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Steampunk International

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Steampunk on kansainvälistä!

Karkuteille lähtenyt automaton, epäonnekas sarvikuono ja omapäinen silinterihattu... Näitä ja monia muita ihmeellisyyksiä seikkailee kirjan monipuolisissa ja tunnelmiltaan vaihtelevissa tarinoissa, joiden välillä viihteellisenkin pinnan alla kuultaa perustavanlaatuisia kysymyksiä ihmisyydestä, tasa-arvosta ja oikeudenmukaisuudesta.

Novelliantologia tarjoilee maistiaisia eurooppalaiselta steampunk-kentältä – Portugalista, Briteistä ja Suomesta. Kolmen kustantamon yhteistyönä syntynyt antologia ilmestyy kolmessa maassa, kolmella eri kielellä.

Kirjoittajat ovat kotimaassaan tunnettuja tekijöitä, ja heidän tähän antologiaan kirjoittamansa tarinat ovat ensimmäistä kertaa saatavilla alkuperäisen kielialueensa ulkopuolella.

204 pages, Hardcover

First published May 1, 2018

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About the author

Ian Whates

132 books84 followers
Ian Whates lives in a comfortable home down a quiet cul-de-sac in an idyllic Cambridgeshire village, which he shares with his partner Helen and their pets – Honey the golden cocker spaniel, Calvin the tailless black cat and Inky the goldfish (sadly, Binky died a few years ago).

Ian’s earliest memories of science fiction are fragmented. He remembers loving Dr Who from an early age and other TV shows such as Lost in Space and Star Trek, but a defining moment came when he heard a radio adaptation of John Wyndham’s The Chrysalids. From that moment on he was hooked and became a frequent haunter of the local library, voraciously devouring the contents of their SF section.

This early love of science fiction manifested most tellingly during his school days, when he produced an SF murder mystery as homework after being set the essay title “The Language of Shakespeare”, much to the bemusement of his English teacher.

Ian’s first published stories appeared in the late 1980s in small press magazines such as Dream and New Moon Quarterly, after which he took a break from writing in order to research his chosen fields of science fiction and fantasy. In other words, he read copious amounts of both. Clearly the research was extensive, because he published nothing further for some seventeen years. In the early 2000s he made the decision to pursue writing seriously, joining the Northampton SF Writers Group in 2004 after being introduced to its chairman, Ian Watson.

In 2006 he started submitting stories again, and has subsequently been surprised at how many otherwise eminently sensible people have chosen to publish him. A couple have even appeared in the science journal Nature, and one, “The Gift of Joy”, even found its way onto the five-strong shortlist for best short story in the British Science Fiction Association Awards. And it didn’t come last! Ironically, the award was actually won by Ken MacLeod’s “Lighting Out”, a piece Ian had commissioned, edited and published in the NewCon Press anthology disLOCATIONS (2007).

In 2006 Ian launched independent publisher NewCon Press, quite by accident (buy him a pint sometime and he’ll tell you about it). Through NewCon he has been privileged to publish original stories from some of the biggest names in genre fiction, as well as provide debuts to some genuinely talented newcomers. The books, their covers and contents have racked up an impressive array of credits – four BSFA Awards, one BSF Award to date, inclusion in ‘Year’s Best’ anthologies and recommendations and honourable mentions from the likes of Gardner Dozios and Locus magazine.

In addition to his publishing and writing, Ian is currently a director of both the Science Fiction Writers of America (SFWA) and the British Science Fiction Association (BSFA), editing Matrix, the online news and media reviews magazine, for the latter.

His first two completed novels are both due to appear in early 2010: City of Dreams and Nightmare via Harper Collins’ imprint Angry Robot, and The Noise Within from Rebellion imprint Solaris, with sequels to follow. When not pinching himself to make sure this is all really happening, Ian is currently beavering away at the sequels… honest!

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Displaying 1 - 9 of 9 reviews
Profile Image for Artur Coelho.
2,677 reviews79 followers
August 24, 2018
Devo dizer que fique muito bem surpreendido por esta antologia. Discute-se bastante o problema linguístico da FC europeia, com o quase total desconhecimento do que se faz nos diferentes países graças à barreira linguística e falta de meios que interliguem autores e disponibilizem o seu trabalho num poliglota espaço europeu. Só os que escrevem em inglês se safam a isso, graças ao seu caráter como lingua franca global. Há eventos, há sites, há discussão, mas por cá sabemos tanto sobre a FC francesa, finlandesa, alemã ou (inserir aqui qualquer país da UE) como lá. E se sabemos pouco, menos lemos.

