The award-winning author of The Music of the Primes explores the future of creativity and how machine learning will disrupt, enrich, and transform our understanding of what it means to be human.
Can a well-programmed machine do anything a human can―only better? Complex algorithms are choosing our music, picking our partners, and driving our investments. They can navigate more data than a doctor or lawyer and act with greater precision. For many years we’ve taken solace in the notion that they can’t create. But now that algorithms can learn and adapt, does the future of creativity belong to machines, too?
It is hard to imagine a better guide to the bewildering world of artificial intelligence than Marcus du Sautoy, a celebrated Oxford mathematician whose work on symmetry in the ninth dimension has taken him to the vertiginous edge of mathematical understanding. In The Creativity Code he considers what machine learning means for the future of creativity. The Pollockizer can produce drip paintings in the style of Jackson Pollock, Botnik spins off fanciful (if improbable) scenes inspired by J. K. Rowling, and the music-composing algorithm Emmy managed to fool a panel of Bach experts. But do these programs just mimic, or do they have what it takes to create? Du Sautoy argues that to answer this question, we need to understand how the algorithms that drive them work―and this brings him back to his own subject of mathematics, with its puzzles, constraints, and enticing possibilities.
While most recent books on AI focus on the future of work, The Creativity Code moves us to the forefront of creative new technologies and offers a more positive and unexpected vision of our future cohabitation with machines. It challenges us to reconsider what it means to be human―and to crack the creativity code.
Marcus Peter Francis du Sautoy, OBE is the Simonyi Professor for the Public Understanding of Science and a Professor of Mathematics at the University of Oxford.
Li dois livros seguidos sobre a febre da IA Generativa — o primeiro “Creativity Code” (2019), escrito por Marcus du Sautoy como resposta ao impacto do GPT-1, e “Brave New Words” (2024), escrito por Sal Khan, o guru que criou a Khan Academy, como resposta ao impacto do GPT-4 — e confesso ter ficado boquiaberto, não com os feitos do GPT, mas com o deslumbramento dos autores, principalmente no segundo caso, com o livro a funcionar como uma declaração de fé na IA Generativa, suportada diretamente pela Open AI e Bill Gates. Se acalentava dúvidas quanto ao efetivo impacto da IA Generativa fora do domínio criativo, o fervor apresentado por estes livros tornou bastante claro para mim que o rei vai nu.
Poderão as máquinas inteligentes ser criativas? Mas o que é isso de Inteligência e criatividade? Poderemos realmente definir esses conceitos? E não seremos nós, como entidades biológicas, uma espécie de máquinas naturais, com a inteligência a surgir como propriedade emergente de elementos biológicos que se auto-organizam? O matemático Marcus du Sautoy coleciona neste livro exemplos de algoritmos e robôs que permitem explorar as fronteiras da criatividade artificial. Dos algoritmos aleatórios concebidos por artistas às inteligências Artificiais aparentemente capazes de gerar obras de arte, Sautoy analisa a criatividade com um olho no espírito da máquina, e outro no impulso humano.
Discutir se alguma vez teremos máquinas verdadeiramente inteligentes e criativas é futurismo longínquo. O que dispomos agora é de interfaces, que variam entre simples programação ao processamento por redes neurais, que permitem aos humanos explorar novas formas de criar, utilizando ou em diálogo com mecanismos e software. Gostamos de acreditar na ilusão que o output destes mecanismos é uma expressão de criatividade artificial, mas na verdade são o resultado de algoritmos aleatórios, ou regras iterativas, ou processamento de conjuntos de treino que apesar dos resultados surpreendentes, dependem sempre das escolhas das bases de dado de treinamento de Inteligência Artificial. Gostamos de as criações produzidas ver como produtos de uma mente artificial, mas na verdade dizem mais sobre as sensibilidades, ideias e sensações daqueles que estão envolvidos no seu desenvolvimento, do que realmente espíritos da máquina.
Um livro cheio de insights maravilhosos sobre os reais avanços da inteligência artificial no panorama mundial das artes, tecnologias e profissionais. Provocador de pensamentos, este livro deixou-me perplexo com os avanços feitos em IA e fez-me questionar não se um dia seremos ultrapassados por máquinas mas como podemos potenciar a nossa humanidade com a sua ajuda. Confesso que tive alguma dificuldade em perceber determinadas partes do livro por não ter uma grande mente analítica, mas também dei por mim a pesquisar obras de arte produzidas por máquinas e a experimentar por mim próprio alguns algoritmos mencionados.
explica muito bem a matemática, mas é pouco concreto na inteligência artificial. boa conclusão.
"Talvez a batalha humana com o xadrez, a música, a matemática, a pintura faça parte da origem do valor."
"Acabarão por ser as suas pinturas, a sua música, os seus romances, a sua produção criativa, até a sua matemática, a dar-nos uma hipótese de decifrarmos o código das máquinas e de sentir como é ser uma máquina."
Já li alguns livros sobre IA e este não trás nada de novo. Abusa do facto do autor ser matemático para nos dar a conhecer a sua paixão pelo tema, dedicando um ou outro capítulo a isso. Para quem segue este tema não aconselho este livro.