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Hijos de la fábula

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Dos jóvenes exaltados, Asier y Joseba, se marchan en 2011 al sur de Francia con la intención de enrolarse en la banda terrorista ETA. Esperan instrucciones en una granja de pollos, acogidos por una pareja francesa con la que apenas se entienden. Allí se enteran de que la banda ha anunciado el abandono de la lucha armada. Tras su desconcierto, no quieren renunciar a sus aspiraciones épicas, y así uno asumirá el papel del jefe y disciplinado ideólogo, y el otro de subalterno más relajado. Pero el contraste entre el afán de gestas y las peripecias más ridículas, bajo una lluvia pertinaz, es cada vez más cómico. En sus diálogos, Asier y Joseba tienen algo de Quijote y Sancho, pero sobre todo del Gordo y el Flaco. Hasta que conocen a una joven que les propone un plan.

Tras el éxito de Patria, esta nueva novela de Fernando Aramburu nos arrastra, de una manera agilísima y sorprendente, por una peripecia inesperada con un desenlace magistral. Contada con un humor permanente, cáustica, veloz, escrita con frases cuya brevedad es un auténtico virtuosismo, Hijos de la fábula vuelve a demostrarnos que Fernando Aramburu pertenece a la estirpe de los grandes escritores, los que nos cuentan historias como nadie es capaz de contar.

312 pages, Paperback

First published February 1, 2023

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About the author

Fernando Aramburu

54 books1,323 followers
Fernando Aramburu Irigoyen nació el 4 de enero de 1959 en San Sebastián, Guipúzcoa, España. Es licenciado en filología hispánica por la Universidad de Zaragoza y desde 1985 reside en Alemania. Fue miembro del Grupo CLOC de Arte y Desarte. Considerado ya como uno de los narradores más destacados de su generación, es autor de tres libros de relatos: No ser no duele (1997), Los peces de la amargura (2006) y El vigilante del fiordo (2011), y de cinco novelas: Fuegos con limón (1996), Los ojos vacíos (2000), El trompetista del Utopía (2003), Bami sin sombra (2005) y Viaje con Clara por Alemania (2010), títulos que han sido distinguidos con el Premio Ramón Gómez de la Serna 1997, el Premio Euskadi 2001, el XI Premio Mario Vargas Llosa NH, el Dulce Chacón y el Premio Real Academia Española en 2008. Ha escrito también libros para niños, como Vida de un piojo llamado Matías (2004). Con Años lentos mereció el VII Premio Tusquets Editores de Novela.

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Displaying 1 - 30 of 320 reviews
Profile Image for Luis Ogando.
155 reviews16 followers
April 7, 2023
Aramburu parte de una idea brillante (dos chavales que comienzan a militar en ETA cuando la banda terrorista se disuelve y deciden reanudar la guerra por su cuenta), pero se pierde en su desarrollo. Una sátira que no va a ningún lado más allá de su chiste primigenio. Tiene algún momeno hilarante, porque Aramburu maneja muy bien la ironía, pero no deja de ser un punto de partida ingenioso alargado durante más de 300 páginas.
Profile Image for Paco Alegría.
205 reviews17 followers
June 8, 2023
Estupenda narrativa como siempre, sigue siendo de mis favoritos. Ahora con una historia con tintes de humor negro, pero otra vez ahondando en las características personales, en las reflexiones profundas, en el origen de las conductas y las motivaciones. Y otra vez, tambien, revisita el tema de ETA, de forma de motivo para poder explorar a los personajes, no el conflicto en si.

Para los que gustamos de la escritura de Fernando Aramburu, este libro es un "deber ser", sin llegar a ser Los Vencejos o Patria.
Profile Image for Carla.
184 reviews25 followers
October 6, 2024
"Filhos da Fábula" é o segundo livro que leio do escritor espanhol Fernando Aramburu, depois de "Pátria" e, apesar de em ambos o autor escrever sobre o mesmo tema (a aspiração de muitos jovens bascos em ingressarem na organização terrorista ETA, de modo a obterem a independência do País Basco de Espanha, e atribuírem o poder político ao proletariado através da extorsão de industriais e comerciantes, de assaltos a instituições financeiras, de sequestros e de atentados), a sua abordagem é muito distinta.

