Relato autobiográfico, em três volumes, em que a história da China é contada a partir da vida de uma família desde a tomada de poder de Mao Tsé-tung até hoje. O terceiro volume começa em 1982. A revolução cultural terminou há quatro anos, dando lugar a uma reforma política e à abertura. A China entra na era do desenvolvimento, enquanto Xiao Li, que agora é desenhista no jornal Yunnan Ribao, segue sua vida. Ele acaba de se casar com a filha de um amigo do pai, a jovem médica FengFeng.
The third and the most interesting part of the trilogy, I think. Now it's time for capitalism to reign free in China – under the controls of the Party, of course. Everything seems to be possible, yet old habits die hard. This more modern China is a strange country, going through a huge change.
Interesting trilogy. There's no point reading the parts alone; they need to be read one after the other, as they create an interesting, cohesive whole. An interesting view to the recent history of one of the more important countries in the world.
Note a me stesso: il primo volume è senza ombra di dubbio il meglio riuscito. Scaturito dal cuore e conciso nei propri obiettivi ci trasmette gli anni enigmatici della presa di potere del partito comunista in Cina. Le tavole ci riportano i fatti come stavano: l'abnegazione del popolo, la propaganda, le grandi speranze e i grandi inganni. Che fosse il periodo della rivoluzione culturale (abbandono delle vecchie tradizioni sia sociali che economiche, propietari terreni la industria arretrata etc) o delle brigate rosse (masnade di bambini che si riunivano per divulgare l'ideologia di Mao e del partito) o della controrivoluzione dei 4 (oppositori interni al partito tra cui anche la moglie di Mao) gli autori riescono con carta e pennello a dipingere perfettamente la situazione del popolino.
Che sia fare il soldato, il contadino o il ritrattista Li si dona anima e corpo al suo paese e partito. La sua idea di socialismo, e forse è una mentalità cinese, che scaturisce nelle ultime pagine dell'ultimo volume è che il progresso e lo sviluppo devono venire prima del benessere del singolo individuo. La sua posizione era già stata introdotta nelle "non-tavole" dedicate al 6-4 (Tiananmen Square). Una posizione che non condivido, ma che posso rispettare per la lucidità e franchezza con cui egli decide di esporla, rompendo la quarta parete.
J'ai trouvé que l'histoire était discontinue par rapport aux deux tomes précédents, j'ai eu un peu de mal à suivre à certains passages, pensant que l'on sautait du coq à l'âne alors que la nouveauté de ce tome, c'est que l'on ne s'attache plus seulement au personnage principal. Néanmoins, le lecteur peut mesurer le parcours accompli par la Chine depuis les années 50. C'est époustouflant !
Lido pro Clube do Livro da Shumian e aqui alguns comentários levados pra discussão:
Fiquei pensando muito sobre a opção dos autores de como cobrir 04/06/89. O discurso tradicional de estabilidade me lembrou paralelos da gente hoje em dia falando "não aguento mais viver acontecimentos históricos". Mas as gerações que passam pelas coisas podem se dar ao luxo de esquecer delas ou passar a bola pra frente? Coincidentemente, vi alguns dias antes Ainda Estou Aqui e a gente sabe como essa história está.
3 e ultimo capitolo di questa trilogia. Affronta il tema della storia del partito cinese attraverso l'occhio di un fumettista militante nel partito stesso e soprattutto attraverso le generazioni. Ovviamente di parte, si tratta comunque di un uomo di etnia Han e che tanto ha ricevuto dal governo. Ma un pov che ben interpretata una certa sezione della società. Per me molto interessante
Concluída a leitura da trilogia autobiográfica de Lin Kunwu.
Sendo uma obra autobiográfica, o quadrinho aborda as transformações da China a partir da vivência de seu autor, o que pode gerar algumas frustrações pra quem estiver procurando um título que sirva como um resumão da história da China desde a revolução. Saber disso acho que ajuda a calibrar melhor as expectativas em relação à obra, uma vez que alguns importantes acontecimentos são narrados de forma bastante ligeira ou sequer são mencionados (a passagem sobre 1989 deixa isso bem claro, apesar de ser elogiosa a honestidade com que Li aborda a ausência desse tópico na obra).
Dos três volumes, esse terceiro acabou sendo o mais enfadonho, mas o saldo geral seguiu sendo bem positivo. Nos capítulos finais a arte acabou me causando certa confusão, especialmente pela forma como a história dá diversos saltos temporais sem qualquer indicação, coisa que não lembro de ter sentido nos números anteriores.
As 5 estrelas é para o conjunto da trilogia. Os dois primeiros livros são bem superiores ao terceiro. Em O tempo do pai e O tempo do partido, os textos e as ilustrações (de Philippe Ôtié e Li Kunwu) é um convite sofisticado para revisitar a China ao longo do século XX.
