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Manuel De Civilité Pour Les Petites Filles à L'usage Des Maisons D'éducation

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A Handbook of Good Manners for Little Girls was written at the turn of the century & bore the tongue-in-cheek subtitle, "Especially Recommended for Use in Schools." Published anonymously, its author was reported to be Pierre Louys, author of Aphrodite, The She-Devils & a number of other erotic works, both acknowledged & clandestine. A Handbook of Good Manners covers a wide variety of subjects of interest not only to young ladies but to their parents & guardians. It offers pregnant advice on how a well-bred young lady should conduct herself at home, in school, at church, during confession, at the theater, during outings in the country & deals intimately not only with her duties toward her father, her mother, her sisters, her brothers, her mother's lovers & her neighbors, but also toward God.

First published January 1, 1919

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About the author

Pierre Louÿs

327 books120 followers
Pierre Louÿs was a French poet and writer, most renowned for lesbian and classical themes in some of his writings. He is known as a writer who sought to "express pagan sensuality with stylistic perfection". He was made first a Chevalier and then an Officer of the Légion d'honneur for his contributions to French literature.

Born in Belgium, in 1870, but moved to France where he would spend the rest of his life. He was a friend of authors André Gide and Oscar Wilde, and of composer Claude Debussy.

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57 (10%)
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Displaying 1 - 30 of 79 reviews
Profile Image for Michelle.
139 reviews46 followers
December 21, 2010
I have an embarrassing confession to make: When Karen sent me this book I thought she was trying to tell me I was rude. I got a little sad because I try not to be rude, but maybe I am rude sometimes. My good friend Kim told me it was probably because I stuck my hand in Karen’s crème brulée when we were having dinner in New York City this past March. Apparently I was miffed she got the last one. I don’t remember doing that, but at the time I was pretty tipsy from the aquavit so it might have happened. In any event, I do remember that Karen was kind enough to share with me so I got to try some anyway, and it was yummy. But for the record, it is probably not very nice to stick one’s hand in another person’s crème brulée no matter how much alcohol is involved.

Then I thought maybe the book was one of those old-timey pamphlets. You know the ones that talk about Victorian etiquette and the proper way to use a tea cosy and stuff. Some of those types of books instruct young ladies how to politely write a response to a letter from a young gentleman, and they are quite amusing. I dashed off a PM to Karen to thank her.

Well, after that I opened the book to a random page and realized how very wrong I was. Yes, it is written in the style of a Victorian etiquette book, but the information it contains is far, far more valuable. Valuable and timeless. Let’s just say I could have used this book while I was growing into adulthood. It gives helpful information on how a girl should/should not behave in certain places and how she should/should not act around certain people. In fact, this book doesn’t have to be limited to girls. I think young boys would also benefit from the wisdom contained therein.

For instance, did you know that in a pantry you should not ‘jerk all your boyfriends off into a pitcher of lemonade, even if you happen to prefer this drink with fresh cum in it.’? Well, shit. No wonder my fourteenth birthday party wasn’t the success it might have been.

Advice at the table:

Do not slide an asparagus in and out of your mouth while looking languidly at the young man you wish to seduce.

In retrospect, of course you should not do that. First of all, asparagus, while tasty, is not a sexy vegetable. Second, it makes your pee stink.

While in class:

If you are asked what planet Uranus is next to, do not reply with ‘Mycuntus.'

If the addition problem that you are given produces the number 69, do not roll about laughing like a little idiot.


(Oops.)

While visiting:

If you are sitting on the corner of a chair do not move back and forth too much. You will get distracted.

If you see a trace of bright red on a young man’s moustache, do not ask him in front of everybody: ‘So Mme X…has her period?’ An uncomfortable silence would follow.

(True.)

If you are told that you are a ‘real tomboy,’ do not show your cunt to prove the contrary.

I could quote so much more, but you get the idea. Plus, I don’t want to give too much away. This book is filled with delicious dirty words and I tried to choose some of the milder bits of wisdom to cite in my review. So, if that sort of thing offends you, you might want to stick with Emily Post.

Karen, thank you again for such a hilarious and informative read. I will refer to it often and enthusiastically.
Profile Image for João Reis.
Author 107 books616 followers
August 30, 2019
Um livro muito agradável de ler, no qual Pierre Louÿs mistura erotismo com humor, criando algumas imagens escabrosas nesta paródia aos bons costumes puritanos. O clímax é atingido na secção «Não digais... Dizei». Esta edição é bem complementada pelas ilustrações de Pedro Proença.
Profile Image for Fátima Linhares.
950 reviews344 followers
May 3, 2021
Que dizer desta série de livros negros da editora Guerra & Paz? Quero todos!

