Clarkesworld is a Hugo and World Fantasy Award-winning science fiction and fantasy magazine. Each month we bring you a mix of fiction (new and classic works), articles, interviews and art. Our August 2020 issue (#167) contains:Original fiction by Fiona Moore ("The Lori"), Frank Smith ("Drawing Lines Between the Stars"), Yan Leisheng ("The Plague"), Rebecca Campbell ("An Important Failure"), L.X. Beckett ("The Immolation of Kev Magee"), and Robert Reed ("Nameless He").Non-fiction by Mark Cole, interviews with Michael Swanwick and Lauren Beukes, and an editorial by Neil Clarke.
Neil Clarke is best known as the editor and publisher of the Hugo and World Fantasy Award-winning Clarkesworld Magazine. Launched in October 2006, the online magazine has been a finalist for the Hugo Award for Best Semiprozine four times (winning three times), the World Fantasy Award four times (winning once), and the British Fantasy Award once (winning once). Neil is also a ten-time finalist for the Hugo Award for Best Editor Short Form (winning once in 2022), three-time winner of the Chesley Award for Best Art Director, and a recipient of the Kate Wilhelm Solstice Award. In the fifteen years since Clarkesworld Magazine launched, numerous stories that he has published have been nominated for or won the Hugo, Nebula, World Fantasy, Sturgeon, Locus, BSFA, Shirley Jackson, WSFA Small Press, and Stoker Awards.
"The Plague" by Yan Leisheng : yes, a pandemic story. But unlike any other. Would make a good Love, Death, Robots episode.
"The Immolation of Kev Magee" by L.X. Beckett: First story I read from the author. At first it was a bit confusing but after rereading it was very enjoyable. Great near-future setting (reminded me of Autonomous), amusing tech (I think I need that Can't Unsee app), and Breeze was an engaging character.
I also enjoyed the interviews, especially with Michael Swanwick, where he called out his peers to read new writers or else why stay writing in the genre.
The Lori - I may have missed the point but a story about a soldier and AI both struggling with their purpose. A satisfactory tale.
Drawing lines between the stars - a solid tale of only being useful if you dont make mistakes
The plague- very strong tale that resonated more at this time but would pack a punch irrespective of pandemic. Strong character development and a complex tale clearly told
The rest - complicated and i need to reread the other three stories.
This is my first Clarkesworld issue and I particularly liked Neil Clarkes editorial about the importance of short stories for the science fiction genre. Soom good stories as well.
I am a bit conflicted about what to think about the translated Chinese story "The Plague" by Yan Leisheng. It is not very well written, but it has some interesting ideas about a virus that petrifies people, though it is really not very believable. Worth reading still.
Robert Reed has another story in his Great Ship universe with "Nameless He". I just like reading about this concept but the story is probably not that interesting on its own.
"The Lori" by Fiona Moore has an interesting take on when an AI breaks down, but it didn't really settle with me.
Hard to say much about "Drawing Lines Between the Stars" by Frank Smith. It takes place in space so it might look like science fiction, but it is more like new age weirdness to me.
"An Important Failure" by Rebecca Campbell was a real nice story set in a sadly somewhat realistic future with climate breakdown. It is about a man obsessed with making a perfect violin, which might seem like a waste of time in post-apocalyptic world, but it spurs a bit of hope.
"The Immolation of Kev Magee" by L.X. Beckett sets up an interesting and cool world with great characters, but I didn't find the story that interesting.
My favorite story in this issue was easily The Plague by YAN LEISHENG and translated by ANDY DUDAK.
It's about a heartless character who even in the messed up world he lives in. When everyone is losing their humanity he's finding his. And after reading where the translator Andy said the first draft was written in 89 it proves how timely and timeless a story can be.
1 - The Lori (de Fiona Moore) Avaliação: 3 estrelas
Atticus Cooper é o piloto de um tipo bem diferente de tanque blindado, empregado em guerras. Os estrategistas de seu mundo concluíram que o maior problema de um tanque é o seu piloto. Logo, por que não torná-los sencientes? Então os tanques não são totalmente autônomos, mas conseguem tomar várias decisões por si mesmos, dando bom apoio para seus pilotos. Cooper desde criança teve uma atração e um carinho exagerados por animais e máquinas. Quando ele combateu na Batalha de Kaching, seu tanque, o Kursk, era praticamente seu companheiro de todos os dias. Ele via no Kursk alguém que estava ali para protegê-lo e ele deveria também fazer sua parte. Mas, quando ele se fere no combate e o Kursk é dado como perdido, Cooper se desespera. Ele faz tudo ao seu alcance para encontrá-lo, e chega a abandonar seu posto para isso. Mas, o Kursk que irá encontrar será muito diferente de seu companheiro.
