Il y a un sorcier à Champignac é o álbum Nº 2 da série regular de banda desenhada das personagens Spirou e Fantásio.Traduzido, em Portugal, como O Feiticeiro de Vila Nova de Milfungos ao ser publicado em 1967, como O Feiticeiro de Talmourol, em 1981 e como O Feiticeiro de Champignac, em 2007.É a primeira história de formato longo de Spirou e Fantásio, e que se transformaria no Spirou tradicional, em contraste com o anterior formato de histórias curtas. Após a publicação no Jornal Spirou, foi lançada como um álbum completo de capa dura, em 1951.Spirou e Fantásio vão acampar para Talmourol e ocorrem fenómenos muito estranhos que afectam a fazenda e os animais selvagens. Os habitantes da vila de Talmourol, assustados, culpam os ciganos que estavam de passagem. Spirou e Fantasio, no entanto, acabam por perceber que por detrás desses acontecimentos está o Conde de Talmourol.
Finally ticked this Belgian classic off my to-read list! I can't believe it's already 70 years old, so I'm kinda late to the party. I found it refreshingly open-minded for the time, the main characters defended the gypsy in this volume who was accused of a crime and protected him from the angry town mob. The characters are whimsical and quirky and the story fun, although it petered out a bit in the end.
The art is excellent and very much in the tradition (or the other way round, I guess) of other Belgian works like Lucky Luke, the Smurfs, Tintin or (also) the French Asterix.
I also realized yesterday that I have a picture of my daughter standing underneath a giant Spirou hat in the Belgian Comic Book Museum in Bruxelles, at that point in time I had no idea from which comic it was, now we know, yay!
I will pass this on to my kids, they were raised in the Belgian-French tradition of comic books and I'd like to add this classic to their "education" (plus, my daughter should understand the funny picture I took of her, she was joking around in the image, pretending to be sucked up by the hat that was hanging three meters above her).
When I attended the American High-school, in Mexico City, i took some classes in French. Madame Marsee, our teacher took us once to the Pink Zone where a French Bookstore had a large variety of books from which to chose. I decided to buy a "comic' one, hoping it wold help me learn not only French, but some of the more "street" French that was not to be found in our text books. So began my love affair with French Comics... Well, except for the Asterix/Obelix series to which I was already immersed in since I was very little, but those we could find in Spanish, since they were imported from Spain via boat...
When I lived in France in 1987-1988, I spent countless hours looking for some of the "BD" (bandes desinees) otherwise known as comics or manga, these ones the French/Belgian ones. Then I would go home to my little room in Planoise, Besançon, and read them several times. Little by little, through out the year, I was able to collect some of the series. Spiro et Fantasio were one of my favorite ones, and we, the students abroad, all read them avidly. They do have some jargon not easily found in regular text books and i do believe they helped me learn French more quickly and in a more fun manner!
I am now re-reading my collection of Spirou et Fantasio books! Loving them!
I have a 1977 hardback reprint in French from Dupuis. Originally serialised and published in the early 50s, the second official episode introduces the secondary characters and locations that will provide the large part of the series’ material. It’s to be noted that the story was written by an almost unacknowledged Jean Darc.
Although hugely prescient of genetic engineering in its almost magical use of the properties of mushrooms, this episode has a few uncomfortable aspects. The first part of the story is marred by the mistaken persecution by the villagers of a Gypsy (and the fact that the real culprit allows this to happen), the second part is marred by unethical human experimentation, and the third part is marred by profiteering through doping and cheating in sports. In all three instances, the Count behaves with toxic entitlement and cavalier disregard for others.
Looking back at it as an adult, I find that it’s a rather nasty story under all the fun.
Amuzant pe alocuri, dar povestea e absurdă - contele din Cătunul Ciupercilor face experimente pe săteni și pe animalele lor, trișează, se dopează, inventează chestii cu potențial diabolic etc. dar cu toate astea e prezentat ca un personaj pozitiv :) - iar personajele sunt neinteresante. Ori e o diferență culturală ireconciliabilă, ori am prins eu albumul greșit, dar Spirou și Fantasio sunt doi (adolescenți? tineri?) generici, fără personalitate. Mai încerc câteva albume, dar pot să zic că prima impresie despre universul Spirou & Fantasio e foarte proastă.
Um livro que é uma nítida evolução tanto a nível de argumento como de desenho e principalmente da criação de personagens que vão fazer parte da galeria das futuras aventuras desta dupla. Excelente leitura.
'Er is een tovenaar in Rommelgem' is Franquins eerste lange Robbedoesverhaal. Het introduceert het dorpje Rommelgem met zijn bewoners, niet in de laatste plaats de graaf van Rommelgem, die in vele vervolgverhalen een grote rol zou spelen. Het verhaal is een duidelijke tweeakter, waarvan de eerste het spannendst is met zijn rare gebeurtenissen in het Belgische dorpje. In het tweede deel moeten onze helden het opnemen tegen een bende die het X1-elixir stelen van de graaf, spul waarmee de oude kerel in feite valsspeelt met sporten.
'Er is een tovenaar in Rommelgem' is zelf nog niet helemaal overtuigend als verhaal, maar belooft veel goeds voor de toekomst. De klassieke Robbedoesjaren zijn hiermee begonnen.
