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O Intérprete Grego / O Ritual de Musgrave / O Escriturário da Corretagem
As Memórias de Sherlock Holmes incluem originalmente onze contos de histórias do detective Sherlock Holmes, publicados em 1894. Os contos foram divulgados pela primeira vez na revista Strand Magazine, nos anos de 1892 e 1893. Neste terceiro livro de memórias estão reunidos O Intérprete Grego, O Ritual de Musgrave e O Escriturário da Corretagem.
72 pages, Mass Market Paperback
First published January 1, 2009
About the author
Arthur Conan Doyle
17.5k books25.1k followersSir Arthur Ignatius Conan Doyle was a Scottish writer and physician. He created the character Sherlock Holmes in 1887 for A Study in Scarlet, the first of four novels and fifty-six short stories about Holmes and Dr. Watson. The Sherlock Holmes stories are milestones in the field of crime fiction.
Doyle was a prolific writer. In addition to the Holmes stories, his works include fantasy and science fiction stories about Professor Challenger, and humorous stories about the Napoleonic soldier Brigadier Gerard, as well as plays, romances, poetry, non-fiction, and historical novels. One of Doyle's early short stories, "J. Habakuk Jephson's Statement" (1884), helped to popularise the mystery of the brigantine Mary Celeste, found drifting at sea with no crew member aboard.
Doyle was a prolific writer. In addition to the Holmes stories, his works include fantasy and science fiction stories about Professor Challenger, and humorous stories about the Napoleonic soldier Brigadier Gerard, as well as plays, romances, poetry, non-fiction, and historical novels. One of Doyle's early short stories, "J. Habakuk Jephson's Statement" (1884), helped to popularise the mystery of the brigantine Mary Celeste, found drifting at sea with no crew member aboard.
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Community Reviews
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
July 14, 2025
Memórias de Sherlock Holmes III – Um chá morno com bolacha ensossa
Este terceiro volume chegou às minhas mãos com as expectativas de quem vai saborear um bom chá das cinco com scones fresquinhos… mas o que recebi foi um bule morno e uma bolacha que já viu dias melhores. No geral, ficou aquém. As histórias são tão curtas que mal temos tempo de pousar o casaco e sentar no ambiente vitoriano antes de sermos empurrados porta fora com um "já está".
O Intérprete Grego
Bem… nada de especial. A história dá-nos um vislumbre da mente brilhante de Mycroft Holmes (que, pelos vistos, só não trabalha como detective por pura preguiça), mas no fim… o plano é descoberto e pronto, nada mais acontece. Ninguém é preso, ninguém leva um puxão de orelhas, nem sequer um “fim moralizante”. Parece mais um exercício para mostrar as capacidades dedutivas da família Holmes do que uma história com propósito. Não percebi bem o ponto — era só para exibir músculo cerebral?
O Ritual de Musgrave
Este é pelo menos resolvido como deve ser — o mistério tem princípio, meio e fim. E até tem aquele toque clássico de enigma ancestral que podia sair de um livro de aventuras juvenis. No entanto… resolver aquilo foi fácil demais. Ou estou a dois passos de substituir o Sherlock, ou então o enigma era mesmo básico. Simpático, curto, mas sem aquele sabor de desafio que se espera de um caso Holmesiano.
O Escrituário da Corretagem
Finalmente, uma história como deve ser! Esta sim é à Sherlock: estranha, intrigante, e com uma conclusão satisfatória. Personagens com segredos, comportamentos suspeitos, reviravoltas — tudo aquilo que nos faz sorrir com um "ah, agora sim". Pena que seja uma estrela solitária no meio do nevoeiro.
Veredicto final:
Se este livro fosse uma peça de teatro, diria que passaram o primeiro e segundo actos a aquecer e só no fim é que nos deram algo que valesse o bilhete. Precisava de mais substância, mais desenvolvimento, e menos histórias que acabam no “e pronto, ficámos por aqui”. Ainda assim, vale a leitura nem que seja só pelo último conto… e para podermos fingir que também somos mestres da dedução enquanto bebemos chá com ar pensativo.
⭐ Classificação: 2,5 em 5 cachimbos fumegantes ⭐
Este terceiro volume chegou às minhas mãos com as expectativas de quem vai saborear um bom chá das cinco com scones fresquinhos… mas o que recebi foi um bule morno e uma bolacha que já viu dias melhores. No geral, ficou aquém. As histórias são tão curtas que mal temos tempo de pousar o casaco e sentar no ambiente vitoriano antes de sermos empurrados porta fora com um "já está".