Fiona Moore emprega uma narrativa em terceira pessoa e uma proposta bastante estranha a princípio. Assim que o leitor consegue se acostumar com a estranheza, a história se revela fascinante. A autora apresenta um mundo repleto de batalha, que parece ser bastante semelhante ao período de Guerra Fria entre URSS e EUA. Claramente Cooper representa o lado americano. Achei que a história demora para engrenar e consegue entregar um final satisfatório, mas o desenvolvimento e o caminho usado pela autora é tortuoso e algumas escolhas feitas por ela soaram estranhas. Não consegui me engajar na história e olhe que eu até curti a proposta. Mas, há muitos pontos de enredo que ficam no ar e não são devidamente abordados. O ideal teria sido apresentar uma ou duas coisas e concentrar os esforços nisso. A gente tem a própria guerra que não parece ter sentido, o confronto com os Vermelhos, a relação entre Cooper e o Kursk (que é o principal ponto de enredo), a conscientização sobre o horror da guerra, o senso de justiça do Kursk. Enfim, muita coisa para se trabalhada em um espaço curto demais.
Cooper parece suprir sua solidão com esta estranha relação com o Kursk. O personagem segue a ideia de um americano médio, que comprou a narrativa do confronto a todo custo com o outro lado. Vermelho bom é vermelho morto, na visão dele. Quando ele se depara com um companheiro que percebeu toda a complexidade das circunstâncias, se revolta contra uma "atitude mimada" dele. Em nenhum momento passou por sua cabeça que o Kursk poderia ter uma visão diferente sobre o que estava acontecendo. É inevitável também pensarmos no desenvolvimento futuro das armas. A cada dia que passa elas estão mais e mais automatizadas e no futuro quem sabe iremos recorrer a senciência para tirar um pouco do peso e da responsabilidade dos ombros dos soldados. Isso irá fornecer uma perspectiva bastante interessante. Pensem comigo: até onde irá a compreensão sobre a justiça ou não de um conflito? Se a máquina tiver autonomia, ela poderá decidir que um curso de ação é injusto e se voltar contra seu piloto?
3 - The Plague (de Yan Leisheng) Avaliação: 5 estrelas
O protagonista é um coletor de corpos petrificados. No futuro, uma terrível praga assolou a humanidade. Um vírus de rápida transmissão com o poder de lentamente parar os órgãos internos e afetar a pele, transformando aqueles que foram infectados em pedra. Não há nenhum tipo de cura conhecida para ele e a maior parte da humanidade foi afetada, restando poucas pessoas que precisam usar trajes de contenção para evitar o contágio. Os sobreviventes vivem em um isolamento completo, mas as cidades esvaziadas estão repletas de corpos petrificados por toda a parte. Pessoas como o protagonista desta história são responsáveis por retirar e incinerar as estátuas. Até que o encontro com a mãe de um menino petrificado irá mudar a perspectiva do protagonista sobre aqueles a quem ele precisa lidar.
Uma excelente história, escrita com criatividade e inteligência, abordando um tema como esse, que já apareceu em outras narrativas, de um jeito bem diferente. O leitor não precisa ficar preocupado porque o cenário é bem simples de entender e o autor vai direto ao ponto. Gosto quando o conto, que é uma forma narrativa reduzida, ganha corpo com uma história que possui diversos significados. É dito tanto em tão poucas páginas. O clima de desesperança fica patente desde o primeiro minuto. A morte perdeu o significado para o protagonista; ele é responsável por incinerar milhares e milhares de pessoas que ele sequer sabe se estão vivas ou mortas. Sua pista é o fato de elas não se moverem mais. O autor vai nos levando nesse clima estranho e ficamos atordoados com a facilidade como o personagem parece levar sua vida. Quando temos uma virada narrativa na metade da história é como se fosse um estalar de dedos e o personagem despertasse de uma catatonia. Nesse momento, o mundo muda e ele finalmente percebe o que ele esteve fazendo nos últimos anos. Esse insight é terrível e deixaria qualquer um insano de cara.