A diversidade local, cheia de vozes interessantes, raramente consegue afirmar-se perante a hegemonia quase monocultural da FC anglo-saxónica. Isto não é um comentário xenófobo, apenas um resmungo de quem sabe que coisas interessantes se publicam no espaço europeu, mas não consegue ler graças às barreiras linguísticas e de divulgação. Até me safaria a ler em francês, espanhol ou italiano, mas com a baixa divulgação dos seus autores e temas dita que nem sei por onde começar. E nem vale a pena olhar para outras línguas europeias mais guturais. Recordo no dia aberto do ESA ESTEC em Noordwijk ter olhado, entre o curioso e o incompreensível, para livros clássicos de FC holandesa. Há traduções para inglês destes livros, perguntei ao representante do clube de FC com banca no evento. No, none, respondeu. Aqueles livros, as suas histórias e temas, ser-me-ão para sempre incompreensíveis.

(Por falar em remungos... notem que um centro de pesquisas da ESA não tem problemas em convidar clubes de FC a estar presente no seu dia aberto. Por cá, se um grupo de entusiastas da FC tentasse estar presente num evento académico (fora do eterno "literatura de utopias", o beco entediante para o qual a academia portuguesa relega as ficções fantásticas), duvido que houvesse sequer reação...)

Discute-se, e há que fazer vénias a quem faz. O mais importante desta antologia é o atrevimento de existir, uma parceria entre três pequenas editoras europeias: a britânica NewCon Press, a finlandesa Osuuskumma, e a portuguesa Divergência, que se distingue pelo crescimento sustentado e excelência no trabalho de promoção e edição da FC e Fantástico portugueses. Graças a esta parceria, nascida na Eurocon, leitores de três países podem ler ficção escrita por outros. São nove contos, três de cada nação, representativos do trabalho dos escritores que colaboram com estas editoras. Steampunk foi o tema de partida, e, pessoalmente, espero que se esta iniciativa se mantiver, que os temas se diversifiquem.

O Chapéu Cilíndrico - conto de Anne Leinonen, utiliza a estética steampuk para contar, de forma eficaz, uma história que se passa em múltiplas realidades possíveis. As transições entre possibilidades estão brilhantes.

Augustine - no conto de J. S. Meresmaa, a ambiência steampunk é perfeita, invoca muito bem a sua estética de mecânica pesada retro. A história em si, uma variação da rapariga orfã enjeitada à mercê de familiares despóticos, também tem muito de melodrama ao estilo século XIX.

Isaac, o Homem Alado - conto muito ambicioso de Magdalena Hai, uma ambição que se sente mais pelo cuidado e abrangência do mundo ficcional do que pela narrativa em si, uma história sobre rebeles num ghetto que se socorrem de um homem que desenvolveu asas para se vingarem dos seus opressores.

O Jantar Ateniense - provavelmente, o texto mais fraco da antologia, apesar de abordar temas meritórios. Essencialmente uma espécie de conversa sobre clorofórmio e obstetrícia, envolvendo nomes da história da medicina. Não consegui de todo perceber onde é que a estética steampunk se encaixava neste conto.

Quatro Estações de Wither - George Mann é um escritor profissional, a trabalhar para os mais diversos franchisings pop mas também com voz própria, e isso nota-se na forma como é fácil apreciarmos este conto. Uma aventura dos seus personagens Newbury & Hobbes, detetives num universo steampunk, com a tumba de um criminoso morto durante uma investigação a ser canteiro de estranhas flores. Com pétalas metálicas e engrenagens, quando finalmente se propagam, formam o retrato da mulher que o criminoso amou num passado mais inocente. Bela mistura de policial vitoriano com um steampunk discreto.

Engenharia Imprudente - Jonathan Green é outro escritor profissional, também envolvido com franchisings pop, e a sua proposta para a antologia passa-se no seu mundo ficcional Pax Britannica. É a mais divertida história desta antologia, às voltas com os cérebros preservados dos génios britânicos que ainda estão ao serviço do império, mechas tipo transformer que se transformam de robot em locomotiva, uma batalha épica nas docas de Bristol entre guindastes e um robot gigante, e um final malévolo, com um cérebro (literalmente) em fuga a incorporar-se num corpo robótico e a iniciar um plano de domínio global. Não se pode ser mais steam, nem mais divertido, do que isto.

Vider Quam Esse - A contribuição do português Anton Stark é uma belíssima história inspirada na oferta de D. Manuel de um rinoceronte ao papa. Esse triunfo dos descobrimentos e do renascimento poderia não ter acontecido se o animal tivesse morrido ao chegar à europa, mas Stark coloca em campo um polímata português que o reaviva, com um misto de engenharia mecânica e magia negra. Um conto delicado e bem estruturado, que foge ao lugar comum do steampunk como recriação vitoriana e leva o clockwork ao renascimento (em bom rigor, época em que foram desenvolvidos muitos autómatos que surpreenderam e deliciaram as cortes europeias da época).