Quando comecei esta leitura fiquei: mas que raio é isto?!?! Que tipo de "meninas" é que o Pierre-Félix conhece para escrever este manual? É certo que no final do século XIX e início do século XX e desde tempos imemoriais o sexo, apesar de as pessoas, e as senhoras principalmente (decoro e cenas e não ser assunto para meninas de bem, apesar de toda a gente saber quem carrega a "carga"), acharem que nunca existiu e que todos nasciam de chocadeira, toda a gente sabe que isso não é verdade, afinal se estamos todos por cá é porque outros copularam para que isso acontecesse.

Este livro tem regras de etiqueta para todas as situações: no quarto, em casa, no escritório, à mesa, jogos e divertimentos, na aula, presentes, no baile, em visita, superstições, na igreja, na confissão, nos campos Elísios, na rua, nas lojas, no teatro, no museu, na praia, no hotel, em viagem, no campo, deveres para com o próximo, deveres para com o seu pai, deveres para com a sua mãe, deveres para com o seu irmão, deveres para com a sua irmã, deveres para com Deus, com o amante de sua mãe, uma rubrica especial para perder a virgindade, com um amante, com os criados, com o senhor presidente da república, para chupar, na cama com uma amiga, na cama com um velho senhor e diga..não diga... Como podem ler, é um manual bastante completo que abarca um sem número de situações, afinal nunca se sabe, e o melhor é estar preparado para tudo. :D

Ao iniciar esta leitura e passado o impacto inicial não deixei de pensar que algumas situações roçavam a vulgaridade e o vocabulário utilizado também não é muito bonito. Chamem-me púdica mas há cada palavra mais feia para designar a vagina que balha-me Deus. Algumas situações também são um pouco extremas, mas acho que o objetivo do autor era insurgir-se contra os falsos pudor e decoro do tempo em que viveu.


Com o amante de sua mãe
I - Quando adivinha qual é o bom amigo da mamã, uma menina não deve, sob nenhum pretexto, ir dizê-lo ao papá.


No campo
I - Não faça anunciar pelo pregoeiro da aldeia que perdeu a virgindade. O homem que a achar não vai, de certeza, devolver-lha.



Manuel S. Fonseca escreve no início da edição:
A crueza do Manual de Civilidade para Meninas é a crueza de quem não quer salvar as aparências do seu século, para que possa triunfar a essência sagrada do amor e do desejo. Se há quem por delicadeza tenha perdido a alma, com letras, palavras e frases dissolutas, Pierre Louys, lambendo, fodendo, chupando e enrabando a hipocrisia, quis ganhar a eternidade.
Profile Image for Teresa.
1,492 reviews
November 13, 2015
Lido pela segunda vez - trinta anos depois da primeira - já não o achei tão indecente, embora o continue a ser. Não é, de forma alguma, leitura para meninas...

Da sinopse: "Louÿs, um dos grandes vultos da literatura francesa do período simbolista, tem, ao lado duma obra branca, publicada em vida, uma outra a que poderemos chamar, por contraste, negra, toda ela póstuma e ainda hoje condenada (...) O Manual de Civilidade é uma das mais ferozes diatribes contra a moral sexual do seu tempo - e se calhar do nosso."
...de certeza...
O único "Dever" decoroso que posso transcrever, faz parte da lista de Deveres Para Com o Papá:
"Se o senhor vosso pai vos disser, com furibunda voz: Não és minha filha!, não lhe deveis retorquir: Há quanto tempo o sabia!"


Já li muita coisa mas nada que se compare na transgressão das regras da "moral e bons costumes". Obviamente que não recomendo a sua leitura a ninguém, excepto a quem dificilmente se escandalize.

Ah! Já me esquecia de dizer! Manual de Civilidade para Meninas é um livro "cómico-pornográfico".
Profile Image for Lucas Sierra.
Author 3 books609 followers
July 4, 2019
El escándalo como ariete (Reseña, 2019)

Las primeras páginas de este librito de Pierre Louÿs bastarán para alejar de él a un buen puñado de posibles lectores. Estos días, bombardeados de porno duro, no distan tanto de aquel 1900 donde estas páginas serían objeto de carcajada enmascaradora de incomodidad. Dos textos hay aquí, los Diálogos de cortesanas y el Manual de urbanidad para jovencitas y ambos caben dentro de la categoría de novela erótica de las librerías tanto como podría caber el Marqués de Sade en una convención de lectores de E. L. James. Aquí no hay senos suaves algodón ni turgentes como montañas, no hay grutas del secreto humedecidas, no hay medio eufemismo. Aquí hay coños, y culos, y pelos rizados, y semen derramándose, y clítoris hinchados. Louÿs habla del cuerpo con apasionamiento de anatomista, y en las conversaciones de las prostitutas, y en las recomendaciones a las señoritas, no deja tabú sin tocar. Incluso ahora, y esto es algo así como un mérito, consigue causar escándalo.