Essa é mais uma narrativa que brinca com a nossa percepção do que significa estar vivo. E a literatura de ficção científica chinesa costuma se voltar muito para como temos uma falsa percepção sobre a vida. Estamos tão acostumados ao nosso modelo de nascer, viver e morrer e até de nosso tempo de existência, que não somos capazes de compreender que as leis da física não são absolutas. Leisheng faz uso pleno da teoria da relatividade pensando no tempo como algo que não é definido por como enxergamos nossa realidade. Podem haver outras formas de enxergar esta quarta dimensão. Ou seja, é pensar diferente; entender que existem outras formas de viver a realidade. Isso torna o personagem um assassino? Não sei dizer. E é esta a dúvida que ele fica no final, sem encontrar uma resposta para seu dilema. Fato é que sua mente foi capaz de finalmente se abrir para novas possibilidades.
Preciso dizer o quanto gosto de quando o autor faz a gente sair de nossa zona de conforto. Boa ficção científica é aquela que consegue te entregar uma narrativa interessante ao mesmo tempo em que te faz ter um novo ponto de vista sobre um assunto já conhecido. É como se o autor explorasse uma filosofia da ciência e com isso nos fizesse enxergar fora da caixinha. Da maneira como existimos hoje, ainda é um tema difícil de ser explorado por ser abstrato demais. É preciso um salto de fé para chegar à conclusão que aquela mãe chegou. Mas, é incrível quando uma história abre nossas mentes. História sensacional!!
4 - An important failure (de Rebecca Campbell) Avaliação: 4 estrelas
As conquistas oriundas da Idade Moderna reduziram e muito a humanidade. Doenças levadas pelos europeus esvaziaram localidades e mudaram o delicado equilíbrio planetário. Isso fez com que a natureza, aquela sábia e cruel locatária, mudasse todo o clima e estrutura do planeta. Árvores desapareceram, regiões desertificaram, pragas aconteceram. A humanidade hoje é muito diferente do que seria em condições normais. Surgem novas doenças, novos contextos e um outro mundo se forma. Mason é um homem que trabalha consertando instrumentos de corda, principalmente violinos. Ele é aprendiz de Eddie, um homem experiente e ferido pelo tempo. Os dois trabalham juntos e Mason acaba conhecendo Masami Delgado, uma garota que desde pequena é um gênio com o violino. Todos se admiram com sua imensa capacidade de tocar clássicos como os de Beethoven e Bach. Sua música é divina. Só que um problema congênito pode tirar o seu futuro. Ela tem uma falha no cúbito, um osso do antebraço necessário para o suporte do violino. Afligido por um futuro próximo de Delgado, Mason pesquisa algum tipo de madeira que poderia manter a sonoridade dela sem prejudicar seus ossos. Serão anos de buscas e trabalho, mas serão o suficiente?
Essa é uma linda história que Campbell consegue nos contar com sentimento e poesia. Sua escrita é claramente poética, no sentido de que desperta nossas sensações. Cada parágrafo é pensado e a narrativa em terceira pessoa se encaixa como uma luva naquilo que a autora deseja entregar ao leitor. A autora tem todo um espaço para desenvolver a história e, se pararmos para pensar, ela nem é tão longa assim. Mas, ela faz questão que o leitor consiga se importar com os personagens e seus dilemas. Seja o protagonista precisando correr atrás de uma madeira específica, que talvez nem exista mais, para ajudar aquela a quem ele admira a habilidade. Seja Eddie que está ficando mais velho e necessita de alguém que possa assumir o seu lugar. Ou até Delgado que passa por um difícil dilema e precisa se conformar com o pouco tempo que resta a ela. Todas estas histórias convergem em uma história magnífica que tem cheiro de madeira da floresta e som de um belo violino.