Em "Pátria", o autor descreve de forma o mais isenta que consegue, sendo ele também de origem basca, mas emotiva, no período que decorre entre os anos 80 do século XX e o ano de 2011, data em a ETA abandona a luta armada, a vida de duas famílias bascas que partilhavam uma grande amizade, a qual foi destruída pelo ingresso na ETA de um dos filhos duma delas, um jovem de 19 anos, e pelo assassínio levado a cabo pela organização terrorista de um dos membros da outra, que se recusou a pagar o "imposto revolucionário" para financiar a causa, retratando as divisões na população quanto ao apoio à ETA e o sofrimento causado ao próprio povo basco por quem dizia defender os seus interesses.

Já em "Filhos da Fábula", num registo muito distinto, o escritor Fernando Aramburu, tenta, com ironia, retratar os ideais e o percurso de dois jovens bascos, um de 21 anos e o outro de 20 anos, que ingressam na ETA em 2010, poucos meses antes da organização abandonar a luta armada, deixando as suas famílias, e um deles até a sua namorada grávida, sendo depois alojados provisoriamente numa quinta agrícola pertencente a um casal de franceses, situada numa zona rural do sul de França, à espera de receberem treino paramilitar, para poderem iniciar a sua atividade no terreno como operacionais da ETA.

Contudo, após seis meses de espera, o militante etarra que os contactava periodicamente, desaparece, pelo que os dois jovens ficam, assim, sem meios de proverem ao seu sustento, e são informados pelos donos da quinta que a ETA anunciou na televisão o fim da luta armada.

Sem dinheiro, sem armas e sem qualquer experiência militar, os dois rapazes, Asier e Joseba, decidem, ainda assim, sozinhos, formar um novo grupo e arranjar fundos e armas para prosseguirem os mesmos objetivos que os da ETA, bem como angariar novos membros para a causa que pretendem prosseguir.

Pelo que, abandonam a quinta, não sem antes passarem por muitas peripécias ao assaltarem a casa dos lavradores que os acolheram, mas cujo furto apenas lhes rendeu 200 euros, e pretendem regressar a Espanha, passando primeiro por Toulouse, afim de tentarem convencer um antigo operacional da ETA, que trabalhava num hotel e desejava ter uma vida calma e longe das guerrilhas da juventude, a fornecer-lhes as armas que este ainda tivesse em seu poder.

E no meio de vários incidentes, Asier e Joseba, contando com o apoio de outra jovem espanhola, que conhecem em Toulouse, fugida de casa, filha de um militar de alta patente e de uma beata, também sem recursos, mas mais ágil que os dois primeiros em arranjá-los, voltam a Espanha. Contudo, quando chegam à terra de um deles, apercebem-se que muito havia mudado, e as diferenças de personalidade entre ambos, um mais idealista e rigoroso, que queria ser o chefe, o outro mais prático e apreciador dos prazeres da vida, agravam-se e traçam os seus caminhos em sentidos opostos.

Apesar da história, no seu início, parecer ser interessante e o enredo prometer ser divertido, o que é facto é que não encontrei os traços de humor que eram referidos na contracapa do livro quando o decidi comprar, e acabei por achar o enredo monótono, salvando-se a personagem de Joseba, um jovem que mais parecia ser Sancho Pança, a tentar, mesmo perante a rigidez do amigo, suavizar o seu temperamento e chamá-lo à realidade.

Depois da excelência do livro "Pátria", que li com tanto gosto, a obra "Filhos da Fábula" ficou aquém das minhas expectativas, e até o seu final pareceu ser desajustado da história inicial.
Profile Image for Come Musica.
2,068 reviews629 followers
May 22, 2023
Fernando Aramburu ritorna in libreria con un nuovo romanzo "Figli della favola", in cui si riprendono già i temi affrontati in "Patria", usando un registro stilistico diverso.

