Neste livro, toda a Turma viaja à Europa para resolver os problemas causados pela Segunda Guerra Mundial, exceto Emília, que fica no Sítio e convida a sua amiga do Rio de Janeiro, Rãzinha da Silva, para ajudá-la em algumas invenções. A dupla resolve reformar as árvores e os animais, transformando o Sítio do Picapau Amarelo no laboratório mais maluco e curioso do planeta.
José Bento Renato Monteiro Lobato (April 18, 1882 - July 4, 1948) was one of Brazil's most influential writers, mostly for his children's books set in the fictional Yellow Woodpecker Ranch but he had been previously a prolific writer of fiction, a translator and an art critic. He also founded one of Brazil's first publishing houses (Companhia Editora Nacional) and was a supporter of nationalism.
Como estava detestando os livros do "Sítio" na sequência sugerida pela editora, resolvi dar uma chance a este que é um dos livros mais famosos da coleção. O desvio compensou. A primeira parte do livro é divertidíssima, imaginativa e a narração é conduzida com graça a uma resolução satisfatória ao mesmo tempo que educativa. Na segunda parte do livro, temos de lidar de novo com o estilo enciclopédico do autor mas, comparado com outros livros da coleção, muito mais dosado tornando a leitura menos maçante. Gosto particularmente do paralelo que o autor faz com o totalitarismo do século XX e a pretensão de Emília de acreditar saber o que é melhor para todas as criaturas vivas do Sítio. Ao meu ver, uma sacada de gênio.
O autor Monteiro Lobato me surpreende muito com sua forma divertida de escrever e ensinar ao mesmo tempo. Ele foi um escritor muito à frente do seu tempo, e ainda hoje continua atual.
A Reforma da Natureza é uma leitura bem interessante. O livro traz temas como guerra, mudanças e as atuações da Emília, que tenta fazer ajustes na natureza do jeito que ela acha viável — tudo de uma forma leve e engraçada, mas que faz pensar.
A segunda parte também achei interessante, principalmente pelos experimentos do Visconde de Sabugosa com a Emília, envolvendo glândulas e os impactos disso na natureza.
Achei muito legal como o livro traz essa consciência de que tudo o que fazemos tem consequências no meio ambiente, e como esses impactos acabam sendo sentidos pela sociedade como um todo.
Uma obra de fantasia nacional infanto-juvenil com boas histórias calcadas no folclore nacional. O problema da obra é o tom claramente racista com que se refere às personagens negras na mesma.
O livro começa com a história do caboclo que achava que a natureza estava errada por fazer uma árvore grande para frutas tão pequenas como as jaboticabas enquanto as imensas abóboras se arrastavam pelo chão. Ele dorme sob a jaboticabeira e acorda com uma fruta caindo em seu nariz e ele conclui que a natureza está certa: "imagine uma abóbora despencando em meu nariz!". Mas nem assim Emília se convence, resolve tirar a prova dos nove e faz grandes modificações. Cria-se muita confusão, situações divertidas que nos faz refletir em como tudo é tão perfeito nesse mundo caótico.
Neste livro, toda a Turma viaja à Europa para resolver os problemas causados pela Segunda Guerra Mundial, exceto Emília, que fica no Sítio e convida a sua amiga do Rio de Janeiro, Rãzinha da Silva, para ajudá-la em algumas invenções. A dupla resolve reformar as árvores e os animais, transformando o Sítio do Picapau Amarelo no laboratório mais maluco e curioso do planeta.
A disparatada boneca Emília tem mais uma de suas ideias: aproveitando que está sozinha no sítio, ela e uma amiga vão tentar "reformar" a natureza, tentando resolver as coisas que, segundo ela, não fazem o menor sentido.