Sería ingenuo no señalar que aquí Louÿs trabaja en código de caricatura, que sus representaciones de lo que asume como el universo de lo femenino no dejan de estar marcadas por la hipérbole procaz, que en cierto sentido alimenta un arquetipo de voracidad insaciable donde todo lo relacionado con la vida está relacionado con el sexo. Sí, aquí, en este par de cartillas, hay personajes planos, hay un reduccionismo deliberado de las relaciones humanas, hay mucho de sorna y chiste fácil, infantil, como el susurrado entre dos borrachos incapaces de escuchar la palabra “pedo” sin estallar en alharacas de jolgorio. Todo lo anterior es cierto, todo lo anterior no empaña que, voluntario o no, aquí el escándalo puede abrir puertas, puede permitir que ciertos temas entren en la vía de lo comunicable. Aquí el escándalo funciona como ariete.

Creo que el Manual de urbanidad para jovencitas es superior a los Diálogos de cortesanas. No sólo está mejor escrito, sino que su estilo aforístico se ajusta fluidamente al humor propuesto. Un chiste, cuando se alarga, pierde la gracia y los Diálogos son, en ocasiones, excesivos. De estos segundos queda por mencionar, de pasada y como rescate, la caricatura del sexo lésbico como opción ante un sexo heterosexual incapaz de satisfacer a las mujeres. Infantilizado en la narración, llevado a los extremos de lo ridículo y, sin embargo, menos ridículo que los esfuerzos de los hombres, torpes, por alcanzar el orgasmo femenino. Las prostitutas de Louÿs ordeñan veinte hombres al día, pero, llegada la noche eligen yacer con una de sus compañeras para poder gozar. Baste un punto más a favor: los Diálogos desnudan el sexo, lo muestran con ruidos, con olores, con todo tipo de fluidos. El antihigienismo de Louÿs es una bomba.

Pero esa demolición por pólvora es poca ante el virus del Manual. No sólo es divertido leer estas reglas de comportamiento (cómo ser en casa, cómo ser en el colegio, cómo ser con la familia, cómo ser en una fiesta…) sino que existe, de entrada y casi en cualquier lector, una identificación con el estilo y la propuesta: todxs en algún punto hemos enfrentado manuales de urbanidad diversos, desde el reglamento escolar hasta las normas no escritas de la vida laboral. Cada punto del Manual es ridículo, de ahí su gracia: “No dibuje en la pizarra las partes sexuales de la maestra, sobre todo si ella se las ha enseñado confidencialmente” (129), “Si lleva en un medallón un bucle de pelos rubios cortados del culo de su amiguita, diga mejor que son cabellos” (132), “Si no ha quedado del todo satisfecha de su masturbación matutina, no se la complete en misa” (138). También ahí, en cierto sentido, su justificación. El Manual de urbanidad para jovencitas es ridículo porque todos los manuales son ridículos. Louÿs lo sabe y lo dice con gracia, tal vez, en ocasiones, con más gracia de la necesaria, llevando su caricatura hasta hipérboles cansonas.
Profile Image for Jasmine.
668 reviews58 followers
February 24, 2012
welcome to christmas.

Today has been productive. I reread the silly philosophy book this morning, I went to see a movie that got terrible reviews, then I read this book while I worked out. I've been worried about not reading a hundred books this year and recently Karen recommended this to me. She says it is hard to know what I like but she does such a good job this book is super fun.



This book really reminded me of reading this is not a novel by david markson (which I highly recommend by the way). That was almost 10 years ago before I knew anything about anything when it came to books. But the fact is that picking this up and seeing that style really brought back great memories for me. While markson's book feels like simply a disconnected list of facts, this book is facts with a theme. A fun theme. Now I could go on or I could just let Louÿs give you some advice:

Cleanliness:
Do not suggest that the server should screw a cooked fatted chicken up the ass, without having personally assured said waiter has no venereal diseases.


Discretion:
If you play wet finger, do not wet it between your thighs unless you have complete privacy.

religion:
when receiving a dildo in the ass, do not demand that the archbishop bless the instrument first. Certain prelates would refuse to do so.

grown-ups:
If you hear some off-color jokes, allusions, or dreadful puns during the play, do not explain them to the grown ups, even if the grown ups seem not to be getting them

incest:
There is nothing naughtier than a little girl who sees her brother get a hard on and does nothing to relieve him.