Nella storia non ci sono precisi riferimenti storici, tranne un paio di indizi: è sicuramente ambientata dopo il 2011 (il 20 ottobre 2011 l'Eta ha infatti annunciato la "cessazione definitiva della sua attività armata) e forse dopo il 2018 (il 3 maggio 2018, la voce del latitante Josu Urrutikoetxea (alias "Josu Ternera") annunciava: «Abbiamo smantellato tutte le nostre strutture operative - dice Urrutikoetxea - ed è conclusa qualsiasi attività dell'ETA. Questa organizzazione non sarà più un attore che assuma posizioni politiche o promuova iniziative. Quest'ultima decisione vuole favorire una nuova fase storica. L'ETA nacque da questo popolo e ora in questo popolo si scioglie»).

I protagonisti del romanzo sono due giovani, Asier e Joseba, orfani dell'ideologia dell'ETA che da un momento all'altro frana: spaesati i due, provano a fondare un loro gruppo (il GDG), per dare un senso al loro essere guerriglieri senza guerriglia.

«L’ETA avrebbe dovuto continuare. Si riposa per un po’? Va bene. Però fermare la lotta armata è stato l’errore del secolo. Adesso come fai a imporre un negoziato?»
«Eccoci qua. Perché spegnere del tutto il fuoco? Meglio lasciare un po’ di brace. Di tanto in tanto batti un colpo. Dosi la lotta. Fai qualcosa, accidenti.»
«Questo darà senso alla nostra organizzazione.»

Le avventure picaresche dei due richiamano un po' quelle di Don Chisciotte e Sancho Panza (per esempio, le esercitazioni con le scope al posto delle armi).

«Riempiamo un vuoto. Per adesso non importa raggiungere grandi risultati. L’importante è mantenere accesa una fiamma. Che il nemico continui ad avere paura. Che non ci creda finiti o sconfitti. Magari María Cristina ci darà una mano. Muoio dalla voglia di mettere in marcia il GDG. Chi potrebbe insegnarci a maneggiare esplosivi?»
«Non ne ho idea, ma non preoccuparti. Prima o poi impareremo.»

Dietro la leggerezza degli scambi tra i protagonisti, si cela la profondità tipica di Aramburu che prova a descrivere una generazione orfana di ideologie, che è disposta a tutto pur di sentirsi parte di qualcosa, incapace a vivere nella pace, perché da un momento all'altro un mondo senza armi e nemici da uccidere li terrorizza più di uno violento che si erano preparati ad affrontare.
Profile Image for Noel Brey.
Author 18 books35 followers
February 23, 2023
Una sátira donde dos mangarrianes entran en ETA justo cuando la banda rinde las armas. Ellos, sin embargo, se encabezonan en la lucha y en preparar, sin la menor fortuna, su bautismo de fuego.
Creo que la he leído con las expectativas demasiado altas, pero aun así está entretenida.
Profile Image for Abril Camino.
Author 32 books1,860 followers
May 16, 2023
No me ha gustado demasiado y, además, se me ha hecho muy pesada (a pesar de ser una novela corta). Me encanta el concepto, esa sátira burlona, pero la ejecución no me ha convencido para nada.
Profile Image for Cristina Delgado.
255 reviews72 followers
June 28, 2024
Fernando Aramburu conquistou-me com o seu romance, "Pátria". Com as suas (tantas!) páginas fiquei um pouco mais conhecedora do quanto sofreram as famílias no País Basco, muitas vezes amigas que a guerra cível fez rivais, inimigas. Uma história que nos conta as feridas pelas quais duas famílias passaram. Impossível esquecer, necessário perdoar. Tão bom!

Confesso que não li ainda "O Regresso dos Andorinhões", sobretudo pelo tijolo que é e pela dificuldade de o transportar no dia a dia. Sei que a temática é diferente do "Pátria" mas o interesse está lá e, espero que chegue a sua vez!

Este "Filhos da Fábula", sendo de Aramburu e possuindo menos de 300 páginas, suscitou o meu interesse imediato. O tom da escrita é completamente diferente mas como pano de fundo encontra-se, à semelhança do "Pátria", o conflito basco. Asier e Joseba são dois jovens que em 2011 partem para o sul de França com o intuito de se juntarem à ETA. Não fosse a sua situação - e atitudes - desesperadamente ridículas, dado julgarem-se prestes a serem heróis, poderia ter dado algumas gargalhadas. Este tom na escrita não é o meu preferido mas reconheço em Aramburu uma mestria ímpar. E porquê? Porque independentemente de não apreciar este tom jocoso na narrativa, o autor conseguiu conquistar-me com esta trama logo de início.

