto se consegue visualizar o sol, a noite, a neve principalmente, em relação com o desenrolar dos acontecimentos, cada elemento tem um papel importante em definir o tom de cada cena.
As personagens são reais, tem defeitos que os tornam únicos e cruciais na história, e o mergulhar nos pensamentos, sentimentos, motivações, ansiedades, desgostos, em todo um psicológico que não precisa de explicação, não precisa de fazer sentido, porque é o mais puro do subconsciente humano.
June 29, 2021
O Mar de Fertilidade é minha expressão artística favorita, é o presente que dou a mim mesma todo ano, no meu aniversário é o momento da releitura de um dos livros. Encontro Neve de Primavera pela terceira vez e fico embasbacada como cada vez é melhor, como a leitura cresce e como esse livro - e toda a tetralogia - começa a significar cada vez mais para mim. É meu verdadeiro amor, a beleza desse texto é absurda!!!!!!! E como é bom perceber coisas novas cada vez que tenho o prazer de ler essa obra!
October 6, 2023
(em inglês) primeiro livro da tetralogia do mar da fertilidade. esses quatro livros foram as últimas coisas que mishima escreveu antes de cometer seppuku. neve de primavera é frequentemente tido como sua obra-prima.
história de época que gira ao redor de um romance proibido; na era taishō (anos 1910/20), uma moça e um rapaz, ambos jovens, belos e aristocratas, se apaixonam e desenvolvem um relacionamento secreto. tem os toques da intensa sexualidade, filosofia e sadismo típicos do mishima.
o ouro de neve de primavera está na prosa do mishima: suas descrições são de uma beleza estonteante.
história de época que gira ao redor de um romance proibido; na era taishō (anos 1910/20), uma moça e um rapaz, ambos jovens, belos e aristocratas, se apaixonam e desenvolvem um relacionamento secreto. tem os toques da intensa sexualidade, filosofia e sadismo típicos do mishima.
o ouro de neve de primavera está na prosa do mishima: suas descrições são de uma beleza estonteante.
September 10, 2026
Demorei a engrenar nele, visto que as primeiras quase 200 páginas são uma longa descrição do ambiente emocional, familiar, psicológico, etc. das personagens da trama - e eu não tenho o maior fôlego pra esse tipo de narrativa. Já nas ultimas 200, em que os acontecimentos da trama de fato se desenrolam, o ritmo é aquele de outros romances do Mishima: lacre atrás de lacre, exuberância de linguagem e tom de novela. Não é o meu preferido dele, nem de longe, mas acho que vou acabar insistindo nos outros da tetralogia.
August 17, 2021
Se ganha por cada passagem ser escrita de uma forma bela e exímia, perde por ter um desenrolar muito lento. Um livro que deve ser lido com atenção ao detalhe, para saborear cada pormenor. Tudo é cuidadosamente pensado e aplicado com mestria. Isto faz com que seja um livro muito bonito. Gostava que o final tivesse sido outro, mas alimentou o meu interesse pela continuação desta tetralogia.
April 5, 2025
nao sabia que o mishima conseguia escrever uma melancolia romantica tao boa mas tao boa que virou a minha preferida
sempre com o simbolismo e as metaforas pungentes que voce tem que dar uns 2 min pra respirar
sempre com o simbolismo e as metaforas pungentes que voce tem que dar uns 2 min pra respirar
January 7, 2022
Kiyoaki é literalmente eu
February 27, 2023
Talvez o livro com o estilo mais bonito que já li. Excelentes descrições e metáforas, sendo que a história em si também é interessante.
April 15, 2026
3.5*
Vídeo de Opinião em: https://youtu.be/2BjlBT832mY
Fui para este livro com expetativas erradas, ainda assim foi uma boa leitura.
Vídeo de Opinião em: https://youtu.be/2BjlBT832mY
Fui para este livro com expetativas erradas, ainda assim foi uma boa leitura.
July 4, 2013
Minha história com Mishima é bem interessante. Fã de literatura asiática que sou, comecei pesquisar outros autores e descobri Mishima e as circunstâncias em que ocorreu a sua morte. Fiquei curiosa para ler a obra que lhe deu o prêmio Nobel, procurando meses por ela. E não me arrependi.
Kiyoaki Matsugae é filho do Marquês Matsugae. Devido à modernização e abertura as tendências ocidentais, a família perde um pouco do seu status. Kiyo é então mandado para a casa do CondeAyakura, onde é educado.
Satoko Ayakura é a filha do Conde, dois anos mais velhas que Kiyo. A moça é apaixonada pelo rapaz, que finge ignorar seus sentimentos. Entretanto, quando Satoko fica noiva, Kiyo vai perceber o que sente e vai ter que lutar contra o tempo.
Beleza. Delicadeza. Simplicidade. São adjetivos que podem ser usados para descrever essa obra-prima da literatura oriental. Um livro que dá saudade assim que se termina.
Kiyoaki Matsugae é filho do Marquês Matsugae. Devido à modernização e abertura as tendências ocidentais, a família perde um pouco do seu status. Kiyo é então mandado para a casa do CondeAyakura, onde é educado.
Satoko Ayakura é a filha do Conde, dois anos mais velhas que Kiyo. A moça é apaixonada pelo rapaz, que finge ignorar seus sentimentos. Entretanto, quando Satoko fica noiva, Kiyo vai perceber o que sente e vai ter que lutar contra o tempo.
Beleza. Delicadeza. Simplicidade. São adjetivos que podem ser usados para descrever essa obra-prima da literatura oriental. Um livro que dá saudade assim que se termina.
June 27, 2015
Tradução algo má, imensas gralhas
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