Avalio a série como um todo neste volume. O que mais gostei é que tem uma perspectiva de crítica, apesar de tudo, ao período vivido durante o controle de Mao. Considerando isso, e claramente se beneficiando das melhorias que Deng Xiaoping implementou, a biografia do autor se mescla com os ciclos de desenvolvimento e eventual consolidação do regime de nova formação econômica chinesa. Sem dúvida uma série muito interessante para ter uma perspectiva de uma nova geração sobre o que representa e o que não representa a revolução chinesa para um chinês globalizado, dominante à sua maneira.
Le troisiéme livre, beaucoup mieux que le deuxiéme, et aussi bon que le premiére. La série est excellent, et je voudrais acheter l'integrale pour le relire. Le trosiéme livre raconte la croissance economique de la Chine, jusqu'a le 2010 et comment la sociéte change ses valeurs et s'adapte au marché. J'ai bien aimé que le bias est tres bas, et le temoignage de l'author ne prends pas un coté (critiquer ou admirer) politique clair.
Li Kunwu e Philippe Ôtié conseguem chegar aos tempos atuais e nos relatar um pouco da mais recente história da China. Longe de padrões e de preconceitos, o livro nos mostra a realidade de pessoas como nós, mas com histórias totalmente distintas. Será que se fossemos nós na Praça Celestial não pensaríamos igual?
A última parte encerra bem a trilogia, com a opinião do autor bem expressa. Deixou de ser apenas um relato de acontecimentos e exprimiu opinião. Foi uma boa jornada de introdução a certos elementos da vida chinesa. Suscitou buscas e mais aprofundamento, e quando uma obra extrapola suas linhas, significa que ela foi bem aproveitada.
Infodump after infodump, any kind of narrative forgotten. It's a shame bc the time period is so interesting. Also the way Black people are drawn is literally insane (but most probably in line with what we could expect from a Chinese-French collab lol)
esse não me pegou tanto quantos outros, mas simplesmente pelo fato de eu ter terminado os 3 livros em menos de um dia já prova o quão recomendáveis os gibis são
Finita la trilogia! Ottimo sguardo sulla storia della Cina fino ad oggi, con un perfetto equilibrio che offre comprensibilità al lettore occidentale e autenticità a quello cinese. Bello!!
Alles hat sich so schnell verändert ... Jeder einzelne Schritt war wichtig. Aber wenn es ein Datum gibt, an das ich mich besonders gut erinnere, dann ist es 1982 ... September 1982, um genau zu sein. Die "Politik der Reformen und der Öffnung", die unsere Gesellschaft seit 1978 beflügelte, wurde auf dem XII. Parteikongress offiziell gut geheißen. Erdacht von Deng Xiaoping fand diese neue politische Ausrichtung ihren Platz neben den anderen großen Neuorientierungen des 20. Jahrhunderts, sie hat bis heute ihre Gültigkeit behalten und bildet die Grundlage aller politischen Planung. [...] Wir traten in eine neue Ära, deren wichtigste Schlagworte lauteten: Pragmatismus, Effizienz ... und natürlich Entwicklung. Vorbei waren die Zeiten, da alle dasselbe Schicksal teilten. [...] Wir müssen unseren eigenen Weg beschreiten, eine sozialistische Gesellschaft chinesischer Ausprägung schaffen.
Update Seite 67:
Und schließlich bin ich davon überzeugt, dass China vor allem Stabilität und Ordnung braucht, um sich entwickeln zu können. Alles andere ist in meinen Augen zweitrangig.
Ich bin mir bewusst, dass meine Ansichten gerade westliche Leser überraschen könnten, da der vorherrschende Diskurs in westlichen Gesellschaften fundamental anders aussieht. Es geht mir nicht darum, dem offiziellen Diskurs aus Prinzip zu widersprechen. Es geht mir im Gegenteil um ein sehr tief sitzendes Gefühl, das ich mit vielen anderen Chinesen teile. Ein Gefühl, das sich vermutlich in der Grundschule herausbildete, als man uns beibrachte, dass die Geschichte Chinas im 20. Jahrhundert eine Geschichte des Leids und der Demütigungen war. Invasionen, Plünderungen, Nachteilige Verträge mit anderen Staaten ... Innere Spaltungen, Kämpfe zwischen Kriegsherren ... Manchmal habe ich das Gefühl, die Geschichte Chinas am eigenen Leib erlebt zu haben - die Kulturrevolution, an die ich mich so genau erinnere ... die Kämpfe zwischen den verschiedenen politischen Strömungen ... die Wasser- und Stromknappheit, die Hungersnöte ... all die Landsleute, die Jahr für Jahr ihr Land verließen ...
Wer unsere Geschichte der Entbehrungen kennt und versteht, wird wohl begreifen, warum ich mich so sehr nach Stabilität und Ordnung sehne, auf denen unser Aufschwung und unsere Entwicklung beruht.
Update Seite 177:
Ich kann diese Nostalgiker mit ihrem schlechten Gedächtnis nicht ausstehen!
Update Seite 267:
Es kommt mir ewig vor, dass mein Vater mir meine ersten revolutionären Parolen beibrachte, als er mich auf seinen breiten Schultern zur Parade zum Ruhm des neuen China mitnahm ... als meine Mutter mit mir durch ein Meer von Fahrrädern pflügte, auf Straßen, die noch nie ein Auto gesehen hatten ...