Asier e Joseba, Sancho e Pança. Foi de quem logo me lembrei. Dois personagens bastante patéticos na sua forma de encarar os acontecimentos, nomeadamente a extinção da ETA, porque lutam contra moinhos inventados. A sua perseverança fá-los caminhar para situações que se não fossem trágicas, seriam cómicas. A reflectir.

Leiam!
Profile Image for Adrián.
176 reviews51 followers
March 3, 2023
La nueva novela de Aramburu pone sobre la mesa, una vez más, el sinsentido del terrorismo, pero esta vez en clave de humor.

Dos jóvenes atiborrados de ideología que han llegado tarde a la lucha armada de ETA (justo cuando ésta la abandona definitivamente), y de pura rabieta deciden seguirla por su cuenta y riesgo.

No me parece mal material de partida para que alguien como Aramburu, tan socarrón, se luzca a gusto, pero no creo que haya sido el caso. Sobre todo le fallan los personajes, que me recuerdan a Jim Carrey y Jeff Daniels en Dos tontos muy tontos, pero todavía más predecibles y mucho menos graciosos.

Me sorprende que, según ha dicho, lleve tanto tiempo trabajando en esta novela porque la sensación que me ha quedado es que está escrita por inercia. Va por unos derroteros como puede ir por otros.

La verdad es que los que disfrutamos de su escritura no necesitamos más para pasar un rato entretenido, pero esperaba algo diferente. Él puede dar mucho más.
378 reviews21 followers
February 14, 2023
Fernando Aramburu es sinónimo de una buena lectura.
Este libro es corto y rápido de leer.
Para mí, es una sátira: divertida y con dos protagonistas inolvidables.
Asier y Josebo se van al sur de Francia en 2011 para entrenar y luchar en la ETA. Pero mientras esperan el contacto, están en una granja de pollos y apenas hablan con los dueños. Sin embargo, ahí se enteran de que la ETA declaró el fin de la actividad armada.
Ahora ambos se encuentran a la deriva, pero deciden seguir la lucha por su cuenta , sin dinero y sin armas. Fundan una organización propia y luego se les une María Cristina, una joven osada y que ama romper loas reglas.
La historia está llena de momentos desopilantes y muy irónicos.
Lo recomiendo.
Profile Image for Silvia.
256 reviews35 followers
March 6, 2024
Dopo aver apprezzato tanto Patria, questo l'ho trovato un esperimento non riuscito.
Ironia forzata, personaggi grotteschi e caricaturali, un insieme noioso.
L'umorismo è difficile da gestire, o solletica le corde giuste o risulta fastidioso e provoca il disagio di quando si ascolta una persona con cui non si ha confidenza che cerca a tutti i costi di farti ridere senza riuscirci. Ecco.
Profile Image for Grettita Lee.
176 reviews21 followers
July 9, 2023
4.5 me pareció fabuloso como puedes reír sobre un tema tan serio.
Aramburu siempre será de mis favoritos.
Profile Image for Ines.
190 reviews11 followers
August 20, 2025
O Aramburu nunca me desilude 💚
Profile Image for Ramón Nogueras Pérez.
709 reviews413 followers
May 15, 2023
Una breve y divertida novela sobre dos pobres diablos que, locos por unirse a ETA y luchar por la independencia de Euskadi, pasan a Francia y se esconden en una granja a la espera de instrucción y formación, sólo unas pocas semanas antes de que ETA anuncie el fin de la lucha. Abandonados del todo, deciden volver a España como pueden, sin dinero ni recursos, y fundar su propia banda armada. Ya podéis imaginar qué tal sale.