Coração de Pedra - Fui muito surpreendido por esta mistura de FC com steampunk de Diana Pinguincha. A evocação de tecnologias, os cenários invocados pelas palavras, são muito nítidos numa história ambiciosa onde uma jovem combatente descobre ser um ser artificial, o que lhe permite colocar um ponto final numa luta entre facções científicas e religiosas, posteriormente observando o progresso da humanidade até para lá do seu final.

A Aranha - Uma história cheia de ritmo de Pedro Cipriano, passada num mundo ficcional onde após a implantação da república o Norte se entricheira na monarquia. Uma jovem espia ao serviço da República tudo arrisca para roubar um segredo de estado. Como já é habitual para quem conhece o tipo de escrita deste autor, o ritmo narrativo mantém-nos agarrados até à última linha.
Profile Image for Nuno Ferreira.
Author 23 books86 followers
July 25, 2018
A Editorial Divergência vira-se para o mercado internacional com uma antologia publicada em três países e contos de autores portugueses, britânicos e finlandeses, todos enquadrados no género steampunk. E se a Finlândia apostou em três nomes já com trabalho feito no género, o Reino Unido encaixou um autor emergente, que se trata da colaboração entre pai e filha, a dois autores já conhecidos no meio. Os três contos portugueses são de autores que dispensam apresentações no meio. Falo de Anton Stark, Diana Pinguicha e o próprio Pedro Cipriano.

Comecemos por falar dos contos finlandeses, que abrem a antologia. Pessoalmente foram dos meus preferidos, embora possa dizer que todos os nove contos da antologia estão extremamente equilibrados em qualidade e intenção. O Chapéu Cilíndrico de Anne Leinonen é uma divertida história sobre um chapéu de cartola com mecanismos robóticos no seu interior que não dá lá muito boa sorte a quem o coloca na cabeça. Siiri, a protagonista, terá um romance só seu, que será publicado na Finlândia.

J. S. Meresmaa, editora da Osuuskumma Publishind envolvida no projeto, autora de vários romances e com mais de vinte contos em antologias, já foi nomeada para vários prémios na Finlândia e trouxe-nos um conto da sua autoria. Augustine é um dos melhores textos desta colectânea. Passada numa Paris alternativa do séc. XIX, a história fala-nos de uma jovem com problemas de audição com talento para a mecânica, mas que vive obliterada pela ganância corporativa de um tio que espera que ela tenha idade para lhe pôr as mãos na herança. Extremamente envolvente e bem desenvolvido.

O último conto finlandês é Isaac, O Homem Alado, de Magdalena Hai, mais conhecida na Finlândia pela sua trilogia steampunk Gigi & Henry, passada no mesmo mundo alternativo que este conto. A sua obra mescla as três áreas da Ficção Especulativa e nesta história protagonizada por uma rapariga conhecida como Monorelha, apresenta-nos um mundo incrível de gangues e luta contra o poder, mas também de grande evolução tecnológica. A premissa é excelente embora por vezes o conto tenha-se tornado um pouco confuso.

Os contos do Reino Unido começaram com aquele que foi o que menos gostei nesta antologia. Derry O’Dowd é a parceria entre Katy O’Dowd, autora emergente no campo do steampunk com vários trabalhos na área do jornalismo, e o seu pai Michael, ginecologista-obstetra. O conto narra o jantar que deu origem a descobertas importantes na área da obstetrícia, nomeadamente a introdução da anestesia no parto. Ainda assim, foi um conto algo aborrecido, completamente focado em diálogos de teor científico sobre os meandros púbicos da mulher.

Em contrapartida, Quatro Estações de Wither foi um dos que mais me empolgou. Trata-se de uma investigação policial em torno de um psicopata enlouquecido que se emulou por alguma estranha razão. Maurice Newbury sente que algum pormenor lhe escapou e demora quatro estações até compreender as razões que levaram à morte de Alfred Wither. O conto foi escrito por George Mann, escritor best-seller do Sunday Times que já contribuiu para histórias de Doctor Who e Tartarugas Ninja, tendo também escrito uma série protagonizada pelo detetive deste conto, Newbury & Hobbes.

Quem também escreveu Doctor Who, bem como Tartarugas Ninja e Robin Hood foi Jonathan Green, autor já com mais de setenta livros publicados, entre eles a saga steampunk Pax Britannia, mundo em que se insere este seu conto Engenharia Imprudente. O conto tem o melhor que o steampunk pode oferecer, de autónomos a comboios a ganhar vida, perseguições e um ritmo elevadíssimo, mas ainda assim não me prendeu. Acabei por não me sentir em nenhum momento ligado à história.