This is going on the pile of books that I'm giving my mom.
Profile Image for S..
214 reviews87 followers
March 25, 2012
Este livro é absolutamente indecoroso, mas de uma forma hilariante. Fez-me rir "a bandeiras despregadas".
É uma sátira aos manuais de boas maneiras que por aí se vêem.
Pierre Louys escreveu centenas de textos eróticos. E este, em particular, é também humorístico.
Louys entregou-se bastante cedo a uma vida de libertinagem e promiscuidade, tudo porque julgava ter tuberculose. Mas acabou por morrer aos 54 anos. De quê? Sífilis, pois com certeza, que mais poderia ser?
Antes de poder condenar a linguagem em mesmo todo o livro, é preciso considerar que ele foi publicado no início do séc. XX, sendo por isso absolutamente visionário, uma vez que fala abertamente de sexo e até, pasme-se, de homossexualidade.
Pierre admirava as mulheres, a ponto de considerar que um casal perfeito era uma casal de lésbicas, ao invés de um casal heterossexual.
Aconselho vivamente. Mas certamente é preciso ler o livro com uma mente aberta.
Profile Image for Maddie.
317 reviews55 followers
Read
December 25, 2024
Pierre Louÿs has been described as "one of the great and glorious erotomaniacs of the end of the 19th century and beginning of the 20th"....

Lewd, obscene, and drenched in satire from the very first page. I’m not sure how to rate this handbook, though. It held my attention and made me laugh, despite its shocking nature 🤨

I love you, Wakefield Press. I hope to own all of your books at some point!
Profile Image for Francesco.
194 reviews32 followers
March 18, 2022
Deliziosamente orrido, di una sporcizia coperta da una patina di cipria profumata e, allo stesso tempo, pruriginosa. Ovviamente il tono è satirico e caustico, soprattutto nei confronti dei tanti volumetti di galateo scritti da maschilisti e creati ad hoc per plagiare le menti di povere fanciulle, per educarle secondo le regole della remissività e della compiacenza verso il desiderio maschile. Ecco, l’autore decostruisce tutto l’impianto bon-ton della società perbenista della sua epoca (che non è poi così lontana dalla nostra) consigliando alle giovani di dedicarsi ad attività erotiche e sessuali proibite e ai limiti del demoniaco, dall’omosessualità alla masturbazione, dall‘incesto all’aborto. È certo che la casta educanda difficilmente sarebbe potuta entrare in contatto con un volumetto del genere e, ovviamente, gli istituti di educazione del sottotitolo non lo avrebbero mai e poi mai adottato. Dunque chi è il pubblico cui Louys fa riferimento? Il lettore adulto, istruito, anche futuro, che comprende bene l’assurdità dell’educazione rigida cui venivano sottoposte le ragazze di buona famiglia.
Profile Image for Nacho Gamboa.
42 reviews
November 30, 2014
(A Dios) Agradézcale la creación de las zanahorias para las niñas, los plátanos para las jovencitas, las berenjenas para las jóvenes madres y las remolachas para las señoras maduras.
Profile Image for Fernando Endara.
431 reviews73 followers
August 22, 2022
Otro libro para quemarse en los infiernos, en los avernos púberes e idílicos de Pierre Louÿs, augur de Afrodita, pagano del fin del Siglo XIX. Un libro para descubrir (espantarnos de) aquellos deseos que no sabemos que tenemos; o que más bien, teniéndolos, los ocultamos debajo de la piel de donde, incógnitos, atrapados, sepultados, no podrán salir para incendiarnos en pasiones prohibidas. La literatura de Pierre Louÿs (1870 - 1925), divino como el marqués, bien pudiera ser cancelada o censurada por la corrección política moralista de estos días. Como otras obras del francés, este díptico, compuesto por: “Dialogo de Cortesanas”, y, “Manual de Urbanidad para jovencitas”, pudiera escandalizar o molestar por su nivel de transgresión sexual; sin embargo, su estilo desvergonzado, cercano al manual, guía o libro de consejos sobre las buenas maneras, los modos y los modales a la hora de disfrutar del placer carnal, entretiene por su ingenuidad, su ridiculez, su abyección o su ácido humor. En estas pequeñas obras, como en las más conocidas de Louÿs, resalta un ardoroso clamor por el erotismo femenino, una exaltación de la juventud y una idealización del sexo y de la sexualidad que impregnan cada espacio vital y cotidiano de las voces dialogantes.