Es la primera novela que leo del autor y la impresión ha sido muy buena. No sé hasta qué punto es un buen reflejo de la sociedad vasca y del movimiento abertzale o es una parodia, no lo puedo valorar, pero es una gran reflexión sobre cómo las fábulas que creemos (en la novela es esa como hay otras muchas) nos definen y nos destruyen, a veces. No falta la simpatía por las desventuras de los protagonistas, el narrador no se limita a reírse de ellos. Hay una cierta ternura de fondo que hace más agradable leer esto.

Bastante recomendable.
Profile Image for Francisco.
1,106 reviews151 followers
February 23, 2023
¿Qué pasa cuando tus ensoñaciones te dejan colgado de la brocha? Pues que Fernando Aramburu puede hacer una novela muy entretenida, que refleja la desazón y las fantasías revolucionarias de dos jóvenes abandonados por ETA en Francia, y que intentan continuar con una lucha agotada.
Entretenida, cruel a veces, mordaz en ocasiones, ácida siempre.
Profile Image for Elena Somovilla.
101 reviews5 followers
May 28, 2023
Lo siento Señor Aramburu, no puede escribir usted dos obras maestras como Patria o Los vencejos y después salir con este mojón.... Le dejo dos estrellas por la riqueza lingüística, pero como historia un tostón.
Profile Image for Bores.
442 reviews16 followers
March 16, 2023
Una satira sobre dos pobres diablos que se unen a ETA cuando esta deja las armas y les dejan tirados en una granja en Francia. Antes se han estado entrenando para la lucha armada haciendo el panoli (con escobas por armas y haciendo test de atentados en parques y con abuelos medio sobados en bancos q estaban dándole de comer a las palomas.

Dentro de su cabezonería, con todo eso que tienen en la cabeza, ideológicamente hablando, no quieren "rendirse" (ni siquiera habían empezado y forman un grupo ellos dos. Y hacen el ridículo constantemente, incluso se echan una amiga, otra joven alocada y tan o más perdida que ellos, que les va a ridiculizar más.

Pues eso, la historia de como le comían la cabeza a chavales bastante perdidos, para ejercer de terroristas. Todo contado en tono de humor y risas con respecto a las historias de los chavales, en ningún momento se frivoliza más haya de sus tonterías.

