A través de una larga, estremecedora y minuciosa confesión, que ella denomina "la crónica de un derrumbamiento", Matilde Verdú, la protagonista de La cruz de San Andrés, nos hace un relato puntual de su vida. Sexo, frustración, locura y muerte se entrelazan íntima y amorosamente hasta componer un retablo magnífico y sobrecogedor, que incluye desde los pequeños acontecimientos de la vida cotidiana hasta los sucesos más dramáticos que jalonan su existencia.
La cruz de San Andrés se convierte así, de la mano de inteligente y experta de Camilo José Cela -cuya maestría habitual le ha valido el Premio Nobel de Literatura-, en una lúcida y penetrante reflexión moral sobre la condición humana y los avatares que la acechan, en la que no falta el contrapunto sorprendente de un humor teñido de piedad y de ternura.
Camilo José Cela Trulock was a Spaniard writer from Galicia. Prolific author (as a novelist, journalist, essayist, literary magazine editor, lecturer ...), he was a member of the Royal Spanish Academy for 45 years and won, among others, the Prince of Asturias Prize for Literature in 1987, the Nobel Prize for Literature in 1989 ("for a rich and intensive prose, which with restrained compassion forms a challenging vision of man's vulnerability.") and the Cervantes Prize in 1995.
In 1996 King Juan Carlos I granted him, for his literary merits, the title Marquis of Iria Flavia.
Que el mismo autor de La Colmena o La Familia de Pascual Duarte escribiera esto me decepciona, pero que encima le dieran el Premio Planeta está más allá de la decepción. Se dan los premios a los nombres, porque ¿de qué habla este libro? Me es imposible seguir un hilo conductor más allá de una cachondez con olor a naftalina de señorón de casino. No he podido terminarlo, que en mí ya es mucho decir, pero es que no he podido terminarlo, ¡con lo que me gusta Cela a mí!, que ya no creo que pueda decir más.
Camilo José Cela, não obstante a forma soberba como escreve, transporta-nos para uma viagem de enorme complexidade.
Uma panóplia de personagens que por vezes se torna confusa, dado que a narradora atribui a todas elas um segundo nome.
Uma história de contornos filosóficos, por vezes moralistas, difusos, cómicos e perturbadores.
Uma demanda intelectualmente complexa que nos obriga a uma enorme concentração, abertura intelectual e a um espírito aberto para chegar a bom porto depois de navegar em águas literárias tão tortuosas.
Um dos piores livros que já li na minha vida. Desesperante! Fiz um esforço: fiquei na página 135 de 157. E não faço tensões de alguma vez lhe voltar a pegar.
Vou ser sincera, não me lembro. Só me lembro que tudo estava ligado à Cruz de Santo André. Uma série de histórias soltas. Conclusão: se não me lembro, não fez grande mossa.
El libro me costó al principio, aún así le di una oportunidad y me obligué a leerlo por el nombre del autor. Pero sin duda fue una decepción tremenda. Nada recomendable por mi parte.
Tras leermelo he podido averiguar que el premio planeta que se llevó fue un amaño, que muy posiblemente el libro es un plagio y que cela estaba obsesionado con el psoe, el premio cervantes y otros novelistas españoles.
Con respecto al libro es un absoluto cuadro. No sabes por donde te sopla el viento y solo te haces una idea de cual es la "trama principal" cuando terminas la última página.
CON TODO Y CON ELLO ha sido muy entretenido de leer una vez pillabas el ritmo, de hecho lo tan desectructurada que es la narración me ha acabado divirtiendo. Eso y las descripciones sexuales. No lo recomiendo pero en absoluto me arrepiento de habérmelo leído!