E a participação portuguesa não podia começar sem um conto do autor de Prelúdio, o primeiro romance steampunk português. Falo de Anton Stark, que nos trouxe um dos melhores contos da antologia, embora pequeno em tamanho, Videri Quam Esse. Num Portugal alternativo, o rei D. Manuel mandou vir da Índia um rinoceronte, que prometera ao próprio Papa. Porém, o rinoceronte chegou ao nosso país morto e cabe a Garcia, o camareiro do Rei, recorrer às tecnologias mais avançadas para fazer ressuscitar o pobre do rinoceronte, ou as boas graças de D. Manuel junto do Papa poderão ficar em cheque.

Diana Pinguicha, criadora de jogos e escritora nacional, trouxe-nos Coração de Pedra, um conto de grande ritmo, com vários traços de steampunk e ficção científica, autómatos, clones e híbridos, e um mundo à beira do fim. Tal como o conto do Jonathan Green, acabou por não conseguir fazer-me chegar nenhuma emoção nem ligação às personagens.

E a antologia termina com um conto do Pedro Cipriano. Já tinha lido A Aranha em inglês, e gostei bastante deste Portugal alternativo em que estamos divididos entre a República de Lisboa e a Monarquia do Norte. Passado no Porto, acompanhamos uma espia de múltiplos recursos chamada Ana, e à medida que avançamos descobrimos verdades escandalosas sobre a própria. Excelente conto steampunk que mostra que a Ficção Especulativa nacional é boa e recomenda-se.

Foram nove contos extremamente equilibrados, como disse em cima. Souberam trazer o melhor steampunk destes três países com aqueles que são, muito provavelmente, os melhores autores do género na Finlândia, no Reino Unido e em Portugal. Destaco, por aquilo que me fizeram chegar, por premissa e desenvolvimento, o “Augustine” da J. S. Mereesma, o “Quatro Estações de Wither” do George Mann e o “Videri Quam Esse” do Anton Stark que foram, por esta ordem e só por coincidência ser um de cada país, os meus preferidos da antologia.

Este é o primeiro passo da Editorial Divergência fora de portas e só posso desejar que continuem a publicar histórias de qualidade com a frequência e a disponibilidade que têm feito até aqui. Não fossem estas pequenas editoras como a Divergência e a Imaginauta e o trabalho de autores de qualidade dentro da Ficção Especulativa made in Portugal não tinha lugar neste nosso país. Steampunk Internacional é mais um maravilhoso trabalho que merece ser lido e reconhecido.

http://noticiasdezallar.wordpress.com
Profile Image for Daniela Maciel.
Author 3 books53 followers
October 11, 2019
Esta antologia foi uma surpresa muito positiva, com contos diferentes e criativos, que me permitiram familiarizar um pouco mais com a temática do steampunk, da qual ainda tinha lido pouco ou quase nada. Embora naturalmente uns me tenham agradado mais do que outros, toda a antologia está bastante equilibrada. Um livro que merece ser apreciado e reconhecido!

Opinião completa: https://quandoseabreumlivro.blogspot....
Profile Image for Taru Luojola.
Author 19 books24 followers
August 13, 2018
Kokoelmassa on maistiaisia brittiläisestä ja portugalilaisesta steampunk-novellistiikasta (kolme kummastakin maasta) sekä kolme uusintajulkaisua Osuuskumman aiemmin julkaisemista suomalaisista noveleista. Vaikka maat vaihtuvat, steampunkin keskeiset teemat pysyvät samana: suuruudenhulluja keksijöitä ja salaisuuksia ryöstäviä seikkailijoita.
Profile Image for A.M. Catarino.
Author 27 books28 followers
November 1, 2018
Para mi foi uma oportunidade para conhecer a encarnação literária do steampunk ...e para saltar de Portugal, para Inglaterra e Finlândia.

Uma excelente surpresa, com contos e estilos muito variados.
Profile Image for Marika Oksa.
587 reviews17 followers
September 22, 2018
Kokoelman kaikki novellit eivät aivan kolahtaneet, mutta parhaimmillaan antologia oli todella viihdyttävää ja menevää luettavaa. Seikkailulliset tarinat sopivat hyvin luettavaksi silloin, kun ei ole aikaa pidemmälle kirjalle. Itse olen juonellisten novellien ystävä, ja sitä lajia tämä antologia tarjosi runsain mitoin. Steampunk-genre ei ole minulle kovinkaan tuttu, mutta sen luomat erikoiset miljööt alkavat kyllä kiinnostaa aina vaan enemmän.
Profile Image for Leigh.
269 reviews23 followers
January 17, 2022
Seasons of Wither (Newbury & Hobbes) - 4
Reckless Engineering - 2.5
The Athenian Dinner Party - 2
The Winged Man Isaac - 4
The Cylinder Hat - 3
Augustine - 3
Videri Quam Esse - 3
The Desert Spider - 3.5
Heart of Stone - 3
1,407 reviews
February 20, 2022
Rating 3.5

Enjoyable short reads I thought.
Passed the time and found a couple of new authors I might investigate further.
Displaying 1 - 9 of 9 reviews