Todo mundo precisa de um clichê pra se sentir representado. Uma história pra sorrir bobo e desejar uma situação como aquela na sua vida. Bom, agora você pessoa trans tem um clichê pra chamar de seu. Com muita representatividade LGBT+, Ela, videogames e muito sobre nós conta a história de Ariel, uma pessoa não-binária que acabou de sair do armário para todos do seu colégio. Ele conhece Cristina, uma menina trans super divertida e de bem com a vida e juntos eles aprendem mais sobre si mesmos e sobre o mundo enquanto fazem você se derreter de amor. Paixonite na medida certa, porque todo mundo merece um romance pra chamar de seu.
Me sinto bastante culpada de não ter curtido um livro que traz tanta representatividade e que, com certeza, é importante não apenas para leitores queer, mas como o próprio autor. Também me sinto bastante desconfortável em postar minha resenha já que ela não é elogiosa como as outras, mas a verdade é que esta história não me empolgou nem um pouco.
Sei que logo, logo esquecerei de Ariel. Ele não foi memorável pra mim nem durante a leitura que dirá agora que terminei de ler. Também não me lembrarei por muito tempo de Cristina, embora admita que ela tem mais carisma que Ariel, ou dos eventos do livro.
Se tivesse que explicar por que não curti o conto "Ela, videogames e muito sobre nós" diria que há histórias que não parecem fictícias. E há outras que é tão óbvio que são fictícias, como uma tatuagem no rosto, que é só nisso que você repara. Complicado se envolver com os personagens e narração assim. E aí você não se envolve que é só nisso que você consegue pensar. E isso. é tão óbvio o tempo todotudo que você consegue pensar: não é de verdade. "Ela, videogames e muito sobre nós" é totalmente o segundo caso.
O conto fala bastante sobre ela (imagino que seja Cristina). Razão pela qual ela despertou o mínimo interesse em mim. Mais do que do próprio protagonista. Mas fala tão pouco sobre videogames e o muito sobre nós que não entendi estarem no título.
Outra coisa que me incomodou foi o texto. É mais didático do que natural. Eu prefiro mais sutilezas na escrita.
Então é isso: não há nada de errado no conto, mas ele não me cativou de jeito algum. Me interessei mais pelo outro conto do autor que li (um conto erótico, quem diria)
"ela sorria e sorria. E sorrir parecia fazer parte dela, e por isso, eu sorria também. Parecia que ela levava felicidade junto de si para qualquer lugar. E eu só queria ir atrás da felicidade com ela" 😩😩😭😭😭😭😭🥰🥰🥰❤❤❤❤❤
um dos melhores contos que eu já li, muito fofo, e entrega tudo!
Eu não tenho palavras pra descrever como esse conto é incrível! É uma leitura leve, agradável e bastante fofa de deixar o coração da pessoa que está lendo quentinho. Houve alguns erros na gramática e o uso do ponto de interrogação junto do ponto de exclamação (?!) me incomodou um pouco, assim como a falta de vírgulas e acentuação em algumas partes, mas o conto foi surpreendentemente bem desenvolvido pra apenas nove capítulos e teve um final bom e conclusivo, sem ser abrupto. Em resumo, eu realmente amei! Koda é um autor com muito potencial.
Eu vou panfletar esse livro SIM. Conheci o trabalho de Koda no próprio Twitter. Achei a capa muito linda e baixei o livro na hora. Alguma coisa me chamou no Kindle e fui ler o livro uns dias depois de ter baixado. E, olha, foi maravilhoso. Eu fico me imaginando com uma galera pra chamar de minha, que não me julga por nada e esteja comigo nos passeios pela cidade ou em festinhas. O conto é tudo aquilo que você possa esperar dele: perfeito. O trabalho de Koda deve ser enaltecido não só por ser muito necessário, mas também por ser muito bom. Vale cada segundo lendo.
Eu fiquei completamente apaixonada pelos personagens. Li algumas resenhas que falaram sobre serem esquecíveis e não sei como isso pode acontecer.