Li este livro para a categoria de "Bad Book" ou seja, o livro da minha estante que tem a pontuação maus baixa e agora percebo o porquê. Não gostei nada do tipo de linguagem utilizada nesta história e a própria história não estava a fazer sentido nenhum para mim. Por isso, não consegui concluir esta leitura e desisti perto de metade do livro. Achei que até aquele momento em que fiquei nada relevante aconteceu e as personagens não se destacaram. Espero estar um tempo sem que me calhe esta categoria outra vez ahahah
Insufrible. No he podido terminarlo. Es la versión moderna de La Colmena. Otra obra injustificadamente ensalzada, en mi opinión. La sensación que me queda leyendo La Cruz de San Andres es que estoy perdiendo el tiempo.
(PT) Camilo José Cela não é para fracos de espírito, que desistem facilmente. E "A Cruz de Santo André" é mais uma das ladainhas ao qual quem já leu as suas obras, está habituado. A ladaínha... perdão, a história, tem a ver com uma senhora que, nos seus últimos tempos de vida, fala sobre uma família da Corunha e dos seus familiares, nos seus amores e desamores... isto, se não perdermos o fio à meada.
"A Cruz de Santo André" foi publicado em 1994, já depois de Cela receber o Nobel da literatura, e ganhou o Prémio Planeta. E deu polémica porque houve os que acusaram de ele ter escrito isto só para conseguir o galardão, que para além do troféu, é dos mais bem pagos do mundo, com um prémio de 600 mil euros.
Em suma, é um livro escrito de forma experimentalista, com uma narrativa que parece ser surreal, mas tem a sua lógica. Contudo, nem todos entendem e mesmo sendo um livro pequeno - não chega às 160 páginas - muitos abandonam a meio. E entendo perfeitamente.
2 estrellas por la mala leche y la calidad estilística de Cela (que editó un libro escrito por otra persona, Carmen Formoso Lapido [Carmen, Carmela, Carmiña. Fluorescencia.]).
Viva Hispañistán y viva el amañadísimo (perdón por el oxímoron, que, en nuestra Hispañistán, es tal al hablar de esto) Premio Planeta.
Ya otro gallego genial dijo, en una obra maestra de nuestro teatro...: En España el mérito no se premia. Se premia el robar y el ser sinvergüenza. En España se premia todo lo malo.
"A vontade ajuda muito, essa coisa bem conhecida, embora a vontade jamais possa suplantar a razão, a vontade manda mas não discerne, a vontade só serve para decidir, só com vontade não se dominam mundos, nem se vence a morte, nem se leva à glória a banca do casino de Monte Carlo, só com vontade não se conseguem senão resultados muito modestos, ganhar o pão, atingir a fama, dançar o tango com uma mediana mestria..."
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Provocador. Uma escrita límpida. O enfant terrible da literatura espanhola.
rarete este libro no? con loq m ha gustado todo loq he leido de cela este m ha costado…… creo que tiene cierta gracia que sea todo verborrea y que el relato de su vida no sea mas que un puñado de cosas anecdóticas todas juntas,,, tmb un saludo a lucas muñoz que usó su ultimo aliento para recomendar el mito de sísifo #respeto
Uma história cujas palavras utilizadas são, muitas vezes, grosseiras e em que cada frase é uma catadupla de personagens, que ou me fez perder o interesse ou apenas serviu para me confundir. Não gostei da história nem da forma de escrita.
Muito mau, é apenas isso que apetece dizer acerca deste livro. O "muito mau" tanto pode aplicar-se ao leitor e à sua pouca cultura literária, como à obra. No que me toca, a impressão que me ficou é amarga. Tempo perdido. Na minha opinião, foi de longe o pior livro que já li. E de facto li-o, o que foi um sacrifício quase demente, na esperança de que surgisse, a dado passo, algum fio de interesse. Mas não, infelizmente eu estava mesmo a ler bem. De facto, o texto é tão confuso que não dá para retirar nada de interessante da sua leitura. Péssimo.
La verdad que no entendí nada. Me pareció muy complicado, pero es considerado una obra maestra, así que la conclusión a la que llego es que se requiere otro nivel de lector para poder apreciar esta obra. Definitivamente ese nivel de lector no soy yo. Espero serlo algún día.