O Intérprete Grego
Bem… nada de especial. A história dá-nos um vislumbre da mente brilhante de Mycroft Holmes (que, pelos vistos, só não trabalha como detective por pura preguiça), mas no fim… o plano é descoberto e pronto, nada mais acontece. Ninguém é preso, ninguém leva um puxão de orelhas, nem sequer um “fim moralizante”. Parece mais um exercício para mostrar as capacidades dedutivas da família Holmes do que uma história com propósito. Não percebi bem o ponto — era só para exibir músculo cerebral?
O Ritual de Musgrave
Este é pelo menos resolvido como deve ser — o mistério tem princípio, meio e fim. E até tem aquele toque clássico de enigma ancestral que podia sair de um livro de aventuras juvenis. No entanto… resolver aquilo foi fácil demais. Ou estou a dois passos de substituir o Sherlock, ou então o enigma era mesmo básico. Simpático, curto, mas sem aquele sabor de desafio que se espera de um caso Holmesiano.
O Escrituário da Corretagem
Finalmente, uma história como deve ser! Esta sim é à Sherlock: estranha, intrigante, e com uma conclusão satisfatória. Personagens com segredos, comportamentos suspeitos, reviravoltas — tudo aquilo que nos faz sorrir com um "ah, agora sim". Pena que seja uma estrela solitária no meio do nevoeiro.
Veredicto final:
Se este livro fosse uma peça de teatro, diria que passaram o primeiro e segundo actos a aquecer e só no fim é que nos deram algo que valesse o bilhete. Precisava de mais substância, mais desenvolvimento, e menos histórias que acabam no “e pronto, ficámos por aqui”. Ainda assim, vale a leitura nem que seja só pelo último conto… e para podermos fingir que também somos mestres da dedução enquanto bebemos chá com ar pensativo.
⭐ Classificação: 2,5 em 5 cachimbos fumegantes ⭐
August 27, 2009
De um modo geral, gostei deste volume com mais três contos. Considerei os dois primeiros bons, o último nem por isso. Aqui fica um resumo dos contos e algumas impressões:
O Intérprete Grego – Neste história, somos apresentados ao irmão de Sherlock Holmes, Mycroft. Descrito como tendo uma mente ainda mais brilhante do que a de Sherlock, que só não é posta ao serviço da investigação criminal porque Mycroft prefere uma vida pacata, foi com muito gosto que tomei contacto com esta personagem tão interessante. O caso gira à volta de um vizinho de Mycroft, o grego Mr. Melas, que é raptado para servir de intérprete a um grego envolto em questões obscuras. Não foi o enredo mais interessante que li nestes contos, mas esta história vale a pena pela personagem de Mycroft.
O Ritual de Musgrave – Enquanto arruma documentação relacionada com casos antigos, Sherlock Holmes descobre um documento que o remete para um dos seus primeiros casos, que envolveu a importante família Musgrave, cujo principal representante tinha sido seu colega na faculdade. Um ritual secular, um mordomo desaparecido e uma criada de quem também não se sabe o paradeiro são o mote para um caso interessante e onde Sherlock começou a aplicar as suas distintas faculdades.
O Escriturário de Corretagem – Um jovem escriturário procura Holmes para o ajudar a perceber o que há de errado com a oferta de emprego de um estranho homem, quando se encontrava em vias de entrar para outra empresa. Esta história não me cativou por aí além: não achei o enredo interessante e nem as peculiares características de Holmes aqui brilham com muita força.
O Intérprete Grego – Neste história, somos apresentados ao irmão de Sherlock Holmes, Mycroft. Descrito como tendo uma mente ainda mais brilhante do que a de Sherlock, que só não é posta ao serviço da investigação criminal porque Mycroft prefere uma vida pacata, foi com muito gosto que tomei contacto com esta personagem tão interessante. O caso gira à volta de um vizinho de Mycroft, o grego Mr. Melas, que é raptado para servir de intérprete a um grego envolto em questões obscuras. Não foi o enredo mais interessante que li nestes contos, mas esta história vale a pena pela personagem de Mycroft.
O Ritual de Musgrave – Enquanto arruma documentação relacionada com casos antigos, Sherlock Holmes descobre um documento que o remete para um dos seus primeiros casos, que envolveu a importante família Musgrave, cujo principal representante tinha sido seu colega na faculdade. Um ritual secular, um mordomo desaparecido e uma criada de quem também não se sabe o paradeiro são o mote para um caso interessante e onde Sherlock começou a aplicar as suas distintas faculdades.
O Escriturário de Corretagem – Um jovem escriturário procura Holmes para o ajudar a perceber o que há de errado com a oferta de emprego de um estranho homem, quando se encontrava em vias de entrar para outra empresa. Esta história não me cativou por aí além: não achei o enredo interessante e nem as peculiares características de Holmes aqui brilham com muita força.
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