Essa é uma história que relata a vida de um artesão em busca de um instrumento perfeito. Não para si, mas para que outra pessoa consiga usufruir de sua criação. A autora usa habilidosamente de seus conhecimentos sobre árvores e tipos de madeira e mesmo que o tema possa parecer abstrato ou longe da casinha demais para os leitores, ela consegue trazer para o chão e dar uma forma mais simples para a narrativa. O que mais gostei foi o fato de a autora mostrar problemas tão reais em um mundo diferente demais do que o que nós vivemos. E mesmo sendo diferente, parecido demais. Não há grandes inventividades aqui, apenas uma condição climática que alterou todos os ecossistemas da Terra. A história continua sendo a de uma moça que irá perder no futuro a sua genialidade na música, algo que se tornou quase o seu DNA. Me incomodou um pouco que a história, em alguns momentos, se perde em suas divagações. Às vezes ficamos várias páginas sem um avanço do que está acontecendo. Ou sequer uma transmissão de sentimentos. Apenas a autora observando alguma situação, seja a condição das árvores de uma floresta, um momento reflexivo à luz do sol, ou o personagem questionando o destino enquanto observa seu local de trabalho. Isso faz com que o leitor saia da história, mas não é nada que prejudique necessariamente o resultado final. A história é bem acima da média.
6 - Nameless He (de Robert Reed) Avaliação: 4 estrelas
No começo da história, um artefato alienígena antigo e poderoso que foi capaz de criar uma imensa nave ao seu redor. Uma AI avançada é reconstruída simbioticamente com este artefato para mantê-la sob o controle dos humanos e descobrir seu real propósito. Aasleen permanece um tempo instruindo o novo construto nos objetivos de sua missão até que ela é destacada para outra missão. Nesse mundo, os humanos alcançaram um estágio tal que o tempo de vida não é mais um problema. Estes são quase eternos graças à incrível resiliência de suas funções biológicas. A AI decide não criar nenhum nome para si, preferindo referir-se a si mesmo como o Inominado. Já o artefato recebe o nome de a Intriga. Ao longo de várias eras, o Inominado procura descobrir as habilidades e funções do artefato e se depara com um manancial de informações. Detalhes que mostram a enorme capacidade de uma raça alienígena desconhecida que possuía poderes além de nossa imaginação. Ao final, será que o Inominado permanecerá o mesmo?
Robert Reed é um autor que gosta de brincar com ficção científica e seus altos conceitos. Suas histórias lidam com forças da criação e humanos que possuem corpos sem limites. A grande discussão aqui é o quanto podemos mudar diante de um conhecimento secreto do universo. Por muito tempo o Inominado permaneceu sozinho, apenas ponderando sobre o que significava tudo aquilo que ele podia acessar. A criação de mundos, a capacidade de transformar a vida em algo que ultrapassa a mera noção física. A própria constituição física dele ao se fundir com o artefato é exótica e exige até um pouquinho de nossa imaginação para compreender de todo. A relação com os Mestres Capitães é muito sutil e Mere, Aasleen e Miocene são apenas passageiros em sua vida. Curiosamente estamos diante de uma sociedade matriarcal onde os principais representantes dos interesses humanos são mulheres. O Inominado só se deparará com um homem após a metade da história e eles são bem menos importantes dentro do comando.
Só não gostei completamente da narrativa porque senti que ela perdia velocidade em alguns momentos. A narrativa é complexa e repleta de temáticas filosóficas e interessantes. Só toquei a ponta do iceberg. Só que Reed se perde na própria complexidade de sua história. São muitos temas a serem explorados e embora ele consiga tocá-los bem e dar o devido espaço a todos, fica a sensação de que se ele tivesse mais tempo de história conseguiria dar mais detalhamento aos seus objetivos. O Inominado se depara com várias situações que mereciam ser exploradas como quem são os alienígenas, o mistério do planeta Marrow e o que os humanos planejavam fazer com o Inominado. Para mim me pareceu estranho que ele pudesse permanecer tanto tempo sozinho ao lado de um poder imensurável. Se a AI tomasse consciência de si e de seus atos, mesmo com as limitações colocadas pelo comando humano, ela faria o que fez no final. De duas, uma: ou isso foi um descuido total ou foi um plano elaborado por Aasleen que parecia esconder muita coisa. De toda forma, é uma bela ficção científica para quem curte esse tipo de temática.
This issue of Clarkesworld had a really odd cover. I gather that's supposed to be a monk? I kind of wish this illustration had inspired a story inside the magazine. That might have been better than some of the stories we got.