Para Pierre Louÿs, el amor es carnal o no es, es pasión o no es, es fiebre o no es, es femenino o no es. En “Diálogos de Cortesanas”, escritos entre 1894 y 1899, asistimos a pequeñas retretas, conversaciones banales y confesiones puteriles de diversa saña: desde la infanta que ansía su debut, pasando por las principiantes y las corrompidas, hasta las matronas, reinas de los infiernos paradisíacos del comercio de la carne. Estos pequeños textos carentes de eufemismos y adornos, crudos, directos y morbosos, funcionan como una ventana para encontrar, en fragmentos y a ratitos, las escandalosas (para esa y nuestra época) ideas morales (antiguas) de Pierre Louÿs. En su universo literario o sexo-poético, la infancia (8, 10 0 12 años como máximo) es interrumpida por el sexo. Pero la sexualidad, por más obscenas que parezcan algunas de sus prácticas, no resulta de ningún modo violenta o agresiva; es más bien una experiencia buscada, placentera, agradable a los sentidos, deseada, esperada, requerida, necesaria para descansar por las noches e imprescindible al abrir los ojos por la mañana. Las cortesanas (las personajes) de Louÿs viven estas experiencias carnales con intensidad: están follando en cada página. Si es que no tienen una polla entre las nalgas, la boca o la vulva; se acarician entre ellas con lascivia, o se satisfacen con zanahorias y berenjenas, suscitando la simpatía secreta del lector - voyerista. Pero aún más, las cortesanas de Louÿs se embelesan en todo tipo de fetiches, devoran con adicción todo tipo de fluidos, especialmente el semen y la orina, llegan incluso a cagarse con dilección, una encima de otra, mientras convulsionan en los orgasmos más potentes. Pero entre tanta variedad, las cortesanas prefieren el amor de otra mujer, porque es el ser completo, “ella sola sabe amar. Ella solo sabe ser amada”. Por tanto, únicamente una pareja amorosa de mujeres está completa.

Por supuesto, el tono del díptico es el de una caricatura en donde la sexualidad es excesiva y volátil. “Manual de urbanidad para jovencitas” es un divertimento pornográfico, una serie de consejos prácticos para la moral sexual del día a día. Cómo comportarse en el colegio, en la casa, en la cocina, en la mesa, en el recreo, en la iglesia, en el museo, con los padres, de visita, en el teatro, en la boutique, en la playa, en el campo, deberes para con el padre, con la madre, con Dios, y una rúbrica especial para hacerse desvirgar. Ideas tales como:

“Si usted sabe que su madre espera a su amante en casa, no se esconda bajo la cama para gritar: «¡Sorpresa! ¡Soy yo! », Mientras la saborea en su boca. Podría atragantarse.
No escoja, tampoco, ese momento para entrar en la habitación aullando: « ¡Ya está aquí papá! », cuando sabe perfectamente que su señor padre está de viaje”.
“No dibuje en la pizarra las partes sexuales de la maestra, sobre todo si ella se las ha enseñado confidencialmente”.
“Si lleva en un medallón un bucle de pelos rubios cortados del culo de su amiguita, diga mejor que son cabellos”.
“Si no ha quedado del todo satisfecha de su masturbación matutina, no se la complete en misa”.
“(A Dios) Agradézcale la creación de las zanahorias para las niñas, los plátanos para las jovencitas, las berenjenas para las jóvenes madres y las remolachas para las señoras maduras”.
“A partir de los 8 años, no es conveniente que una niña sea todavía virgen, incluso si chupa pollas desde hace muchos años”.
“No se burle de su señorita hermana si no quiere dejarse encular. Una joven de mundo es absolutamente libre de no dar más que un agujero a sus pretendientes”.

