Nem Alexandre nem Napoleão desejaram a guerra, contudo, um mal-entendido entre um general Russo e Napoleão cria mal-estar a Napoleão que, consequentemente invade a Rússia. Alexandre envia um mensageiro para persuadir Napoleão a recuar as tropas até à fronteira. Por dificuldades na comunicação e casmurrice dos homens, a guerra acaba por acontecer, em 1812 Napoleão decide tomar Moscovo.
Os homens são chamados ao campo de batalha, as mulheres ficam viúvas e as crianças órfãs. Batalha após batalha os homens morrem e outros ficam incapazes para o trabalho.
A França avança e a Rússia recua, Napoleão chega a Moscovo.
O que aconteceu aos nossos heróis:
A família Rostov enviou dois homens para a Guerra, as mulheres foram obrigadas a fazer as malas e a sair de Moscovo.
A Família Bolonski:
Morre Andrei, que afinal não morreu, está apenas ferido, encontra-se na caravana que abandona Moscovo, coincidências acontecem e este Andrei, bom rapaz, é um sortudo. A sua mana Maria, vive dias de tormento, é obrigada a abandonar o seu reduto, os empregados não deixam mas, com dificuldade lá consegue, Nicolai Rostov deu um empurrãozinho. Continua a amar e a proteger o sobrinho, mas trocou o amor a Deus pelo amor a um homem.
A família Bezukov:
Helena, mulher de Pedro, quer casar, tem dois amantes e não sabe qual escolher, sendo este assunto amplamente debatido nos salões da aristocracia em Petersburgo. A pobrezinha até mudou de religião com vista a conseguir anular o casamento com Pedro.
Pedro anda baralhadinho de todo, problemas originados diretamente e indiretamente pela sua linda esposa Helena, as dúvidas espirituais da maçonaria que lhe assolam o coração, e ainda, a guerra entre a Rússia e a França, as suas duas pátrias, numa nasceu e outra o acolheu.
Vejamos o que nos aguarda o próximo livro.