Esta entretenido pero poco más. Además el final es realmente pobre. Se ve que Aramburu se quedó sin ideas originales. Aunque tiene la lectura de cómo acabaron muchos de los que si se metieron realmente en la lucha.
Profile Image for ZumoDeLibros (Mafalda).
322 reviews80 followers
February 17, 2023
Que penita que no me ha gustado este libro porque no diría que es un mal libro, de hecho está escrito con una prosa muy sencilla y ligera, está bien narrado y desarrollado, pero me ha fallado la historia. Me ha decepcionado en cuanto al contenido de las escenas, muchas me han parecido muy ridículas, ni tan siquiera me han hecho gracia. Tampoco diría que es un mal libro pero para mi gusto se ha quedado cortito.
Mi opinión en YouTube sin spoilers:
https://youtu.be/2Atl9eMc9Y8
Profile Image for Sonia Crespo.
41 reviews
March 16, 2023
Volví a leer a Aramburu por Patria, una novela extraordinaria. Sin embargo, esta historia en la que también se nombra a ETA, pero que para nada es el tema principal, no me ha enganchado tanto. Sí que tiene momentos de humor e ironía que me han hecho reír, pero poco más. La historia es bastante lenta y monótona.
Profile Image for Pablo.
29 reviews4 followers
April 20, 2023
Esta historia empieza picándote la curiosidad. Luego te tronchas con los dos tarugos de sus protagonistas. Finalmente, te dan algo de penita. Es entretenida, pero no te esperes al Aramburu de Patria.
105 reviews2 followers
February 17, 2023
Una historia con unos personajes que vapulean unos valores "consagrados" en una situación ridícula. Pues eso, un esperpento con mucho humor y mucha vida.
Ay, ese final abrupto.
Profile Image for Rocio.
373 reviews246 followers
January 18, 2024
Es hilarante, llevadero y de verano. Políticamente no tengo la más concha idea si es funcional a quien o a qué pero me pareció un muy buen y entretenido libro para pasar el rato.
Profile Image for Gerard Pèrez Fontova.
150 reviews4 followers
March 27, 2023
Recién finalizado. Nueva novela de Aramburo que se lee de una sentada, sarcástica y bien construida. Ahora a por los Vencejos que prometo 👌
Profile Image for Marina.
20 reviews
February 24, 2025
entretenido pero un poco flojo y el final una mierda
Profile Image for Javier Flowers.
181 reviews7 followers
February 25, 2023
Muy divertido, me lo he leído en cero coma. No esperaba yo este tratamiento humorístico por parte de Aramburu. No obstante, lo aplaudo y celebro y eso que hbn ganado los malos en el País vasco por mucho que ETA no mate
Profile Image for Pável Granados.
93 reviews9 followers
Read
April 24, 2024
Me reí mucho con este libro, el primero que leo de Fernando Aramburu. Pero una vez que terminé de reírme, comencé a culparme, puesto que es importante para mí saber si la risa es un elemento reaccionario en mi interior. O si la risa puede ser revolucionaria. Cuando una persona compra un libro que trata sobre la ETA, ¿sabe que tiene guardar una seriedad absoluta sobre el tema? El terrorismo, las guerras, las tragedias del ser humano, ¿pueden ser motivo de risa? ¿A partir de cuándo, cuántas generaciones hay que dejar pasar para poder reír? ¿Y de qué aspectos? No lo sé, he querido siempre sumergirme en el humor sin tener una guía metodológica. Es que el humor es como el arte, terreno de la libertad. Sin embargo, vemos los más desagradables cartonistas de los periódicos, como el caso del Reforma y su dibujante estrella, aprendiz de fascista… y algo nos impide sonreír. Quiere decir que tenemos una armadura que nos protege. No podría ensayar ni siquiera unas cuantas ideas sobre la risa. El volumen se llama Hijos de la fábula, título que, ahora, a la distancia, me alumbra mucho, no había pensado que los dos protagonistas son hijos de la costumbre de contarse cuentos. Son dos muchachos de Guipúzcoa, Asier (20 años) y Joseba (21), que ingresan a las filas de la ETA y son enviados a prepararse, en la clandestinidad, al sur de Francia. Pero apenas cruzan la frontera, se enteran de que la organización vasca ha sido disuelta y que sus afanes revolucionarios dejan abruptamente de tener un objetivo… No importa, hay que continuar la preparación militar, hay que estudiar la ideología de la organización. Y todo lo hacen construyendo sobre la nada, cuidándose de los posibles espías del gobierno, pero sobre todo, manteniendo el ideal revolucionario. Como son los únicos habitantes de ese ideal, son incomprensibles para el resto de la realidad. Así que son observados como dos personajes del teatro del absurdo, o como Oliver Hardy y Stan Laurel –como acertadamente los críticos han comparado–: vistos como dos personajes que sólo disponen de sus actitudes para fabricar su mundo. Porque ya la comparación con don Quijote y Sancho se me hace un poco más inexacta, puesto que Asier y Joseba no convencen. Son hijos de la fábula, pero hijos desheredados. No logran que nadie crea en ellos, pero tampoco quieren darse cuenta de que ninguno de los dos cree en ese ideal que los llevaba a levantarse temprano a marchar por Euzkadi. Ni siquiera son capaces de comprender a los personajes que los rodean. Hay algo más, los personajes no quieren hacer reír, tampoco pueden hacer sufrir. Ambos regresan a su pueblo, con diferentes anhelos. Uno de ellos quiere saber de su esposa, a la que dejó abandonada en su pueblo. Pero el otro busca dejar impreso su nombre en el libro del heroísmo. Las últimas páginas son conmovedoras. Cada uno decide buscar su destino. No hay tanto humor en ellas, más bien melancolía, porque el que decide seguir el ideal en soledad se hunde en la soledad y no en el heroísmo.

Fernando Aramburu. Hijos de la fábula. México, Tusquets, 2023. (Col. Andanzas)
Profile Image for Ignacio.
23 reviews2 followers
February 6, 2023
Después de la monumental Patria y de la menos conocida, pero magnífica, Los peces de la amargura, tenía ganas de leer la nueva aproximación de Aramburu al tema del terrorismo.
La idea me parecía muy atractiva: un incipiente comando etarra en el momento del alto al fuego permanente.