El “Manual”, con su marcado estilo aforístico, divierte a la vez que desnuda la hipocresía del sexo, mostrándolo en todo su raudal: antihigiénico, incestuoso e infiel. Y más importante, en su ridiculez, demuestra que todos los manuales son ridículos, sobre todo el de buenas maneras y etiqueta, el de convivencia en la institución educativa (espero que mis jefes no lean esta parte), o el de las normas laborales de una empresa. El universo literario o sexo – poético de Pierre Louÿs pudiera menospreciarse como pornográfico; sin embargo, hurgando en sus costuras, se resalta la potencia de sus textos para convocar voces femeninas y girar el manubrio de la sexualidad: las mujeres son voces, cuerpos, personas deseantes y no un objeto deseado por el varón, las mujeres llevan las riendas de la potencia sexual porque sus cuerpos, al fin y al cabo, prestos, ágiles, sutiles, curvilíneos están, de pies a cabeza, formados para el amor; su voluptuosidad es refinada, su espasmo más intenso, su entrega superior. Este giro en el deseo, el reconocer que aquella “gruta húmeda en que descansa el hombre de caminar hacia la muerte” es más briosa que el salvaje y venerado falo, constituye una revelación para encarar la sexualidad femenina, aún tabú en ciertas sociedades andinas americanas: la mujer ama, la mujer desea, la mujer fornica (mejor que el varón), le duela a quien le duela. Conservadurismos aparte, la obra de Louÿs es un pequeño faro que alumbra uno de los rincones más ocultos de la existencia humana: la sexualidad femenina, adolescente y juvenil. Leamos a Pierre Louÿs para descubrir el arte del placer. No leamos a Pierre Louÿs sino somos capaces de adorarlo.
Profile Image for Francesca   kikkatnt 'Free Palestine, Stop Genocide'.
387 reviews18 followers
August 7, 2021
A TAVOLA

Non fate andare avanti e indietro un asparago nella vostra bocca, facendo gli occhi dolci al giovane che volete sedurre


Una raccolta di aforismi sessuali, parodia di quello che dovrebbe essere una manuale di buona educazione per le giovinette negli istituti. Il format è pressoché uguale ad un galateo normale: norme comportali da tenere a tavola, in chiesa, per strada o in compagnia di adulti.

Una risata a denti stretti per due motivi:
- l'autore si è rivelato essere un pedofilo, con la passione della "fotografia" di nudi femminili, soprattutto se minorenni.
- A quanto pare, a quel tempo, a Parigi, era la norma. Questo pamphlet è solo la punta di un iceberg che conferma una pedofilia esistente, tale da essere dovuta contenere tramite una legge sulla protezione delle prostitute minorenni.
Profile Image for Valuxiea.
356 reviews57 followers
Read
December 22, 2021
This book is horrendously lewd and terribly offensive on all counts. I highly recommend it, for those whom it might amuse.
Profile Image for d.
219 reviews206 followers
May 3, 2016

Antiburgués y decadente, como corresponde. Publicado en 1917, hay muchos consejos de urbanidad para señoritas que tienen absoluta vigencia... sobre todo los relacionados a los deberes filiales. Copio dos de los más inocentes:
Si usted sabe que su madre espera a su amante en casa, no se esconda bajo la cama para gritar: «¡Sorpresa! ¡Soy yo!», mientras la saborea en su boca. Podría atragantarse.
No escoja, tampoco, ese momento para entrar en la habitación aullando: «¡Ya está aquí papá!», cuando sabe perfectamente que su señor padre está de viaje.

Sobre esto escribía este buen señor, amigo de Wilde y Debussy.
Profile Image for José Simões.
Author 1 book52 followers
January 22, 2022
Tarado, louco, indisciplinado, subversivo, etc. Este livro é isso tudo e muito mais, mas sobretudo é de uma frescura tremenda hoje, nos dias cinzentos e bisonhos do politicamente correcto. É um daqueles livros a que voltarei sempre para rir, para absorver a boa esquizofrenia do autor. Porque também sou desse tipo de pessoa que acha que nunca é demasiado cedo para fazer uma piada, que não acredita em vacas sagradas no humor e que tenta, às vezes sem sucesso, ser engraçado com os temas mais delicados.
Profile Image for Eric.
159 reviews7 followers
March 3, 2011
This is a filthy, naughty, filthy, filthy book. And exquisitely, delightfully, subversively funny. I give it my most highest and enthusiastic recommendation.
Profile Image for Ana.
106 reviews12 followers
April 9, 2018
Es gracioso
Profile Image for Intervalla Insaniae.
141 reviews39 followers
January 30, 2022
Il sottotitolo di questo libriccino, “Ad uso degli istituti di educazione”, preannuncia una tale ironia che, pur non sapendo niente, assolutamente niente, dell’autore non mi son potuto trattenere, il “Galateo” è venuto a casa con me. Anzi, ad esser completamente onesto l’acquisto è stato sancito dal succosissimo “Glossario” ad inizio del libro.
Il “Galateo” non è altro che una serie di sconcissimi, divertentissimi ammonimenti nei riguardi di una ipotetica fanciulla (di tenerissima età, sembrerebbe) la quale conosce già ogni parola ed ogni pratica del libertinaggio, ma si muove ancora goffamente, preda di una foia incontrollata, che occorre imbrigliare: non, come si potrebbe pensare, con intenti moralistici, bensì incoraggiando tali pratiche ma con più riguardo nei confronti delle apparenze e delle convenzioni. Un riguardo che è fittizio, ovviamente, esprimendosi spesso in una breve osservazione finale, staccata dal resto dell’aforisma da un punto e che aumenta a dismisura l’ironia.
Ho riso moltissimo leggendo il “Piccolo galateo” che mi ha fatto pensare intensamente a quella delizia delle “Règles du savoir-vivre dans la société moderne” di Lagarce -che pure ha un’ironia molto meno licenziosa- ed anche, con un fremito di disagio, al divin marchese delle “Centoventi giornate di Sodoma”. Il “Galateo” di Louÿs a me sembra parlare come se De Sade avesse abbandonato la titanica Creazione amorale per cedere ad un ironico divertissement; l’ala del marchese getta un’ombra sul libro, certo: pedofilia e incesto sono temi che non mi suscitano il riso, ma l’ombra è leggera e Louÿs non pare avere le stesse ambizioni creazionistiche di De Sade. Egli è, casomai, un raffinato pornofilo, come ve ne erano tanti nella sua epoca. Trae piacere, ed io con lui, nell’essere completamente sboccato e nel far passeggiare a braccetto la massima volgarità con l’eleganza della forma.

