Um sólido 3,5.
A primeira história, mais longa, saiu em capítulos na Marvel Fanfare em 1981. Foi executada por Macchio e Perez e me lembrou algumas tramas do período clássico do Mestre do Kung Fu. É um tanto mais ingênua e simples do que o padrão das histórias da Viúva Negra de lá para cá, mas é divertida e vale pelos desenhos do George Pérez. (3,5/5)
A segunda, de 1985, assinada por Macchio e Gulacy, já é bem mais séria, parecendo um esboço de uma trama de um John LeCaré, ou seja, vai mais fundo no tema da espionagem, onde nada é o que parece e não se pode confiar em ninguém. Gosto bastante da arte do Paul Gulacy, que aqui está toda em preto e branco. História bem curta, mas que dá muito do tom do que seria feito com a personagem nos anos seguintes (4/5)
A terceira história saiu na Graphic Marvel "A Guerra mais Fria" de 1991 e tem o argumento de Gerry Conway e arte de George Freeman. Nessa, a personagem precisa lidar com questões do seu passado na então URSS e apresenta o seu visual anos 80, que parece ter sido baseado na atriz Briggitte Nielsen. A história é redondinha, um bom feijão com arroz. A arte é um tanto polêmica, mas cumpre o seu papel. (3/5)