Her begynner serien å ta form. Sprint og Kvikk har utviklet seg, plottet er mer avansert og ikke minst dukker stedet Champignac opp med mange av de vidunderlige bipersonene. Og vi introduseres for Greven, riktignok i en litt tidlig utgave og mer klassisk gal vitenskapsmann enn senere i serien.
Este segundo álbum da série tem uma única história, correspondendo, assim, ao trabalho de Franquin, o terceiro e mais importante autor a trabalhar na série de Spirou, que a fez evoluir de histórias menores e praticamente apenas cômicas para aventuras longas e com tramas mais complexas.
Franquin desenhou desde jovem e, em 1944, começou na empresa CBA, com Eddy Paape, Morris (que depois faria Lucky Luke) e Peyo (que criaria os Smurfs). Depois foram para a Editora Dupuis onde foram praticamente “adotados” por Jijé, que fazia Spirou, e que foi quem passou o personagem para Franquin. Assim, Franquin ficou com o personagem de 1946 a 1968.
Franquin é considerado o principal autor de Spirou e Fantasio, foi desenvolvendo a série e introduziu vários personagens que depois se tornaram regulares. Neste álbum, aparecem pela primeira vez a cidade de Champignac, seu prefeito – com seus tradicionais discursos – e o Conde de Champignac, um velhinho cientista e inventor que apronta bastante.
A arte e o roteiro são de Franquin. No álbum consta “a partir de uma ideia de Jean DARC”. Jean Darc é um pseudônimo de Henri Gillain, irmão de Jijé, o autor de Spirou anterior a Franquin. A pedido de Franquin, criou para este álbum o universo de Champignac. Franquin recebeu várias colaborações eventuais, como a deste álbum.
Mesmo sendo uma história única, mais longa, é de fato a primeira, ainda é um início, uma transição, então passamos por cenas rurais, situações ainda quase absurdas como porcos azuis com bolinhas, experiências científicas, super-força, e depois, na cidade, lutas de boxe, gangsters e perseguições de automóvel! Uma confusão divertida.
Alguns detalhes interessantes a observar:
1. O castelo de Champignac foi modelado a partir de uma propriedade existente, o Château de Skeuvre. Isso já foi visto também em Tintim.
2. Cogumelos misteriosos nascendo do nada? Lembra A estrela misteriosa, de Tintim.
3. Interessantes cenas de acampamento, principalmente para quem já acampou com barracas antigas, e em noite de chuva!
4. As primeiras suspeitas dos fazendeiros prejudicados recaem sobre... um cigano. Possivelmente refletindo modos de pensar e preconceitos europeus da primeira metade do século XX. Sem falar que resolvem fazer justiça com as próprias mãos.
5. Pessoas coloridas e com bolinhas? Essa ideia apareceu depois, em O combate dos Chefes de Asterix.
6. Na sequência urbana final os desenhos se tornam mais elaborados, com alguns ótimos enquadramentos, principalmente nas perseguições de automóvel!
Os dois primeiros álbuns lançados no Brasil representam uma etapa inicial do personagem, e há muito o que apreciar também pelo lado histórico dos quadrinhos belgas.
Um problema razoável para colecionadores e mesmo para quem tem só alguns volumes é o número do volume não constar da lombada – algo muito útil em uma biblioteca. Fica dada a sugestão.
Referências
1. Informações sobre todos os álbuns Site da Editora Dupuis, em franc��s Em www.dupuis.com Passe o mouse em “Catalogue”, clique em “Séries”, clique na letra “S”, clique em “Spirou et Fantasio”, a segunda das várias de Spirou.
2. Tudo sobre o personagem, outras séries e produtos relacionados No site oficial de Spirou, em francês Em www.spirou.com
> Autor: André Franquin (1924 -) > Lançamento original na Bélgica: 17/11/1951, pela Editora Dupuis, a mesma até hoje > Lançamento no Brasil: fevereiro de 2016, pela SESI-SP Editora, por seu selo SESI-SP Quadrinhos > Tradução: Fernando Paz
A Série de Spirou
Nº de ordem, ano de publicação original em álbum, título em português, título do original em francês
Drôle, curieusement engagé pour l'époque (menaces contre le gitan), avec une seconde partie amusante. Tous les personnages et tous les ingrédients sont déjà là
L'été dernier j'ai relu tous les Tintin, cette année, avec mon copain on a donc décidé de lire ou relire tous les tomes des aventures de Spirou et Fantasio. L'un comme l'autre, nous ne les avons pas tous lu, et je découvrais notamment ce tome. Première apparition du Comte de Champignac, un de mes personnages préférés. J'ai bien aimé le dessin, l'histoire...
Hehehe, buku pertama Spirou & Fantasio nih. Ternyata seru juga bacanya. Lumayan lucu juga. Khas komik-komik Eropa lainnya. Artwork nya juga lumayan bagus. Biarpun komik jadul tapi artwork nya tetep menarik mata dan ngga keliatan jadul.
Opus eins der ausführlichen Geschichten, in etwa auf dem Niveau der frühen Tintin-Abenteuer, auch in Sachen Spannung. Die moralische Bilanz mit dem Einsatz für bedrohte Außenseiter kann auch heute noch bestehen, Doping war vor 60 Jahren natürlich noch ein Fremdwort.
Olipas siinä kerrassaan reipas ja viaton seikkailu. Jossa tosin otettiin kantaa syrjintään ja tehtiin sekä eläin-, että ihmiskokeita. Loppu oli jotenkin kiirehditty, mutta mainio tämä oli.