Lo scritto di Alberto Capatti posto a conclusione del libriccino è davvero molto bello. 
Tutto qui è adorabile: le qualità estetiche, materiche e di contenuti degli SE non vengono mai meno!
Profile Image for Anna Biller.
Author 3 books770 followers
Read
April 14, 2025
I love Pierre Louys's short stories, especially "Woman and Puppet," and his "Songs of Bilitis." This, however, is too much! Examples range from mildly amusing: Never call your mother: "Old bitch! Pisspot trollop! Whore-licker! Walking pox! etc..." Those are expressions left for the common herd." To slightly nauseating: "Do not strap on a dildo to screw your mother unless she asks for it." To beyond the pale: "It is not proper for a little girl to still be a virgin after the age of eight, even if she has been sucking c**k for several years." Other examples are so filthy I don't dare even type them here. Although the intent—to skewer the strait-laced manuals written for young girls which deny that they possess any sexuality at all—is admirable, the text gives the impression that girl children are made to be the sex toys and partners of adults, and that's where I draw the line.
Profile Image for Liliana.
81 reviews77 followers
January 1, 2024
Este libro contiene “Diálogos de cortesanas” seguido de “Manual de urbanidad para jovencitas” de Pierre Louÿs. El primero recopila textos escritos entre 1894 y 1899.

Bueno, me encantó. Pierre fue demasiado ocurrente, ingenioso y absolutamente descarado. Como leí en una reseña, muy buena por cierto, sus imágenes tienen el valor de escandalizar incluso hasta hoy. No hay tema que escatime en ser tratado y satirizado; 5exo 4nal, +turbación, las dos palabras con P que todas las plataformas censuran, inces7o, mucho lesbianismo, muchos falos, conchas, vellos y absolutamente todos los líquidos corporales.

“Diálogos…” son escenas cortísimas de una plana incluso, sin narrador. Se explican por sí mismas, son imágenes muy entretenidas que con muy poco pueden completarse en tu cerebro, sólo puedo imaginar lo divertido que tiene que haber sido para la época en alguna reunión entre amigos ir leyendo, teatralizando o jugando a adivinar estos pequeños cuentos.

Lo que más me gustó es que el enfoque es radicalmente femenino, son todas cortesanas, amas, señoras, hijas de señoras o hijas de cortesanas, amigas, primas, trabajadoras, todas cómplices unas con otras y todas completamente calientes jugando entre ellas y usando la entrepierna de los hombres y mujeres que tenían a su disposición.

Un atisbo a ese mundo femenino que es capaz de complacerse a sí mismo porque los hombres que atienden no son capaces. También mucho énfasis a la puerta trasera, diríamos. Y con especial atención a la iniciación activa, donde las púberes e incluso, niñas, son muy curiosas y muy ardientes y nunca víctimas.

“Manual de urbanidad…” es incluso mejor, simplemente en dos líneas, SÓLO DOS LÍNEAS, te tira una escena completa, la más escandalosa y la más caliente al mismo tiempo en plan “Usted no haga X haga Y” en todo tipo de lugares. Encontré el “Chicken Club” de Asumiko Nakamura primigenio… al parecer eso de las aves es una cosa.