El libro está escrito con un lenguaje sencillo, casi siguiendo directrices del modelo de "lectura fácil": frases muy breves, vocabulario alejado de estilos literarios recargados, diálogos rápidos y con expresiones coloquiales.
La historia relatada, un esperpento, una odisea de situaciones ridículas y con mucha carga humorística (a pesar del tema tratado).

Sin embargo, no me ha terminado de llenar. Creo que podría haber sido mucho más cáustico o mordaz. Algunos personajes que se encuentran podrían dar mucho más de sí (María Cristina, la mejor).
Entiendo que quiera ridiculizar el pensamiento unidimensional de los aprendices de etarras, pero lo hace de manera demasiado burda en mi opinión. Existen demasiados estereotipos utilizados como aliciente humorístico que a mí no me parecen propios de un escritor de la talla de Aramburu.
Cuando el autor en las entrevistas habla de su libro relacionándolo con El buen soldado Švejk de Jaroslav Hašek, me parece excesivo.

Es posible que los libros de humor no están entre mis favoritos, este desde luego lo olvidaré pronto, pero puestos a elegir una novela de humor inteligente me quedaría con el del checo o con Mi querido tío napoleón del iraní Iraj Pesheshkzad.
61 reviews
September 19, 2023
Aramburu siempre sabe moverse en el terreno de ETA con el sosiego necesarios, de tal manera que siempre me acaba gustando todo lo que leo de él, aunque no sea un gran alarde de literatura. Tal es el caso de esta novelita, cuyos dos protagonistas, amigos, se pintan de una forma bastante maniquea y plana, el líder decidido y el subalterno precavido, apenas roto por una breve salvedad hacia el prefinal de la novela, donde el malo se vuelve tierno y el bueno se vuelve tirante, inversión de papeles ocasionada, oh, sorpresa, por la irrupción de una mujer que lo desestabiliza todo, aunque les intente ayudar. La novela, en sí, es una parodia sobre el fanatismo político y revolucionario —lo cual parece que no ha sentado muy bien a muchos lectores—, cuya obcecacion ideológica ciega a los personajes hasta tal punto de resultar cómicos e, incluso, despertar pena en el lector. El final anticlimático, en sintonía con el tono de la novela, lo deja bien claro. Quizás yo le achacaría al autor no haber aprovechado todos los recursos que la trama ofrecía para mantener más la tensión (los gendarmes franceses, el misterioso hombre que aparece en la granja..., aspectos que quedan irresolutos, meras anécdotas). No es una mala novela, pero tampoco es «Patria», por supuesto; tiene su mérito haber sabido pasar, y salir airoso, de una novela seria a un relato anodino con cierta «vis comica» sobre una herida que muchos se empeñan en abrir.
Profile Image for Alejandro Orradre.
Author 4 books110 followers
June 23, 2025
No es fácil tocar un tema tan delicado como el terrorismo de ETA en España, pero Aramburu tiene pábulo para poder ironizar y escribir con mucha sátira sobre ello, sobre todo después de regalarnos la obra maestra que es Patria.

En esta ocasión, lo que el escritor vasco nos regala es una perspicaz y elegante comedia de situación en la que no falta una profunda crítica al terrorismo, al sinsentido que supuso matar gente por unos ideales y también cómo de chapuzas suelen ser quienes siembran el terror.
Profile Image for Janica.
267 reviews12 followers
June 3, 2023
Teoriassa aivan loistava idea seurata satiirin keinoin kahta ETAn joukkoihin pestautunutta, hieman yksinkertaista henkilöä ja heidän välistä, tarinan rakentavaa dialogiaan, mutta 300 sivua on tällaiselle polkemiselle vähän liikaa. Tarina ei oikein edennyt mihinkään, ja kiinnostus dialoginkin seuraamiselle loppui melko nopeasti kun sekään ei antanut enää oikein mitään.

Harmi.
Displaying 1 - 30 of 320 reviews

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