Qualquer história que envolva lgbtqia e que me faça ficar feliz com finais felizes sempre vão ter um espaço na minha memória. Segundo conto seguido que leio sobre personagens trans e é muito lindo ver o amor, o companheirismo e o apoio da comunidade nessas histórias.
Amei a forma como o romance se construiu a partir da amizade genuína e do cuidado, amei que começou sendo meio triste mas que desenvolveu para uma situação calorosa, amei a relação da mãe, do pai, da festa, da casa de apoio a comunidade lgbtqia.
“Mãe depois me mostrou que comprou também um all star preto de cano médio. Mesmo não acreditando nesses estereótipos de sexualidade, eu ri, porque sou muito bissexual mesmo.”
Foi maravilhoso. Acho que me acostumei meio mal essa semana, com tantas histórias boas a desbravar no meu projeto pessoal de Um Conto Monodissidente por Dia durante uma Semana. E uma das surpresas foi esse conto aqui. Sendo sincero, eu infelizmente, INFELIZMENTE, nunca tive muito contato com questões de identidade de gênero além da cisnormativa. Só agora é que estou me esforçando pra aumentar meu repertório pra além de vivências próximas às minhas. E, sim, esse conto é uma excelente porta de entrada. A história trata de temas super delicados com suavidade e uma didática que não nos entedia. É um livro clichê, mas isso passa longe de ser um problema. É a proposta, afinal "só é clichê para quem sempre se viu representado" Apesar de eu ter gostado bastante dos personagens e torcer demais por eles, acho que me faltou uma camada de defeitos. Compreendo que não é exatamente a proposta aqui, mas eu costumo gostar demais de personagens minimamente detestáveis (do contra).
Enfim, boa leitura! Recomendo com todas as minhas forças.
Tem coisa melhor do que encontrar uma amiga que é como você e te entende muito bem? É o que acontece com Ariel, que conhece Cristina, em seus primeiro dia de aula, e descobrirão que têm muito em comum, amém de aprender coisas novas um com o outro.
Um conto leve, feliz e muito fofo. Amo os núcleos familiares dos personagens e como os apoiam. Uma história repleta de representatividade. Parece quase uma um conto de fadas contemporâneo. E quase chorei com a cena do presente da mãe de Ariel.
Meu único problema foi com o final que achei apressado (a solução do problema com a menina transfobica), meio confuso (quanto a quem fala o que, quais personagens estão interagindo). Mesmo assim, recomendo a leitura, é de aquecer o coração!
Li o conto "Ela, videogames e muito sobre nós" para a leitura coletiva do grupo Lendo Com as Pocs, que se propõe ler mensalmente livros e contos LGBT disponíveis no Kindle Unlimited. Antes do grupo, eu não conhecia o livro e nem o seu autor, e me surpreendi bastante encontrando uma história fofa e sensível. A personagem Cristina me conquistou bastante. Divertida e carismática, ela dá muito humor à história, e eu me apaixonaria por ela sem muitas dificuldades. Achei uma história bonita, fluida e cheia de representatividade, falando de identidade de gênero e sexualidade de forma natural e simples.
este conto me surpreendeu de forma 100% positiva. é leve, rápido, gostoso de ler e tem tanta representatividade que fiquei feliz por ser minha primeira leitura com representatividade trans e não-binária. apesar de curto o autor soube muito bem como fazer com que eu me sentisse amiga dos personagens, torcendo para que tudo dê certo. é muito delicada a forma com que assuntos importantes são tratados e confesso que quase chorei com uma cena mais para o final. amei e recomendo demais!
Um ótimo livre para ler quando quer um momento para relaxar. O romance entre os personagens surgiu tão delicado e tão calmamente. O quentinho que Ariel sentia perto da Cristina era possível de se sentir também. Simplesmente incrível.
Como é ser um adolescente trans? É muito difícil crescer num corpo no qual você não se sente a vontade e a adolescência consegue ser cruel com quem é diferente. Esse conto é sobre identificação, paixão e como a vida pode ser leve apesar de tudo.
Que conto mais fofo!! Adorei ler sobre o comecinho da relação do Ariel e da Cris. Podia ter tido uma revisão um pouquinho mais atenta, mas, no geral, curti bastante!