"The Lori," Fiona Moore
This story can be summed up in its first sentence: "The problem with sentient battle tanks are their drivers." Unfortunately, the battle tank in question, Kursk, didn't seem all that sentient to me. Another sentence further along in the story: "The tank stopped, like a dog scenting the wind," was pretty accurate in terms of its purported intelligence. It would have been nice if Kursk had been better developed as a character, but considering the ending, I guess that wouldn't have worked.
Grade: C
"Drawing Lines Between the Stars," Frank Smith
Bex, engineer of the transport hauler Bakunawa, helps answer a distress call from the solar glider Aldebaran and brings it on board for repairs. Unfortunately, his unintentional negligence leads to the death of the pilot, Adena, and very nearly his own, and he's fired....err, "prematurely retired" from his job. This is a neat little story of change, responsibility, and making the best of what life hands you.
Grade: B
"The Plague," Yan Leisheng, translated by Andy Dudak
(According to the endnotes, this was originally written and published in 2002, so long before our current Plague Year. Still, it's damn eerie.)
This plague virus is silicon-based, rather than carbon, and turns people to living statues. The narrator, a "Crow," a person who gathers up the infected and incinerates them, comes to realize they're not dead at all--they're just another form of life. At the end, the story takes a time jump of six thousand years, and ends on a bit of a horrific note.
Grade: B
"An Important Failure," Rebecca Campbell
This story tackles climate change through the lens of a violin maker, hunting for the wood to make his final instrument. Wood that won't be available any longer, now that the world has reached five hundred ppm. It's about finding meaning and beauty in a dying, changing world, and though the general tone is sad and bittersweet, it does end on a hopeful note.
Grade: B+
"The Immolation of Kev Magee," L.X. Beckett
Another climate change story, near-future verging on cyberpunk, with a lot of incorporated internet lingo (which grew tiresome after a while). Breeze and Keisha, freelance videographers, are trying to find a home for Alice, the baby they were stuck with in the wreckage of Detroit. This story didn't impress me very much.
Grade: C-
"Nameless He," Robert Reed
I've tried to read Robert Reed's stories before and never really clicked with them. This is another: a far-future hard SF tale of a galaxy-wandering, planet-sized Great Ship and the artificial intelligence tasked to study it. The ending doesn't make any sense at all, as far as I was concerned.
Grade: D
Honorable Mention: "Boxtops, Secret Rings, and Space Helmets: Those Brave Spacemen of the Videowaves," Mark Cole
A fascinating study of the very first television space opera serials, done live at the dawning of the TV age, 1949-1955.
Leaving aside sentient tanks, there were at least a couple of great stories in this issue, both of them feeling painfully present: “The Plague”, by Yan Leisheng, and “An Important Failure”, by Rebecca Campbell.
The first one takes you to a pandemic that is seemingly turning people into statues. As much as I thought that I didn’t want to read about it at this time, it grew more and more on me as I kept reading, filling me with this sense of discovery from classic SF.
The second one feels also disturbingly real, with the wildfires recently scorching Oregon and California, fires brought by drought and unusually high temperatures - climate change is already here, if you haven’t noticed. A story condensing a lifetime in 10000 words, which is both a love letter to music and Nature, and a call for hope even when your dreams are already in the rearview mirror.
Finally, I have to mention also the story that closes the issue, from the prolific Robert Reed, “Nameless He”, part of his Great Ship cycle. Granted, this is an acquired taste, but where else can you read about an IA investigating a derelict ship that hides a black hole in one of its rooms?
My comments for short story: The Plague by Yan Leisheng read 2020
"...became silicon dioxide"
No, the story didn't work for me. I was too distracted by the many highly unscientific leps. Human tissue does not just become silicon dioxide. Silicon is an element that is present in small traces in the body. A virus cannot just make an element appear. A virus is not living. It needs living cells to reproduce. The building blocks for the new viruses come from the cell.
Merged review:
My comments to short story An Important Failure by Rebecca Campbell (33 pages): Read November 2020
A different view on climate change - refreshing new angle. A long term consequence I had no idea about.
An overlong work that completely lost the plot and became just an obsessive study of humanity through weather. Someone should have chopped it to half, or even less.