... Jenes China, das kannte und liebte ich [...]. Heimweh überkommt mich, ein Gefühl, tief in meinem Herzen ... Aber das China von heute! Was für ein Gräuel!
Ob wir nun ein Viertel der Weltbevölkerung stellten oder nicht, war damals absolut unwichtig, wir waren unsichtbar, die Erde drehte sich auch ohne uns, ohne die Chinesen. Uns sah man weder auf den Siegertreppen noch auf dem Everest oder im Weltraum.
Weder hatten wir einen Sitz in den Vereinten Nationen noch waren wir wegen einer Hungersnot in den Nachrichten.
Aus diesem Land komme ich. Nicht aus jenem "Made in China" der Wolkenkratzer, der Olympischen Spiele und der Weltausstellung ...
Ja, wir sind Stolz auf das, war wir erreicht haben, auch wenn es noch nicht perfekt ist.
Umso mehr, als under Wohlstand nicht auf einer zweifelhaften militärischen Eroberung beruht, auch nicht auf der Ausbeutung von Bodenschätzen oder gar aus einem ererbten Vermögen. Nein, nichts von alledem.
Alles gründet auf unserem Schweiß und dem Schweiß unserer Kinder. Ihnen ermöglichen wir eine Existenz, die jedoch auch nicht ohne harte Arbeit und Opfer sein wird, denn der lange Weg zum Wohlstand ist noch nicht zu Ende.
Es gibt einen Ausspruch von Deng Xiaoping, den ich sehr schätze. Er ist einfach, aber trotzdem bedeutungsvoll: "Das Wachstum hat oberste Priorität."
Je älter ich werde, desto besser verstehe ich den tieferen Sinn. Es ist der einzige Sinn, den mein Leben je hatte.
Comentário os os três volumes: Autobiografia do artista chinês Li Kunwu, com desenhos dele e texto de Philippe Ôtie, é uma HQ dividida em três volumes, cada um abarcando um período da vida do quadrinista e da história recente da China. Volume I: O tempo do pai; II: O tempo do Partido; III: O tempo do dinheiro. É uma verdadeira jornada que começa logo após a criação da República Popular da China, em 1949, e o nascimento de Xiao Li, o Pequeno Li, em 1955, e passa por todo o período de Mao Zedong, da Revolução Cultural, da Abertura, a partir de 1976 com Deng Xiaoping, até os anos 2000 e a China que conhecemos hoje.
Os traços são fortes e carregam as angústias de uma geração que viu de tudo, que viveu tudo. Contudo, há uma preocupação em ressaltar que o que temos em mãos são as memórias do agora Lao Li, velho Li, um homem que vivenciou as reviravoltas da História e anseia não mais encarar o abismo, o que termina por gerar uma "aspiração profunda à estabilidade e à ordem".
Foi uma leitura muito proveitosa visto que ela trás um ponto de vista no qual o artista não esconde o sofrimento, não o floreia, tampouco foge de questões delicadas, mas que no fim prevalece um orgulho arraigado do que foi construído.
Obs: Seria interessante uma revisão de vocabulário.
Tres tomos autobiográficos en los que se recorre, desde un punto de vista subjetivo pero no político, la historia de China desde los años 50 a la actualidad. Bien contada y con un dibujo complicado pero muy expresivo, puede deslumbrar al lector occidental no del todo consciente del milagro asiático. Aunque el último volumen tiene momentos más anecdóticos, la lectura de toda la serie es más que recomendable.
J'ai terminé cette saga avec un leger pincememnt au coeur, car je me suis assez attaché au personnages durant la lecture des trois tomes. Cependant, je ne pense pas que celui ci soit le meilleure car
Si stenta a riconoscere la Cina dei primi due libri in questo terzo dedicato all'apertura all'economia e appunto al denaro. Sulla comunità e la prosperità condivisa fanno capolino le modalità relazionali- clientelari e i tentativi di corruzione. Forse il vero filo rosso dei tre volumi è la volontà del popolo cinese di tornare ad essere importante e potente nel mondo. E per questo il popolo sembra disposto a grandi sacrifici, anche oltre il ragionevole secondo l'approccio occidentale.
Dit vond ik het minst interessante gedeelte omdat de grote historische gebeurtenissen voorbij zijn. Het weet wel pakkend te verbeelden hoe het kapitalisme zijn intrede doet in het Chinese zakenleven en welke gevolgen dat voor de maatschappij zelf heeft. Het uitgangspunt is verrassend optimistisch en daarmee een frisse afwisseling op de collectieve angst voor China als een opkomende wereldmacht.
LA clé pour comprendre la Chine contemporaine se trouve dans ces pages. Depuis les épreuves inouïes qu'a traversé le peuple jusqu'aux espoirs les plus fous de grand bond dans le XXIème siècle. Jusqu'à ces dernières années, où le chat chinois à commencé à se soucier seulement d'attraper les souris, avec toutes les incertitudes que cela comporte.