Contrario a lo que pasó con Historia de O, otras obras de Pierre fueron musicalizadas y tocadas como himnos lésbicos. Esa es la rabia y la fuerza de las artes eróticas.
Profile Image for Azjericho.
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September 28, 2008
Diablos, uno cree que los tiempos dictan la manera de pensar y comportarse a todas las personas, pero siempre hay alguien que rechaza esas mamadas y se pone en el papel de rebelde (aunque eso lo haga un paria). Me imagino que esa fue la posición que adoptó Pierre Louys con sus escritos, este tipo me sorprende por su actitud frente a los tabúes del sexo; caballero frances en los inicios del siglo XX, amigo de hombres mal vistos por otros debido a sus "preferencias" como Oscar Wilde o André Gide, Louys siempre impuso su punto de vista sobre el erotismo: La mujer lo es todo. Se nota desde que se comienza a leer este libro, Dialogo de Cortesanas es un homenaje a los momentos más intimos y sensuales que las "recatadas" damas comentan con humor e ironía, insinuando que el oficio más viejo del mundo no necesita de remuneración si en él se halle el goze orgiastico total que todos añoramos alcanzar; El Manual de Urbanidad para Señoritas es la cara escondida de la educación que se le debe dar a los jovencitas, leer el tipo de enseñanzas que transmiten las mujeres de experiencia con sensualidad y desenfado a las timidas virgenes hará que unos abran desmesuradamente los ojos y que otros se desternillen de la risa. Jocoso y vulgar a la vez, pero muy original, cualquiera que lo lea no podrá decir que no se sintió "movido" hasta el final.
Profile Image for George K..
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January 12, 2020
Πέρυσι τον Αύγουστο διάβασα και απόλαυσα το σπιρτόζικο και γεμάτο σαρκασμό "Η γυναίκα και το νευρόσπαστο", το ίδιο ακριβώς συνέβη και με το "Εγχειρίδιον κοσμιότητος προς χρήσιν υπό των νεαρών δεσποινίδων", αν και μάλλον για αρκετά διαφορετικούς λόγους. Τα παλιά τα χρόνια υπήρχαν διάφορα εγχειρίδια περί σαβουάρ βιβρ, που μάθαιναν στα κορίτσια και τα αγόρια πώς να συμπεριφέρονται σε κάθε περίσταση, και αυτό είναι που σατιρίζει και παρωδεί με ακραίο τρόπο ο Πιερ Λουίς με τούτο το βιβλιαράκι. Ουσιαστικά πρόκειται για ένα... πορνογραφικό εγχειρίδιο, που μαθαίνει στις νεαρές κορασίδες τι να κάνουν με το... σεξουαλικό τους ταμπεραμέντο, σε κάθε περίσταση. Εννοείται πως το βιβλίο αυτό δεν είναι για μυγιάγγιχτους ή γι'αυτούς που κοκκινίζουν εύκολα με λέξεις και εκφράσεις γεμάτες σεξουαλικά υπονοούμενα, γιατί φυσικά το βιβλίο είναι γεμάτο από τέτοια πράγματα. Ασυζητητί, πρόκειται για μια ένοχη απόλαυση, που μεταξύ άλλων μπορεί να ανεβάσει και τη... λίμπιντο των αναγνωστών. Και, φυσικά, είναι από τα βιβλιαράκια που διαβάζονται ξανά και ξανά, προσφέροντας κάθε φορά την ίδια ευχαρίστηση.
Profile Image for Eduardo.
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February 6, 2023
Podría de entrada remitir al Marqués de Sade, sin embargo el propósito es otro. La primer parte del libro parece ser una serie de diálogos inventados por Louys sobre las pasiones que se practicaban en secreto. Estos diálogos son una excelente ejemplo de los deseos que ya de realizaban en la época y con los que aparentemente nadie quisiese lidiar.

Una excelente manera de ilustrar la liviandad y el libertinaje.

La segunda parte del libro es más bien, como su nombre lo indica, un manual satírico del "buen comportamiento" de las señoritas aristócratas francesas.

En ocasiones asqueroso, en otras brillante, el libro es una gran pieza para pensar el exotismo, las pasiones, deseos y placeres de una Francia moderna.
Profile Image for R.B..
Author 1 book6 followers
August 16, 2021
Lido este livro, fica um sabor de doce perversão na mente. Um livro que não pode ser lido literalmente, feito para chocar e que consegue esse seu objectivo pela sistemática contradição entre o que diz e o que quer dizer. Entre os aforismas que são uma denúncia da hipocrisia da moral e bons costumes, aos que são um encorajamento pela negação, Pierre Louÿs consegue aqui um manual de más maneiras que, apesar de fazer corar as mentes mais púdicas, vai certamente a espaços dar-lhes aquele sorrizinho maroto.
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